quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Melhor tarde que nunca: CPI do Conselho Missionário Indígena - CIMI


CPI do Cimi define os primeiros depoimentos a serem realizados
Audiência deve acontecer na terça-feira e serão ouvidas quatro pessoas, entre elas o novo reitor da UCDB
Da Redação 
Capital News



Divulgação

Reunião da CPI do Cimi na Assembleia Legislativa de MS

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi (Conselho Indigenista Missionário) definiu na tarde dessa terça-feira (6) os primeiros quatro depoentes: o sociólogo e jornalista Lorenzo Carrasco, o escritor e jornalista Nelson Ramos Barretto, o antropólogo Edward Luz e o novo reitor da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), padre Gildásio Mendes dos Santos.

A primeira oitiva deve acontecer na terça-feira (13). Entretanto, ainda não ficou definida a ordem dos depoimentos, conforme esclareceu a deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB), presidente da CPI.

“Vamos verificar a disponibilidade dos depoentes e definir a ordem das oitivas”, detalhou.

De acordo com a assessoria da deputada, os nomes de Carrasco e Barreto foram sugeridos pelo vice-presidente da CPI, deputado Marquinhos Trad (PMDB). A indicação de Edward Luz foi feita por Mara Caseiro, e a do reitor da UCDB pelo relator, Paulo Corrêa (PR). Todos os nomes foram acatados por unanimidade.

Carrasco, Barreto e Edward Luz, segundo a presidente da CPI, são especialistas na área e poderão revelar de forma ampla como se dá o processo demarcatório de terras e conflitos agrários não apenas em Mato Grosso do Sul, mas em todo o Brasil. Também deverão expor suas experiências em relação a organismos internacionais e instituições que se denominam protetoras da causa indígena.

Já o reitor da Universidade Católica será chamado para explicar a relação da instituição com esse processo e com o próprio Cimi, uma vez que estudiosos da causa, como o falecido professor Antônio Brant, realizaram pesquisas e mapeamentos sobre a demarcação de terras em Mato Grossodo Sul, o que pode trazer informações preciosas à CPI.

Gastos da CPI

Questionada sobre os gastos da CPI, Mara Caseiro garantiu que os membros da comissão não vão “torrar dinheiro”, mas que a Assembleia Legislativa dará todo o suporte para que a investigação corra da melhor maneira possível.

“Conversei com o presidente e o primeiro secretário da Casa e eles garantiram todo o respaldo para que as investigações aconteçam, sejam eficazes, e dentro da maior lisura”, esclareceu.

A deputada enfatizou que “não quer uma CPI de Mídia”, mas uma investigação que traga resultados concretos, “doa a quem doer”.

Além de Mara Caseiro, Marquinhos e Paulo Corrêa, também integram a CPI os deputados Onevan de Matos (PSDB) e Pedro Kemp (PT), que nesta tarde foi substituído pelo seu suplente, João Grandão (PT).



terça-feira, 6 de outubro de 2015

Governo petista manda comida para aplacar fome em Cuba




Governo Dilma manda arroz gaúcho e feijão castarinense para 

aplacar a fome do povo de Cuba

Postado por Polibio Braga 

Este é o socialismo de fome que há 50 anos subjuga o povo cubano, imposição da ditadura dinástica comunista dos irmãos Castro. E que precisa de comida doada pelo povo gaúcho e brasileiro, os que trabalham em liberdade, de modo competitivo e produtivo, palavras desconhecidas na ilha, tudo para não passar fome maior ainda. 


O povo de Cuba só come o que o sistema de racionamento de libretas permite. Isto já dura 50 anos. Dilma já ajuda os Castro com o Programa Mais Médicos, pagou o novo porto de Mariel e agora manda também comida. A ditadura comunista não conseguiu, em 50 anos, sequer produzir alimentos para seu próprio povo.-

O editor examinou nesta sexta-feira o edital da Conab que colocou em leilão 625,4 mil toneladas de feijão para que a empresa vencedora ensaque e envie tudo já ensacado para Cuba.

O feijão é de Santa Catarina, que produz excedentes exportáveis, e sairá pelo porto de Navegantes, Itajaí.

É o segundo leilão que o governo Dilma executa em menos de uma semana, tudo para mandar comida para a população que vive há 50 anos sob o jugo da atrasada ditadura dinástica comunista dos irmãos Castro.

Esta semana, 1,3 mil toneladas de arroz gaúcho, que produz mais do que consome, também foi contratado pela Conab para ser embarcado devidamente ensacado para Cuba. A exportação sairá por Rio Grande.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Stédile é recebido com vaias no Ceará


Stédile é recebido com vaias no Ceará
CARMEN POMPEU, ESPECIAL PARA O ESTADO E RICARDO GALHARDO - O ESTADO DE S. PAULO



Os manifestantes cercaram o líder sem-terra e a professora Adelaide Gonçalves, do Curso de Ciência Sociais da Universidade Federal do Ceará (UFC), aos gritos de 'MST vai pra Cuba com o PT' do desembarque até a área do estacionamento do aeroporto

João Pedro Stédile, da coordenação nacional do MST, foi recebido com apitaço, vaias e xingamentos, terça-feira, 22, à noite, ao desembarcar no aeroporto de Fortaleza, por cerca de 40 pessoas do Instituto Democracia e Ética (IDE). Ligado à Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, o IDE encabeça, no Ceará, as manifestações que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff. 

Stedille profere logo mais às 19 horas a palestra "Reforma Política e Combate à Corrupção", na Casa Amarela Eusélio Oliveira, da Universidade Federal do Ceará (UFC). O evento é promovido pelo Movimento pela Democracia Participativa (MDP), que reúne grupos solidários à presidente Dilma, mas que repudiam as medidas do chamado ajuste fiscal.

Aos gritos de "MST, vai pra Cuba com PT", os manifestantes seguiram Stédile e a professora Adelaide Gonçalves, do Curso de Ciência Sociais da UFC, do desembarque até a área do estacionamento do aeroporto. A professora Adelaide, que foi recepcioná-lo até tentou conversar com os manifestantes, que respondiam com frases como "a nossa bandeira jamais será vermelha".  Os mais exaltados aparecem no vídeo chamando o líder do MST de "comunista safado".

Veja o vídeo do ocorrido:

Vejam a recepção que nós, do IDE - Instituto Democracia e Ética, preparamos para o terrorista Pedro Stedille, do MST, aqui no aeroporto de Fortaleza, hoje à noite."MST, VAI PRA CUBA COM O PT". Não daremos trégua. E se ele vier com um exército, nós seremos uma Aliança.

O episódio teve grande repercussão entre movimentos sociais, partidos e políticos de esquerda. A direção nacional do MST divulgou, nesta quarta-feira (23/09), uma nota repudiando o ato por considerá-lo "agressivo e constrangedor". 


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Falsos quilombos já são "territórios" para a ONU


ONU vem conhecer territórios quilombolas

por Portal Brasil Divulgação/MDA 

Comunidades quilombolas são grupos étnicos predominantemente constituídos pela população negra rural ou urbana que se autodefinem a partir das relações com a terra

A política de regularização fundiária para comunidades quilombolas foi apresentada a uma delegação da ONU durante visita à sede do Incra, em Brasília. A comitiva internacional permanecerá no Brasil até o dia 24 numa missão cujo objetivo é avaliar a situação dos direitos humanos das minorias – entre elas os ciganos e os quilombolas – que vivem no País.

No encontro, a presidente do INCRA, Maria Lúcia Falcón, explicou que o instituto foi criado há 45 anos para atuar na redistribuição de terras aos pequenos agricultores.

Somente em 2003, com a edição do Decreto Presidencial 4.887, que o órgão passou a ter responsabilidade de também atuar na regularização de territórios quilombolas.

"A Autarquia tem destinado esforços nesta tarefa e alcançado resultados positivos diante do enfrentamento cotidiano de setores conservadores que buscam a concentração fundiária", disse a presidente, complementando que muitas das conquistas estão relacionadas à implantação, em 2013, da Mesa Permanente de Diálogo Quilombola.

A Mesa possui representação da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq) e de todos os órgãos federais envolvidos no tema. "As reuniões acontecem a cada dois meses e delas saem os encaminhamentos para planejar ou mudar ações anuais voltadas ao setor quilombola", explicou.

Isabelle informou que existem 1.516 processos abertos no Incra para regularização de territórios, 194 estudos antropológicos publicados – que é o primeiro passo para o processo de regularização – e 189 títulos concedidos, isto é,1,33 milhão de hectares definitivamente devolvidos ao povo quilombola.

Como é a regularização

As comunidades quilombolas são grupos étnicos predominantemente constituídos pela população negra rural ou urbana que se autodefinem a partir das relações com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade e as tradições e práticas culturais próprias. Estima-se que em todo o País existam mais de três mil comunidades quilombolas.

Para que seus territórios sejam regularizados, as comunidades devem encaminhar uma declaração na qual se identificam como comunidade remanescente de quilombo à Fundação Cultural Palmares, que expedirá uma Certidão de Autorreconhecimento.

A fase final do procedimento corresponde à regularização fundiária, com a retirada de ocupantes não quilombolas por meio de desapropriação com o pagamento das benfeitorias e a demarcação do território.

Ao final do processo, é concedido um título coletivo de propriedade à comunidade em nome da associação dos moradores da área e feito seu registro no cartório de imóveis.

O título é coletivo, inalienável, indivisível, imprescritível e entregue sem ônus para a comunidade.


Fonte: Incra

Esquerda feliz com o Papa Francisco...


Esquerda latino-americana está feliz com papa Francisco, diz Frei Betto
DA AFP


O teólogo brasileiro Frei Betto afirmou neste sábado (19), em Cuba, que a esquerda latino-americana está muito feliz com o papa Francisco, por suas denúncias da exploração e da opressão no mundo.

"Toda a esquerda latino-americana que conheço está muito feliz com o papa Francisco, primeiro porque é um homem que está muito identificado com os princípios, objetivos e os conteúdos da Teologia da Libertação", disse Betto em uma coletiva em Havana. poucas horas antes da chegada do pontífice argentino à ilha.

"Francisco é o primeiro papa que tem claramente uma opção com os pobres e que denuncia as causas das injustiças, não apenas os efeitos", completou o frade dominicano e adepto da Teologia da Libertação.

Alejandro Bolívar/Efe



Betto destacou que os papas "João Paulo 2º e Bento 16 elaboraram documentos importantes falando também das causas do império do dinheiro, da exploração, da opressão, mas nenhum foi tão contundente como Francisco em sua última encíclica Laudato Si, que sem nenhuma dúvida é o documento socioambiental mais importante na história da humanidade".

Por essas razões, o papa argentino "é um forte candidato ao Prêmio Nobel da Paz", disse Betto.

Os analistas do Vaticano dizem que, com Francisco, a Teologia da Libertação deixou de ser "persona non grata" na Igreja Católica, doutrina que foi condenada durante décadas por ser considerada de inspiração marxista.

Vários gestos recentes do papa parecem corroborar a intenção de uma aproximação por parte da Igreja dessa corrente de pensamento cristão, nascida na América Latina na década de 1970, que defende a causa de um clero mais próximo aos pobres.

Betto, que visita frequentemente Cuba e é autor do livro "Fidel e a religião", ressaltou a "habilidade" de Francisco nas gestões diplomáticas reservadas que conduziram a uma aproximação entre os Estados Unidos e a ilha comunista.

"O papa Francisco já fez muito, ou seja, como um estadista muito discretamente (...) para esta aproximação entre Cuba e Estados Unidos, um homem que maneja as cordas com muita discrição, muita habilidade", disse.


Betto é uma das personalidades estrangeiras que foram recebidas por Fidel Castro em sua residência nos últimos meses. 

A Igreja não tem mandato divino para falar sobre questões científicas


Cardeal Pell: “A Igreja não tem mandato divino para falar sobre questões científicas”
Luis Dufaur

Entrevistado pelo jornal econômico Financial Times, no mesmo dia em que cardeal Pell, Arcebispo de Sydney e “ministro da Economia” do Vaticano apresentou a posição das contas da Santa Sé, ele falou a propósito da encíclica Laudato si. O purpurado esclareceu que “a Igreja não tem mandato do Senhor para se pronunciar sobre questões científicas”, segundo noticiou o site Vatican insider. 
O Financial Times entendeu que o cardeal se distanciou assim da “revolucionária encíclica do Papa, que pede uma ação global contra a mudança climática”. O cardeal afirmou sobre a Laudato si: “Há partes que são belíssimas. Mas a Igreja não tem competência especial em matéria de ciência. Nós acreditamos na autonomia da ciência”.
Na mesma ocasião, o Cardeal Pell concedeu entrevista ao site Crux sobre outro aspecto da Encíclica: o agudo anticapitalismo da Laudato si, acentuado pela subsequente viagem pontifícia à América do Sul. “O mercado está longe de ser perfeito, mas temos assistido a níveis historicamente sem precedentes de prosperidade atingidos por causa da disseminação global do capitalismo e pelo aumento da liberdade para os mercados. O crescimento na China e na Índia, por exemplo, é real e maravilhoso”, defendeu o “ministro de Economia” designado pelo Papa Francisco.
Ele afastou-se assim do anticapitalismo ecoado em diversos parágrafos da Laudato si. Não podemos nos considerar garantidos no ‘Primeiro Mundo’, mas nas linhas gerais atingimos um bom nível de vida e não podemos esquecer isso”, acrescentou o cardeal.
            O site Crux, de tendência anticapitalista, observou que o Papa Francisco usou na América Latina uma retórica carregada do que ele próprio qualificou de “falhas do sistema capitalista”, ao que o cardeal respondeu que isso podia ser atribuído a “fracassos pontuais” na América do Sul, como na Argentina. 

De fato, se há falhas pronunciadas na economia argentina, elas não devem ser atribuídas ao capitalismo, mas ao socialismo populista que avança na nação platina, associado às diversas correntes da Teologia da Libertação – entre elas a teologia do povo, do Papa Francisco –, apesar de desacordos pontuais entre uma tendência e outra.


O purpurado também refutou aspectos negativos da “Igreja pobre para os pobres”, enfatizada pelo Papa. “Uma das melhores maneiras de elevar os pobres consiste em melhorar a economia. Mas se somos desorganizados, incompetentes e, além do mais pobres, não seremos capazes de auxiliar quem quer que seja”, completou com lucidez cardeal australiano.

Saga de um menino negro, pobre e oprimido



Os arrastões ideológicos no Brasil

"E percebeu que havia uma verdadeira indústria da miséria, de políticos a especialistas que, como urubus, sobrevivem do caos."




Glerickson tem 14 anos. É um menino inteligente, estudioso, respeitoso com seus pais e observador atento ao que se passa, principalmente no Rio de Janeiro, onde mora. É pobre e negro. Seus pais são dona Darcy, doméstica, e Lauro, motorista de ônibus; ambos cidadãos trabalhadores e moradores de uma comunidade distante da zona sul do Rio de Janeiro. Deram o máximo para o filho, que sempre esteve na escola e contou com o amor de seus pais dentro de casa.
Nestes últimos tempos, Glerickson tem estado em dúvida sobre si mesmo e sobre nossa cidade. Ao ler as notícias na internet, começou a perceber como funciona o Brasil, e em específico o Rio. No caso dos arrastões na Zona Sul, ele reconheceu um dos menores por uma foto, pois tinha estudado com ele. O menor em questão tem o apelido de Lulinha. Ele também é pobre, negro e filho de dois trabalhadores corretos. Lulinha, ao contrário de Glerickson, nunca gostou de estudar, nunca respeitou o próximo, sempre foi um adepto assumido da malandragem carioca, e, com seus 15 anos, já passou em todas delegacias possíveis, acusado e condenado por toda sorte de crimes.
Glerickson entrou no Facebook de Lulinha e viu que o mesmo ‘ostentava’, em fotos, os produtos que acabara de roubar  na zona sul. Cordão, celular, pulseira e relógios. Embaixo das fotos, comentários de apoio dos amigos e risadas cúmplices de outros parceiros do crime. Glerickson sentia um pouco de inveja daquela fama passageira do amigo. Resolveu ir mais fundo e ver outras redes sociais.
No Facebook do maior jornal carioca, ele descobriu que o amigo era tratado como vítima. Vítima da polícia militar e vítima da sociedade como um todo. Chegou, inclusive, a descobrir que ele, por ser negro e pobre, tinha uma espécie de salvo conduto para o que quisesse diante da imprensa. Era negro e pobre? Ok. Tal qual um 007, você tem licença para matar. A culpa sempre será da sociedade. 
E Glerickson achou tal pensamento, além de totalmente errado, muito racista. Por que a mídia tinha o direito de generalizar o comportamento de seres humanos baseado unicamente na cor de suas peles? Glerickson, com uma reflexão básica, pensou no branquelo Hitler e se revoltou mais ainda com o vitimismo com que Lulinha e seus parceiros eram mencionados nas matérias.
Glerickson sabia, pois era observador, que o pobre é quem mais sofre com a violência desenfreada nas grandes cidades. 
Os intelectuais de plantão, os chamados ‘especialistas’, falam demais e vivem de menos o problema. Glerickson se lembrou de quantas vezes seus pais, honestos, pobres e trabalhadores, não saíram de casa depois de tal hora da noite, quantas vezes eles não foram assaltados, quantas vezes eles perderam o salário do mês inteiro para um cara que não tinha coragem de tirar uma carteira de trabalho. 
Aonde estavam os direitos dos cidadãos, independentemente de cor e classe social, da cidade onde morava? Será que não valia a pena ser honesto, perguntava-se.
E a investigação particular de Glerickson acabou na rede social de um famoso deputado carioca, Marcelo Freixo, para ler qual era a opinião do parlamentar sobre o assunto. Achou uma postagem recente, do dia 26 de agosto de 2015, onde se lia ‘Apartheid carioca’, em referência ao acontecido na África do Sul, onde uma minoria branca decidia o destino da maioria negra daquele país. 
Mais uma vez, o menino percebeu que era, como negro e pobre, vitimizado por mais uma pessoa, desta vez um político. Político branco. Rico. Morador da Zona Sul. 
E sentiu raiva. Raiva do parlamentar, por desacreditar todos os negros como se bandido fossem, raiva por achar que pobreza financeira é sinônimo de vontade de assaltar. Raiva por ver um sujeito informado como Freixo fingir que não entendia que 99% da população pobre do Rio de Janeiro é quem sofria nas mãos de ‘meninos’ como Lulinha e cia. 
Os ricos ainda podiam blindar seus carros, podiam ficar, como seus próprios pais, reféns dentro de um condomínio com grades, podiam viajar pro exterior para espairecer, podiam desabafar nas redes sociais e, inclusive, podiam virar políticos para se eleger como paladinos da ‘justiça social’. Quem defendia