sexta-feira, 5 de maio de 2017

Lula: "Curitiba te espera de grades abertas"




Grupos anti-Lula espalham outdoors contra o 
ex-presidente em Curitiba

Ex-presidente prestará depoimento a Moro no dia 10

POR O GLOBO

05/05/2017 15:44 / atualizado 05/05/2017 15:49


Outdoor é creditado aos grupos Vem pra Rua e Lava-Togas 

Tabata Viapiana/ CBN Curitiba

SÃO PAULO — Mais de 30 outdoors contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram espalhados pela cidade de Curitiba uma semana antes do depoimento do petista. Com modelos diferentes, os painéis são atribuídos a três grupos contrários ao ex-presidente. Um deles estampa os dizeres “A “República de Curitiba” te espera de grades abertas”.
Inicialmente marcado para o dia 3 de maio, o interrogatório de Lula foi remarcado para a próxima quarta-feira a pedido da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, preocupada com o esquema de segurança da audiência e a proximidade ao feriado de 1º de maio. Militantes do PT e de movimentos sociais ligados ao partido preparam caravanas até a capital paranaense no dia do depoimento, assim como grupos anti-PT.
Integrantes do PT repudiaram as mensagens espalhadas pela cidade. Para o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), as imagens podem contribuir para esquentar o clima para o depoimento do ex-presidente. Segundo o parlamentar considera que os outdoors são “um absurdo”.
— Fico muito preocupado com o que pode acontecer na rua na quarta-feira. É injúria — afirmou.




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Cavalos Mangalarga Marchador




Belo Horizonte, 5 de maio de 2017

Nota de Apoio à PEC 304/2017

A Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) manifesta seu apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 304/2017, que propõe acrescentar um parágrafo à Constituição Federal, esclarecendo que as práticas desportivas que utilizem animais não são consideradas cruéis, desde que sejam manifestações culturais registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, devendo ser regulamentadas por lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos.

Para a ABCCMM, a aprovação da emenda é de grande relevância, pois, segundo dados da Câmara Setorial de Equideocultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o setor movimenta mais de R$ 16 bilhões no país e gera mais de 610 mil empregos diretos e indiretos.

A ABCCMM é hoje a maior associação de equinos da América Latina e possui mais de 13.200 associados, 600 mil animais registrados e 74 núcleos distribuídos no Brasil e no exterior.

A raça Mangalarga Marchador pode ser utilizada em exposições, concursos de marcha, enduro, lida com o gado, provas funcionais, cavalgadas planilhadas e de lazer em geral. Sua fácil atuação frente a obstáculos naturais é uma prova de sua aptidão para o trabalho e esportes em geral. 

O setor de Esportes da Associação realiza atualmente mais de 30 provas por ano pelo país, nas modalidades: Três tambores, Cinco Tambores, Seis balizas, Maneabilidade, Marchador Ideal, Equitação de Trabalho, Enduro e o Caminhos do Marchador, também conhecido como “A Cavalgada da Família”, que percorre diferentes regiões do país com o objetivo de avaliar o desempenho do conjunto cavalo e cavaleiro. O setor reúne mais de 1.200 competidores anualmente incluindo associados e familiares.

Diretoria ABCCMM

Informações para a imprensa:
Alexandre Penido -  alexandre@abccmm.org.br | (31) 3379-6140
Patrícia Righi – patricia.rezende@abccmm.org.br |(31)3379-6141/ (31)9.8346-7850

Cíntia Neves – cintia@interfacecomunicacao.com.br | (31) 3211-7509

Regularização de propriedades rurais à vista



MP da regularização fundiária é aprovada em comissão

Trabalho do deputado Colatto vai garantir a isenção na regularização de propriedades de até quatro módulos fiscais


Brasília, 4 de maio de 2017 - Foi aprovado nesta quarta-feira (03), na Comissão Mista, o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre a Medida Provisória 759/2016, que trata da regularização fundiária rural e urbana. 

O deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC), membro titular da Comissão, apresentou 16 emendas ao texto e considera esta a mais importante matéria enviada pelo Governo ao Congresso Nacional. “Estamos tendo a oportunidade de criar um sistema de ocupação territorial para o país, possibilitando a regularização de terras urbanas e rurais”, destacou.

A MP – agora transformada em Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº12 - define novas regras de regularização de imóveis para quem ocupa terreno da União ou particular. Na prática, a proposta facilita as condições para obter escritura por quem ocupa terreno pertencente à União. 

Hoje, de acordo com dados apresentados pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), 50% das áreas urbanas no Brasil estão irregulares, e o índice na área rural é ainda maior. 

Dentre as propostas apresentadas por Colatto ao relator da MP, está aquela que garante que famílias de baixa renda não terão que pagar pela regularização e a infraestrutura básica será financiada pelo poder público. 

Elas também ficarão isentas do pagamento do registro do terreno em cartório. Nas áreas rurais, serão isentos os donos das propriedades de até quatro módulos rurais. 

Como presidente da Frente Parlamentar da Desburocratização, o deputado Colatto reforça que a medida tem como principal foco, a eliminação da burocracia nos processos de regularização.

“Hoje, vemos assentamentos com mais de 30 anos que ainda não foram titulados. Precisamos resolver esse impasse, já que isso traz insegurança e uma série de prejuízos aos assentados, que não podem investir em suas propriedades para garantir seu sustento”, pontua. 

Dados apresentados durante os debates da comissão mista apontam que nos assentamentos da Reforma Agrária, atualmente há 700 mil famílias, destas, 85% não têm título definitivo. Neste sentido, a MP dá prazo de até 15 anos para que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) emancipe assentamentos rurais. 

O direito real de laje também foi disciplinado, permitindo que mais de uma unidade habitacional seja construída numa mesma área. De acordo com o texto, quem mora no primeiro andar terá uma matrícula e quem mora no segundo (a chamada laje), outra. 

Segundo a proposta, o dono do terreno poderá vender para outra pessoa o direito de construção de uma laje no imóvel, desde que a legislação urbanística da cidade e o projeto do imóvel permitam a construção.

O texto regulamenta ainda os condomínios fechados e a demarcação urbanística no procedimento de regularização fundiária urbana. Define também que os juros compensatórios na desapropriação de reforma agrária passam a corresponder aqueles que são devidos para os Títulos da Dívida Agrária (TDA) e não mais em 12% ao ano.


Tramitação
Aprovada na Comissão Mista, a MP seguirá para votação no plenário da Câmara dos Deputados e após, do Senado. As novas regras terão que ser aprovadas até 31 de maio.


ANEXO - FOTO: Deputado Valdir Colatto garantiu gratuidade na regularização de áreas rurais de até quatro módulos


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Assessoria de Imprensa deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC)
Brasília  (61) 3215 5516 /  (61) 99340 6503 – Aline Rechmann
Chapecó (49) 3328 1516 /  (49) 988830944 – Ana Paula Bourscheid (MTE/SC 04767) 


quinta-feira, 4 de maio de 2017

CNBB de sempre. Afinal, foi fundada por Dom Helder...



Agora CNBB critica "salvadores da pátria"

Brasil 04.05.17 18:30

Reunida em Aparecida, a cúpula da CNBB divulgou hoje uma nota sobre "o grave momento nacional".
Eis um trecho:
"Com o exercício desfigurado e desacreditado da política, vem a tentação de ignorar os políticos e os governantes, permitindo-lhes decidir os destinos do Brasil a seu bel prazer. Desconsiderar os partidos e desinteressar-se da política favorece a ascensão de 'salvadores da pátria' e o surgimento de regimes autocráticos."

É a mesma CNBB que foi determinante para a construção da imagem de Lula, o comandante máximo da ORCRIM, como "salvador da pátria".

Fonte: O Antagonista

Resfriamento global! Que penal! Bordeaux pode não ter a safra 2017





Geadas no fim de abril danificaram vinhedos em diferentes châteaux da região. Em alguns, a perda estimada é de 100% da produção


03 maio 2017 | 20:36por Isabelle Moreira Lima

Produtores de vinhos franceses estão desolados: depois de Champagne e da Borgonha, foi a vez de Bordeaux sofrer o efeito de temperaturas negativas em plena primavera. 
Segundo os vignerons, como são chamados os vitivinicultores franceses, os vinhedos da região foram acometidos pela pior geada em 25 anos. 
Para completar, o timing foi péssimo, pois graças a uma primavera prematura, as plantas já estavam em estado avançado de crescimento. Isso significa que os brotos “queimados” pelo gelo podem até renascer, mas não com a mesma qualidade. 

Vinhedos de Fronsac, em Gironde, Bordeaux, que teve a pior geada do século na última semana. Foto: Philippe Roy | Aurimages

O clima entre os produtores de Bordeaux é tão ruim – com o perdão do trocadilho – que são fortes os rumores de que a safra 2017 pode nem mesmo existir. No geral, há poucos dados sobre os estragos porque os produtores ainda estão tentando conter os efeitos da geada. 
Presidente do sindicato dos viticultores locais, Xavier Coumau escreveu em sua conta do Twitter que mandava boas vibrações para todos aqueles que lutam contra o congelamento de Bordeaux. Segundo ele, pelo menos metade da safra total foi perdida. 
Em entrevista por e-mail, Jean-Jacques Dubourdieu, diretor dos Domaines Denis Dubourdieu, nomeou sua mensagem como “lágrimas de gelo”. Três dos cinco châteaux que compõem seus domínios foram gravemente afetados: Clos Floridene, Château Haura e Château Cantegril.
Segundo ele, Cabernet Sauvignon e Sémillon, duas cepas que amadurecem mais tardiamente, são suas esperanças; enquanto Sauvignon Blanc e Merlot, as mais precoces, serão raras em 2017. “Não há o que fazer, não há o que dizer. Estou realmente triste”, afirma. 
Perdas foram registradas em Graves, Pessac, Listrac, Moulis, Margaux, Entre-Deux-Mers e em partes de Saint Emilion e de Pomerol.

Mas nem tudo é desespero. O CEO dos châteaux d’Yquem e Cheval Blanc, Pierre Lurton (leia ao lado), afirmou que nas duas propriedades as perdas foram mínimas. Já em seu projeto pessoal, em Entre-Deux-Mers, o prejuízo foi de 75% das safras. “Não consigo ficar bravo. É a natureza”, afirma. 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Katia Abreu: o que ela merecia!



Vaiada de pé



Em audiência pública no Senado para debater o Fundo de Apoio ao Trabalhador Rural (Funrural), há pouco, Kátia Abreu foi vaiada de pé ao ter sua presença registrada.

Fonte: O Antagonista

terça-feira, 2 de maio de 2017

A “Greve Geral”, O anti-Brasil e o Brasil autêntico


A “Greve Geral”, O anti-Brasil e o Brasil autêntico



Convocada por movimentos esquerdistas, a “greve geral” do dia 28 de abril malogrou. Foi um fiasco retumbante e vergonhoso.
Funcionários da prefeitura regional do bairro de Pinheiros (SP) dormiram no próprio estabelecimento com o receio de não conseguirem transporte no dia 28 para trabalharem…

O comércio funcionou apenas parcialmente, não por causa da adesão dos brasileiros à greve, mas por terem sido impedidos de circular por piqueteiros do PT, que criaram dificuldades aos meios de transporte. 
Escolas ficaram fechadas, mas tampouco por adesão dos alunos à greve, e muito menos de seus pais, mas devido à adesão de sindicatos de professores e à paralisação do transporte.
Ônibus incendiados e pneus queimados em ruas e rodovias a fim de impedir que os trabalhadores honestos pudessem exercer seus direitos; estabelecimentos depredados, placas de sinalização do trânsito arrancadas e lançadas contra vidraças; paus, pedras e garrafas jogados contra as forças de segurança; lixo espalhado pelas vias percorridas por grupelhos organizados e financiados por sindicatos filiados ao Partido dos Trabalhadores.
Fazendo um sintético balanço dessa sexta-feira de “greve geral”, sou levado a crer que da velha e enferrujada espingarda petista partiu mais um tiro que saiu pela culatra; mais um tiro no pé do próprio Lula, mais um prego no caixão do próprio PT.
Esse “tiro” atingiu também muitos padres da “esquerda católica” e bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O próprio secretário-geral da CNBB, D. Leonardo Steiner, pediu que seus membros apoiassem à CUT e os sindicatos que promoveram tal greve e recomendou que os colégios católicos aderissem à paralisação geral.
55ª Assembleia Geral da CNBB, reunida em Aparecida, de 26 de abril a 5 de mail [Foto CNBB]Nessa tentativa fracassada de incendiar o País, vimos que esses eclesiásticos em vez de pregarem a palavra divina de vida eterna para a salvação das almas, eles se meteram de cabeça para pregar — utilizando os mesmíssimos pretextos das esquerdas — sobre previdência social, leis trabalhistas e lucros das grandes empresas… 

Em vez de pregarem a harmonia evangélica entre as classes sociais, pregaram a luta de classes própria da arenga comunista. Atitude inconcebível que causou escândalo em muitas fileiras do laicato católico, indignadas com a posição marxista da CNBB, a qual elas responsabilizam, por exemplo, pelo abandono de igrejas e pelo êxodo de fiéis em benefício das seitas protestantes.

A propósito desta “greve geral”, cujo objetivo era lançar o Brasil em convulsões revolucionárias — que poderiam afundar o País num regime tipo “cubazuela” — recordemos um admirável apelo de Plinio Corrêa de Oliveira aos brasileiros, para não se deixarem arrastar pelas agitações subversivas.
Brasil da bondade, afetivo e cristão
        Plinio Corrêa de Oliveira
O povo brasileiro sempre foi conhecido como afetivo, ordeiro e pacífico. Tal feitio de alma lhe vem da tradição profundamente cristã. E constitui um nobre obstáculo a que a Nação se deixe levedar pelos fermentos revolucionários indispensáveis para o êxito do socialismo e do comunismo.
É por isto que as forças da desagregação e da desordem deitam tanto empenho em criar a ilusão do contrário, apresentando nossa população como desordeira, agressiva, revoltada.
Lanço um apelo para que o Brasil da bondade, o Brasil afetivo, o Brasil cristão continue idêntico a si mesmo, e não se deixe arrastar pelas solicitações da violência, seja física, seja moral. Nós brasileiros não somos afeitos à revolta e à subversão, ao contrário do que propalam os agitadores. E por mais razões que tenhamos para estar descontentes, procuramos resolver nossos problemas dentro da paz autêntica, da paz cristã que Santo Agostinho definiu lindamente como sendo a tranquilidade da ordem.
Nosso povo tem bem consciência dos imensos recursos e possibilidades do território nacional, e sabe que o aproveitamento de toda esta potencialidade através de um trabalho empreendedor e confiante, pode tornar o Brasil uma das primeiras nações do mundo no século XXI.
Trabalho que exige esforço árduo, ânimo forte. Mas não foi assim que nossos antepassados dilataram as fronteiras do País? Embora sem a comodidade oferecida hoje pelo progresso, eles galgaram serras, venceram florestas, atravessaram rios e transpuseram pântanos. E extraíram da terra, pelo plantio, pela criação e pela mineração, os recursos de que hoje vivem os brasileiros. Por que não podemos recobrar essa fibra, essa força de alma que nasce da Fé católica que eles nos legaram?
Não será, pois, com revoluções mortíferas, dissensões internas, tensões estéreis entre irmãos, de que haveremos de aproveitar as vastidões ainda inexploradas de nosso território. Mas é com esse espírito empreendedor, ordeiro e cheio de Fé, que podemos alcançar de Deus, por intermédio de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, a grandeza cristã, que deve ser a nossa, nas novas etapas históricas que se aproximam.

·         (Plinio Corrêa de Oliveira, Agitação social, violência: produtos de laboratório que o Brasil rejeita, Editora Vera Cruz, São Paulo, 1984, p. 44).