domingo, 25 de junho de 2017

A CNBB, mais uma vez, agrava a exclusão social



A CNBB, mais uma vez, agrava a exclusão social

Péricles Capanema

Em comunicado de 17 de maio o CIMI (Conselho Indigenista Missionário) agrediu o relatório da chamada CPI da FUNAI/INCRA (solicitou o indiciamento de 14 missionários), com expressões como as abaixo transcritas: “A CPI da FUNAI/INCRA mostrou-se parcial do início ao fim dos trabalhos.

Criada e relatada por ruralistas para atender os interesses ruralistas e atacar os povos originários. Descomprometidos com a verdade, os ruralistas tentam criminalizar mais de uma centena de lideranças indígenas, indigenistas, religiosos e cientistas sociais. 

Tentativa de retorno ao escravagismo no campo e venda do território brasileiro para estrangeiros por parte dos ruralistas [suposto objetivo dos deputados ruralistas e de seus apoiadores]. 

Chama a atenção a forma racista de os ruralistas se referirem a lideranças e povos indígenas. Trata-se de ranço colonialista que acentua o preconceito contra os povos originários de nosso país. Outrossim, preocupa a onda de massacres cruéis cometidos por fazendeiros e seus jagunços contra povos indígenas, quilombolas e camponeses Brasil afora”.

Longe da concórdia, que nasce da caridade, esse é o tom do órgão que supostamente coordena atividades de missionários, cuja missão é arrancar os indígenas do paganismo e conduzi-los ao Catolicismo. Labuta de pregação, convencimento, conversão, de fato, altamente civilizatória. Tarefa de harmonia e de inclusão.

Missão é uma coisa; trabalho efetivo, outra. Exemplo da atividade real: intolerante, o CIMI investe contra os fazendeiros. Alguém no Brasil acredita que exista “onda de massacres” promovidas por fazendeiros, dirigida contra índios, quilombolas e camponeses? E que os ruralistas procuram reinstalar a escravidão no campo e vender suas terras a estrangeiros? 

O órgão unido à CNBB prejudica os pobres ao jogá-los contra o agronegócio que está evitando a quebra do Brasil e a precipitação numa miséria como a da Venezuela e Cuba, para onde nos conduzirá a ação das correntes que apoiam o CIMI, como MST, CPT, CUT, entidades e partidos afins.

Uma entidade afim: a CNBB (para tristeza dos católicos). Em comunicado de 22 de junho a CNBB se apressou em defender o CIMI: 

“O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunido em Brasília - DF, nos dias 20 a 22 de junho de 2017, manifesta seu total apoio e solidariedade ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) diante das infundadas e injustas acusações que recebeu da Comissão Parlamentar de Inquérito, denominada CPI da Funai e Incra. 

"O indiciamento de missionários do CIMI é uma evidente tentativa de intimidar esta instituição tão importante para os indígenas. Tenha-se em conta ainda que as proposições da CPI se inserem no mesmo contexto de reformas propostas pelo governo, especialmente as trabalhista e previdenciária, privilegiando o capital em detrimento dos avanços sociais. Tais mudanças apontam para o caminho da exclusão social”. 

Assinam o documento dom Sérgio, cardeal-arcebispo de Brasília, dom Murilo, arcebispo de Salvador e dom Leonardo, bispo-auxiliar de Brasília, respectivamente, presidente, vice-presidente e secretário-geral da CNBB.

O avanço social no Brasil está ligado ao estímulo dos investimentos, tanto o público quanto o privado, os quais dependem fortemente de reformas sensatas nos âmbitos trabalhista e previdenciário. 

Fracassando, minguarão as aplicações, a produtividade tenderá a estacionar. Na prática, a proposta da CNBB petrifica o atraso. E, no bojo de outras de igual inspiração, favorecerá o retrocesso, com o agravamento da miséria. 

De passagem avanço social autêntico é o que propicia, com proporção, condições para que os membros do corpo social atinjam a plenitude de suas potencialidades e não o que favorece desnaturadas políticas igualitárias.

Dois pontos finais a destacar. Primeiro, convém ter em vista dados divulgados pela revista EXAME e em particular pelo dr. Evaristo de Miranda. Existem hoje no País 584 terras indígenas, ocupam 114.699.057 ha, por volta de 14% do território nacional. 

Deambulam no Brasil 869,9 mil indígenas, aproximadamente 0,42% da população. Os 0,42% povoam os 14% do território nacional a eles destinados? Que nada. Um em cada três dos índios (36,2%) reside nas cidades, 63,8% habitam áreas rurais. 

Entre os que estão fora das terras indígenas, só 12,7% falam alguma língua indígena. Dentre os íncolas das terras demarcadas, 78,9 mil se declaram de outra raça, dos quais 70% pardos. Dos 869,9 mil, 147,2 mil não sabem a qual etnia pertencem. Em geral vivem em casas. Nas terras demarcadas, 2,9% moram em ocas. 

Nas terras indígenas, a energia elétrica chega a 70,1% dos domicílios. 76,7 dos índios são alfabetizados em português. Resumo, o CIMI, força do atraso, em sua ação revolucionária, afirma defender um índio que quase não existe mais, se um dia existiu. A maioria deles, como o brasileiro em geral, quer é crescer na vida.


O segundo ponto registro alegre por dever de justiça. Em nenhum momento a CNBB afirma, houve unanimidade no Conselho Permanente. Levanta a suspeita de oposição interna mesmo que muda. 

A propósito, ainda, em março, dom Odilo, cardeal-arcebispo de São Paulo, marcou distância em relação às posições oficiais da CNBB: 

“Penso que de toda maneira há necessidade de reformas tanto na lei trabalhista como na lei da Previdência. Sim, acho que é necessário fazê-las e fazê-las bem”.



sábado, 24 de junho de 2017

Moçambique não pagou. Adivinhe quem vai pagar essa conta de Lula?



Adivinhe quem vai pagar essa conta de Lula?



Foi no governo Lula que a estratégia de apoiar projetos de empreiteiras no exterior ganhou impulso.

Um dos resultados: o governo de Moçambique não pagou duas parcelas do financiamento de US$ 125 milhões que o BNDES deu para construção do aeroporto de Nacala, obra concluída pela Odebrecht em 2014, informa a Folha.

Prejuízo: mais de US$ 15 milhões, subindo.

"Como a operação teve aval do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), o Tesouro, que administra o fundo, foi acionado para ressarcir o BNDES, e o prejuízo sobrou para o contribuinte brasileiro."


Alguém tinha dúvida?

Fonte: O Antagonista

Sabãozinho, sabãozinho, de burguês gordinho! ...



Cuba, uma revolução decrépita e rabugenta

por Percival Puggina

 Em 1959, meus pais vieram morar em Porto Alegre. Aqui estavam as universidades e os melhores colégios públicos que para elas preparavam seus alunos. 

No topo da lista, o Colégio Estadual Júlio de Castilhos e seus excelentes professores. Por ali passaríamos os sete irmãos, cada um ao seu tempo. Era impossível, na efervescência intelecto-hormonal e no dinamismo da política estudantil dos anos 60, ficar imune aos debates e às disputas entre as distintas e "sólidas" convicções dos adolescentes às voltas com suas espinhas. 

Foi nesse ambiente que ouvi, pela primeira vez, afirmações que repercutiriam através de sucessivas gerações de brasileiros: nosso país, a exemplo de outros, era subdesenvolvido por causa do imperialismo norte-americano, do capitalismo, da ganância empresarial e da remessa de lucros para o estrangeiro. 

Desapropriação e nacionalização compunham palavras de ordem e o fogoso Leonel Brizola se encarregava de agitar a moçada com inflamados discursos a respeito.

 Para proporcionar ainda mais calor àquela lareira ideológica, Fidel Castro, montado num tanque, passara por cima dos supostos males causados pela burguesia e - dizia-se - colocava Cuba no limiar do paraíso terrestre. Derrubara uma ditadura e implantava o comunismo na ilha. 

Cá em Porto Alegre, nos corredores do Julinho, os mais eufóricos desfilavam entoando "Sabãozinho, sabãozinho, de burguês gordinho! Toda vil reação vai virar sabão!". A efervescência tinha, mesmo, incontidas causas hormonais.

Em meados de 2015, o New York Times publicou matéria repercutida pelo O Globo sobre as expropriações e nacionalizações promovidas pela revolução cubana em seus primeiros três anos. 

Menciona vários contenciosos que se prolongam desde então, envolvendo, entre outros, o governo espanhol, uma entidade representativa dos interesses dos cidadãos espanhóis, os Estados Unidos, bem como empresas e cidadãos norte-americanos e cubanos. Todos tiveram seus haveres confiscados, expropriados e, em muitos casos, surrupiados por agentes públicos. 

Ao todo, dois milhões de pessoas abandonaram a ilha, deixando para trás seus bens. Muitos, como a nonagenária Carmen Gómez Álvarez-Varcácel, que falou ao NYT por ocasião dessa reportagem, tiveram tomadas as joias de família que levavam no momento em que abandonavam o país. 

Segundo a justiça revolucionária, tudo era produto de lucro privado e merecia ser expropriado. Quem, sendo contra, escapasse ao paredón, já estava no lucro. Um estudo da Universidade de Creighton fala em perdas de US$ 6 bilhões por parte de cidadãos norte-americanos. As pretensões espanholas chegariam a US$ 20 bilhões.

No discurso da esquerda daqueles anos, e que se reproduz através das gerações, Cuba, tinha, então, o paraíso ao seu dispor. Sem necessidade de despender um centavo sequer, o Estado herdou todo o patrimônio produtivo, tecnológico e não produtivo de empresas privadas e de milhões de cidadãos. 

Libertou-se a ilha da dita exploração capitalista. O grande vilão ianque foi banido de seu território. Extinguira-se, de uma só vez e por completo, a remessa de lucros. A maldosa burguesia trocara os anéis pelos dedos. Tudo que o discurso exigia estava servido de modo expresso, simultâneo, no mesmo carrinho de chá.

Cuba, no entanto, mergulhou na miséria, no racionamento, na opressão da mais longa ditadura da América, na perseguição a homossexuais, na discriminação racial e na concessão a estrangeiros de direitos que, desde então, recusa ao seu povo. 

Por outro lado, enquanto, em nome da autonomia dos povos, brigava como Davi com bodoque soviético contra os Estados Unidos, treinava e subsidiava movimentos guerrilheiros centro e sul-americanos, e intervinha militarmente em países africanos a serviço da URSS.

O recente recuo político promovido por Trump nos entendimentos com a alta direção de Castro&Castro Cia. Ltda. leva em conta aspectos que foram desconsiderados por Obama e pelo Papa Francisco, tanto na política interna da ilha quanto nos contenciosos nascidos naqueles primeiros atos da revolução. 

Não posso ter certeza sobre quanto há de proteínas democráticas na corrente sanguínea de Trump animando essa decisão. Mas não tenho dúvida, porque recebo informações a respeito, que os milhões de cubanos na Flórida conhecem como ninguém a opressão política, a coletiva indigência, a generalizada escassez e a falta de alternativas que sombreia sucessivas gerações de seus parentes sob o jugo de uma revolução velha e velhaca, decrépita e rabugenta. E essa pressão política pesa muito por lá.


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Brasil venderá a Amazônia para Noruega e Alemanha por R$ 2,8 bilhões?



Brasil venderá a Amazônia para Noruega e Alemanha por R$ 2,8 bilhões?

O presidente do Brasil, Michel Temer, desembarca na Noruega onde prestará contas ao rei dos esforços de comando e controle do Brasil destinados a proteger a Amazônia dos brasileiros amazônidas

Depois da viagem oficial feita à Rússia, o presidente Michel Temer desembarcou hoje em Oslo, capital da Noruega, principal país financiador do Fundo Amazônia, com repasses de R$2,8 bilhões. 

A questão ambiental está entre os assuntos a serem tratados nas reuniões com as autoridades locais. Hoje (22), o presidente brasileiro se encontra com investidores noruegueses. Amanhã (23), Temer reúne-se com o Rei Harald V, com a primeira-ministra, Erna Solberg, e com o presidente do Parlamento, Olemic Thommessen.

Na semana passada, o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Vidar Helgesen, enviou uma carta a seu colega brasileiro, Sarneyzinho Filho, ameaçando cortar os repasses de petrodólares noruegueses ao Brasil se o Governo não tomasse medida que protejam a Amazônia dos brasileiros que vivem na região.

Segundo o norueguês, a ação do Brasil de proteger a Amazônia dos brasileiros “determinará o futuro de nossa parceria baseada em resultados”. Mais adiante no texto, ele expressa o temor de que os bilhões de reais doados pela Noruega e pela Alemanha em troca da preservação da Amazônia “tenham tido um impacto apenas temporário”.

Ao portal alemão Deutsche Welle, o ministro norueguês disse que os repasses da Noruega ao Brasil podem ser reduzidos. "Nosso programa de doação é baseadoem resultados. Isso significa que, se o desmatamento está subindo, haverá menos dinheiro".


Há duas semanas, a embaixadora da Noruega no Brasil, Aud Marit Wiig, também adotou tom crítico pouco usual na diplomacia, ao comentar a questão em entrevista ao jornal Valor Econômico. "A criação de áreas protegidas foi uma medida muito eficiente para manter a floresta. 

E quando se enfraquece esse instrumento, tememos que os resultados possam ser negativos. "Estamos preocupados. O serviço de redução de emissões de CO2 que o Brasil entrega é muito importante. O que vai acontecer, provavelmente, é uma redução no dinheiro (repassado ao Brasil)", disse ainda.

Na mesma entrevista, o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, também manifestou descontentamento do governo alemão, outro financiador do Fundo Amazônia. "Vemos como problemáticos os sinais de redução na proteção da floresta. 

É claro que isso não tem impacto positivo no governo Merkel e também nos membros do Parlamento, que estão se perguntando o que se está fazendo com esse dinheiro público", disse Witschel.

Já para o embaixador do Brasil na Noruega, George Prata, como o Brasil tem um importante patrimônio natural, os noruegueses (que exportam burras de petróleo) ajudam a financiar parte da proteção a essa riqueza. "Nos últimos anos, a Noruega contribuiu com quase US$ 1 bilhão para programas de conservação e desenvolvimento sustentável na Amazônia", explica o embaixador genuflexo.

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A Noruega é um dos maiores produtores e exportadores e petróleo do planeta e o oitavo maior investidor estrangeiro no Brasil, com presença no setor de energia. 

Atualmente, há 89 projetos no âmbito do Fundo Amazônia boa parte deles financiando o aparato de repressão ambientalista de organizações governamentais e não governamentais. O Fundo é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com o Palácio Planalto, Temer buscará, nesses encontros, ampliar o comércio entre o Brasil e a Noruega. Há também interesse em avançar nas negociações para um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), grupo integrado por Noruega, Islândia, Liechtenstein e Suíça. A viagem de retorno a Brasília está prevista para a noite desta sexta-feira.

Foto: Beto Barata/PR

Em tempo, por que a Noruega enviaria um Exército para invadir a Amazônia, queimar máquinas, embargar as terras dos brasileiros e expulsá-los de suas casas, se o país pode pagar para fazer isso com os agentes do Ibama, da nossa polícia federal e de ONGs?


Noruega financia repressão ambiental contra o povo brasileiro na Amazônia
Funcionário do Ibama em ação de repressão ambiental contra o povo da Amazônia

Dados repassados pelo Ibama ao jornal O Estado de São Paulo mostram que, entre janeiro de 2006 e junho de 2017, a região da BR-163, no sudeste do Pará, foi alvo de 2.662 autos de infração emitidos pelo órgão federal, um volume que só cresceu nos últimos anos, chegando a 435 multas liberadas apenas em 2015. As ações do Ibama são parcialmente financiadas pela Noruega por meio dos repasses ao Fundo Amazônia. Clique aqui e entenda.

Dos 2.662 autos na região, 298 foram emitidos ao colonos amazônidas que passaram a estar ilegais com a criação da Floresta Nacional do Jamanxim em 2006. O órgão público melhor estruturado na cidade de Novo Progresso, no Pará, é o escritório do Ibama. Não há ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência na cidade, mas o escritório do Ibama dispõe de um helicóptero.

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Em um encontro em Oslo, no final de outubro do ano passado, a pedido do Ministro do ½ ambiente, Sarneyzinho Filho, Noruega e Alemanha concordaram com o uso de recursos do Fundo Amazônia para o financiamento de ações de fiscalização na Amazônia. Originalmente o Fundo tinha o objetivo de financiar ações de incentivo econômico a proteção ambiental.

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A transformação da zona ocupada por pessoas da Floresta Nacional do Jamanxim em Área de Proteção Ambiental (APA), tornaria possível compatibilizar a proteção ambiental com as atividades produtivas. Mas os ambientalistas e o governo da Noruega são contra. Para eles, a zona ocupada deve permanecer como Floresta Nacional, o que levaria à expulsão dos colonos.


No início desta semana, antes de partir para a Noruega, um financiadores da repressão ambiental na Amazônia, o presidente Michel Temer vetou a Medida Provisória 756, que resolvia essa situação. Uma proposta semelhante deve ser enviada hoje ao Congresso, na tentativa de que a solução seja aprovada como projeto de lei em regime de urgência.

Foto: Felipe Werneck - Ascom/Ibama



Não precisamos nem queremos dinheiro da Noruega para se intrometer aqui!




Atuação da Noruega na Amazônia incomoda o Exército Brasileiro

O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, disse nesta quinta-feira (22) em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), que ficou incomodado com a admoestação da Noruega ao presidente Michel Temer. "Me incomodou muito ver hoje a reportagem... o Presidente Temer está indo à Noruega e vai levar puxões de orelha da Noruega porque a Noruega doou U$ 3 bilhões de dólares para a preservação, o Fundo Amazônia, e o Brasil não está cumprindo as suas tarefas".

Em visita oficial à Noruega o Presidente Michel Temer foi cobrado em relação as contrapartidas ao dinheiro "doado" ao Brasil pelo país nórdico, que um grande exportador de petróleo. O recurso, que deveria ser usado para incentivar a conservação da Amazônia, está servindo para financiar as ações de repressão do Ibama contra os brasileiros que vivem na região. Durante a vista, Temer foi informado que as doações serão cortadas pela metade em retaliação a glumas medidas no Governo na região.

Em resposta aos Senadores da Comissão de Relações Exteriores, o comandante do Exército fez uma avaliação profunda da atuação de ONGs internacionais na Amazônia. Segundo ele, o Brasil tem uma fraca percepção do que chamou de "fronteiras virtuais" e por essa razão sofre constantes invasões em sua soberania sem perceber.

Como exemplo de invasão dessas fronteiras virtuais, Villas Boas mencionou a visita que o Rei Harald V, da Noruega, fez a uma aldeia na Amazônia sem fazer qualquer comunicado às autoridades brasileira como se a Terra Indígena fosse um estado autônomo.


Veja a declaração do General Villas Bôas:

Esse final de semana publicarei um vídeo mais longo e uma avaliação mais aprofundada das declarares do general Eduardo Villas Bôas.

Veja também:
Brasil venderá a Amazônia para Noruega e Alemanha por R$ 2,8 bilhões?

Noruega financia repressão ambiental contra o povo brasileiro na Amazônia
 


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Golpe de caneta nocauteia Joesley e deixa Lula grogue


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Golpe de caneta nocauteia Joesley e deixa Lula grogue
Sem sair da cadeia em Curitiba, Eduardo Cunha deixou em frangalhos as fantasias criadas pelo dono da JBS para livrar do castigo o ex-presidente
Por Augusto Nunes

(Montagem/Reprodução)

Ao resumir numa carta manuscrita o encontro com Lula na casa de Joesley Batista, ocorrido  em 26 de março de 2016, e revelar que o trio se reuniu para confabular sobre o impeachment de Dilma Rousseff, o prisioneiro Eduardo Cunha desferiu um golpe de caneta que deixou grogue um esquartejador da verdade e levou novamente às cordas a alma viva mais cínica do Brasil. 
No fim de semana, na entrevista a Diego Escosteguy, Joesley repetira que só viu Lula a um metro de distância duas vezes ─ em 2006 e 2013, quando se limitaram a trocar ideias exemplarmente republicanas. Nesta segunda-feira, foi obrigado pelo ex-presidente da Câmara a confessar que esteve com o chefão “em outras ocasiões” ─ certamente para tratar de negócios nada republicanos.
É o começo do fim da farsa encenada pelo açougueiro predileto de Lula e do BNDES. É o que faltava para o sepultamento da meia delação premiadíssima. Ou Janot rasga a fantasia e admite que não pretende investigar a organização criminosa que patrocinou a entrada de Joesley no clube dos bilionários ou reduz a farrapos as fantasias do dono da JBS com a convocação para uma nova série de depoimentos.
 É hora de forçá-lo a abrir o bico sobre o bando que, nas palavras do próprio depoente, institucionalizou a corrupção no país. A insistência em vender Lula e seus comparsas como exemplos de honradez é uma forma de implorar pela pronta interdição do direito de ir e vir.
No texto escrito de próprio punho na cadeia em Curitiba, Cunha tornou a exibir a vocação para arquivista. “Ele fala que só encontrou o ex-presidente Lula por duas vezes, em 2006 e 2013”, lembra o signatário. “Mentira. 

Ele apenas se esqueceu que promoveu (sic) um encontro que durou horas, no dia 26 de março de 2016, Sábado de Aleluia, na sua residência na rua França, 553, em São Paulo, entre eu (sic), ele e Lula, a pedido do Lula, a fim de discutir o processo de impeachment, ocorrido em 17 de abril, onde pude constatar a relação entre eles e os constantes encontros que eles mantinham”.

A profusão de minúcias deixa claro qual dos dois está mentindo. Para facilitar o trabalho de jornalistas e policiais incumbidos de checar as informações contidas na carta, o ex-deputado oferece meia dúzia de testemunhas. Que tal ouvir os seguranças da Câmara que o escoltaram na incursão por São Paulo? Que tal uma visita à locadora do veículo usado por Cunha para deslocar-se pela capital paulista? 

O Brasil decente torce para que seja longa e reveladora a briga de foice entre integrantes de duas organizações criminosas ─ ORCRINS, prefere Joesley ─ que roubaram em perfeita harmonia até o divórcio consumado pelo despejo de Dilma Rousseff.


Tomara que todos os bandidos contem tudo o que sabem uns dos outros. E que o bate-boca continue nas cadeias onde estarão alojados os corruptos, hoje desavindos, que a partir de 2003 produziram juntos a maior sequência de assaltos aos cofres do Brasil registrada desde o Descobrimento.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Ninguém preserva mais a vegetação nativa do que os produtores rurais



Agricultura lidera preservação no Brasil

Ninguém preserva mais a vegetação nativa do que os produtores rurais

Evaristo de Miranda

Grande produtor de alimentos, energia e fibras, o Brasil é uma potência em preservação ambiental, com mais de 66% de seu território recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados. Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão...), fibras (algodão, celulose...) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas...) ocupa 9% do País. Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%)!

Esses dados, da Embrapa, resultam principalmente das informações tabuladas do Cadastro Ambiental Rural, o CAR, criado pela Lei 12.651/12, o novo Código Florestal, que acaba de completar cinco anos. Mais de 4,1 milhões de imóveis rurais, somando uma área superior a 410 milhões hectares, estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

Os agricultores informaram detalhadamente, num mapa com base em imagens de satélite e em diversas fichas, todo o uso e ocupação de suas terras, em conformidade com o Código Florestal. É como se ao declarar o Imposto de Renda o contribuinte informasse a planta da casa, a disposição de cada móvel, o uso de cada cômodo e ainda, na Amazônia, por exemplo, deixasse claro que não utiliza 80% de seu apartamento a título de reserva legal. E que cuida de tudo e paga impostos, mesmo sobre o que lhe é vedado usar.

Em 1.º de fevereiro publicamos no jornal O Estado de S. Paulo os primeiros resultados do CAR (Cadastro Ambiental Rural: a hora dos fatos). Agora, os dados finalizados pela Embrapa demonstram o papel único da agropecuária na preservação ambiental.

No Sul, as unidades de conservação e as terras indígenas, juntas, protegem 2%, enquanto os produtores preservam 17% da região nos imóveis rurais. As áreas preservadas pelos agricultores superam em mais de oito vezes as protegidas. Considerando apenas a área agrícola, os produtores preservam 26% das terras, número bem superior à exigência do Código Florestal.

No Sudeste, ainda sem disponibilidade dos dados do Espírito Santo, os produtores preservam um território equivalente a 17% da região, em vegetação nativa e ecossistemas lacustres e palustres. Já as áreas protegidas equivalem a 4%. Na área rural, eles preservam 29% de suas terras, também bem acima da exigência do Código Florestal.

No Centro-Oeste, ainda sem disponibilidade dos dados de Mato Grosso do Sul, os produtores preservam em seus imóveis um território equivalente a 33% da região, ante 14% em áreas protegidas. Mais uma vez, no conjunto da área agrícola, os produtores preservam um porcentual superior à exigência do Código Florestal: 49% das terras, praticamente a metade.

No Norte, no Estado do Tocantins a agricultura preserva o dobro da área total de unidades de conservação e terras indígenas: 20% ante 10%. E em seus imóveis os produtores apresentam uma taxa de preservação da vegetação nativa de 56%! Esse é o único Estado da região não inserido integralmente no bioma Amazônia. Nos Estados amazônicos a proteção ambiental é muito abrangente: 71% do Amapá, 53% do Amazonas e 50% do Pará – além de amplos territórios recobertos por floresta tropical em terras devolutas.

No Nordeste, estima-se que apenas 36% dos imóveis rurais se tenham cadastrado no CAR. Isso limita a interpretação do uso das terras. Mas basta para indicar o papel dos agricultores na preservação da vegetação. Na maioria dos Estados nordestinos, os produtores preservam mais de 50% da área de seus imóveis, quando a exigência é de 20% (salvo em parte do Maranhão). A área preservada por essa parcela de agricultores cadastrados já representa cerca de 20% da região, enquanto as áreas protegidas conservam menos de 10%. É provável que os agricultores nordestinos preservem três vezes mais territórios na Mata Atlântica, na Caatinga e nos Cerrados do que todas as unidades de conservação e terras indígenas da região, juntas.

E se ao total das áreas de vegetação nativa preservada forem agregadas as pastagens nativas? Ninguém plantou a vegetação do Pantanal, do Pampa, da Caatinga, dos Cerrados e dos campos de altitude exploradas de forma sustentável pela pecuária. Essa vegetação nativa é mantida em equilíbrio pela pecuária há séculos. Com essa vegetação conservada se chega a quase 75% do território nacional.

Não há, no Brasil, nenhuma categoria profissional – minerador, médico, professor, industrial, militar, promotor, economista ou funcionário – que preserve tanto o meio ambiente como os agricultores. Salvo na Amazônia, não existe nenhuma instituição, secretaria de Estado, órgão federal ou estadual, empresa privada ou organização não governamental que preserve tanta vegetação nativa como os produtores rurais. E contra os quais – pasmem! – algumas instituições ainda pretendem organizar uma verdadeira “inquisição informatizada” para analisar a situação ambiental de cada um no Programa de Regularização Ambiental (PRA), que sucederá ao CAR.

Esse enorme esforço de preservação nos imóveis rurais beneficia toda a Nação. A responsabilidade e os custos decorrentes da imobilização e da manutenção dessas áreas recaem inteiramente sobre os produtores, sem contrapartida da sociedade, principalmente dos consumidores urbanos. A Embrapa calculará o valor e o custo de toda essa área imobilizada. Desde 1990 se fala em pagar por serviços ambientais. Esse conto de fadas até hoje não foi efetivado. Cidadãos estão dispostos a protestar pelo meio ambiente em zona rural, mas não cogitam de pagar por isso. Destes os produtores esperam, no mínimo, menos demonização de suas atividades, maior conhecimento de sua realidade e o justo reconhecimento. É sempre bom lembrar que vilão e vileza derivam de vila, cidade.

*Doutor em ecologia, é chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite


Fonte: O Estado de São Paulo

domingo, 18 de junho de 2017

Qual a relação entre o MST e o desmatamento da Amazônia?



Qual a relação entre o MST e o desmatamento da Amazônia?


Brasília (17/05/2017) – Fiscalização realizada por agentes do Ibama na gleba Rio Preto, localizada na Fazenda Santa Rosa,em Mato Grosso (MT), resultou na apreensão de dois caminhões, um trator de esteira e 32,3 metros cúbicos de madeira in natura.

A propriedade, que possui cerca de 1,3 mil hectares de floresta nativa, foi invadida em 2015 e tem sido alvo de extração ilegal de madeira, desmatamento e grilagem para conversão das áreas em pasto. Infratores retiram toras de valor comercial, plantam capim e comercializam cada alqueire (2,4 hectares) por até 15 mil reais, sem possuir título de propriedade.

A equipe técnica do Ibama em Mato Grosso estima que, na região noroeste do estado, cerca de 200 mil hectares de florestas nativas sejam atingidas de alguma forma pela grilagem. Cerca de 90% dessa área corresponde a propriedades tituladas, invadidas recentemente ou em algum estágio do processo de reintegração de posse. Em uma das propriedades fiscalizadas a área desmatada chega a 1,5 mil hectares.

O chefe da Unidade do Ibama em Juína (MT), Evandro Selva, avalia que a falta de informações sobre a documentação necessária para a venda dos terrenos, associada à expectativa de regularização, favorecem a ilegalidade.

A grilagem de terras (tituladas ou não) na região noroeste do estado do Mato Grosso é um dos fatores que impulsionam o desmatamento ilegal, aponta a superintendente do Ibama em Mato Grosso, Lívia Martins.

Toda a madeira apreendida pelo Ibama foi doada à prefeitura de Juína.

Assessoria de Comunicação do Ibama
(61) 3316-1015
Foto: Ibama.

Em tempo, a exceção do título, o texto foi integralmente reproduzido da página oficial do Ibama, inclusive a foto. Os ambientalistas no Brasil fizeram algumas alianças no passado com indígenas e o movimento dos sem terra. Hoje, mais de 90% do desmatamento na Amazônia é causado por esses grupos e os ecólatras continuam perseguindo os mesmos inimigos de antes.



sábado, 17 de junho de 2017

França: os verdes vão para o mato (sem cachorro)


Eleições francesas: os verdes vão para o mato

Nelson Ribeiro Fragelli


As eleições presidenciais deste mês na França revelaram uma rejeição a dois engodos demagógicos: o socialista e o ecologista. O Partido Socialista Francês corre o risco de desaparecer. Perdeu mais de 260 deputados. E os verdes do Partido Ecologista não ficaram atrás nessa queda livre. Dos 459 candidatos, apenas um poderá ainda vir a ser eleito no segundo escrutínio das eleições parlamentares no dia 18 de junho. Os verdes se tingem sempre de vermelho, aliando-se aos socialistas ou aos comunistas. Desta vez a escolha de pigmentação foi má, pois os socialistas franceses obtiveram apenas 7,4% dos votos, e os comunistas 2,7%.

Já se foram os tempos em que a falácia do aquecimento global e do degelo nos polos encontrava crédulos ingênuos. Se há cinco anos o Partido Ecologista tinha 17 deputados e dois ministros nomeados pelo presidente Hollande, nas últimas eleições um desses ministros — a então presidente do Partido, Cécile Duflot, da pasta da Igualdade Territorial e da Habitação — ficou em terceiro lugar em sua circunscrição, longe do primeiro colocado, um jovem de apenas 28 anos. Antigos militantes ecologistas que deixaram o partido verde e se apresentaram como candidatos de outros grupos políticos de esquerda conseguiram eleger-se.

Os franceses sentem-se ameaçados: em sua coesão nacional, pela imigração desmesurada; em sua coesão familiar, pela educação escolar; em sua coesão econômica, pela administração confiscatória socialista. Paira no ar um grave sentimento de injustiça. Suas preocupações, portanto, vão bem além da preservação de insetos, da tosse dos pássaros ou da pretensa diminuição das florestas. E por isso não fizeram dos verdes seus representantes no Parlamento, deixando-os no mato.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Para a CNBB agronegócio gera pobreza e fome, mas a realidade é outra...



Luis Dufaur
  
A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante














A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar e implica importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos. Outra grande economia, o Japão, teve que importar US$ 68,9 bilhões. E a gigantesca China flagelada por uma reforma agrária socialista e confiscatória bateu recorde com US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, doutor em Ecologia e Chefe Geral de Monitoramento por Satélite da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), e publicados em artigo da “Revista Agro DBO”. 

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, sobre um não menos fantasioso excesso de habitantes acrescidos de uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

Só a nossa produção de grãos é suficiente para alimentar quatro vezes a população brasileira ou mais de 850 milhões de pessoas. 
Mais de 40 milhões de toneladas de frutas por ano. Foto no CEAGESP



Além de grãos, o Brasil produz anualmente cerca de 35 milhões de toneladas de tubérculos e raízes (mandioca, batata, inhame, batata-doce, cará, etc.). Comida básica para mais de 100 milhões de pessoas.

Acrescentem-se mais de 40 milhões de toneladas de frutas, entre as quais 7 milhões de toneladas de banana, ou uma banana/habitante/dia. A laranja e outros citros totalizam 19 milhões de toneladas/ano. E cresce todo ano a produção de uva, abacate, goiaba, abacaxi, melancia, maçã, coco…

Hortaliças?: 10 milhões de toneladas por ano, com uma diversidade impressionante, resultado do encontro da biodiversidade nativa com os aportes de verduras, legumes e temperos trazidos por portugueses, espanhóis, italianos, árabes, japoneses, teutônicos. E por aí vai longe.

Cerca de um milhão de toneladas de castanhas, amêndoas, pinhões e nozes, além dos óleos comestíveis, da palma ao girassol, e de uma grande diversidade de palmitos. E se não bastar, 34 milhões de toneladas de açúcar/ano. 

Por isso, o especialista conclui que a produção vegetal do Brasil já alimenta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo, usando apenas 8% do território nacional.

E depois vem a produção animal. Em 2015, o País abateu 30,6 milhões bovinos, 39,3 milhões de suínos e quase 6 bilhões de frangos. Quer dizer, produziu cerca de 25 milhões de toneladas de carnes! 
                    35,2 bilhões de litros por ano. Gado leiteiro da fazenda Agrindus





O consumo médio de carne dos brasileiros é da ordem de 120 kg/habitante/ano ou 2,5 kg por pessoa por semana. 

Desses, 42 kg/habitante/ano são de carne bovina; 45 kg de frango e 17 kg de suínos, além do consumo de ovinos e caprinos (muito expressivo no Nordeste e no Sul), de coelhos, de outras aves (perus, angolas, codornas…).

Há ainda os peixes, camarões e crustáceos (cada vez mais produzidos em fazendas), além de outros animais.

Em matéria de leite, o Brasil produziu 35,2 bilhões de litros (contra 31 bilhões de litros de etanol); 4,1 bilhões de dúzias de ovos e 38,5 milhões de toneladas de mel em 2015.

Em 50 anos, observa Evaristo de Miranda, de importador de alimentos o Brasil se tornou uma potência agrícola, o preço dos alimentos caiu pela metade, permitindo à grande maioria da população o acesso a uma alimentação saudável e diversificada, e a erradicação da fome.



CNBB, MST e verdes contra a verdade conhecida enquanto tal


Essas realizações são também fruto da modernização agrícola.

O que teria ocorrido na sociedade sem esse desenvolvimento da agricultura? Certamente, uma sucessão de crises intermináveis. 

Portanto, devemos agradecer todos os dias aos agricultores pelo seu esforço de modernização e por tudo que fazem pelo País. 

A Nação e suas lideranças devem assumir a promoção e a defesa da agricultura e dos agricultores, com racionalidade e visando ao interesse nacional.

Mas, acrescentamos nós, não é isso o que fazem os ativistas embandeirados de vermelho e símbolos socialistas, ou os pretensos arautos “verdes”. Nem sequer aqueles órgãos da CNBB criados para subverter a vida nos campos e nas cidades.