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segunda-feira, 14 de abril de 2008

NÃO À SECESSÃO DO BRASIL!

É mais atual do que nunca o artigo “Ao Papa ignoto” que o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira escreveu para “Folha de S. Paulo” em 14-10-78.

O autor analisa um documento de 52 missionários da Amazônia sobre a questão dos povos indígenas e os rumos indesejados para os quais o referido documento poderia conduzir o Brasil.

Suas propostas eram tão absurdas, unilaterais e exacerbadas em relação aos índios, que poderiam conduzir à quebra da unidade e secessão do Brasil, comprometendo o seu porvir cristão.

No referido artigo, publicado nas vésperas do conclave que escolheria o sucessor de Paulo VI – o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira suplica ao futuro Pontífice solução para a terrível ameaça que paira sobre a nossa unidade nacional, cuja origem é de natureza, sobretudo religiosa: “Santo Padre, afastai o perigo com que se defronta a unidade do Brasil” – escreveu.

Como nenhuma providência foi desde então tomada, a ameaça não fez senão crescer. Até culminar em episódios como o da reserva Raposa Serra do Sol, de cujas terras o governo federal, pressionado por missionários e por ONGs estrangeiras, quer expulsar os rizicultores.

Apesar de protestos de setores cada vez maiores e mais expressivos da opinião pública nacional. Assim agindo, o governo Lula faz eco às incríveis e desastrosas pretensões daqueles 52 missionários.

Leia a íntegra do artigo no Blog abaixo:

Fonte: http://7diasemrevista.blogspot.com/

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Sem-terra ameaçam Vale

No dia 1/4/08, este Blog noticiou que a Justiça havia proibido o MST e seu dirigente Stédile de “incitar e promover” atos violentos contra instalações da Vale do Rio Doce, fixando a multa de R$ 5 mil por infração.

Por sua vez, Stédile afirmara que medidas judiciais não conseguiriam deter suas ações e classificou a iniciativa de “idiotice” dos advogados da Vale...

Hoje, dia 9/4/08, o MST ameaça invadir a ferrovia de Carajás (PA). A invasão dependerá da mobilização dos sem-terra e assentados na região. Dez caminhões estão sendo usados no transporte dos invasores.

O MST quer reunir 4 mil manifestantes para fechar a ferrovia, e, assim, “comemorar” os 12 anos do incidente de Eldorado dos Carajás, quando 19 sem-terra morreram em confronto com a Polícia.

Fonte: O Estado de São Paulo, 9/4/08.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Todo cuidado é pouco no momento de empregar!

Parece que o Ministério do Trabalho quer colocar a etiqueta de “escravocrata” no produtor rural...

Ministério flagra 421 pessoas em condições degradantes

O grupo móvel do Ministério do Trabalho diz ter resgatado 421 trabalhadores em condições consideradas degradantes, em Quirinópolis (GO). Eles seriam originários de outros Estados e trabalhavam no plantio e corte de cana para a Agropecuária Campo Alto S/A. A ação ocorreu no dia 25/3/08.

Segundo o relato de fiscais, os trabalhadores rurais moravam em locais pequenos com um número excessivo de pessoas. O coordenador da ação, Welton Oliveira, diz ter flagrado uma casa de dois quartos e um banheiro onde viviam 18 pessoas. Segundo ele, as casas não passavam por limpeza.

Por sua vez, a Agropecuária Campo Alto nega que a ação tenha resultado no resgate de trabalhadores. Segundo a empresa, os trabalhadores decidiram em assembléia deixar a lavoura porque julgaram ser vantajoso receber os benefícios naquele momento, mas querem voltar a trabalhar lá.

A direção da empresa diz que as condições precárias de alojamento se restringiam a um grupo de 20 trabalhadores que alugou uma casa em Gouvelândia durante a reforma de um alojamento, sem o conhecimento da agropecuária.

Mesmo assim, os fiscais decidiram anular os contratos de todos os trabalhadores com vínculos de prazo determinado. A Agropecuária Campo Alto não recebeu ainda nenhuma autuação. Em Quirinópolis, ela emprega 2.000 pessoas trabalhando em condições adequadas.

Fonte: Folha de S. Paulo, 26/03//08.