quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Clima: Em Paris tudo continua como “dantes no quartel de Abrantes”


Conferência mundial sobre o clima
Nelson Fragelli


 Em Paris tudo continua como “dantes no quartel de Abrantes”
O quotidiano alemão “Frankfurter Allgemeine Zeitung” publicou no último dia 11 interessante artigo sobre as agruras dos cientistas da climatologia, reunidos na Conferência mundial em Paris (COP21), procurando o inexistente: as consequências desastrosas do “aquecimento global” para a humanidade.

Os “sumos sacerdotes” da climatologia se afanaram até o último instante para redigir um texto de acordo final entre representantes das nações presentes. O texto deveria alarmar o mundo proclamando que o gás carbônico está nos matando… 
Mas, com que argumentos convincentes criar o medo? E saiu um texto que, segundo os renomados cientistas participantes, é bem bonito, mas inconsistente. E têm o desplante de pedir menos oposição às suas fofas teorias. Eles se sentem ameaçados em seus objetivos. As conferências climáticas mundiais redundam num fracasso após outro.
O Ministro do Exterior francês propôs um texto para o difícil acordo final. A uns esse texto decepcionou e irritou. A outros ele aliviou e deu esperanças. Tais são as opiniões antagônicas na Conferência. “Um balaio de caranguejos” — dizem os franceses a respeito de uma reunião onde todos se mordem e não encontram saída. 
Restam as esperanças, dizem os cientistas ao deixar Paris. Ei-las a que eles que eles chegaram: “Nada se perdeu, poderia ter sido pior; sei por experiência própria que ao se procurar a aprovação final de um texto, a penúltima redação é sempre melhor do que a última”, sintetiza o renomado cientista Schellnhuber.
Johan Rockström, de Estocolmo, detentor de prêmios internacionais resmungou: “É melhor um tratado aguado do que nada”.
Incapazes de apresentar provas científicas convincentes (um grande número de cientista detentores de prêmios Nobel negam a existência dessas provas) repetem entretanto sua cantilena: as emissões de gás carbônico pelas indústrias devem ser imediatamente reduzidas. Falso dogma dos “sacerdotes” da climatologia.

À questão do clima poder-se-ia bem aplicar o refrão popular: “Tudo muda, mas continua a mesma coisa”…

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Negócio de PT, negócio da China





Desnacionalização suicida

Péricles Capanema

Nunca fui nacionalista; vejo com simpatia a presença de empresas estrangeiras entre nós. Mas o caso agora é outro. Em 25 de novembro último, o governo colocou à venda concessões por 30 anos para as usinas de Ilha Solteira. Jupiá, Três Marias, Salto Grande, vinte e nove hidrelétricas no total. Ganharam o leilão CEMIG (estatal), COPEL (estatal), CELG (estatal), CELESC (estatal), ENEL (forte presença do governo italiano) e THREE GORGES (estatal chinesa). A estatal chinesa ficou com 80% da energia e pagou R$13,8 bilhões pela outorga.

Vejam esta falácia lida por milhares, quem sabe milhões, ilustra como os meios de divulgação vêm tratando o caso: “Com os ativos recém-adquiridos, a CTG [China Three Gorges, a estatal chinesa] atinge capacidade instalada de 6.000 W, tornando-se a segunda maior geradora privada do país”.Privada? Quem acredita? — É estatismo do pior, mais danoso que o estatismo brasileiro.
E agora mergulho em assunto sobre o qual não apenas a ignorância e o descuido, mas a covardia e até o temor reverencial emudecem as línguas. Quem tomou conta de boa parte da geração de energia no Brasil, à vera, foi um país totalitário e imperialista que caminha a passos gigantescos para ser a primeira potência do mundo. Vai chegar lá? Sabe Deus. E que, ponto que ninguém de bom senso nega, usa sem escrúpulos todos os instrumentos de que dispõe para impor seus objetivos. 

O que aconteceu em 25 de novembro não foi fato isolado, faz parte de política de longo alcance; grande parte do capital chinês investido no Brasil é estatal, controlado pela ditadura comunista. Imagine uma disputa comercial de uma estatal chinesa — tributos, mercados, preços, admissão e demissão de empregados,dumping, oligopólios e monopólios, sei lá mais o que — com o governo brasileiro. Pelo que estamos acostumados a ver, bastaria a ameaça de retaliação comercial do nosso mais importante parceiro internacional, por exemplo, cortar a importação de ferro ou carnes, perseguir empresas brasileiras instaladas na China, para Brasília piar fino.
Falando em pios, a esquerda não solta um pio a respeito desta gritante desnacionalização, que carrega no bojo potencial e gravíssima ingerência externa em assuntos internos. Essa mesma esquerda que esgoelava décadas atrás contra a Light, o chamado polvo canadense, e berrou contra as privatizações do período FHC (entrega de propriedade do povo ao capital estrangeiro), vê agora, silenciosa, o governo, entre outros motivos premido por terríveis problemas de caixa, se lançar às carreiras numa política suicida de desnacionalização.
Repito, o episódio das três gargantas que engoliram de uma só vez parte do potencial elétrico do Brasil não é isolado. As estatais chinesas estão ativamente comprando propriedades entre nós nas mais variadas áreas. Na década de 70 foi usual a palavra finlandização. A Finlândia havia perdido mais de 10% de seu território para a Rússia, quase 20% de seu parque industrial e, pelo temor do vizinho ameaçador e poderoso, acertava sempre o passo com Moscou, não importava o que fizessem os tiranos comunistas. Aquele antigo e civilizado país, formalmente soberano, de fato padecia uma forma larvada de protetorado.
Queiramos ou não, a mesma situação, ainda que incipiente, ocorre no Brasil. Com a enorme e cada vez maior presença econômica do Estado chinês entre nós, vai chegar o dia em que o país, em numerosos assuntos internos, vai ter diante de si potência mundial imperialista. E, se colocarmos como padrão como trata os governos esquerdistas e comunistas, facilmente imaginaremos a subserviência diante do poderio chinês.

Cortando caminho, vilmente protegido pelo mutismo da covardia e da cumplicidade, está em curso entre nós um processo que vai levar à perda efetiva da soberania nacional. No fundo do horizonte, terrível perspectiva, nos espera o protetorado envergonhado, mesmo que cuidadosamente disfarçado. (fonte: blog do Péricles Capanema)

domingo, 6 de dezembro de 2015

Índios paraguaios manipulados para fraudar aposentadorias rurais...-




Em duas operações, realizadas em Mato Grosso do Sul, Maranhão e Piauí, a PF desbaratou esquemas de fraudes em aposentadorias que totalizaram R$ 15 milhões

Índios eram recrutados no Paraguai para fraudar aposentadoria rural
Marcelo Casal Júnior/Agência Brasil


Em duas ações distintas, realizadas em estados diferentes, 14 pessoas foram presas nesta terça-feira (25) por práticas de crimes previdenciários. Uma das operações da Polícia Federal que mais chamou a atenção dos investigadores foi a denominada Coiote Kaiowá. 
Para fraudar aposentadorias, os donos de uma financeira, em Mato Grosso do Sul, traziam índios do Paraguai para receberem benefícios como se fossem brasileiros. Nesse caso, o prejuízo para o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) foi de R$ 4 milhões. Na outra ação da PF, desencadeada no Maranhão e Piauí, as irregularidades somaram R$ 11 milhões.
Na Operação Coiote Kaiowá, desencadeada em Amambai e Aral Moreira, no interior de Mato Grosso do Sul, as fraudes envolviam um casal proprietário de uma financeira e um ex-chefe de uma aldeia indígena da região. Eles falsificavam certidões de atividade rural da Funai (Fundação Nacional do Índio) e registravam índios paraguaios como se fossem brasileiros. 
Além disso, eram expedidos documentos de indígenas que não existiam, cujas aposentadorias ficavam para os envolvidos, assim como faziam empréstimos consignados fraudulentos. Com a apreensão de grande quantidade de documentos, a PF acredita que o valor das irregularidades seja bem maior do que o apurado até agora. Quatro pessoas foram presas.      
Quilópode

Na Operação Quilópode, realizada em sete cidades do Maranhão e em Teresina, a Polícia Federal está cumprindo 10 mandados de prisão desde a manhã desta terça-feira de envolvidos também em crimes previdenciários. 
O esquema envolvia fraudes em benefícios de Amparo Social ao Idoso, cujas titulares eram fantasmas. O grupo, segundo a PF, atuava desde 2010 e contava, com a participação de um servidor do INSS, responsável pela concessão das aposentadorias, além de funcionários do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios.
 O nome da Operação Quilópode é uma alusão à palavra de origem grega que significa aquela que tem mil patas, uma forma de demonstrar a ramificação do grupo criminoso. 

sábado, 5 de dezembro de 2015

O Brasil se cansou do PT


A  presidente  está  braba



Percival Puggina

 A presidente Dilma veio às falas e se declarou indignada. Ela, indignada. E nós, o quê? Nós, constrangidos a conviver com recessão, inflação e corrupção.  Nós, sentenciados a acatar aumentos de impostos, solução indicada por quem sequer entendeu a natureza do problema. Somos notificados, nós, em cadeia nacional, de que a presidente está braba...
 Ora, leitores, o Brasil cansou de Dilma, do seu partido, das enrolações, das mentiras e das mistificações que mantêm o PT no poder.
Hoje à tarde, quinta-feira (3), assisti a leitura do pedido de impeachment ao plenário da Câmara dos Deputados. Estarrecedora a lista de crimes de responsabilidade fiscal praticados pelo governo! Na origem de cada um deles a mesma motivação: ocultação da realidade, dissimulação dos fatos, enganação. A tais práticas, lembremo-nos, era dado o nome de “contabilidade criativa”. Valha-nos Deus!
A presidente espera enfrentar a crise acusando a oposição de conspirar contra o interesse público. Mas quem agiu prolongada e determinadamente contra a nação, olhos postos apenas no interesse próprio e nas parcerias ideológicas? Quem fez o diabo e todos os diabinhos possíveis para vencer a eleição gerando o caos subsequente, jogando o país em mais uma década perdida?
O Brasil precisa de união nacional para enfrentar a crise. A presidente não perdeu apenas 70% dos votos que fez no ano passado. Por não respeitar o interesse público, por valorizar mais a reeleição do que o bem do país, ela perdeu o respeito do país. E não há, tampouco, como seu partido unificar qualquer coisa politicamente consistente. Enquanto o governo jogava o país na valeta da estrada por onde outros avançam, o partido governante entesourava e tratava de dedicar o Estado, o governo e a administração à tarefa de construir conflitos e impor suas pautas.
A unidade, em torno de Dilma Rousseff, só pode ser na tarefa de nos enganarmos uns aos outros para que, ao final, estejamos todos vivendo o mesmo delírio. E a unidade, em torno do PT, é a guerra de todos contra todos, é a simultaneidade dos ódios provocados e a explosão de todos os conflitos existentes, inventados e ainda por inventar.

O impeachment no qual o país depositou suas esperanças neste ano que chega ao fim foi posto em marcha. Ao longo das próximas décadas estaremos falando destes dias, destas semanas, e saberemos que, em 2015, o povo brasileiro mobilizou-se para que se cumprisse a Constituição e fossem afastados do poder aqueles que se uniram na mentira e nela se abastaram.

Tanto semearam divisão que acabaram unindo o país contra si.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Dom Pedro e a coisa pública: em vez de criar impostos, cortava despesas


A coisa pública

Ruy Castro


RIO DE JANEIRO - Ao contemplar de lá de cima (ou de onde quer que esteja, se estiver) o país que foi obrigado a deixar há 126 anos, D. Pedro 2º deve se perguntar como o Brasil conseguiu avacalhar até o fundamento básico da República: o conceito de "res publica", a coisa pública, que, por ser de todos, não é de ninguém. E como um país tão grande aceita se curvar à mesquinha disputa entre Dilma Rousseff e Eduardo Cunha, ambos tentando salvar a pele pelas lambanças que fizeram com o dinheiro público.

Ele, D. Pedro, foi impecável nesse departamento. Imperou de verdade durante 48 anos, de 1841 a 1889, sem deixar que aumentassem sua dotação. Era com este dinheiro que sustentava a si próprio e à sua família, pagava os estudos no Exterior de brasileirinhos em quem acreditava (como o músico Carlos Gomes e o pintor Pedro Américo) e financiou suas duas viagens aos EUA, Europa e Oriente Médio, com comitivas de apenas quatro ou cinco pessoas –para a segunda dessas viagens, teve de tomar dinheiro emprestado.

Em vez de criar impostos, cortava despesas. Seu palácio imperial, em São Cristóvão, era o mais desmobiliado do planeta. Seus trajes oficiais, puídos de fazer dó. Ao ser deposto pelos militares e ter de ir embora em 24 horas, D. Pedro recusou o dinheiro que o governo da República lhe ofereceu para seu exílio em Paris. E ainda lhes passou uma descompostura por estarem dispondo de recursos que não lhes pertenciam, mas ao povo brasileiro.

Poucos dos sucessores republicanos de D. Pedro seguiram o seu exemplo de austeridade. Prevaleceu a ideia de que a coisa pública é para isto mesmo –para se meter a mão em benefício pessoal (Cunha) ou para falsificar contas, disfarçar a incompetência e avalizar mentiras (Dilma).

D. Pedro nasceu há 190 anos na última quarta-feira. Fará 124 de morte amanhã.



CIMI teria financiado e incentivado invasões


Documentos da CPI que investiga o Cimi em MS chega à Câmara Federal


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a atuação da Funai e do Incra em demarcações de terra, recebeu nesta quarta-feira (2) documentos da CPI que investiga o Cimi (Conselho Indigenista Missionário - vinculado à igreja católica) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (MS).
A comissão foi criada a partir de denúncias de que o conselho teria financiado e incitado invasões de propriedades particulares por indígenas no Estado.

O presidente da CPI da Câmara, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), recebeu a documentação da deputada estadual Mara Caseiro, que preside a comissão de inquérito. Moreira avalia que há várias formas de influência na demarcação de terras indígenas: do Cimi, por parte da igreja e pela Funai. “Esse crime é de laboratório e feito a muitas mãos", avalia.

A sub-relatora sobre o Incra da CPI da Câmara, deputada Tereza Cristina (PSB-MS), aponta a existência de provas de que integrantes do Cimi ligados à Funai teriam instigado conflitos com produtores rurais em todo país.

Críticas

A deputada Érika Kokay (PT-DF), no entanto, criticou a falta de objeto determinado e marco temporal da CPI da Câmara. "Se busca criminalizar a Funai e criminalizar o Incra para que isso sirva de combustível para a PEC 215/00 [proposta que transfere do Executivo para o Congresso o poder de demarcar terras], porque esse é o objetivo: impedir a demarcação de terras indígenas e quilombolas, e não transferir para o Legislativo".

Em nota, o Cimi afirma que a investigação da CPI da Assembleia do Mato Grosso do Sul "faz parte da estratégia de ataques ruralistas aos povos indígenas e seus aliados".


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Como se escureceu o ouro...


“MST: vai pra Cuba com o PT”
Gregorio Vivanco Lopes
O prestígio da esquerda junto à opinião pública brasileira vai aos tropeções, caindo cada vez mais. Tomemos o exemplo de João Pedro Stédile, um dos líderes esquerdistas mais bafejados pela publicidade. Recentemente, para escândalo de muitos católicos, ele foi uma das figuras de proa do encontro dos movimentos populares promovido pela Santa Sé no Vaticano.
Não obstante esse apoio midiático e o esguicho de água (pouco) benta, em 22 de setembro último, ao chegar a Fortaleza, onde participaria de mais um desses encontros enfadonhos que a esquerda multiplica na tentativa de aquecer a pólvora molhada, Stédile foi solenemente vaiado no aeroporto.
Os manifestantes “gritavam ‘MST: vai pra Cuba com o PT’ e chamaram Stédile de ‘terrorista’, ‘assassino’, ‘fascista’ e ‘comunista’. O episódio durou aproximadamente seis minutos, até o líder entrar em um carro e deixar o aeroporto” (“Folha de S. Paulo”, 23-9-15).
O MST, que adora ser incensado como “movimento social” e detesta ser tachado de horda de invasores das propriedades alheias, não gostou das vaias ao seu líder. Embora useiro e vezeiro da “arte” de promover arruaças, quebra-quebras e intimidações, o movimento revolucionário classificou o episódio de Fortaleza como "ato agressivo e constrangedor" e ameaçou até com medidas judiciais. Logo o MST, que vive numa espécie de clandestinidade jurídica para não ter que arcar civil e criminalmente com as consequências de seus atos!
O episódio teve inclusive um corolário ridículo. Segundo a jornalista Vera Magalhães, “um grupo de artistas, intelectuais e dirigentes partidários está organizando um ato de apoio ao líder do MST em São Paulo” (idem, 27-9-15). Tal ato foi realizado? Caso tenha sido, caiu no vazio, não repercutiu.
Escolhemos falar do episódio Stédile porque ele é emblemático, mas poderíamos trazer à consideração dos leitores diversos outros fatos que mostram como a esquerda está impopular, exceto, é claro, dentro de certos grupos reduzidos.
Mas se a esquerda está tão desprestigiada junto à opinião pública, como explicar que ela continue a avançar numa série de frentes, como Ideologia de Gênero, ecologismo radical, demolição da família, entre outras?
Primeiramente convém notar que esse avanço é forçado. Ele não se faz por um desejo da população, mas a contrapelo desta, através de uma propaganda ininterrupta, somada à pressão de certos políticos e governantes e à aceitação por uma elite desviada de sua missão.
Em segundo lugar – e este fator é mais decisivo –, o esquerdismo se infiltrou profundamente nos meios católicos, onde utiliza púlpitos, cátedras e confessionários para, sob o pretexto de ajuda aos pobres, justiça social e outros slogans bem escolhidos, atiçar os sentimentos de revolta nas almas. Ou, não o conseguindo, pelo menos paralisar as consciências incutindo-lhes o receio de transgredir a religião se não aderirem às posições da esquerda.
Esse fator é tão poderoso que, hoje em dia, no Brasil e em muitos outros países, o fator determinante da sobrevida e atuação do esquerdismo se origina da atuação de prelados e clérigos de esquerda, seguidos de perto por seus áulicos leigos.

“Como se escureceu o ouro, como se alterou o ouro fino! Foram dispersadas as pedras sagradas por todos os cantos da rua” (Jeremias, Lamentações, 4,1).
Agência Boa Imprensa