Para o MST, a fazenda de 4,7 mil hectares é devoluta, e deve ser devolvida ao Estado para a reforma agrária. Em vez disso, estaria sendo usada pela Veracel Celulose para o plantio de eucalipto.
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Os invasores passaram o dia derrubando árvores de eucalipto para plantar milho e feijão. Espera-se, até amanhã, a chegada de mais mil trabalhadores rurais à fazenda. Um dirigente do MST afirma que até o dia 17 as invasões na região serão intensificadas.
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Fonte: TIAGO DÉCIMO - Agencia Estado
quarta-feira, 8 de abril de 2009
MST invade, derruba e cobra
Índios: marketing urbano
Programa de Índio é lançado oficialmente com as primeiras experiências radiofônicas semanais do povo indígena do Brasil.
Foi lançado oficialmente no dia 07/04/09 o portal Programa de Índio, que reúne um acervo de 220 programas de rádio criados pelos povos indígenas brasileiros.
Os programas foram idealizados pelo Núcleo de Cultura Indígena e começaram a ser transmitidos pela Rádio USP FM (93,7 MHz) em 1985. As transmissões seguiram por 4 anos e 9 meses.
A primeira experiência radiofônica dos índios se resumia a um programa semanal de 30 minutos, no qual falavam sobre suas cerimônias, músicas de rituais e seu cotidiano.
O site é idealizado pela Ikore e a digitalização do acervo foi possível pelo edital Petrobras Cultural...
Miriam Leitão: preconceito?
Para ela, o setor é responsável p/ desmatamento, trabalho escravo e ataque ao meio ambiente. O preconceito contra o meio rural afeta diretamente o prato de todos os brasileiros, inclusive a da preconceituosa Miriam Leitão.
Não se pode obrigar os produtores rurais – eles não recebem apoio do governo – a separarem parcelas cada vez maiores de suas terras para preservação ambiental sem que os interessados, ou seja, toda a sociedade arque com os seus custos.
Os alimentos são produzidos no campo. Milhares de produtores honestos acordam de madrugada para produzi-los com dedicação e sacrifício, sem muitas vezes ter a justa remuneração.
Não porque sejam abnegados ou criminosos, mas porque é a única coisa que sabem fazer e continuarão fazendo mesmo sendo vítimas de preconceito.
Fonte : http://www.pecuaria.com.br/
terça-feira, 7 de abril de 2009
O amanhã de nossos filhos e netos...
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Veja, julgue e atue!
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O GPS do Agornegócio acaba de receber da fonte abaixo justo apelo para divulgar matéria sobre o MST enquanto organização paramilitar. Com efeito, após um ano de atividades, esta será a 501ª postagem do BLOG. Ainda que a matéria possa lhe parecer longa, vale a pena conhecê-la na sua íntegra. Depois, V. terá a Semana Santa para repor-se e, ao mesmo tempo, preparar-se para novos embates...
Fonte:
ETech Tecnologia e Engenharia em Etanol Ltda.
Av. Marginal João Olézio Marques 3526 - Sala 507
14176-000 Sertãozinho SP Brasil Brasil
Tel./Fax +55 16 3947 2135 //Cel. +55 16 9992 3135
14176-000 Sertãozinho SP
Cel. Paulo S. Barci
Diretor Presidente
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O QUE FALTA PARA QUE O MST SEJA RECONHECIDO
COMO UMA ORGANIZAÇÃO PARAMILITAR?
por Klauber Pires
Reza a nossa Constituição, em seu art. 5º, inciso XVII: “- é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar”. Pois, a pergunta que não quer calar é clara e eloqüente, e não deixa margem a interpretações metafóricas: – O que falta para que o Poder Judiciário dissolva o MST por se revestir como uma associação de caráter paramilitar?
Será a falta de armamento? Sempre quando instados a responder pelos milhares de facões (terçados) e foices e vá lá, uma ou outra enxada, os líderes do MST vêm com esta: “– São os nossos instrumentos de trabalho”. Eu, pelo menos, não tenho nenhuma dúvida de que eles dizem a mais absoluta verdade: afinal, são os instrumentos com os quais eles decapitam seus inimigos, derrubam cercas, carneiam gado alheio, juntam galhos secos para incendiar as benfeitorias e controlam a entrada e saída dos seus territórios conquistados com mais rigor do que qualquer posto alfandegário.
Será a falta de uniformes? Quem não conhece o uniforme do MST? Calça e camisa vermelha e boné padronizado com o símbolo do movimento. Eles possuem também tendas padronizadas, e todo o aparato logístico de um exército em campanha.
Será a atitude dispersa dos seus membros, a falta de disciplina e hierarquia? Quem não viu esta gente marchar em organizadíssima fila indiana? Quem ainda não os viu em rigorosa formação, a ponto de corar os Dragões da República? Quem ainda não soube o que acontece aos integrantes que ousam desobedecer às ordens de seus líderes?
Será a ausência de uma ideologia, de símbolos e de ritos? Então não pregam abertamente o socialismo como meta de tomada de poder? Então não cultivam seus heróis, Che Guevara, Fidel, Mao e até a Dorothy Stang? Então não entoam seus hinos nas suas marchas e nas academias militares, tais como a escola Florestan Fernandes? Então não possuem sua própria bandeira?
Será a falta de ações típicas de combate? Quem ainda não conhece as suas táticas de guerra de guerrilha, quando resistem às polícias militares que vêm dar cumprimento às reintegrações de posse? Neste caso, ouçamos o que diz o Deputado Federal Raul Jungmann ao Estado de São Paulo: “– Sim, durante o governo de Fernando Henrique, o Amorim depredou em mais de uma ocasião a sede do INCRA no Estado. Também esteve à frente de uma ação que terminou com um carro do INCRA incendiado.
Ele chegou a invadir e atacar um navio com coquetéis molotov, para protestar contra o embarque de grãos transgênicos. Para mim são sinais claros de quem cultiva o estilo militarista, brigadista. Quem for à fazenda que ele transformou em sede de operações, na região de Caruaru, verá que se parece com um bunker, com suas paredes decoradas com fotos do guerrilheiro Che Guevara. Ele (Jaime Amorim, líder do MST em Pernambuco) trabalha protegido por vários postos de controle de entrada e saída de pessoas, rodeado por gente armada.” (Extraído do blog do jornalista Reinaldo Azevedo, em 05 de março de 2009).
O que falta para entender que o MST já demonstrou que pode ocupar, a uma só ordem, todas as principais rodovias, ferrovias, usinas hidrelétricas e qualquer outra instalação que julguem estratégicas para uma pronta dominação territorial militar?
Falta um sistema de informações? Pois o MST possui seu próprio serviço de Inteligência, a Inteligência do Movimento (INTEMO), que tem por objetivo obter dados sobre quaisquer pessoas ou organizações que afetem os interesses do MST. (MAIER, Félix. Annus Gramscii. 17/03/2002. Acesso em 05/03/2009. Disponível em http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0135.htm).
Falta uma logística? Pois o MST, além de viver com grossos repasses por parte do governo federal, também conta com o patrocínio dos governos estaduais e municipais por aonde chega com as suas caravanas, isto sem contar com a Igreja Católica e com inúmeras organizações estrangeiras.
Numa etapa que podemos chamar de plano superior, em que o MST já abertamente assassina pessoas e os chama de “aquilo”, e é defendido descaradamente pelo ministro da Justiça Tarso Genro, que defende ser isto apenas a realização de uma ação mais arrojada, somente a cumplicidade ou a covardia de quem tem por dever pôr um ponto final a isto podem explicar tal notório silêncio.
Aos doutos senhores e doutas senhoras dos Ministérios Públicos e do Poder Judiciário, que devem zelar pela justiça, pela ordem e pela democracia, creio que não tenho como ser mais óbvio. Se a fala do Excelentíssimo Sr. Presidente do STF e do CNA, Gilmar Mendes, não for compreendida como um especial momento histórico, a nossa civilização estará irremediavelmente perdida.
A todo homem e mulher de bem, que deseja trabalhar em paz e segurança e deixar para os seus filhos um país digno de se viver, furtar-se neste momento a expressar a sua indignação é amasiar-se com o crime, a violência e a revolução socialista.
Por favor, imprimam este artigo e o leiam para seus amigos e amigas. Escrevam notas conjuntas nos jornais, mesmo nos classificados - é baratinho. Aos empresários, tanto do setor rural como do industrial e lojista, é hora de arregaçar as mangas.
Parem, por favor, com tanta inércia! Arranjem fundos e organizem campanhas com esta idéia. Vocês são tão criativos na hora de defender seus produtos! Pois sejam um pouquinho nesta hora de defender as suas propriedades e até as suas vidas!
A cada blogueiro solicito gentilmente divulgar esta nota como forma de nos unirmos em pensamento. Vale, claro, também, que todos usem de suas próprias palavras, mas que o façam como uma pauta permanente, para que a idéia ganhe força.
Somente o claro repúdio da sociedade a este movimento terrorista será capaz de mobilizar as autoridades, colocar os bandidos na cadeia e dar alguma orientação a milhares de pessoas humildes que, por falta de opções ou fraqueza de caráter aceitam participar de tão horrível causa.
FUNAI, useira e vezeira de...

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Para ele, um dos pontos mais importantes decididos pelo STF foi a participação dos estados e municípios nos processos de demarcação de reservas. Até então, a FUNAI "apenas ouvia" os estados e municípios, sem levar em consideração suas manifestações.
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Nos últimos meses a FUNAI editou seis portarias com demarcações no Mato Grosso do Sul. Mesmo depois da decisão do STF ela "segue na mesma toada" e já emitiu outras demarcações, "como se o órgão estivesse acima do Supremo, acima do bem e do mal", alertou o senador.
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Valter Pereira é relator de duas propostas de emenda constitucional sobre áreas indígenas e apresentou voto favorável à sua aprovação. A primeira delas é do senador Mozarildo Cavalcanti (RR), que transfere para o Senado a competência das homologações.
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A segunda (PEC 03/03), do então senador Juvêncio da Fonseca (MS), responsabiliza a União pela expropriação de terras legalmente adquiridas por fazendeiros e depois incorporadas a reservas indígenas.
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Fonte: Agência Senado
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Bispo, comunismo, Reforma Agrária...
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Dom Tomás Balduíno – A Reforma Agrária não é aquela que divide o chão, mas a que inclui o posicionamento das quebradeiras de coco, dos seringueiros, dos ribeirinhos, dos quilombolas e até dos indígenas. Outro objetivo é preservar o bioma amazônico e todos os biomas do país que estão ameaçados pelo agronegócio. O atlas deste país revela que onde houve devastação é onde se implantou o agronegócio. As áreas indígenas, camponesas e quilombolas são as mais preservadas.
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CB – Para onde a Reforma Agrária deveria caminhar?
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DTB – Nós estamos superando cada vez mais a idéia burocrática de uma Reforma Agrária que divide em quinhões a terra. Não é isso que é o conceito amplo de Reforma Agrária. Defendemos um novo estágio nesse processo.
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O consenso é na linha da soberania territorial e alimentar. Até uma Reforma Agrária na base da concessão territorial, em vez de cessão ou venda da terra — o que faria continuar o mesmo modelo de dividir o solo por famílias e depois pulverizar pelos herdeiros, o que pode fortalecer de novo o latifúndio.
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CB – O modelo é diferente em quê?
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DTB – Já houve tentativa de se consolidar e se estruturar esse novo modelo. Mas há muita resistência das bases populares. O pessoal quer o próprio chão. Mas acho que os exemplos dos povos tradicionais são os que mais realizaram a melhor convivência com a mãe terra, que são os indígenas, os negros, os quilombolas. Não é propriedade do negro fulano ou do cacique tal ou qual, mas a terra indígena e quilombola.
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É isso que está influindo no novo conceito ampliado de Reforma Agrária. Não tem ainda uma cartilha ou um livro destrinchando esses conceitos que estou falando porque ele está em formação.
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CB – Ele se parece com o modelo que a irmã Dorothy Stang tentava implantar no Pará?
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DTB - Está nessa linha. Mas, sobretudo, na linha que inspira os movimentos ambientalistas que reformam o modo de ser camponês, e o que prevalece nas defesas de movimentos como o Via Campesina e outros movimentos camponeses em nível internacional.
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CB – Há uma crítica muito forte à Reforma Agrária, dizendo que não há qualidade de produção nos assentamentos. Existe incompatibilidade entre a concessão coletiva e a produtividade?
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DTB - Não se pode dizer isso, porque não há esse modelo ainda implantado. O que há são as reservas indígenas que não visam produção. O objetivo do modelo de reforma agrária não é o lucro, não é o capital, apesar de não excluir a produção. Vemos muitas vezes que a produção coletivista é melhor que a capitalista quando tem todos os recursos necessários para isso.
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A fábrica [?!] de leite do MST nada deve a qualquer organização capitalista. De certa maneira, tem melhor qualidade. Nós queremos, em primeiro lugar, a dignidade dessas populações assentadas. A estatística [com ela se pode fazer qualquer sofisma] mostra que quem alimenta a mesa do brasileiro é o pequeno produtor [mas não o assentado da Reforma Agrária].
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Fonte: Correio Braziliense - 03/04/2009
Corifeu da Reforma Agrária defende...
Na postagem anterior, vimos que os movimentos pró-Reforma Agrária incluíram na pauta de prioridades para este ano o desejo de uma mudança legal para alterar o modelo de concessão de uso da terra pelos camponeses assentados pelo governo.
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Querem transformar a atual concessão individual em concessão coletiva dos lotes. É a mesma proposta da Via Campesina e agora encampada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), da Igreja Católica.
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Aos 87 anos, dom Tomás Balduíno é o eterno ideólogo da CPT e referência dos movimentos pró-reforma agrária, quase todos nascidos nas sacristias. O bispo considera superado o atual modelo de assentamento com lotes individuais. A proposta se parece com os Projetos defendidos pela freira americana Dorothy Stang.
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“A Reforma Agrária deve ser entendida em uma forma ampla. Não é aquela que divide o chão, mas a que inclui o posicionamento das quebradeiras de coco, dos seringueiros, dos ribeirinhos, dos quilombolas e até dos indígenas que têm um relacionamento sui generis com a terra” [qual seria?!], defende o quase nonagenário Dom Balduíno.
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A entrevista com o bispo sairá na próxima postagem.