segunda-feira, 9 de maio de 2016

Invasão MST e explicação de Temer



Invasão e explicação

O MST ocupou uma fazenda no interior de São Paulo que seria de Michel Temer.
O MST tem de ser expelido da fazenda, não importa quem seja o proprietário.
Michel Temer tem de dizer se a fazenda é mesmo sua e, em caso positivo, explicar como a comprou e informarse está declarada.

O Anatagonista

MST, Temer... E o Brasil?


MST afirma que invadiu fazenda que seria ligada a Temer
Folha de S, Paulo

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) divulgou nota na manhã desta segunda-feira (9/5) onde diz ter invadido uma fazenda que seria ligada ao vice-presidente da República Michel Temer.

Segundo o MST, cerca de mil famílias ligadas ao movimento teriam invadido a propriedade de 1500 hectares e sede em Duartina (SP), com o objetivo de "denunciar as conspirações golpistas de Temer".

A nota ainda afirma que a fazenda não está em nome de Temer, mas que o vice-presidente circularia pelo local e seria o verdadeiro dono do lugar, de acordo com moradores da cidade.

"Este foi um QG do golpe. Estamos aqui para denunciar as ligações escusas de Michel Temer com o proprietário da fazenda e sua empresa de fachada para arregimentar propina", diz Kelli Mafort, da Direção Nacional do MST.


De acordo com o movimento, que também denuncia o plantio de eucalipto e as condições de trabalhadores dos empregados da fazenda, a propriedade estaria registrada em nome de um "laranja" de Temer. 

domingo, 8 de maio de 2016

Ministra Kátia Abreu: veja no que dá a esquerda!



Em colapso, Venezuela adota 
cestas alimentares

A inflação galopante e a escassez de produtos da cesta básica fizeram com que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciasse um programa de distribuição de comida para tentar amenizar os efeitos da crise e a queda de sua popularidade. A medida, no entanto, é criticada por seu alto custo e pela falta de investimento na produção local.

Os produtos serão entregues de porta em porta para os beneficiários de programas sociais, por meio dos Comitês Locais de Abastecimento e Produção (Clap). As cestas custam de 1 mil a 3 mil bolívares – um custo baixo diante da atual situação dos venezuelanos, que recebem ao menos 33.636 bolívares de salário mínimo e auxílio refeição (cerca de US$ 1,5 mil na menor taxa de câmbio oficial, mas apenas US$ 35 no câmbio paralelo), valor insuficiente para compra de alimentos não subsidiados.

Durante os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, começou um processo de expropriação de fábricas de alimentos e de áreas para criação de gado e terras para cultivo. Muitos desses projetos não deram certo porque produziam abaixo da capacidade. Como o governo lucrava muito com o petróleo, começou a importar comida. 

Com a queda do valor do barril, Maduro decidiu congelar os preços dos produtos em plena alta da inflação, o que levou à falência produtores locais e, consequentemente, à escassez de alimentos. O sistema de distribuição anterior, por meio de supermercados estatais, entrou em colapso.

Por isso, o governo decidiu implantar esse novo programa de entrega. “O problema não está na distribuição em si, mas na produção e, sobretudo, na falta de poder aquisitivo”, avalia o professor de economia da Universidade Central da Venezuela, Leonardo Vera.

Comerciante aguarda clientes em mercearia sem iluminação na cidade de Puerto OrdazComerciante aguarda clientes em mercearia sem iluminação na cidade de Puerto Ordaz

Para o cientista político José Vicente Carrasquero, o problema da medida também é a responsabilidade das Clap. “Todas as redes de comercialização e distribuição de alimentos nas mãos do governo têm dado lugar a corrupção e fraude”, afirma.

No começo do ano, funcionários da administração da rede de supermercados estatais Bicentenário foram presas pelo desvio de produtos subsidiados pelo governo. Em 2010, durante o governo Hugo Chávez, descobriu-se que cerca de 150 mil toneladas de alimentos foram perdidas por uma empresa importadora controlada pelo governo.

Atualmente, a gerência da maioria dessas empresas foi transferida para os militares. O governo atribui os problemas a uma “guerra econômica” orquestrada por indivíduos dentro e fora da Venezuela para derrotar o chavismo. 

Segundo Carrasquero, entretanto, o problema deve continuar. “É um projeto político-partidário condenado a fracassar, basicamente porque se está delegando o processo de distribuição a organizações de bairro que cairão rapidamente em corrupção e nepotismo”, explica. 

A diretora da Fundação Bengoa para Alimentação e Nutrição, Maritza Landaeta, também acredita que o programa deve fracassar. “Não há como sustentá-lo, é uma fonte de corrupção, com alimentos vencidos ou prestes a vencer, sem controle de qualidade e sem o cumprimento das regras mínimas para o transporte”, afirma.

O economista Leonardo Vera acredita que o governo gastará cerca de US$ 5 bilhões por ano com a importação. “Cerca de 96% das exportações da Venezuela são petróleo. Mais do que nunca, nos tornamos um país mono-exportador”. Atualmente, o preço do barril venezuelano está em cerca de US$ 30, bem abaixo dos US$ 88 de dois anos atrás. Segundo Vera, o país recebe US$ 25 bilhões por ano, mas precisa de, pelo menos, US$ 40 bilhões.

Política. Ao anunciar o projeto de distribuição de alimentos, o governo o chamou de “Revolução Econômica”. Para a pesquisadora do Centro de Estudos de Desenvolvimento da Universidade Central da Venezuela, Marianella Herrera Cuenca, a revolução necessária deve buscar o crescimento econômico e o progresso social.

“Esses elementos não são contrários, são complementares, já que um bom desenvolvimento econômico apoiará o desenvolvimento social que todos os venezuelanos merecemos”, ressalta. 
Venezuelana espera a energia voltar em sua casa, durante racionamento na cidade de Puerto OrdazVenezuelana espera a energia voltar em sua casa, durante racionamento na cidade de Puerto Ordaz
Além da população, os produtores locais também estão sendo prejudicados pela competição com produtos importados. “A maior parte dos produtos tem preços regulados pelo governo, então, os produtores devem vender uma cota da produção por preços irrisórios e sem controle da distribuição”, explica Vera. O governo venezuelano também se tornou dono, por meio de expropriação e intervenção, de mais da metade de diversos setores ligados à produção de alimentos, como usinas de pasteurização de leite, de processamento de farinhas, de refinarias de açúcar e afins. 
Escassez. Segundo a mais recente Pesquisa sobre Condições de Vida na Venezuela, 12,1% da população faz duas refeições ou menos por dia – 40% desses estão no grupo dos mais pobres do país. Além disso, carne, peixe, leite e feijão são consumidos apenas por uma minoria. O restante se alimenta basicamente de farinhas, arroz, pão e gorduras. 
“É possível comprar frango, com preço tabelado, após ficar cerca de 12 horas na fila do supermercado”, afirma a coordenadora da pesquisa, Maritza Landaeta. Segundo ela, pessoas ficam o dia inteiro em filas e passam por vários tipos de humilhação, maus-tratos e violência. O estudo foi realizado pela Universidade Católica Andrés Bello, Universidade Central da Venezuela, Universidade Simón Bolívar e pela Fundação Bengoa.
O alto consumo de gorduras é uma questão metabólica. “É uma dieta de sobrevivência. A gordura consegue compensar a deficiência calórica e promove sensação de saciedade”, explica a pesquisadora Marianella Herrera Cuenca, também responsável pelo levantamento. Além disso, cerca de 81% dos cidadãos são considerados pobres e 87% dizes não ganhar o suficiente para comprar alimentos. 
A pesquisa também mostrou que o custo de comer fora de casa, de 2014 para 2015, subiu em até 497%. Na avaliação de Marianella, uma solução para a crise de escassez é aceitar ajuda internacional. “Precisamos cuidar dos grupos vulneráveis, como grávidas e crianças menores de 5 anos, para protegê-los nos períodos críticos do crescimento e desenvolvimento e evitar um dano maior às futuras gerações”, afirma. 
O economista Leonardo Vera também acredita na necessidade de receber recursos do exterior, além de aumentar a importação de insumos, matérias-primas e o que mais for necessário para os produtores locais. “O país precisa de uma revolução econômica, mas certamente em outra direção.”

CLAUDIA MÜLLER - O ESTADO DE S.PAULO

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Índios acobertados pela FUNAI invadem sítio de 12 hectares...



TRF4 determina reintegração de posse em fazenda invadida por 

indígenas no norte gaúcho







Um grupo de índios da etnia Kaigang terá que desocupar uma fazenda localizada no município de Cacique Doble, norte do Rio Grande do Sul (RS). O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) ordenou a reintegração de posse por entender que o imóvel não está localizado em território indígena. A decisão foi proferida na última semana.

A ação foi ajuizada logo após a ocupação da fazenda de 12 hectares, ocorrida em julho de 2014. Os autores relataram que esta não foi a primeira invasão que tiveram de enfrentar. Em 2013, menos de um ano antes do fato narrado, a mesma tribo ingressou no imóvel e só saiu do local após determinação da Justiça.

Os autores apontaram que são proprietários da fazenda desde 1962 e que as terras são utilizadas para o cultivo agrícola. Foi apresentado o registro de matrícula do imóvel.

Em decisão de primeira instância, a Justiça Federal de Erechim julgou a ação procedente e determinou a saída dos indígenas. Também foi estipulada multa diária de R$ 500 à Fundação Nacional do Índio (Funai) em caso de nova invasão.

A Funai recorreu contra a decisão alegando que os autores não têm legitimidade para postularem reintegração de posse, uma vez que os índios estão acampados às margens da rodovia que faz divisa com a propriedade. O órgão também ressaltou que as terras em questão são consideradas de posse tradicionalmente indígena.

Por unanimidade, a 3ª Turma do TRF4 manteve a decisão do primeiro grau. De acordo com o relator do processo, desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira, “a Funai não trouxe aos autos qualquer elemento que indique ser indispensável a manutenção dos indígenas na área invadida”.
O magistrado acrescentou que “ao levar-se em conta que ficou demonstrada a propriedade do imóvel pelos autores, a reintegração de posse é fato que se impõe”.


Nº 5004998-72.2014.4.04.7117/TRF

Reforma Agrária: enquanto mais se reforma pior fica!



INCRA - uma das páginas mais tristes e humilhantes de sua História

07/04/16 23:30:47: Daniel Silva: O Brasil acaba de escrever uma das páginas mais tristes e humilhantes de sua História. No início da noite de quarta-feira, 06 de abril de 2016, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a imediata paralisação de todos os processos de Reforma Agrária conduzidos pelo Governo Federal através do INCRA. A medida foi tomada após auditoria do TCU revelar a maior fraude no setor já registrada no mundo.

De acordo com matérias publicadas hoje nos jornais Estadão e Folha de S.Paulo, que tiveram acesso aos dados do TCU, um em cada três assentados foi beneficiado ilegalmente, com irregularidades que custaram um prejuízo estimado em mais de R$ 10 bilhões aos cofres públicos.

Segundo o TCU, entre os supostos "sem-terra" estão políticos, empresários e servidores públicos das três esferas. A lista de fraudes inclui 847 vereadores, 96 deputados estaduais, 69 vice-prefeitos, quatro prefeitos e até um senador da República, cujo nome foi mantido em sigilo graças ao excrescente foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal.

A Folha de S.Paulo revela que os auditores do TCU também verificaram que "37.997 pessoas foram beneficiadas após a morte" e outros "19.393 são proprietários de veículos de luxo de marcas como Porsche, Land Rover e Volvo."

Trata-se de vergonha inominável. Crime gravíssimo. E, óbvio, mais um assalto aos cofres públicos. A barbárie parece não ter fim.

FONTES:

Estadão  http://goo.gl/e2ROON

Folha de S.Paulo  http://folha.com/no1758172
Helder Caldeira.www.ipolitica.com.br(y)

Comentário geopolítico nº 243 do coronel Gelio Fregapani 

Em Havana, os irmãos Castro torcem contra o impeachment de Dilma



Em Havana, os irmãos Castro torcem contra o impeachment de Dilma
Por Luis Dufaur 

Parafraseando os slogans de líderes petistas e lulistas – ou vice-versa –, Raul condenou o “golpe de Estado parlamentar” contra o “governo legítimo do Partido dos Trabalhadores (PT)”, numa declaração oficial distribuída pelo Ministério de Relações Exteriores em Havana, noticiou o jornal “La Nación” de Buenos Aires.


 Ai de quem não aplaudir! Em Cuba nunca houve ‘golpe’ e vigora a democracia como o PT gosta.

Entre os poucos governos comunistas ou bolivarianos que vão ficando no continente, o regime de Raul Castro continua na dianteira do apoio à presidente Dilma Rousseff para evitar seu impeachment.
Parafraseando os slogans de líderes petistas e lulistas – ou vice-versa –, Raul condenou o “golpe de Estado parlamentar” contra o “governo legítimo do Partido dos Trabalhadores (PT)”, numa declaração oficial distribuída pelo Ministério de Relações Exteriores em Havana, noticiou o jornal “La Nación” de Buenos Aires.
Como é bem sabido, em Cuba nunca houve “golpe de Estado”, ou pelo menos Raúl Castro nunca participou de nenhum deles, defendendo sempre a legitimidade dos governos democráticos até a hora de fuzilar seus representantes.
“Setores da direita representantes da oligarquia [N.R.: é Raul Castro quem fala, e não um líder do PT ou do PC do B], em contubérnio com a imprensa reacionária do Brasil, apoiados abertamente pelas multinacionais da comunicação e do imperialismo, consumaram na Câmara de Deputados desse país o primeiro passo daquilo que constitui um golpe de estado parlamentar”.
Segundo a Chancelaria cubana, trata-se de um “ataque baseado em acusações sem provas nem fundamentos legais contra a democracia brasileira e contra a legitimidade de um governo eleito nas urnas pela maioria do povo”, diz a nota, redigida em favor de Dilma Rousseff.
“Este golpe contra a democracia brasileira faz parte da contraofensiva reacionária da oligarquia e do imperialismo contra a integração latino-americana e os processos progressistas da região”, sublinhou a Chancelaria da “democracia castrista”.

Gerontocracia marxista consolidada no último Congresso do PC cubano. Todo um modelo ideal para o PT

O ditador de Cuba, Raul Castro, voltou a insistir na ideia obsessiva de uma ofensiva contra-revolucionária em curso na América Latina, durante a abertura do Congresso do Partido Comunista, noticiou a “Folha de S. Paulo”.
Ele se referia ao Brasil e à Venezuela, além dos recentes reveses de seus aliados da Bolívia, do Equador e da ex-mandatária argentina Cristina Kirchner.
Segundo Raul, essa ofensiva faz parte de uma “guerra não convencional”, baseada em pressões econômicas e na exploração dos meios de comunicação empresariais contra a população dos países.
“Essa guerra não convencional não descarta ações desestabilizadoras e golpistas, como prova o que acontece contra a Venezuela e se intensificou recentemente na Bolívia, no Brasil e no Equador”, acrescentou.
“A intenção é levar ao fechamento deste ciclo histórico e desmoralizar partidos, movimentos sociais e a classe trabalhadora. Reafirmamos o apoio a todos os governos progressistas que levaram benefícios tangíveis às enormes maiorias da região mais desigual do planeta”, disse na capital da imensa favela em que foi transformada a outrora muito rica ilha caribenha.
No mesmo Congresso do Partido Comunista, Raul Castro deixou claro qual é o tipo de democracia que ele quer no Brasil e nos países acha que está cambaleando.
O jornal espanhol “El Mundo” sintetizou assim o que foi dito Congresso: “Nem mudanças, nem reformas, nem aberturas. Raul Castro decidiu blindar a revolução cubana durante os próximos cinco anos com uma velha guarda na qual acredita cegamente, a mesma com que combateu em Sierra Maestra há mais de meio século. Gerontocracia e imobilismo”.


Fica, querida! Mas lá, não cá!

Em poucas palavras, o modelo do que o PT quereria instalar no Brasil.
Raúl Castro foi reeleito “democraticamente” primeiro secretário geral do Partido Comunista de Cuba (PCC), o único existente na ilha, com 100% dos votos.
Como Fidel esteve ausente nas três jornadas iniciais, Raul votou duas vezes, por ele e por seu irmão. Milagre da democracia cubano-bolivariana.
Aquele que é a mão direita de Raul, José Ramón Machado Ventura, foi reeleito como segundo secretário, afastando toda fantasia de renovação.
Os irmãos Castro somam juntos 173 anos (Fidel 89 e Raul 84), e embora Raul acene com um limite para a gerontocracia marxista, os dois chegarão com 90 anos ao próximo Congresso, se é que chegam. No discurso de encerramento, Fidel reconheceu que “para todos chega a hora”.
Fidel compareceu às duras penas na sessão final, sendo ovacionado pelos 100% dos presentes. Em Cuba naturalmente não houve “golpe”, como em Brasília!

E se houvesse Senado como em Brasília, embora não seja modelar, quem votar contra a gerontocracia marxista tem garantida a prisão de La Cabaña ou o pelotão de fuzilamento, democraticamente é claro!

domingo, 1 de maio de 2016

Temer, assim não dá! Sarneyzinho no meio ambiente ou o cabrito cuidando da horta?



Estadão informa hoje que o Deputado Sanreyzinho foi escolhido por Michel Temer para ocupar o Ministério do Meio Ambiente. 

De acordo com jornalão paulista, a pasta não é do interesse de nenhum partido, mas a nomeação de Pequeno Sarney agradará o Grande Sarney.

Um Ministério com Sarney Filho no Meio Ambiente com a pasta da Agricultura devolvida ao mercado politico é receita para o desastre. 

O agronegócio pode até se arrepender de ter pedido o impedimento de Dilma Rousseff.


Pequeno Sarney é um ecotalibã anti-agronegócio. É uma espécie de Marina Silva sem auréola, a antítese de Izaella Teixeira. 

O Deputado combateu até o fim a reforma legislativa do Código Florestal e defende publicamente que a lei seja revogada.



Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado