terça-feira, 3 de maio de 2011

Código florestal: pomo de discórdia

Produtores rurais: verdadeiros heróis


Proteger o ambiente natural é obrigação de todos, com regras baseadas na preservação sem impedir a produção de alimentos.


Este é o ponto que divide produtores rurais destruidores e ambientalistas lunáticos, de pessoas responsáveis, realistas e preocupadas com o país.


Aos destruidores é preciso dizer que regras são necessárias. Aos lunáticos cabe lembrar que alimentos não nascem em supermercados e os agricultores responsáveis são os verdadeiros heróis desse país.


Fonte: UOL (De São Borja RS)



Banco produz o quê?

O único que produz é o ruralista


Essas cobranças ambientalistas não acontecem nas cidades, porque lá mandam as construtoras, os bancos.


Quando os governos ditos de esquerda querem fazer demagogia, eles atacam o produtor rural, porque historicamente (na base da ideologia), este é que é considerado o rico, em oposição ao pobre, trabalhador.


Tais ideologias têm base em épocas muito antigas, quando não existiam as outras profissões que citei.


Hoje em dia, o produtor rural é praticamente o único que produz (banco produz o quê?), ele é o trabalhador que, mesmo descaptalizado, tem levado o país nas costas, sem apoio do governo e nem da sociedade.


Mas continua sendo sempre o massacrado, porque é mais fácil colocar a opinião pública contra ele, para ganhar voto!

Fonte: UOL (Carta a propósito do Código Florestal)

PERGUNTA AOS AMBIENTALISTAS

As cidades poderão continuar poluindo?


Os rios e córregos ao passarem por dentro das cidades terão de cumprir as regras de APPs do Código Florestal?


Os cidadãos das cidades vão poder continuar poluindo os rios com tudo o que tem direito, inclusive com direito de jogar as fezes humanas rio abaixo?


Por que não lutam para colocar que todo novo Loteamento Urbano, de acordo com a região do município, mantenham o mínimo de Reserva Legal em arborização/parques?


Afinal de contas é só ver o Censo 2010, a maioria da população vive nas cidades e tem o direito de respirar ar puro também.

Fonte: UOL

Código florestal: cartas eloqüentes

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RURAL MARILIA

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Deputado Aldo Rabelo, envie um projeto de lei para que o governo indenize os proprietários de terras pelas APPs e pelas reservas legais em valores das terras de mercado.


Pois se toda a população vai ser beneficiada com essas reservas naturais, nada mais justo que todos paguem a conta através de impostos.


Assim não teremos injustiças, pois um benefício que é para todos obriga apenas o produtor que pague por isso com suas terras.


E ainda mais. O governo poderia fazer leilões de compras de terra para áreas de APPs, beira de rios etc. Assim, elas virariam áreas públicas.


Fonte: UOL

sábado, 30 de abril de 2011

Nós pagamos impostos para ...


... o MST fazer a cabeça de nossas crianças




Professor do MST dá aula para crianças em assentamento: cartilha que desobedece às normas de ensino




Alunos da escola Chico Mendes, no Sul: no pátio da escola, a onipresente bandeira do MST e faixa pela reforma agrária




Roteiro de peça teatral tem condenação aos transgênicos, canção revolucionária e grito de guerra: "Sem-terrinha em ação, pra fazer a revolução!"




Etanol: 1ª minidestilaria



Descentralização da


produção de álcool?


Qualquer proprietário rural pode comprar uma moedora de cana e produzir álcool para o seu trator ou veículo movido a álcool e sair andando. A cana não precisará ser levada a uma grande usina de açúcar e álcool para se transformar em álcool.


USI, FAV e Grupo E-Usinas se unem para apresentar para o mundo a primeira minidestilaria para produção de etanol no Agrishow 2011 (2 a 6 de maio).


Trata-se de uma das maiores iniciativas para fornecer a pequenos produtores, cooperativas e prefeituras a possibilidade da produção do bioetanol por meio desta miniusina inovadora.


O empreendimento poderá ser credenciado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), Ministério da Agricultura (MAPA), já estando cadastrada no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).


O equipamento é capacitado para a moagem de 40 a 50 toneladas de cana por dia e produção diária de 500 a 5 mil litros de etanol a preços competitivos.

A aquisição da minidestilaria traz grandes benefícios aos produtores, a começar pela possibilidade de credenciamento junto a ANP para fornecimento de álcool etílico combustível para fins automotivos.


“Além de ser uma iniciativa inovadora, a usina inteligente também garante redução de custos com transporte do produto primário à refinaria e geração de empregos em áreas rurais”, complementa o diretor-presidente da FAV, Osvaldo Mazer.


As biorrefinarias foram desenvolvidas com tecnologia simples, preservando questões sociais e ambientais, com baixo consumo de energia e custos reduzidos de manutenção.


O combustível produzido pode ser usado em automóveis, motos, geradores, fogões, tratores, aviões agrícolas e o bagaço restante pode ser destinado à alimentação animal.


Além da cana, a mini-destilaria permite a produção de etanol, especialmente na entressafra, a partir de outras matérias-primas, como mandioca, sorgo sacarino, cereais entre outras, podendo ser utilizada também por produtores que não têm qualquer relação com o setor sucroalcooleiro, além de ser incorporado, ainda, pelo poder público municipal.

As três empresas envolvidas já estão aumentando suas linhas de montagem para suprir as necessidades do mercado. Para viabilizar uma biorrefinaria, há recursos especiais que podem ser conseguidos junto ao BNDES.


“Na realidade, todos têm a ganhar com o projeto, que não requer grandes investimentos ou infra-estrutura complexa”, salienta Dirceu Martins Azevedo, da E-Usinas.

Segundo Eduardo Mallmann, da USI, “Com o apelo mundial por energia limpa e renovável, a utilização de mini-destilarias em comunidades, associações, cooperativas, prefeituras, e propriedades rurais, vão se tornar uma realidade mundial. Todos os elementos da cana podem ser utilizados, inclusive o bagaço e o vinhoto. Tudo, claro, tem destinação no desenvolvimento sustentável e na qualidade de vida”.


O equipamento, com patente requerida junto ao INPI, levou quatro anos de desenvolvimento tecnológico e contou com a parceria das três empresas e o apoio de entidades como UFRGS, UFSM, ITP, Embrapa, Emater, Banco Mundial, Projeto Gaia e ABIMAQ.

Fonte: www.usibiorefinarias.com e www.faguavermelha.ind.br

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Reforma do Código Florestal sem nenhuma concessão

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A mão que planta é a

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mesma que preserva


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O deputado Lael Varella em discurso na Câmara apoiou a Campanha de Paz no Campo: “Não permitamos que em nome de um absurdo ambientalismo e sem nenhum benefício para o nosso povo, mais de 76% das terras fiquem engessadas pelo Estado.

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Sr. Presidente, contamos com todo o empenho dos nobres pares pela votação e aprovação da Reforma do Código Florestal, sem fazer nenhuma concessão que venha desfigurar e inviabilizar a produção agropecuária nacional.”

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Seguem os principais trechos do discurso:

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Tenho recebido mensagens de vários setores da sociedade insistindo na urgente e, aliás, necessária reforma do Código Florestal. Com efeito, tal assunto vem interessando a todos os brasileiros e não apenas aos produtores rurais, pois se a Reforma do Código Ambiental não for aprovada antes de 11 de junho próximo, 90% dos proprietários ficarão na ilegalidade, podendo perder suas terras.

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O Estado brasileiro – grande produtor de leis e eficientíssimo cobrador de impostos – vem transferindo de modo insensato para os ruralistas todo o ônus de uma pretensa melhoria do meio ambiente, quando tal custo deveria recair sobre toda a sociedade.

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Como bem demonstra a Campanha Paz no Campo, a discussão sobre o novo Código Ambiental não se restringe a uma disputa entre ambientalistas e ruralistas. O ruralista ama e defende a natureza criada por Deus, depende do meio ambiente e da preservação da água e do solo, pois a mão que planta é a mesma que preserva.

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Embora a grande poluição provenha das cidades, somente o homem do campo é por ela criminalizado. O debate apaixonado sobre o tema revela apenas a ponta do iceberg de divergências profundas e pouco explicitadas sobre o conceito de civilização e de progresso.

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O Congresso Nacional tem sido omisso diante dessa perseguição ambiental. Desde 1996, o Executivo – sob a influência de ambientalistas radicais, perseguidores do agronegócio e da propriedade privada – passaram a “legislar” através de Medidas Provisórias, Decretos, portarias, instruções normativas, resoluções do CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente.

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Chegamos assim ao absurdo de criar um verdadeiro entulho ambientalista, com mais de 16.000 dispositivos! E todo este cipoal de Medidas Provisórias e de portarias não faz senão engessar e prejudicar assim substancialmente a produção, os postos de trabalho, a renda do campo e a arrecadação dos municípios.

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Vivemos um momento histórico da agropecuária. Nosso produtor rural é um herói! Apesar de todas as perseguições ideológicas, ele projetou a agropecuária brasileira para o mundo como grande celeiro do futuro. Ademais, alimentamos nossa população com comida farta e cada vez mais barata, tornando-nos com o excedente o segundo maior exportador de grãos do mundo.

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Produzimos 80% de todo o suco de laranja do mundo e 40% de todo o café; somos o maior exportador de soja e de 40% de todo o açúcar exportado no mundo; produzimos 500 mil barris de etanol (equivalente) por dia. E ainda nos tornamos o maior criador de rebanho bovino do mundo, o maior exportador de carne bovina e o segundo e o terceiro maior exportador de frangos e suínos.

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Em 10 anos, acumulamos superávit da balança comercial de mais de 400 bilhões de dólares. Graças à agropecuária, o Brasil superou sem maiores percalços a crise econômica que assolou o resto do mundo.

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A FAO declarou que o Brasil é o país com maior potencial de crescimento agrícola para suprir as necessidades mundiais de alimentos nos próximos 40 anos!Ainda assim, nossa agropecuária continua ameaçada!

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Sr. Presidente, chegamos ao absurdo do lema: É proibido produzir! Repito! Todo este cipoal de Medidas Provisórias e de Portarias “engessa” a produção rural, prejudica a criação de empregos, a geração de renda e a conseqüente diminuição da arrecadação dos municípios.

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A Embrapa Monitoramento por Satélite realizou pesquisa a pedido do governo. Tal investigação concluiu que “em termos legais, só 24% do País seriam passíveis de ocupação agrícola”.

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– Por que isso? –

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Porque 76% do Brasil estão legalmente destinados à “preservação ambiental” e às assim chamadas “minorias”.

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A EMBRAPA concluiu que a produção rural já se encontra na ilegalidade, desde o cultivo de arroz de várzea no RS, em SP e no MA, o café e gado leiteiro em MG, e até o de soja em MT, MS, GO, SP e PR!

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– O que fazer?

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– Ceder para não perder ou resistir para vencer?Sr. Presidente, não podemos permitir tamanho retrocesso. Vamos unir forças para afastar da agropecuária tais ameaças.

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Vamos garantir o nosso futuro com alimentação abundante e compatível com o bolso do povo brasileiro. Se não houver reação o Brasil passará num futuro próximo de exportador de alimentos a importador, exatamente no momento em que o mundo mais precisa de nossa produção.

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