segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O homem do campo (III)

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À sombra das foices
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Pe. David Francisquini

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Em artigos anteriores tive a oportunidade de escrever sobre meus agradáveis e proveitosos contactos com o homem do campo de nossa região. Ele faz parte do Brasil profundo, do Brasil brasileiro. Todo o panorama que o envolve – como já tive ocasião de ressaltar – serve de lição para o reino dos céus: a semente lançada na terra, os pássaros, os lírios dos campos, a serpente...
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Pode-se dizer que o trabalhador rural tem hoje muitos de seus direitos assegurados por lei, mas não é menos verdadeiro que lhe foi retirado um direito fundamental, qual seja o de se enriquecer na terra. Isso porque o governo acabou com a instituição do meeiro, do parceiro, cerceando assim a possibilidade do camponês construir um patrimônio.
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Grosso modo, pode-se afirmar que o êxodo rural começou no momento em que as lantejoulas dos empregos na indústria se acenderam nos grandes centros urbanos, erradicando os camponeses da terra onde nasceram e trasladando-os para a vida urbana – aliás, muito pouco urbanizada nas periferias onde eles iam morar. Conseqüência gritante dessa ruptura foi a desintegração de suas famílias.
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Contudo, a legenda do camponês enquanto empreendedor, honesto, independente e com senhorio encontra-se tão presente na mentalidade de nosso povo, que os homens da cidade, sejam profissionais liberais, comerciantes, industriais ou políticos sentem que lhes ficaria faltando algo na personalidade se não possuíssem um pedaço de terra.
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Foi o que pude observar no meu mais recente giro pelos campos. Médicos, advogados, funcionários públicos sempre procuram ter sua terra, onde criam gado e plantam cereais ou frutas. Foi assim que cheguei a entender o tamanho do ódio que certos revolucionários socialo-comunistas e ecologistas têm de nossa estrutura agrária.
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Tais revolucionários compreendem perfeitamente o que resta de ordem natural e da civilização cristã de outrora em nosso interior e, por isso mesmo, querem erradicar tais restos de nosso meio rural. Eles o fazem através da propalada Reforma Agrária e dos movimentos ditos sociais como o MST, que agem não mais à sombra de cruzes ostentadas ad hoc por “padres de passeata e freiras de mini-saia”, mas da foice e do martelo.
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Não são mais as lantejoulas da indústria nos grandes centros que acenam para os homens do campo, mas a demagogia que mentirosamente os convida a se tornarem proprietários rurais mercê da distribuição de terras pelo Estado.
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Na verdade, eles nunca receberão o título de propriedade como jamais passarão de meros posseiros do INCRA, sem qualquer estabilidade e condição de progresso. Tais lantejoulas não passam de isca lançada pelas esquerdas aos incautos, numa tentativa de cooptá-los para a revolução social que os conduzirá ao ódio a Deus e à sua santa religião.


Digressão internacional

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xEleições em Honduras e
Ahmadinejad
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Após 5 meses de turbulência, Honduras realizou ontem suas eleições, passo que o governo Lula tentou de todos os modos impedir. Com efeito, Zelaya é agora um cadáver político “hospedado” na embaixada do Brasil.
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Chávez qualifica as eleições de farsa e o Brasil continua a não querer reconhecer o resultado das mesmas, quando muitos países do mundo, a começar pelos Estados Unidos, o vão fazer.
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O governo Lula parece apostar na crise interna e talvez se apreste a trabalhar por isso. Para a cúpula que tomou conta de nossa diplomacia só existe uma solução: a rendição de Honduras ao socialismo do século XXI.
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De um lado, o “lulo-chavismo” afronta o Estado de Direito em Honduras, e de outro, sorrisos cúmplices e abraços fraternos ao ditador islamo-fascista Ahmadinejad.
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Fato que o editorial do jornal La Prensa de Honduras não deixou de assinalar ao comentar a dupla moral (ou a imoralidade) diplomática de Lula.
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Fonte: Radar da Mídia // Foto: OESP


domingo, 29 de novembro de 2009

Escândalo científico - Climagate

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Cientistas não são santos

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A uma semana da conferência sobre mudança do clima em Copenhague, os "céticos" do aquecimento global marcaram um tento.
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Conseguiram meter uma cunha na credibilidade dos que defendem que ele é uma realidade e que a ação do homem ("antropogênica") é decisiva para agravar o efeito estufa.
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O caso já ganhou apelido: "climagate". Hackers não identificados puseram na rede cerca de mil mensagens de e-mail e uns 3.000 documentos surrupiados de um servidor da Unidade de Pesquisa do Clima (CRU, em inglês) da Universidade de East Anglia, Reino Unido. Alguns deles realmente são, ou soam, comprometedores.
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Os documentos que vieram à tona, até agora, não parecem comprovar nenhuma conspiração para passar por verdadeiros dados falsos sobre o aquecimento global antropogênico.
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Mas mostram que alguns adversários dos céticos não são santos.
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A suspeita inicial mais grave era de manipulação de dados. Concentrava-se numa frase de Phil Jones, do CRU: "Acabei de finalizar o truque de Mike [Michael Mann] na [revista] "Nature" de acrescentar as temperaturas reais a cada série para os últimos 20 anos (isto é, de 1981 em diante) e desde 1961 para as de Keith [Briffa] a fim de esconder o declínio".
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Que soa como manipulação de dados, soa. Mas as explicações sobre o contexto da frase também soam plausíveis. O blog de climatologistas pró-aquecimento RealClimate diz que se trata de compatibilizar dados de diferentes fontes (geleiras, densidade de anéis de crescimento de árvores, medidas reais etc.).
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As estimativas de temperatura obtidas indiretamente por Briffa a partir das árvores divergem do registro de temperaturas reais medidas nas décadas recentes, e por isso o próprio autor recomenda que não sejam usadas.
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O "truque" seria só um ajuste, alegam seus defensores no RealClimate, embora sua composição com o verbo "esconder" seja para lá de suspeita. É preciso ser ingênuo, ou ignorante de como a pesquisa científica de fato funciona, para enxergar aí um pecado mortal.
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Em todas as áreas de investigação pesquisadores escolhem e apresentam os dados mais favoráveis para sua tese. Criminoso seria só se escondessem medidas e informações capazes de contradizer sua conclusão (e os dados de Briffa foram publicados).
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Outras mensagens indicam que os adversários dos céticos se organizavam para fechar-lhes as portas dos periódicos científicos, ao mesmo tempo em que acusavam o inimigo de não conseguir publicar artigos nas revistas reconhecidas. Feio, não é?
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Ninguém consegue enganar todo mundo o tempo todo, porém. Bons estudos sempre acabam editados, mesmo que contrários ao paradigma dominante. Em especial se vierem lastreados em medidas e explicações sólidas. E está aí a internet para não deixar ninguém órfão.
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De todo modo, é bom seguir o conselho da economista Megan McArdle em seu blog no sítio da revista "The Atlantic": tomar com um grão a mais de sal, de ora em diante, o argumento "ausência de publicações".
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Bem mais grave é outra suposta mensagem de Jones pedindo a Mann que apagasse e-mails objeto de um pedido formal de divulgação dos céticos, por meio da legislação britânica de acesso a informação. Não está claro ainda se as mensagens foram de fato deletadas, o que seria crime.
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O simples fato de alguém se sentir à vontade para fazer um pedido desses por escrito sugere que os envolvidos de fato têm algo a esconder. Como, de resto, todos aqueles que acreditamos em sigilo de correspondência.
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Fonte: MARCELO LEITE - cienciaemdia.folha@uol.com.br
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O DIÁLOGO INTERAMERICANO...

...E AS ELEIÇÕES DE 2010
Prof. Marcos Coimbra
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(...) "Os vastos recursos naturais possuídos pelo Brasil são fruto da ambição dos principais países do mundo, sendo muito importantes no momento atual, em que o mundo atravessa uma das mais sérias crises não só no campo econômico-financeiro, como também de ordem política, psicossocial, militar e científico-tecnológico.
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Não é coincidência o sucateamento das Forças Armadas, a desmoralização das principais Instituições Nacionais, a ausência de um Plano Nacional de Desenvolvimento, o estímulo ao surgimento de óbices à coesão social, caracterizados pela demarcação contínua de terras indígenas em regiões ricas em minerais estratégicos, com o surgimento de 'enclaves territoriais', o surgimento de movimentos quilombolas em áreas estratégicas, o progressivo abandono dos Objetivos Nacionais Permanentes, a entrega da Amazônia e a implantação de uma ditadura constitucional no país, de caráter populista.
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Resulta então que a Nação não possui sequer um candidato viável para as eleições presidenciais de 2010, comprometido com os interesses nacionais vitais. Cabe às forças vivas do país procurar a solução para esta dramática situação".
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Fonte: http://brasilacimadetudo.lpchat.com/
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sábado, 28 de novembro de 2009

Mineiro intrigado com o seu governo...

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... a respeito da Reforma agrária
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“Causou-me estranheza e até uma dose de indignação o fato de alguns textos inseridos em livro didático distribuído pelo governo do estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Educação, às escolas, professores e alunos participantes do projeto ‘Aceleração da aprendizagem’, dirigido a jovens e adultos matriculados nas escolas estaduais, sexto e sétimo períodos do ensino fundamental.
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"Os textos constantes no livro Viver, aprender, na disciplina geografia, mais propriamente no assunto ‘Trabalhadores em movimento/Luta pela reforma agrária’, em generosas 24 páginas, temos a nítida impressão de que tudo foi escrito por alguém do MST, pois a abordagem é feita de forma unilateral, tendenciosa e distorcida da realidade que o próprio movimento vem mostrando ao país nos últimos anos.
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"Como é que esses textos passaram pelo crivo da SEE, sem que ninguém notasse que existe uma poderosa propaganda dos pretensos méritos do movimento, sem que sequer sejam mencionados seus defeitos e distorções?
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"O governo estadual comete um grave erro ao pôr nas mãos dos alunos um tipo de abordagem que poderá levá-los a graves distorções dos valores éticos, principalmente em termos de compreensão e respeito à ordem, à lei e à Justiça.”
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Fonte: Vítor Menezes - Boa Esperança-MG http://wwo.uai.com.br/EM/
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Ecologistas radicais pedem...

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... o extermínio da humanidade
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Grupos radicais anti-vida estão explorando o pânico gerado pelo alarmismo ecologista.
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Numa reunião de cúpula paralela em Barcelona, a humanidade foi transformada em réu, segundo as informações de “El País”.
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De acordo com Roger Martin, da Optimum Population Trust, ONG que postula a limitação da população mundial, o planeta tem cidadãos demais “emissores de CO2”.
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O teorizador Paul Ehrlich [foto], da Universidade de Stanford, pediu uma radical diminuição da humanidade, apelando a controles planetários da natalidade. Defendeu ser “insensato que EUA tenha 280 milhões de habitantes. Não precisamos de mais que 140”.
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Afirmou ser muito difícil reduzir a população por “métodos humanitários”, e atacou os políticos que temem reduzir a população para não serem acusados de defensores do eugenismo nazista.
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Na ocasião, Ehrlich recebeu do governo da Catalunha o prêmio Ramon Margalef de ecologia. E Roger Martin defendeu a tese absurda de que “cada casal que decide ter um terceiro filho ameaça o equilíbrio ambiental”.
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Fonte: Revista Catolicismo
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O homem do campo (II)

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O camponês pensa. E conversa
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Pe. David Francisquini
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Sempre tiro muito proveito espiritual, psicológico – e por que não intelectual – em meu giro anual pelos campos do Norte Fluminense. Com efeito, não só a boca fala da abundância do coração. Metaforicamente, a pena também pode falar.
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Portanto, quero compartilhar com meus leitores o sabor de alguns frutos que colhi de meus recentes contactos com o homem do campo.
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Entre as muitas conversas interessantes que mantive em meu mais recente percurso, detenho-me numa de modo particular. O interlocutor já era meu conhecido e, juntos, lembramo-nos da longa e luminosa trajetória da agricultura brasileira.
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Desde os tempos das capitanias hereditárias, passando pelas sesmarias, quando até as ordens religiosas tinham suas terras de cultivo.
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Depois do ciclo da cana de açúcar, vieram as lavouras de café no século XIX, e com a abolição da escravatura aportaram as ondas de imigrantes europeus a povoar essa nova Canaã.
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As terras foram naturalmente se dividindo, e milhares de proprietários, grandes, médios e pequenos produzem hoje alimentos com fartura e baratos para o Brasil e para o mundo.
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O camponês demonstra muita segurança de vida, capacidade de governo, o que por sua vez lhe dá muita auto-estima, pois se sente como senhor da terra, o que concorre para lhe cunhar personalidade marcante.
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Mas, a conversa ia longe, quando tratamos das relações cheias de harmonia e de bondade entre patrões e empregados. Tempos em que predominava o compadrio.
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Havia nas fazendas de café a figura do meeiro que entrava com os braços e o dono com a terra, situação na qual o trabalhador acumulava ao longo de alguns anos renda suficiente para comprar suas terras.
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As relações amistosas faziam do proprietário compadre do trabalhador e vice versa. Com efeito, reinava ali o espírito muito familiar.
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A bondade de nosso povo permitia que todos trabalhassem de acordo com seus dotes, mas ninguém ficava sem atividade. As tarefas eram distribuídas segundo as capacidades de cada um.
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Nessa feliz concórdia, patrões e empregados desenvolviam seus talentos. A estrutura agrária sólida permitia que a fazenda fosse uma verdadeira escola de novos proprietários.
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Formavam-se homens de têmpera, de determinação e cheios de resolução, predicados mais salientes do homem do campo de outrora.
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Futuros proprietários partiam para longe onde compravam terras mais baratas, e, com isso, foram semeando nos nossos sertões e criando novas povoações. Assim, o Brasil se transformou na potência agrícola que hoje é.
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Ainda teria algumas coisas a dizer..., mas o espaço acabou. Quem sabe numa próxima ocasião? Até breve.
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Luta de classes no campo

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A quem aproveita?
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A Via Campesina, sediada no exterior, foi convidada p/ o evento em que a Lei da Agricultura Familiar foi sancionada.
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Seu representante, num duro discurso, acusou o “latifúndio” de incentivar a violência no campo: “Não queremos de volta a burguesia no poder”. Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, para o dirigente da Via Campesina, a lei demarca de fato a luta de classes no campo.
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Com essa preocupação, os sem-terra continuarão a não produzir, a invadir, a saquear, a destruir por meio de ações criminosas, como foi a destruição dos laranjais da Cutrale exibida fartamente pela mídia, estarrecendo a Nação.
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Enquanto isso, a verdadeira agricultura familiar — de proprietários de pequenas áreas, de produtores com vocação para o campo, e que fazem parte da cadeia produtiva do agronegócio — prosperou.
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No Censo Agropecuário, recentemente publicado, esta autêntica agricultura familiar apresentou números muito promissores.

Fonte: Paz no Campo - Blog de D. Bertrand

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A CPT informa...

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Conflitos crescem na região mais rica
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Entre janeiro e novembro houve diminuição no número de conflitos agrários no País, segundo relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT), divulgado ontem em Goiânia, Estado de Goiás.
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A exceção foi a região Sudeste, a mais desenvolvida do País, onde houve um aumento de 69% no número de invasões de terras. Também cresceu o número de despejos.
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Fonte: O Estado de S. Paulo, 24/11/09
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O homem do campo (I)

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Ao leitor,
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Para desconforto nosso, este Blog não tem perdoado os desatinos da CPT - Comissão Pastoral da Terra, nem os do CIMI - Conselho Missionário Indigenista, órgãos ligados ao episcopado nacional em relação aos seus infundados ataques à propriedade privada e aos proprietários rurais.
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Deparando-nos com interessante matéria da lavra de um Sacerdote católico sobre o homem do campo, com satisfação este Blog estampará em suas páginas, a começar de hoje, uma série de três artigos alusivos ao homem do campo.
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Lição das coisas...
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Pe. David Francisquini
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Como de costume, este ano já percorri a região rural de meu município no pastoreio das almas que me foram confiadas. Com alegria, pude notar que a paisagem contrastava com a do ano anterior. A terra ressequida, batida e nua deu lugar a vegetação, pois chovera praticamente o ano todo, o que deixa o homem do campo feliz da vida.
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O ambiente acolhedor, calmo, distendido e aprazível foi sempre ocasião para boas e longas conversas, motivo de entretenimento e descanso, longe do frenesi, da agitação e da eletricidade que grassa nas megalópoles modernas, e que se estendem até as cidades de porte bem menor.
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Nelas, o prazer parece se encontrar ora nas altas velocidades das barulhentas motocicletas e carros, ora em permanecer horas a fio diante da TV e da internet ou dos jogos eletrônicos. Distanciados disso, há ainda os que se ajuntam nos botequins para se embriagarem, ocasião para desavenças e até homicídios.
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Tal a saturação da cidade que basta um feriadão para que as estradas fiquem insuportáveis, pois as pessoas procuram alívio para suas almas aflitas. Outrora era ocasião para freqüentarem as festas religiosas, assistirem às missas, participarem das procissões, pois aprendiam que a verdadeira felicidade só se encontrava em Deus.
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Era ocasião também das visitas entre amigos e parentes para se irmanarem no seio das famílias constituídas e, ao matar saudades, gozarem de uma verdadeira felicidade que é calma e, casta. Hoje, as pessoas procuram desenfreadamente as praias, e toda sorte de divertimentos neo-pagãos.
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Na medida em que percorria o território rural de minha paróquia, foi vincando no meu espírito o pensamento sobre quantas almas se perdiam por ali por não procurarem os sacramentos e a vida religiosa. Mas uma coisa era clara, a diferença entre o homem do campo e o da cidade. O camponês ainda pensa e conversa.
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Eles têm suas falhas, como a falta de freqüência a religião e o relaxamento na indumentária. Mas conversam sobre temas com profundidade e precisão surpreende quer pela elevação quer pela sabedoria, fazendo lembrar o entretenimento que Nosso Senhor teve com temas como a semente lançada na terra, a ceifa, os lírios dos campos, a videira, a mostarda, os pássaros, o pastor de ovelhas, a serpente. E até a galinha e seus pintainhos.
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Todo esse panorama em que homem fica envolto no meio rural serve de lição para o reino dos céus. Não precisa ser um finório observador para perceber quanto o camponês tira de lições para a vida. O contato com a terra tem seus momentos difíceis, mas leva com freqüência a meditar e a relacionar as coisas com Deus.
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Voltarei ao tema.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Liberdade em perigo

Presidente tcheco: 100% contra o acordo de Copenhague

O presidente da República Tcheca, Vaclav Klaus, advertiu hoje em São Paulo sobre o perigo para a "liberdade" representado pela proposta de acordo que será discutida na Cúpula da ONU sobre a Mudança Climática que será realizado em Copenhague no mês que vem.

"Devo dizer que sou 100% contra o acordo de Copenhague. Não devemos concordar com um acordo que nos diga como viver, o que fazer, como nos comportar, o que consumir, o que comer ou como viajar", disse Klaus durante um evento na Fundação Armando Álvares Penteado.

"O que precisamos é de cooperação, flexibilidade, avanço técnico e mercados livres. Em outras palavras, o que precisamos é de liberdade, e temo que isso esteja em perigo em Copenhague", afirmou.

O presidente tcheco também disse que não concorda com a proposta brasileira para Copenhague, que exige maiores compromissos dos países desenvolvidos.

Klaus lembrou que suas opiniões estão no livro "Blue Planet in Green Shackles", no qual reitera que o aquecimento global "não é tão grande" e é usado politicamente como um "escapismo".


http://ultimosegundo.ig.com.br/

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Índios ensinam como agitar

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Deputado mineiro denuncia
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O SR. LAEL VARELLA (DEM-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, nosso pujante agronegócio vem sofrendo várias ameaças. Além de estar prestes a perder mais de 17 milhões de hectares de terras produtivas a título de reserva legal, proliferam as chamadas Fábricas de índios, uma espécie de MST vestido de índio que invade e aterroriza o campo brasileiro.
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A revista Época traz uma matéria da maior gravidade sobre um tal Lampião tupinambá, que se auto-intitula cacique Babau e invade fazendas para conseguir a demarcação de uma reserva indígena.
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Segundo o texto de Mariana Sanches, Babau é um dos líderes do grupo de 3 mil pessoas que se auto-intitulam tupinambás, os primeiros índios com quem Pedro Álvares Cabral travou contato ao desembarcar em terras brasileiras.
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Desde 2004, ele e seu bando já invadiram 20 fazendas na região da Serra do Padeiro, localizada entre os municípios baianos de Ilhéus, Buerarema e Una. De acordo com a Polícia Federal, os índios usam armas e recorrem à violência em suas invasões.
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Nos últimos cinco anos, Babau passou a ser considerado por autoridades locais um inimigo público no sul da Bahia.Prossegue a reportagem: As reivindicações dos tupinambás começaram a transbordar para invasões em 2004.
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De acordo com os agricultores, os índios chegam às fazendas em bando, armados de escopetas e rifles, expulsam os não índios com ameaças de morte, destroem lavouras, incendeiam casas. O modus operandi do grupo que se diz indígena é semelhante ao dos sem-terra, afirma Pedro Holliday, juiz federal de Ilhéus.
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Holliday já deu 19 liminares de reintegração de posse, mas nenhuma foi cumprida. A Justiça entendeu que a operação de retirada dos índios de qualquer uma das fazendas poderia ser a faísca detonadora de uma explosão de violência na região.
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Babau dá duas explicações para as invasões. Uma é de ordem prática. Foi preciso ocupar as terras porque a FUNAI estava demorando demais com a demarcação.Até 2004 tínhamos 30 crianças desnutridas por falta de comida. E se é para pedir esmola à FUNAI preferimos morrer guerreando, diz. A segunda é de natureza religiosa.
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Nos nossos rituais sagrados, os encantados, os espíritos que olham por nós, nos disseram que era hora de retomar a nossa terra. Para quem está sob a ameaça das ações comandadas por Babau, as invasões de terras atendem a interesses oportunistas.
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Tem tido muito abuso na área, muita gente querendo se passar por índio para tentar conseguir alguma vantagem ou chantagear donos de terras, diz Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e dono de um hotel na região.
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Parte do terreno de Armínio está dentro da área que a Funai diz ser dos tupinambás.Se a demarcação sair, entre 18 mil e 20 mil não índios que hoje moram na região em cerca de 600 propriedades terão de partir.
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Em sua maioria, são pequenos produtores, que plantam cacau, mandioca, banana, abacaxi, melancia e borracha. Oitenta por cento da área é dividida em sítios de até 10 hectares de terras, herdados de pais ou avós, diz Clodoaldo Barbosa, presidente do Conselho Regional Associativista de Buerarema e Adjacências (Crasba), que reúne 1.200 produtores rurais.
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Cada família vive com R$ 800 por mês. E não tem para onde ir. O clima está muito tenso.A repórter arremata: Os agricultores sob ameaça de despejo dizem que preferem começar uma guerra a ser retirados de suas terras.
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Não acredito que o governo vai ter a ousadia de dizer que a terra em que moro há53 anos, pagando imposto, não é minha, diz Manuel de Quadros, de 69 anos, vizinho de Babau. Quadros divide com quatro irmãos e um filho os 75 hectares de terra herdados do pai.
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Quando chegamos aqui, derrubamos a mata no braço para plantar a roça. Não tinha essa história de índio.Sr. Presidente, essa verdadeira Fábrica de índios que vem se espalhando pelo Brasil é fruto de uma política indigenista equivocada. A nossa sociedade e o nosso homem do campo exigem respeito ao direito de propriedade e paz para trabalhar.
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Tenho dito.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

E agora Copenhague? (II)

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E a Terra está esfriando desde 1998
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Continuação da entrevista com o Professor
José Carlos Parente de Oliveira
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Diário do Nordeste: -- Então, em vez de estar aquecendo, a Terra está esfriando agora? Mas isso é o contrário do que proclamam as ONGs, os cientistas, os jornais. Quem está errado?
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Professor: -- No ano de 1998, houve um fenômeno atípico: um super El Niño aqueceu a terra quase um grau acima da média em que ela se encontrava. Desde esse fenômeno do El Niño, a temperatura da Terra, sistematicamente, vem diminuindo, conforme os dados coligidos pelos satélites. Esses dados, porém, não são aceitos e nem utilizados pelo IPCC nos seus documentos.
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DN: -- Qual a razão? Há um viés político por trás disso?
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Resposta:-- Penso que a atividade científica não está desvinculada da política. São as nações e sua sociedade que definem o ramo da ciência a ser financiado por elas.
Entendo que a atitude do IPCC é para favorecer cientistas, pesquisadores que defendem a tese hipotética de que o homem é culpado pelo pequeno aquecimento do planeta, que cessou em 1998 e que foi menor do que o anunciado.
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Os satélites que medem o clima da terra desde 1978 indicam que, de 1998 para cá, estamos vivendo um período de diminuição da temperatura.
Só para que se tenha uma ideia de que esse dado de redução da temperatura é levado a sério, o grupo de pesquisas da Nasa que lida com lançamento de satélites está programando para 2021-2022 o envio de uma nave que deixará o sistema solar.
Ora, a atividade solar é muito importante e é um impedimento para que uma nave como essa saia do sistema solar.
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DN: -- Por que eles programam esse lançamento para 2021-2022?
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Resposta: Porque será o ano em que o sol terá a menor atividade. E a atividade solar é muito bem relacionada com a temperatura da terra, via efeito indireto de formação de nuvens baixas.
Essa correlação de nuvens baixas, atividade solar e temperatura da terra está muito bem documentada na literatura científica.
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(continua no próximo post)
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A bondosa Princesa Isabel...




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...substituída por Zumbi, um escravocrata





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As ONGs procuram mitificar a história do Quilombo dos Palmares, apresentando-o como um refúgio de liberdade do negro perseguido. A realidade histórica, entretanto, difere bastante dessa criação mítica.

Na verdade, o referido quilombo mantinha a escravidão e espalhava terror, mesmo entre muitos negros.

Libertadora dos escravos, a Princesa Isabel era uma alma cristã e bondosa que aceitou sacrificar o trono em troca da libertação dos escravos. Após ter ela assinado a Lei Áurea, o Barão de Cotegipe vaticinou:

“Vossa Alteza libertou uma raça, mas perdeu o trono”. Um ano e meio depois, o golpe militar de Deodoro derrubava a Monarquia. Ao seguir com sua família para o exílio, lembrando-se da profecia de Cotegipe, a Princesa declarou: “Mil tronos eu tivesse, mil tronos eu daria para libertar os escravos do Brasil”.

Segundo os atuais movimentos quilombolas, essa harmonia, a miscigenação e a bondade de trato do brasileiro devem acabar. Seria o conflito de raças acrescentado à luta de classes marxista.

Para isso, cumpre alterar a História: a bondosa Princesa Isabel, que acabou com a escravidão pelas vias legais e com o sacrifício do próprio trono, deve ser substituída por Zumbi, o líder guerreiro negro, tirano e escravocrata.
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Fonte: A Revolução Quilombola – Guerra racial, confisco agrário e urbano, coletivismo – Nelson Ramos Barretto, Ed. Artpress, SP, 2007.




E agora Copenhague?

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A Terra está esfriando!
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Nas vésperas de Copenhague, o Prof. José Carlos Parente de Oliveira, da UFC, Doutor em Física com Pós-doutorado em Física da Atmosfera, afirma para o “Diário do Nordeste” que a ciência não confirma a tese de a atividade humana influenciar o clima. Para ele, a Terra está esfriando”.
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-- Por que o Sr. caminha na contramão do ambientalmente correto e proclama que o planeta não está aquecendo, mas esfriando?
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-- A busca da verdade deve ser o norte, o foco da atividade em ciências. E penso que não é isso o que ocorre com o tema aquecimento global. A sociedade está sendo bombardeada por notícias, reportagens na TV, filmes e tudo isso com a mensagem de que as atividades humanas relacionadas às queimas de combustível fóssil (petróleo, carvão e gás) são as culpadas pelo aquecimento da Terra. O grande responsável por esse bombardeio é o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC na sigla em inglês), que é um órgão da ONU.
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O senhor quer dizer que um organismo da ONU está provocando um terrorismo ambiental?
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-- Vejamos. A hipótese do aquecimento global antrópico defendido pelo IPCC não possui base científica sólida. Não há dados observacionais que provem cabalmente a influência humana no clima.
Se voltarmos um pouco no tempo nós constataremos que entre os anos de 1945 e 1977 houve um resfriamento da Terra, acompanhado de grande alarde de que o planeta congelaria, haveria fome, milhares de espécies desapareceriam etc. E veja que nesse período houve grande queima de carvão e petróleo motivada pela reconstrução da Europa e da Ásia após a 2ª Guerra Mundial.
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Outro exemplo de não conexão entre concentração de CO2 e temperatura da Terra ocorreu entre os anos 1920 e 1940, período em que a Terra esteve mais quente que os anos finais do século XX, e nesse período a atividade de queima de combustível foi de apenas 10% do que foi observado nos anos 1980 e 1990.
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-- Afinal, o que é mesmo que está acontecendo?

Por volta dos anos 1300 ocorreu o Período Quente Medieval em que a temperatura da Terra foi superior a atual em cerca de um grau centígrado. Seguiu-se então um período frio conhecido como Pequena Era Glacial por volta dos anos 1800. Esses períodos são bem conhecidos dos estudiosos do clima terrestre.

O que está ocorrendo é uma recuperação da temperatura pós Pequena Era Glacial, mas essa recuperação é lenta e ocorrem oscilações em torno dela. Para visualizar, podemos pensar em uma reta que ascende lentamente, ocorrendo oscilações em torno dela. Essas oscilações ocorrem em menores escalas de tempo, e são originadas por fatores naturais, como a radiação solar, a interação dos oceanos, principalmente do Pacífico, cuja temperatura oscila com período aproximadamente decenal. Porém essa recuperação cessou em 1998.


-- Então, em vez de estar aquecendo, a Terra está esfriando agora?
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-- Leia a resposta e continuação da entrevista no próximo post.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

APAGÃO CONSTITUCIONAL?

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Até quando?
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Comercializar palmito em extinção dá prisão; dilapidar ou
extinguir o direito de propriedade não dá em nada!
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Enquanto a imprensa paranaense noticia com destaque a prisão de 18 políticos de Guaratuba (PR), por explorarem e comercializarem ilegalmente uma espécie de palmito em extinção, o direito de propriedade continua sendo pisoteado e dilapidado às escâncaras pelo MST, e paulatinamente ameaçado de extinção no Brasil por órgãos e atos do governo, sem que nada aconteça!
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Com efeito, ainda há pouco o País assistiu estarrecido à destruição de tratores e laranjais de uma propriedade da Cutrale em São Paulo. E depois – com menor divulgação, mas nem por isso menos grave – à destruição de diversas casas e custosos bancos de sêmen de uma propriedade privada no Pará, quando os sem-terra chegaram inclusive a atirar no helicóptero da imprensa que fazia a cobertura da invasão.
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Imagine a gritaria universal se um só proprietário rural apontasse com uma espingarda – de chumbinho que fosse – contra um veículo qualquer da mídia! Mas como foram os inocentes sem-terra, é como se nada tivesse acontecido!
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Enquanto isso, no plano externo são as relações cada vez amistosas do governo brasileiro com o ditador Hugo Chávez, cujo socialismo do século XXI cede cada vez mais lugar ao comunismo na Venezuela; ou com o ditador iraniano Ahmadinejad, cuja periculosidade no plano internacional o fazem comparável a Hitler e que, no entanto, é recebido como o melhor dos amigos.
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– Onde estão as nossas elites religiosas, intelectuais, políticas, empresariais?
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– Continuarão as primeiras apoiando a subversão da CPT do CIMI e do MST?
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– As segundas solidarizando-se com as primeiras, inclusive através de manifestos?
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– As terceiras sendo subservientes e apoiando os desmandos do governo, que a um só tempo dá largas à subversão e tudo finge ignorar?
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– E as últimas assistindo de braços cruzados ao incêndio do Brasil?
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– Onde está, enfim, o clamor da nossa imensa classe média, no fundo a grande vítima de tudo isso?
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Na presente conjuntura, a salvaguarda do Brasil está no Judiciário independente. E nas Forças Armadas coesas e disciplinadas, voltadas para a defesa de nossa soberania e o cumprimento da Constituição.
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– Mas até quando?
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Adiado prazo para recuperar matas


A poluição está nas cidades!

Os produtores rurais ganharam maior prazo, entretanto é preciso mobilizar o Congresso para mudar o absurdo Código Florestal.
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Causa estranheza jogar a culpa nos agricultores, embora o maior foco de poluição esteja nas cidades.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Produtores rurais preocupados

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Política cambial e legislação ambiental
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"A política cambial brasileira está inviabilizando a agricultura e a indústria nacional. Temos de buscar soluções na questão cambial, criar uma comissão especial para tratar do assunto. A política cambial está causando preocupações enormes para esta safra e para a safra do ano que vem. Estamos perdendo a competição da venda dos nossos produtos no agronegócio internacional e isso é muito preocupante”, disse o deputado Valdir Colatto em recente reunião da Comissão de Agricultura, da Câmara dos Deputados.

domingo, 15 de novembro de 2009

De picadinha em picadinha...





...Lula acabará com a propriedade privada





Agricultores realizaram ontem em Dourados MS) em protesto contra a demarcação de 3.746 hectares do distrito de Picadinha como área quilombola.




Os produtores rurais questionam a desapropriação e acusam o governo federal de “injustiça” com os moradores do distrito, que possuem terras no local há meio século.

Os manifestantes distribuíram adesivos e panfletos e coletando assinaturas em um abaixo-assinado que será encaminhado ao INCRA.

Em julho deste ano, técnicos do Incra elaboraram um relatório de identificação e delimitação da área, reivindicada por 15 famílias de descendentes de escravos.




Moradores do distrito tentaram impedir o levantamento e chegaram a expulsar os técnicos que só voltaram ao local sob escolta da Polícia Federal.




O relatório foi concluído e enviado a Brasília. As terras reivindicadas pelos remanescentes de quilombos pertencem a 56 produtores rurais.

As 15 famílias descendentes de escravos que atualmente ocupam uma área de 40 hectares argumentam que as terras pertenceriam ao ex-escravo Desidério de Oliveira.

Os agricultores contestam a existência de área quilombola e afirmam que Desidério Oliveira, estabelecido em Picadinha em 1923 vindo de Minas Gerais, nunca foi escravo.




Também de acordo com os produtores do local, Desidério comprou terras em Picadinha e depois vendeu a maior parte.

A área de Picadinha não foi incluída nos 30 decretos de regularização de terras quilombolas que serão assinados no dia 20 (Dia da Consciência Negra) pelo presidente Lula.




Entre as 30 áreas que serão regularizadas, quatro ficam em Mato Grosso do Sul - Furnas da Boa Sorte, Furnas do Dionísio, Colônia de São Miguel e Chácara Buriti.

Fonte: www.campogrande.news.com.br/


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Abuso contra quilombolas?

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Direitos humanos, direitos humanos!!!
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39 pessoas foram detidas em operação realizada pela PM do Espírito Santo na comunidade quilombola Córrego de São Domingos. A PM informou que o objetivo era "deter os responsáveis por furto e roubo de eucalipto, além da prática de crimes ambientais".
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Ainda de acordo com a PM, os acusados foram detidos em flagrante e houve apreensão de dez tratores, quatro motosserras, três caminhões e duas gruas para transporte de eucalipto.
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Para o Ministério Público, não há registro oficial de que tenha havido flagrante, além de não haver mandados de prisão. Os quilombolas foram transportados em ônibus e camburões "sem justificativa plausível", o que reforça as suspeitas de violação de direitos humanos".
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A Fibria (antiga Aracruz Celulose) alega que o mandado determinava a busca e apreensão de "madeira extraída ilegalmente dos plantios florestais da empresa". "Foram recolhidos 1.650 metros cúbicos de madeira, o que equivale à carga de 110 caminhões truck.
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Com esse volume, a Fibria poderia produzir 620 toneladas de celulose", informou a empresa. "O furto é realizado de forma organizada, à luz do dia. Não raro, os trabalhadores da empresa recebem ameaças.
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A Fibria adota as medidas cabíveis para preservar a integridade física de seus trabalhadores, bem como seu patrimônio", alega a empresa.

Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

APAGÃO INSTITUCIONAL NO PARÁ

Recebemos e publicamos:
Reinaldo Azevedo

Amigos.

Parece que a tal “freira” Doroti, que agora virou “martir” da luta pela terra, cumpriu bem sua “missão”, “catequizando” esses “excluídos” que agiram de forma ousada, como diria o ministro da justiça do PT.

Assistam o vídeo no Youtube (link abaixo) antes que tirem do ar.

http://www.youtube.com/watch?v=_gF7l1N4xdQ

Abraços.
Jose Luiz

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Clima: utopia e realidade

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Gás carbônico
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Um estudo realizado na Grã-Bretanha sugere que os ecossistemas e oceanos da terra têm uma capacidade muito maior de absorver gás carbônico do que se imaginava.
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A pesquisa da Universidade de Bristol mostra que o equilíbrio entre a quantidade do gás em suspensão na atmosfera e a que é absorvida se manteve praticamente constante desde 1850, apesar de as emissões terem saltado de 2 bilhões de toneladas anuais naquela época para 35 bilhões de toneladas anuais hoje em dia.
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Segundo o principal autor do estudo, Wolfgang Knorr, seu ponto forte é que ele se baseia apenas em dados de medidas e estatísticas, e não em modelos de clima computadorizados.
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Os pesquisadores de Bristol descobriram que o aumento dos gases em suspensão na atmosfera tem sido um valor entre 0,7% e 1,4% a cada década, desde 1850, o que, para os cientistas é muito perto de zero.
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Mas Knorr alerta que não necessariamente o estudo vai afetar as decisões dos líderes mundiais em Copenhague (sic).
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O estudo também descobriu que as emissões vindas do desmatamento podem ter sido superestimadas em valores entre 18% e 75%.
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Nosso Blog já vinha alertando para esta onda ecologista- catastrofista encontra-se uma ideologia muito estranha, o vermelho comunista trasvestido de verde!...
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Fonte: BBC, O Globo
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TOLICES MARXISTAS 2


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Imensa orfandade

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A propósito da Campanha da Fraternidade da CNBB para 2010,comentado ontem, lembrei-me do famoso artigo Imensa Orfandade do saudoso Prof. Plinio Corrêa de Oliveira publicado na Folha de São Paulo, 27 de novembro de 1976.
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Transcrevo alguns trechos desse artigo tão cheio de Fé e coragem, mas infelizmente tão atual.
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'Se um certo número de missionários do Pará, os bispos sob cuja égide trabalham, e a própria cúpula da CNBB estão infiltrados de comunismo, uma dúvida assalta no mais fundo todo católico desejoso de abrir sua alma a um sacerdote.
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'Se por, miséria humana as condições da Igreja hoje são tais que comunistas ou comunistóides podem ser ordenados padres, ou padres podem ser pervertidos pela doutrina comunista, e um ou outro pode ser mandado para 'evangelizar' não sei que pobres colonos em não sei que rincões deste imenso Brasil... qual a garantia de que o sacerdote da igreja mais próxima, a quem quero abrir-me, não seja um subversivo também?
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Aquele que é, talvez, o mais sagrado dos direitos do católico, isto é, o de confiar no sacerdote a quem acusa suas faltas ou pede um conselho, esse direito fica dessa maneira lesado.
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A grande responsabilidade pela terrível insegurança espiritual que o comunismo, e pior que ele, o criptocomunismo religioso vai espalhando pelo Brasil, é precisamente da grande maioria das autoridades eclesiásticas.
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Com efeito, ou o comunismo existe nas fileiras do Clero, nas obras e associações católicas, ou não existe.
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Se existe, por que tantos bispos — entre outros, ainda há meses, o cardeal D. Scherer, arcebispo de Porto Alegre — timbram em dizer que não há comunismo no Clero brasileiro?
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Por que tantos outros ficam calados, diante do incêndio esquerdista que aos olhos de todos os fiéis vai ganhando aqui e acolá o vasto e venerável edifício eclesiástico? Como explicará a História a ausência de qualquer investigação, de qualquer punição canônica eficaz contra os culpados?
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Se, pelo contrário, o incêndio é irreal, e são alguns intrigantes que caluniam tantos eclesiásticos aos olhos do povo de Deus, por que razão os que sofrem esta injustiça não defendem a própria reputação, não exigem as provas do que acerca deles se afirma, e não pulverizam as calúnias que estariam a sofrer?
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Não se espantem, Srs. cardeais, Srs. arcebispos, Srs. bispos, monsenhores, Srs. cônegos e Srs. sacerdotes, que se mantêm em silêncio ou em meio silêncio diante de tantas aberrações.
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O povo brasileiro continua a ter Fé. Não, porém naqueles que pregam o evangelho de Marx, de Lenine ou de Brejnev. E também não nos que se calam ante a pregação 'marxista-cristã'.
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O Brasil continua católico apostólico romano, como sempre. Mas uma imensa sensação de orfandade espiritual se vai estendendo sobre ele.
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Pedimos a Maria Santíssima, Rainha do Brasil, Mãe de todos os brasileiros, que vele por nós, os brasileiros de todas as latitudes. Os colonos, por certo. Mas também os não-colonos... (Folha de São Paulo, 27 de novembro de 1976).

segunda-feira, 9 de novembro de 2009



TOLICES MARXISTAS



O escritor gaúcho Percival Puggina trata da Campanha da Fraternidade da CNBB para 2010. O tema da campanha será “Economia e vida” e visa orientar os jovens para estudo e debates.

Na pág. 27, o folheto da campanha há um texto com o título “Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade da Terra, em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar”.

Ali é defendida a tese de que todas as propriedades rurais com extensão superior a 35 módulos fiscais devem ser automaticamente incorporadas ao patrimônio público, sem indenização e destinadas à Reforma Agrária.

O módulo fiscal é variável, mas se calculado pela média de 20 hectares, a maior propriedade admitida no Brasil seria de 700 hectares. Os bispos abraçaram essa idiotice com braços e pernas.

Novidade nenhuma nesse comportamento. Há décadas as coisas, por lá, andam assim. Mais uma vez, os bispos estendem o dedo indicador para as causas de tais males: o lucro e o mercado.

Pronto! Tudo resolvido. Como é que ninguém pensou nisso antes? É como se estivessem dizendo aos investidores e empresários: “Cambada de gananciosos! Querem acabar com a pobreza e safar-se do Inferno?

Adotem o modelo da repartição de bens, acabem com o lucro e vereis o maná cair dos céus sobre as carências humanas! A mesma genialidade que, anos atrás, não queria que o Brasil pagasse suas dívidas.

É a mesma matriz ideológica da Campanha da Fraternidade do ano passado que resumia o tema da violência à luta de classes: pelos respectivos crimes, o rico era individualmente culpado e o pobre socialmente absolvido.

Perdoem-me os mais benevolentes que eu. Mas a CNBB já foi bem além da minha capacidade de tolerância. Que sistema e quais organizações econômicas são essas que propõem na futura Campanha da Fraternidade?

Eles continuam confundindo a Boa Nova com as fracassadas promessas da economia planificada, centralizada, comunista, que em longas e tristes experiências só gerou opressão e miséria.

sábado, 7 de novembro de 2009

Zumbi no meio do MST

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O MST assalta o MST
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Da coleção de crimes acumulados pelo MST pode-se dizer que "sempre cabem mais uns".
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A mais recente incursão criminosa dos comandados de João Stédile, de extrema violência, envolveu cem de seus militantes, armados e encapuzados, que invadiram duas fazendas no sul do Pará.
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Uma semana antes, o MST havia incluído em sua coleção de crimes o corte de 400 mil metros cúbicos de pinus no Assentamento Zumbi dos Palmares, em Iaras, no sudoeste paulista, a venda da madeira e o desvio do dinheiro apurado.
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Agravantes: crimes de tortura e ameaça à vida. Um dos assentados que denunciaram o roubo teve o corpo enterrado, ficando só com o rosto para fora, enquanto a outro foi dito que "fechasse a boca" senão ela iria amanhecer "cheia de formiga".
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Agora é o MST roubando os próprios assentados. Será que também isso o governo tem interesse em continuar abafando - tornando inútil a CPI do MST?
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Fonte: OESP, 07/11/2009
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

IBGE instrumentalizado?

Censo agropecuário:
divisão e luta de classes


“Duvido que tenha sido erro técnico, foi intencional. Esse censo escancarou a intenção explícita de separar a pequena propriedade do agronegócio", disse Kátia Abreu da CNA.

O IBGE admitiu ter cometido um erro no cálculo do índice que mede a concentração de terra no País, divulgado recentemente. De acordo com o Censo, o índice no sistema fundiário havia indicando piora na concentração de terras em uma década.

O número correto, segundo o instituto, leva à interpretação inversa: um pequeno recuo em relação ao resultado no censo de 1995/1996.

A metodologia do Censo já havia sido questionada pelo ministro da Agricultura e pela CNA, que discordaram dos resultados.

"Já tínhamos contestado porque vemos que acontece o contrário. Lamentamos ver o aparelhamento do IBGE, que hoje não oferece mais a mesma segurança e confiabilidade nos seus dados. Esse censo escancarou a intenção explícita de separar a pequena propriedade do agronegócio", disse a senadora Kátia Abreu.

E desabafou: "Quando soltam os dados, buscam as manchetes. Na hora de corrigir, vem tudo pequenininho, escondido, sem entrevista coletiva."

O Ministério da Agricultura informou que Stephanes já havia sido informado do erro e assessores do ministro elaboram um relatório para apontar outros erros.

Só após esse trabalho, ele comentará o assunto. O Ministério do Desenvolvimento Agrário não quis se pronunciar.

Fonte: OESP, 06/11/2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

MST trasvestido de quilombola


300 quilombolas invadem INCRA
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Na manhã de hoje, (5/11), cerca de 300 quilombolas invandiram a sede do INCRA no Centro Administrativo da Bahia exigindo a presença de seu presidente, Rolf Hackbart, que não apareceu para uma reunião marcada com eles.
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'Só vamos sair daqui depois que Rof chegar para conversar com a gente', diz Valdir dos Santos, coordenador dos Quilombolas de Senhor de Bonfim, norte do Estado.
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O grupo quer que o INCRA tome providências em relação à invasão do território quilombola por empresas e fazendeiros.
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Ainda segundo Valdir, está prevista a chegada de dois ônibus com mais refugiados em quilombos. Estava programado ato dos quilombolas na Praça da Piedade.
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Fonte: Correio24horas.globo.com


MST continua aterrorizando



... derrubando, queimando, assaltando, roubando!


Cem homens armados e encapuzados derrubaram e queimaram casas, expulsaram empregados e atearam fogo em tratores, além de roubar gado em duas fazendas no sul do Pará.


Mulheres, crianças e idosos tiveram de fugir para não ser espancados. O avião com três mulheres e três crianças, expulsas pelo MST, caiu logo depois de decolar de uma das fazendas. O comandante e o piloto ficaram feridos.


A Delegacia de Conflitos Agrários abriu inquérito para apurar os atos de vandalismo. Os policiais e a imprensa tiveram dificuldades para chegar às propriedades.


O MST bloqueou a rodovia, afirmando que a ação foi um protesto contra a morosidade da Reforma Agrária no Estado.


Os invasores chegaram de madrugada, gritando que todos deveriam sair imediatamente, e passaram a destruir as casas e os currais, usando tratores da fazenda, que em seguida foram incendiados.


A polícia constatou danos também na fazenda Rio Vermelho. Uma vila de casas, onde moravam 30 empregados, foi incendiada.


A coordenadora do MST, Maria Raimunda, afirmou que a invasão foi apenas para "protestar contra a presença de escolta armada" na área.

Fonte: OESP, 4/11/2009


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Terra sem Lei!

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MST corta madeira, vende e dinheiro some
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Uma cooperativa do MST cortou e vendeu cerca de 400 mil metros cúbicos de pinus no Assentamento Zumbi dos Palmares, em Iaras (SP). Parte do dinheiro foi desviada.
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A madeira cortada equivale à carga de 10 mil caminhões. O rombo, que pode chegar a R$ 3 milhões, é investigado pelo Ministério Público.

Impedido de derrubar outros 1,4 mil hectares de árvores, o MST abandonou os assentados. A região é a mesma que o MST quer transformar em pólo da Reforma Agrária.

O assentado Antonio da Silva reclama que tiraram os pinus de metade de seu lote, de 15 hectares, mas nada deram em troca. "A terra é um areião e precisa de calcário e adubo."

Ele é um dos que acusam a cooperativa de desviar o dinheiro que seria aplicado em água, estradas e recursos para os assentados.

Roberto Ramos aponta as toras amontoadas no lote e lamenta os desvios. "Essa madeira poderia valer muito adubo." Ele e a família deixaram a região de Campinas há seis meses, a convite do MST, mas nada plantaram até agora.

O assentado Donizete Marques diz que a cooperativa e o INCRA trabalhavam juntos. "Mas o dinheiro que era para ser posto aqui nunca apareceu", reclama.

Assentados que denunciaram o desvio de madeira agora sofrem ameaças. Marco Túlio Mariano recebeu recado do MST p/ avisar sua mãe que "fechasse a boca", senão iria amanhecer "cheia de formiga".

Sangenes Vieira foi ameaçada com revólver por um dirigente. Genário da Silva Santos conta ter sido "enterrado vivo" pelo coordenador do MST Miguel Serpa e seus subordinados. "Deixaram só o rosto de fora."

A reportagem procurou Serpa em seu lote, mas familiares disseram que ele estava viajando e não tinha data para retornar. Não informou destino nem levou celular.
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No inquérito da Polícia Civil de Borebi, que apura a invasão da Cutrale, Serpa é citado como líder dos invasores.

Fonte: OESP, 3/11/ 2009 - José Maria Tomazela

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cabeça fria: MST e Reforma Agrária

Ainda a CPI sobre o MST

Se houver chance de a CPI do MST trabalhar com alguma seriedade, terá de ser discutida a pesquisa realizada pelo Ibope, sob encomenda da CNA, junto aos assentados.

As conclusões provam aquilo que especialistas dizem há tempos: a modernização da agricultura brasileira assumiu função-chave como fonte de alimentos no mundo e tirou o pretexto dos demagogos de socializar o Brasil rural.
Lembremo-nos que

Alguns dados do IBOPE:
- 73% das famílias não geram renda na propriedade; destes,
- 37% nada produzem, nem para o próprio sustento;
- 52% adquiriram a terra de outras pessoas, operação ilegal; apenas
- 8% das famílias haviam recebido o lote em primeira mão.
- Boa parte, então, vive de cestas básicas e Bolsa Família.
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É risível tentar desqualificar a pesquisa por ter sido a CNA quem a pagou; o IBOPE é um instituto com nome a zelar, vive da credibilidade, como a imprensa profissional.
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Fonte: O Globo

CPI do MST e a tecnologia do abafa


xTropa de choque

O poder de Lula e de sua tropa de choque no Congresso está no ponto máximo.

A CPI do MST é um exemplo. Na superfície, pode ter parecido uma derrota para os governistas. Na prática, há chance de ser algo bem diferente.
A CPI foi instalada com o propósito de investigar atos ilícitos do MST.
Buscam-se mais evidências de uso indevido de recursos públicos por entidades ligadas aos chefes dos sem terra.

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Fonte: Folha de S. Paulo

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