Demarcação gera polêmica
Prefeitos, vereadores e agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema criticaram relatório da FUNAI s/ a demarcação de 47 mil hectares da região como terras dos índios Tupinambás.
No local, mais de 20 mil pequenos agricultores produzem cacau, piaçava, coco, e vendem para as redes hoteleiras estabelecidas na região, explicou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia.
Conforme os registros encontrados, as terras foram ocupadas pelos Tupiniquins, e não Tupinambás. "Mesmo que se considere como terras Tupinambás, o que propomos é uma solução pacífica que não exclua essas 20 mil pessoas", defendeu o presidente da Federação.
A representante da etnia, cacique Valdelice Amaral, disse que a convivência pacífica já não existe, mesmo antes da demarcação. "Morreram 17 índios na região. Quem matou?"
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"E os latifundiários que estão lá ficam incitando nossos irmãos a dizerem que não são índios para não perderem o salário mínimo que ganham trabalhando quase como escravos nas fazendas", alegou.
O presidente da FUNAI afirmou que "no levantamento histórico-antropológico nós temos absoluta convicção de que os povos Tupinambás sempre habitaram aquela região".
O relatório da FUNAI foi publicado no Diário Oficial da União em abril e está em fase de questionamentos. No final, será encaminhado ao ministro da Justiça para se pronunciar sobre a demarcação.
Fonte: verdesmares.globo.com
O presidente da FUNAI afirmou que "no levantamento histórico-antropológico nós temos absoluta convicção de que os povos Tupinambás sempre habitaram aquela região".
O relatório da FUNAI foi publicado no Diário Oficial da União em abril e está em fase de questionamentos. No final, será encaminhado ao ministro da Justiça para se pronunciar sobre a demarcação.
Fonte: verdesmares.globo.com
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