segunda-feira, 5 de março de 2012

Código Florestal: veja o papelão da "Folha"


Muito mais para lá do que para cá!

05/03/2012 - 17h54

Manifestantes colocam faixas contra Código Florestal em pontes de SP

PUBLICIDADE

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA



Manifestantes colocaram na manhã desta segunda três faixas em pontes dos bairros do Paraíso, Sumaré e na ponte Cidade Universitária, em São Paulo, em protesto contra o novo Código Florestal.
Cada faixa contém as frases: "No Dia das Mulheres, dê florestas. Deputados, não destruam o Código Florestal".
A ação foi organizada pelo movimento Brasil pelas Florestas e tem como objetivo chamar a atenção para a votação da alteração do texto do Código Florestal que acontece em 6 e 7 de março, na Câmara dos Deputados, associando a votação com o Dia das Mulheres, que será celebrado na quinta-feira.
Divulgação
Ponte Cidade Universitária, zona oeste de SP, recebeu faixas contra as alterações do Código Florestal
A ponte Cidade Universitária, zona oeste de SP, recebeu faixas contra as alterações do Código Florestal
Segundo nota divulgado pelo movimento, "a intenção é fazer um apelo aos deputados para que não permitam que este pacote de ameaças à sociedade e ao meio ambiente seja aprovado. Para o movimento, as mudanças representam um retrocesso na legislação socioambiental brasileira, pois favorece o aumento do desmatamento e anistia infrações e crimes ambientais, emitidas até julho de 2008, incitando a impunidade".
A aprovação do novo Código Florestal deve levar à suspensão de três em cada quatro multas acima de R$ 1 milhão impostas pelo Ibama por desmatamento ilegal, conforme informou a Folha.
Pelo texto, serão perdoadas todas as multas aplicadas até 22 de julho de 2008, desde que seus responsáveis se cadastrem num programa de regularização ambiental. As punições aplicadas depois disso continuarão a valer.
O ato faz parte de uma campanha lançada pelo movimento, que inclui outras ações articuladas, como viral pela Internet e atividades, em São Paulo, com oficina, filme e debates.

Terra sem Lei! Sul da Bahia



Juíza concede liminar de reintegração de posse de fazenda ocupada pelo MST 

domingo, 04 de março de 2012
Eucaliptos foram cortados na fazenda invadida
 Eucaliptos foram cortados na fazenda invadida

A juíza substituta de Alcobaça, Nemora Jansen, concedeu na sexta-feira (2) liminar determinando a reintegração de posse da fazenda de eucalipto que estava sendo ocupada (sic) por mulheres do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Segundo informações da TV Bahia, o local pertence à empresa Suzano Papel e Celulose.

A invasão da fazenda Esperança, localizada no município de Alcobaça, no sul da Bahia, foi realizada quinta-feira (1º) por cerca de 1100 mulheres de acampamentos e assentamentos do movimento.

A ocupação, que faz parte da jornada de lutas das mulheres camponesas, cobra agilidade do Instituto Nacional da Colonização e Reforma Agrária (Incra) nos processos de desapropriação dos latifúndios das grandes áreas do monocultivo de eucalipto.

Segundo o MST, essa é a 2ª ocupação de mulheres trabalhadoras rurais em uma área de eucalipto na região Extremo Sul da Bahia. A primeira aconteceu no dia 28 de março de 2011, no município de Eunápolis, na fazenda Nova América, de propriedade da Veracel.

Fonte: Correio 24 horas

Jihad ecológica... ou



 

...mero jogo de cena?


Mujahidins verdes se voltam
contra a Ministra do Meio
Ambiente, Izabella Teixeira
Eles mostraram a cara. Talvez seja este uma dos grandes benefícios sociais desse processo de reforma do Código Florestal: o ambientalismo rachou claramente entre moderados e xiitas. Os fundamentalistas agora se voltam contra os moderados e centram fogo na Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

José Eli da Veiga, um professor universitário que vem usando seu PhD para dar ar de ciência a um conjunto bobagem que diz sobre o Código Florestal, atacou abertamente a Ministra Izabella em um entrevista longa publicada no Estadão. Leia a entrevista: 'Ministra fraca leva Código a um desastre'

Antes dessa guerra pela reforma do Código Florestal o ambientalismo xiita era o principal interlocutor nos debates que envolviam o tema. Ponto e contra-ponto eram sempre estabelecidos com um fundamentalista das pteridóficas em uma das suas posições. Ambietalismo e fundamentalismo ambiental confundiam-se. Não havia distinção aparente entre eles. Consequência de se ter sempre um fundamentalista como interlocutor era um debate enfezado, maniqueísta, sem saída, sem opção.

Na guerra do Código Florestal os xiitas mostram seus homens-bomba, suas mulheres-bomba, seus cientistas-boma, suas academias de ciência-bomba. Os jornais podem agora escolher entre ouvir um xiita e ouvir um ambientalista de verdade.

Quer um ponto de corte para distinguir um xiita de um ambientalista? Os xiitas são aqueles que serão derrotados. Derrotados por um processo democrático onde a reforma do Código Florestal foi aprovado sempre por esmagadora maioria dos reais representantes do povo brasileiro, derrotados depois um democrático processo de negociação entre o setor rural e os ambientalistas pragmáticos.

Jornalismo parcial

O Estadão publicou na semana passada duas longas entrevistas com "pesquisadores" contrários à reforma do Código Florestal, uma como xiita Carlos Eduardo Frickman Young e outra com o fundamentalista José Elis da Veiga. Cadê o contra ponto, Estadão? Se vocês têm uma opinião formada pela defesa do meio ambiente sobre os escombros da agricultura nacional como querem Young e Veiga, porque não defendem isso abertamente? Por que dar ar de jornalismo à defesa velada de um dos lados dessa disputa?

Em tempo:

Passei a ultima sexta-feira em trabalho de campo sem acesso à net, continuei sem acesso à rede ontem e hoje e, provavelmente não terei como atualizar o blog também amanhã. Este post está sendo feito em um cyber no tempo de um café expresso. Não pude desconstruir as imposturas elencadas nas entrevistas de Young e Veiga e talvez não tenha tempo de fazê-lo. Mas saibam todos que eles estão eivadas de tolices e é uma pena que não haja quem possa desconstruí-las.


Código Florestal: Príncipe fala agora...




... no Canal do Boi

Não deixe de assistir. 

Os links são: ZPM AO VIVO (segunda a sexta - 11:30h às 12:30h)


Código Florestal será votado ...



... definitivamente amanhã


A votação do novo Código Florestal brasileiro, marcada para a próxima terça-feira (6/3), na Câmara dos Deputados, vai enfrentar fortes resistências dos setores ambientalista e científico. Mesmo assim, o governo não abre mão de ver a matéria aprovada definitivamente, como está, nesta semana.
A primeira batalha a ser enfrentada pelos defensores do texto será com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que já se manifestou contrária à proposta da forma como saiu do Senado. Os cientistas da SBPC querem mudanças na matéria e o veto de alguns trechos colocados pelo senador Jorge Viana (PT-AC) – que foi o relator do projeto no Senado.
Um dos pontos que mais preocupam os cientistas é a redução das áreas de preservação permanente (APP) nas margens de rios. Um documento entregue pela SBPC ao relator da matéria na Câmara, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), e apoiado pela deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), aponta que as APPs serão reduzidas em 50% com o novo texto.
Esse e outros trechos teriam que ser suprimidos pelo relator, na opinião dos cientistas. Caso isso não ocorra, a SBPC fará uma movimentação social para pressionar a presidenta Dilma Rousseff a vetar o projeto.
Paulo Piau, por sua vez, explicou à Agência Brasil que não pode incluir novas mudanças no projeto, uma vez que ele já passou pela Câmara e pelo Senado, e, agora, será apenas revisto. “Recebi um documento deles. Tudo aquilo que for importante para a gente colocar dentro do que foi negociado e que for permitido pelo regimento, a gente pode colocar. Mas eles pedem muita coisa que não é mais possível”, justificou.
Segundo o relator, as discussões sobre o novo código não serão encerradas com a votação de terça-feira. Uma série de outros projetos relacionados ao assunto deverá surgir, segundo o relator. É o caso, por exemplo, de proposições que tratam da agricultura irrigada, setor que não recebeu atenção especial no código que está para ser votado. Para Piau, os parlamentares deverão “rever [o tema] após a revisão”. “Muita coisa vai continuar sendo discutida. A discussão não se esgota agora”, avaliou.
Sobre a promessa de manifestações em todo o país pedindo que a presidenta Dilma vete o projeto, caso ele seja aprovado, Piau diz que é uma posição política e não acredita que a pressão dê resultados. Ele também não deve mexer no texto para atender aos parlamentares do Amapá sobre a redução das reservas legais em terras indígenas no estado.
Independentemente de os deputados suprimirem alguns dispositivos ou manterem integralmente o texto enviado pelo Senado, a matéria terá votação conclusiva na Câmara e será encaminhada, na sequência, para sanção presidencial.
Reportagem de Mariana Jungmann e Iolando Lourenço, da Agência Brasil

domingo, 4 de março de 2012

"Se tirarmos as vacas dos morros...



... elas irão morrer atoladas nos brejos"


Discursando na semana passada da Tribuna, o Deputado LAEL VARELLA (DEM-MG) afirmou que dos tranquilos morros das Minas Gerais vinha recebendo reclamações das absurdas imposições ambientalistas sobre o  Código Florestal.

Salientou que o assunto está em debate na Assembléia Legislativa de Minas, pois como saiu do Senado o Código restringe enormemente as pastagens nas Alterosas, em decorrência de sua topografia.  E que os produtores de leite não aceitam tal absurdo, e eles estão em pé de guerra.

Revelou que sua caixa de emails não pára de receber mensagens pedindo uma especial atenção para essa fase final do Projeto de Reforma do Código Florestal que se apresenta muito perigosa. 

Todas as mensagens pedem atenção redobrada para consideração e votação final do Projeto de Reforma do Código Florestal.

Afirmou Varella que se por um lado o Novo Código constitui certo avanço diante da legislação vigente, por outro, o Projeto oriundo do Senado mantém restrições inadmissíveis à propriedade,  à livre iniciativa e ao princípio da subsidiariedade.

Por fim, chamou a atenção de seus pares para a campanha promovida por Paz no Campo que já enviou duas cartas ao relator do Projeto, com uma lista sumária dos pontos essenciais a ser aprimorados na Câmara. 

Diante das alterações sofridas no Senado, apelou para o empenho dos colegas pela aprovação do Projeto de Reforma do Código Florestal com o melhor texto possível.

E arrematou: 

"Se a Câmara não tiver a coragem de corrigir o texto do Senado, cedo ou tarde ela será responsabilizada pela abnegada e laboriosa classe dos produtores rurais e também por toda população brasileira no momento em que sobre ela se abater a carestia de alimentos". 



quinta-feira, 1 de março de 2012

Código Florestal: ONGs continuam mentindo



É hora de processar ONGS internacionais que mentem e comprometem a imagem do país no exterior. 

Quem se habilita?

O Blog do Código Florestal publica uma notícia que é estarrecedora. A ONG WWF do Brasil acionou a sua co-irmã na Suiça, forneceu informações mentirosas e gerou um documento de todos os partidos políticos daquele país pedindo que a presidente Dilma Rousseff vete o Código Florestal que, aprovado pela Câmara, aprovado pelo Senado, novamente na Câmara para discussões finais, seguirá para sanção presidencial. LEIAM AQUI e podem manifestar a sua total indignação. Abaixo, vejam a foto publicada pelo Ciro Siqueira, que mostra o entorno de Zurique e a devastação das áreas verdes para dar lugar a lavouras. 

Lá na Suiça, como vocês podem ver, não há Reserva Legal. Lá não há Área de Preservação Permanente. O que existe lá são ONGS a serviço do "econegócio" internacional, financiadas com dinheiro sem origem, abrigado em cofres que protegeram o nazismo, lavaram o dinheiro dos maiores ladrões do mundo e garantem segurança financeira para os ditadores mais sanguinários do planeta. É hora de alguém tomar a frente e processar estas ONGS internacionais por danos irreparáveis à imagem do país. Um processo de algumas centenas de milhões de dólares, pelos prejuízos causados à economia nacional.

Fonte: Coturno Noturno