quinta-feira, 7 de maio de 2009

Frei/advogado: invadir é direito



“Ocupar" é um direito

do MST


Frei Henri des Roziers, nascido em Paris, vive no Pará e é defensor do MST. Não sem razão, é considerado “agitador” pelos proprietários rurais.

Trata-se de personagem promovido por entidades internacionais, dessas que existem apenas para premiar seus apaniguados e sempre sob os holofotes da mídia nacional e internacional e, assim, tentar torná-los conhecidos.

Para se ter uma idéia, este Frei dominicano francês – que é também advogado – recebeu o prêmio internacional dos Direitos Humanos “Ludovic Trarieux” 2005. O mesmo prêmio recebido por Mandela em 1985...

O religioso afirma estar na região de Xinguara desde 1991, e que nunca teria visto um assentamento de Reforma Agrária [essa espécie de kolkhoses que os brasileiros infelizmente já conhecem e que se transformam sempre em favelas rurais] ser feito de forma espontânea pelo governo.

Ele afirma que para implantar os kolkhoses precisa ser sempre na base do conflito: o MST invade, o proprietário reage e o governo vem como bombeiro, para apagar o fogo.

Como governo e MST se entendem bem, este BLOG pergunta se tudo isso não é previamente combinado... Afinal, eles adoram dar razão a Marx com sua luta de classes.

No sul do Pará, para ser assentado da Reforma Agrária é preciso participar de invasão. O INCRA dá prioridade aos acampados como forma de “reduzir a tensão social”... E os diretores do INCRA afirmam que "não adianta ocupar mais do que o INCRA pode atender."
Para essa agitação toda, o MST se dá ao luxo de contar com “os serviços advocatícios” do advogado e frei francês Henri des Roziers...

MST: "Me dá um dinheiro aí"

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Queremos só R$ 280 milhões, por enquanto!
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Movimentos de sem-terra aliados de José Rainha (foto), dissidente (!!!) do MST, enviaram ao ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, pedido de R$ 280 milhões a fundo perdido para assentados e acampados do Pontal do Paranapanema.
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A pauta foi aprovada em encontro que reuniu 4 mil [nas contas deles]sem-terra.
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Acontece que as entidades ligadas a Rainha [movimentos sociais, na linguagem governamental] são investigadas por desvio de recursos públicos.
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Assim, o slogan "Brasil, país de tolos" faz sentido!

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Fonte: O Estado de S. Paulo
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ontem Roraima, hoje Mato Grosso do Sul

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E amanhã?
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Veja e ponha a barba de molho
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Prezado leitor
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Mais um empurrão no Brasil para a BEIRA DO ABISMO! Vai ser difícil deter!
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Tudo dependerá dos 11 ministros do STF, 8 (oito) dos quais nomeados pelo governo LULA/DILMA, apoiados no relatório do ministro Ayres Brito e reforçados pelos argumentos do ministro Joaquim Barbosa...
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Assista ao vídeo abaixo:
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Leia agora com atenção o que afirmou Lenine:

"A palavra de ordem da repartição da terra serve a nós comunistas para tornar mais próximo o comunismo: quando a vitória da revolução se completar, substituiremos essa palavra de ordem por outra da ditadura comunista".

BLOG: Se é difícil deter, não é impossível. Idéias se cobatem com idéias. Em via de regra, o revolucionário é petulante quando não tem adversários diante de si, ou os tem fracos. Contudo, se encontra quem o enfrente com ufania e arrojo, ele se cala.

Seja um divulgador de nosso Blog!

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MST = FARC brasileira


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Senador acusa MST

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O senador paraense Flexa Ribeiro criticou o tratamento que os governos Federal e Estadual do Pará, ambos do PT, dão ao MST.

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Segundo o senador, dados recentes e de fonte insuspeita como a Comissão Pastoral da Terra, ligada aos bispos do Brasil, apontam o Pará como o campeão da violência no campo.

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Flexa acredita que o Estado é conivente com a formação de uma “Farc brasileira, travestida de movimento social”.

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Em 2008, o Estado registrou 245 ocorrências, mais que o dobro do Maranhão, segundo colocado na lisa, que teve 101 casos.

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No ano passado, 46,4% dos atos de violência rural no Brasil ocorreram no Pará - no ano anterior eram 18%.
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Fonte: www.claudiohumberto.com.br


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Maracutaias da Reforma Agrária


Igualdade e igualdade

Há tempos, nós brasileiros caçoamos da suposta igualdade existente entre os homens, seja política, social, econômica, ou ainda a igualdade perante a lei: O dito não deixa de ser mordaz: “Todos são iguais, mas há uns mais iguais que os outros.

Com efeito, tal igualdade nunca existiu nem existirá, sobretudo diante da lei positiva, num Estado que se diz moderno e democrático. Não passa de uma utopia que acompanha os homens desde que os nossos primeiros pais quiseram ser iguais a Deus... desembocando na Revolução Francesa e na Revolução Comunista.

Exemplo: A comercialização e o arrendamento de assentamentos da Reforma Agrária são proibidos por lei. Em Hulha Negra (RS), um agricultor que se diz missionário e mora na cidade negocia os 18 hectares que ganhou do governo. “Eu quero R$ 15 mil nesse meu lote. É lote com casa e tudo”, garante.

Perto dali, em outro assentamento do MST, mais ofertas: “Tchê, estou pedindo R$ 30 mil, deixo tudo, só levo as coisas de dentro de casa. Deixo criação, deixo tudo”. O agricultor diz que vai procurar emprego numa fábrica de calçados: “O pagamento não aparece. Isso nem pode contar que tu me pagou”.

Conclusão: Para os produtores rurais, todo o rigor da lei. Exemplo recente: Os rizicultores da Raposa/Serra do Sol. Para os assentados da Reforma Agrária, toda a complacência da lei!

Mas o refrão continua: Brasil, país de todos [ou de tolos?]

Veja o vídeo:

Fonte:http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1107511-16020,00-ASSENTADOS+DO+MST+VENDEM+TERRAS+DE+REFORMA+AGRARIA.html

Guerrilha do MST

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Brasil sem lei

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Desde a invasão da Fazenda Santa Bárbara (PA), o MSTmatou mil bois, destruiu cercas, furtou portões e aparelhos de comunicação e fez terrorismo contra os moradores, acusa o gerente Oscar Boller. "Eles misturam pressão psicológica com táticas de guerrilha", disse.
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Boller conta que os proprietários projetavam criar um pólo de pecuária de alto padrão: chegamos a ter 500 mil bois, com índices de lotação e produção muito superiores à média nacional." Além de matar animais, o MST cortou as cercas e misturou vacas selecionadas para inseminação artificial.
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Aos grupos, em motos e armados, o MST hostilizou os funcionários e já demarcou toda a fazenda com tinta vermelha, alegando que as terras já são deles. Apossaram-se de caminhões e máquinas. As casas dos empregados foram pichadas com mensagens ameaçadoras.
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Assustados, 70 funcionários já pediram a conta. Um grupo rendeu dois seguranças e tomou os rádios. "Tiveram a ousadia de me chamar pelos rádios furtados para pedir o empréstimo de um trator", conta Boller.

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Fonte: O Estado de S. Paulo
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terça-feira, 5 de maio de 2009

Engraçadinho, hein!

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Ameaça à nossa soberania
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O príncipe Charles, herdeiro da coroa inglesa, propôs no Itamaraty que os países desenvolvidos assumam a conservação das florestas tropicais brasileiras, emitindo títulos a serem comprados por investidores privados, fundos de pensão e seguradoras.
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Os proprietários dos títulos garantiriam recursos e impediriam que as matas fossem aproveitadas para cultivo pela população brasileira.
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Com essa proposta, a soberania nacional sobre as florestas ficaria gravemente atingida. E a soberania, ou é plena ou não é soberania.
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A ofensiva comuno-missionária para expulsar brasileiros não-índios de imensas áreas do território nacional converge com planos ecologistas desse gênero, concebidos no exterior.
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