segunda-feira, 30 de junho de 2008

Reforma Agrária = má fé

Quem ainda não acreditar que Reforma Agrária é má fé, leia a matéria escrita por José Maria Tomazela em OESP, 29/6/08. Este Blog vai publicá-la em capítulos. Hoje segue o primeiro.
Assentamento do Paulinho (I)

O assentamento idealizado pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, em Piraju, a 330 quilômetros de São Paulo, virou modelo de desperdício do dinheiro público.

Os 302 alqueires da Fazenda Ceres adquiridos por R$ 2,3 milhões deveriam garantir a subsistência de 72 famílias de pequenos agricultores sem-terra. O projeto, envolvido num emaranhado de denúncias, fracassou
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Na área se encontram de tudo - pedras, capoeiras, mato alto, capim braquiária, instalações em ruínas - menos lavouras. A maior parte das famílias assentadas voltou a trabalhar como bóia-fria em fazendas da região.

Não fosse pelas casas de alvenaria, dotadas de água encanada e de um sofisticado, e desnecessário, sistema de aquecimento solar, a vila construída ao custo de quase R$ 1 milhão para abrigar os assentados seria uma favela rural.

As ruas não têm iluminação nem calçamento e ficam intransitáveis quando chove. Não há coleta de esgoto e as fossas-negras contaminam o subsolo. Faltam escola, posto de saúde, estabelecimentos comerciais e transporte: na ida e volta à cidade, os moradores têm de caminhar 10 quilômetros.
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Comentário do Blog: Até quando os brasileiros vão pagar por uma Reforma Agrária que só conhece fracasso? Que Reforma é essa que não termina nunca e o que é reformado fica sempre pior do que antes? Quanto dinheiro do contribuinte já foi enterrado nessa tal de Reforma Agrária?

Eleições americanas movidas a álcool


Brasil é ponto de referência nos EUA

John McCain, candidato nas próximas eleições presidenciais americanas, afirmou que os EUA deveriam seguir o exemplo do Brasil que, em três anos, passou de 5% de carros com motor flex em sua frota para 70%. Já o concorrente Barack Obama aprova as barreiras contra o álcool brasileiro.
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McCain criticou os subsídios ao álcool de milho e as barreiras contra o álcool brasileiro: "Nosso governo paga para subsidiar o etanol de milho e, ao mesmo tempo, cobra tarifas que impedem os consumidores de se beneficiar de outros tipos de etanol, como o de cana do Brasil", disse, enquanto o consumidor paga duas vezes.

domingo, 29 de junho de 2008

O Brasil do agronegócio

Para nenhum Bispo botar defeito

Descendo do seu avião e embarcando na camionete, depois de visitar uma das suas 10 fazendas, o empresário Orcival Guimarães, de Lucas do Rio Verde, fala ao telefone com investidores que querem participar de seus lucros.

Seus negócio inclui revendas de tratores, colheitadeiras e outras máquinas agrícolas em 5 cidades de Mato Grosso, além da produção de soja, milho, algodão e engorda de gado. O faturamento este ano deve ultrapassar R$ 270 milhões.

"Minha intenção é criar também aves e suínos", diz Guimarães, um goiano que não disfarça seu jeito interiorano de quem chegou a Mato Grosso em 1978 como vendedor de tecidos, “com apenas uma mala na mão”.

Embalado por vários fatores, o Médio Norte de Mato Grosso está fervendo. A microrregião desfruta hoje de soja, milho, algodão, arroz, frangos, suínos, gado, frigoríficos, madeira, mudas de árvores, processamento de soja, biodiesel, entre outros.

Agora, até a cana pode chegar à região, e há quem aposte que com os mesmos índices de produtividade que caracterizam a agricultura nesse enorme platô, onde a economia e a população do Médio Norte estão em crescimento acelerado.

Tomando-se 4 entre as mais dinâmicas cidades da microrregião, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop (todas ao longo da BR-163), a população saiu de 144.670 em 2000 para 216.005 em 2007, com crescimento de 49%.

A população dos três municípios menores, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso, cresceu 58% nesse período, de 69.737 para 110.243. A população brasileira cresceu 8,4%, a do Centro-Oeste, 13,6%, e a de Mato Grosso, 14%.

O crescimento populacional e a alta mundial do preço dos alimentos acirram a onda de investimentos no Médio Norte. É possível que o PIB da microrregião tenha se descolado ainda mais fortemente do brasileiro desde 2005.

Em termos de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), essas quatro cidades estão entre os 10% mais altos dos 5.567 municípios brasileiros. Sorriso, a mais bem classificada, está em 194º lugar.

Fonte: OESP, 29/6/08 - Fernando Dantas



O que é mesmo Reforma Agrária?

Liou-Chao-Tchi responde

O Ministério da Agricultura criou um grupo de trabalho que percorreu o interior do Pará. Durante 15 dias, técnicos investigaram se o agronegócio era o responsável pelo desmatamento na Amazônia. Mas no relatório apresentado, eles informaram que os culpados são os 180 mil assentados da Reforma Agrária feita e mantida pelo INCRA.
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Outro dado do relatório foi: cada assentado recebeu 75 hectares de terra, mas só pode usar 15 para plantar. Como a área é insuficiente para a produção, os assentados passaram a derrubar a floresta. O inveterado INCRA reluta em admitir que os assentamentos da Reforma Agrária constituam um equívoco.
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Contudo, este Blog afirma que “Reforma Agrária” não é somente equívoco, é má fé mesmo! O leitor conhece a definição de Reforma Agrária de Liou-Chao-Tchi, Secretário Geral do Partido Comunista Chinês, publicada no “Informe” de 14 de junho de 1950? :
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“A Reforma Agrária é uma luta sistemática e feroz contra o feudalismo (...). Seu objetivo não é dar terras aos camponeses pobres, nem aliviar sua miséria. Esse é um ideal de filantropos e não de marxistas”.

sábado, 28 de junho de 2008

PEC do "Trabalho Escravo"

Fiquemos atentos!

No último dia 25 do corrente, o Deputado Vieira da Cunha (PDT-RS) apresentou o Requerimento nº. 2934/2008 para inclusão na Pauta da Proposta de Emenda Constitucional – PEC nº. 438, de 2001, conhecida como emenda constitucional da expropriação, sob alegação do indefinido “Trabalho escravo”.
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Todo cuidado é pouco com este assunto -- uma das espadas que pendem sobre as cabeças dos produtores rurais brasileiros. Com efeito, se aprovada tal PEC, os proprietários rurais poderão perder todos os seus bens da noite para o dia. Para tal, bastará que caiam sob a suspeita de explorar trabalho escravo em suas propriedades.
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Sobre este assunto, todo proprietário deve conhecer o alerta do livro Trabalho escravo: nova arma contra a propriedade privada (foto). Nele, o interessado poderá saber que:
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No silêncio dos meios de comunicação e no burburinho das votações do Congresso está para ser aprovada a Proposta de Emenda Constitucional 438/01 que prevê a expropriação, sem nenhuma indenização, da terra onde for constatada a prática do trabalho escravo”.
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Com efeito, tal PEC vai consagrar uma ambígua figura jurídica, que abrirá caminho para toda e qualquer arbitrariedade contra os proprietários rurais brasileiros.
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Fiquemos atentos!


sexta-feira, 27 de junho de 2008

Raposa Serra do Sol e Amazônia

O Brasil de ontem, de hoje e de amanhã (II)

Padre David Francisquini xxxxxxxxxxxxxxÍÍi Ì Índio fumando pelo nariz

No artigo anterior [publicado neste Blog no dia 26 de maio/08], manifestei minha perplexidade – sobretudo enquanto sacerdote – diante do programa da neo-missiologia adotada pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI). Sequer os índios querem ficar no estado em que se encontram. Em contato com a civilização, eles querem viver com dignidade, com saúde, com conforto e bem estar.
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Para entender o que se passa com a neo-missiologia, é indispensável o leitor se ater a alguns pontos que a transporta muito além daquilo que Marx e Lenine propuseram. Ela se fundamenta num ponto totalmente falso, ou seja, o de acabar com todas as formas de egoísmo e individualidades, pois isso iria contra o bem comum. Como se os índios não fossem homens e imunes de egoísmo!


Com efeito, chegam a ser antropófagos e algumas tribos acreditam que comendo o adversário incorporariam nelas as “qualidades” dele. No ser humano, é preciso fazer uma justa distinção entre a pessoa e o seu egoísmo, pois é falso atribuir que o homem vivendo e trabalhando para si e para os seus seja inimigo da sociedade e do bem comum.

A solução que os neo-missionários apresentam é que a salvação do “bem comum consiste em que a pessoa seja totalmente absorvida, padronizada e dirigida pela coletividade. E isto é a meta do comunismo de uma sociedade massificada, sem personalidade, sem classes, sujeita à ditadura do proletariado anônimo” (Plínio Corrêa Oliveira).
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Sob tal prisma pode-se compreender a celeuma em torno dos índios, em particular o que vem ocorrendo em nossos dias em Roraima. Sequer passa pela cabeça dos índios tal concepção, pois ela vai tão longe que nem mesmo o antigo regime soviético reunia em torno de si concepção tão coletivizada de sociedade como preconiza os corifeus da neo-missiologia.


Os pregoeiros desse regime, com veemência furibunda, querem o desmantelamento do Estado e de todos os organismos que o integram. O Estado – conforme asseguram – deve desfazer-se em uma galáxia de corpúsculos mais ou menos justapostos e tão autônomos quanto possível. Daí, certamente, a reação do comandante militar da Amazônia ao qualificar de caótica a atual política indigenista e atentatória à soberania nacional.

Já em 1560, o Padre Luis da Grã relata que convocou para uma reunião os chefes indígenas da Bahia e os fez comprometer com um juramento a respeito de quatro pontos: não ter senão uma mulher; não se embebedar; não dar ouvidos aos pajés; não matar nem comer carne humana.

Podemos assim avaliar o que já era a catequese, a pregação e o ensinamento tradicional junto aos índios. Consistia ela numa série ininterrupta de ensinamentos visando à integração dos indígenas na sociedade cristã.

Anchieta reconhece em carta de 1555 que os índios eram tão indômitos em comer carne humana e a não reconhecer a autoridade que ele não via outro remédio senão a Europa enviar para cá gente para colonizar e civilizar os silvícolas.

Hoje, o CIMI se envolve em luta de classes para conservar os pobres índios no estado de barbárie. Defendem a nudez deles como coisa normal, quando lemos no Gênesis que foi o próprio Deus quem confeccionou e ensinou nossos pais Adão e Eva a se cobrirem, assim que expulsos do paraíso.
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E o CIMI teima em pregar o contrário do mandato que Jesus Cristo nos ordenou. Ele pediu para ensinar, evangelizar, batizar e fazer crer todos os povos da terra, como condição para a salvação eterna de suas almas. Diante disto o que fazer?
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Devemos rezar a Nossa Senhora Aparecida para proteger o Brasil da desintegração que o ameaça. Que Ela proteja os índios dessa neo-missiologia; que Ela os converta; que Ela proteja todos os brasileiros e fazei que eles vejam e reajam com a fibra de nossos antepassados que expulsaram o invasor holandês-protestante no século XVII.
Assim, o Brasil de amanhã será a continuação do Brasil de ontem e de hoje.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Minuano claro sopra sobre MST sujo


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"O promotor Gilberto Thums e o Conselho do Ministério Público do RS não estão sozinhos e nós iremos apoiá-los de todas as formas" declarou o deputado Nelson Harter (PMDB) (foto), que já tinha 19 assinaturas para instalar uma Comissão de Representação para avaliar os recursos recebidos pelas ONGs envolvidas com Reforma Agrária no Rio Grande.
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O promotor voltou a afirmar que o MST é uma organização criminosa, leva dinheiro público e afronta o estado democrático de direito, devendo ser dissolvido. Harter deverá se reunir hoje com Thums. O pedido encaminhado ao presidente da Assembléia que deverá ser submetido ao plenário teve a assinatura de deputados do PMDB, PSDB, PDT, PP, Dem e PTB.
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No Brasil, mais de R$ 12 bilhões foram repassados a sete mil ONGs, e mais de 22 mil convênios foram firmados. Segundo Harter, a estimativa é que um valor superior a R$ 40 milhões tenha sido repassado a estas organizações no Estado, nos últimos 5 anos. "Uma coisa é certa, o promotor não está sozinho nesta luta".
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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Fim do MST: antes tarde que nunca!


Chegou a hora de tirar o boné do MST ?
Este Blog crê ter chegado a hora "H" de desvestir o boné do MST. Se o Brasil precisa produzir alimentos como requer as circuntâncias nacionais e internacionais, o MST precisa ser varrido do mapa. Aliás, nunca deveria ter entrado nele.

O leitor que desejar ouvir as declarações do Promotor Público do Rio Grande do Sul, Gilberto Thums, sobre o pedido de dissolução do MST feito pelo Conselho Superior do Ministério Público gaúcho poderá acessar o endereço abaixo:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2008/06/24/040270C0895307.jhtm

MST em apuros

O vento mudou?

Este Blog se referiu ontem ao promotor Gilberto Thums, integrante do Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que explicou estar o MP tomando essa atitude em defesa do estado de direito, pois o MST vem se caracterizando como movimento político e adotando técnicas de guerrilha.

Em Porto Alegre, invadiram supermercado, quebraram tudo, levaram um monte de coisa. Em Passo Fundo, entraram numa empresa, a Bunge, uma multinacional, propriedade privada. Já em Nova Santa Rita, uma granja que faz limite com o pólo petroquímico e é 100% produtiva foi escolhida pelo MST e ocupada na marra. Ao lado já existia um assentamento.


Por que esse local foi eleito para a ocupação? – Porque ali passa o duto de nafta que abastece o pólo petroquímico; passam 4 redes de alta tensão que abastecem 2/3 de energia do Rio Grande. Junto à granja, passam um rio e uma ferrovia. Portanto, um ponto vital estrategicamente escolhido.

O interessante é observar como MST vai se defender em juízo. O MST é o braço da Associação Nacional de Cooperação Agrícola e da Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil, que são ONGs com existência jurídica e recebem dinheiro público.

A CPI da Terra concluiu em 2005 o seguinte: o MST é um grupo econômico. Embora apresente estrutura bem formada, a ausência da personalidade jurídica é proposital, para evitar que seu patrimônio seja atingido em ações judiciais.


Seus recursos financeiros provêm das supracitadas cooperativas que são os braços financeiros do MST. O dinheiro é canalizado para eles por meio dessas instituições. O MST na verdade é uma máscara utilizada para ações ilegais e isso para o Ministério Público gaúcho se chama organização criminosa.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Fim do MST? ...

... – Se o Ministério Público quiser

O Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul aprovou relatório pedindo a 'dissolução' do MST. 'Voto no sentido de designar uma equipe de promotores para promover ação civil pública com vistas à dissolução do MST e a declaração de sua ilegalidade', afirma o promotor Gilberto Thums.

Os promotores buscam um mecanismo jurídico para apresentar o pedido de dissolução do MST. Nós conseguimos identificar todos os militantes do MST, disse o promotor Thums, e completou: 'Quem invadir, depredar, praticar atos de vandalismo e de sabotagem vai ser preso [...]'.

A idéia do Ministério Público do Rio Grande do Sul sugere a proibição do Estado negociar contratos e convênios com o MST.

'Não há como dissolver o que não existe do ponto de vista legal', diz advogado do movimento sobre o fato de o MST não ter um CNPJ, reconhecendo que o movimento é ilegal. Como contra-ataque, o MST promete denunciar a ação dos promotores em organismos internacionais, como ONU e OEA .

Criado em sacristias gaúchas no início da década de 80, o MSTcomo é sabido – nunca existiu juridicamente. E de caso pensado... Caso contrário, o MST não poderia pintar e bordar, uma vez que sem CNPJ nem presidente estaria blindado contra ações judiciais.

Cabe ao Ministério Público agir agora. Se quiser, poderá quebrar a espinha dorsal do MST para bem do povo e felicidade geral do Brasil. Só assim nossos autênticos trabalhadores rurais poderão produzir alimentos em paz para o Brasil e o mundo.

Fonte: Folha de S. Paulo, 24/6/08

segunda-feira, 23 de junho de 2008

'Brasil deve aumentar a produção de alimentos'...


... com Reforma Agrária ou com Agronegócio?

O presidente Lula afirmou hoje, 23/6, que o País vai controlar a alta dos preços e que o objetivo agora é aumentar a produção de alimentos, tais como carne, leite, feijão e arroz.


"Quanto mais a gente produzir, mais a gente vai ter segurança alimentar, mais a gente vai poder ter os preços de acordo com aquilo que é o preço justo e mais a gente vai ter alimento para exportar para o mundo", disse Lula.


A propósito, um leitor comentou não entender esta política, pois se falta arroz, por que retirar os rizicultores da Raposa Serra do Sol? Será que os índios vão plantar arroz? Será que o arroz produzido lá não fará falta?


Todos sabemos que a região produz arroz, cerca de duas safras e meia por ano. Será que é de interesse dos brasileiros desapropriar os fazendeiros de lá para alguns poucos índios?

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Fonte: AE 23/6/08

Assentados do INCRA...

...fazem parceria com madeireiros ilegais

O ministro Minc afirmou que assentados da Reforma Agrária fornecem madeira a madeireiros ilegais na Amazônia e defendeu mudança "no modelo de assentamentos" na região da floresta.

No cargo há menos de um mês, Minc aproveitou para criticar o modelo de Reforma Agrária na Amazônia.

O modelo de Colonização e Reforma Agrária na Amazônia está superado. As pessoas estão com pouca renda, saneamento e escola. Na pobreza, acabam fornecendo madeira para madeireiros ilegais..., disse.


Na gestão de Marina Silva, os assentados vinham sendo poupados de ações contra o desmatamento. No início do ano, o governo Lula isentou os assentados de sanções contra o desmatamento.

Comentário do Blog:

O que o Ministro Minc viu foi o fracasso dos assentamentos na Amazônia. É preciso que ele faça o Governo – do qual ele passou a fazer parte – ver o malogro da Reforma Agrária no Brasil inteiro!

Esses assentamentos de Reforma Agrária nunca passaram de utopias socialistas desenvolvidas nos gabinetes de ar refrigerado em Brasília.

Na verdade, essa Reforma Agrária nunca funcionou em lugar e tempo algum. Nem na Rússia, nem em Cuba, nem na China!
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No Brasil, já conhecemos mais de 40 anos de rotundos fracassos, onde o INCRA semeia assentamentos e os assentados colhem miséria e desolação!

Fonte da notícia: Folha de S.Paulo

sábado, 21 de junho de 2008

Fazenda Coqueiros

Após infernizar por 4 anos, MST sofre revés na Justiça gaúcha
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O MST acaba de sofrer um revés no Rio Grande do Sul. A Justiça determinou o cerco e a remoção de dois acampamentos de Coqueiros do Sul, norte do Estado.

A medida visa impedir que o MST prossiga as invasões que duram 4 anos contra a Fazenda Coqueiros. A Justiça se baseou na investigação do Ministério Público que relaciona 135 crimes dos integrantes do MST.

Eles foram responsabilizados por uma onda de furtos de gado e saques em fazendas da região e por 12 invasões à Fazenda Coqueiros, contígua aos dois acampamentos.

A eles também são atribuídos incêndios nas plantações e desmatamento de vegetação nativa, além da destruição de três tratores e três caminhões da família Guerra, dona da Fazenda Coqueiros.

– Não se trata de remover acampamentos, e sim de desmontar bases que o MST usa para cometer reiterados atos criminosos – justifica o promotor Luis Felipe Tesheiner.

Os promotores alegam que tais ações do MST oferecem risco "ao Estado Democrático e de Direito" e seus acampamentos têm "importância estratégica do ponto de vista militar".

– O MST utiliza os acampamentos para amedrontar proprietários e empregados das fazendas até torná-las improdutivas – afirma a peça entregue pelos promotores ao juiz.

Os promotores ressaltam ainda que, para proteger a fazenda, a Brigada Militar foi obrigada a manter lá um pelotão permanente a um custo mensal de R$ 22.962,oo.

O juiz acatou os pedidos do MP e determinou que os proprietários das chácaras [de los hermanos y mui amigos do MST] onde ficavam os acampamentos sejam multados em R$ 10 mil por dia, caso acolha o MST.


Fonte: (humberto.trezzi@zerohora.com.br)

MST ameaça com botijões de gás...

... e proprietários criam cobras


Integrantes do MST usaram até botijões de gás contra a Polícia Federal, a PM e o Corpo de Bombeiros que executavam ordem judicial de reintegração de posse de fazenda invadida no Norte Fluminense.

A liminar de desocupação foi dada pelo juiz da 1ª Vara Federal de Campos, Fabrício Soares. A desocupação foi tensa e os bombeiros foram chamados quando os sem-terra exibiram os botijões de gás.

O INCRA pôs à disposição uma área para os sem-terra no município de Quissamã, mas as famílias preferiram ficar às margens da BR-101, perto da localidade de Travessão, em Campos.

Eles não queriam sair, alegando que começariam a colheita agora. O Grupo Othon, proprietário da fazenda, comprometeu-se a doar cestas básicas para eles.

Para o MST, a fazenda é improdutiva, e por isso foi invadida, enquanto os proprietários dizem que o imóvel produz cana-de-açúcar e sua invasão estava prejudicando o início da safra deste ano.

Aloysio Balbi - O Globo

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Reforma Agrária! Reforma Agrária! ...

... Quantos crimes se cometem em seu nome!
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Elementos do MST queimaram hoje, dia 20 de junho, três veículos e depredaram outras instalações da usina Olho D'Água, na zona da mata pernambucana.

Os “lavradores” do MST acusam os “jagunços” [trabalhadores] da usina de destruírem seus plantios de subsistência e afirmam que essa foi uma reação.

Já a Federação dos Trabalhadores enviou carta ao INCRA e ao governo do estado pedindo garantias para os trabalhadores do assentamento Miguel Arraes, ameaçados pelo MST.

De acordo com a carta, os militantes do MST ameaçam queimar a sede da usina Catende, que hoje é administrada e mantida por trabalhadores rurais beneficiados pelo INCRA.

É assim que o MST “trabalha”! Produzir alimentos que é bom, eles não conseguem nem querem. Reforma Agrária, Reforma Agrária, quantos crimes se cometem em seu nome!
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Fonte: O Globo 20/06/08

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Fotografia para inglês ver

Índios Macuxis - Foto: Antonio Diniz (http://www.rr.gov.br


Manipulação perigosa

Os índios da Reserva Raposa Serra do Sol – todos aculturados [veja bem a foto acima para “inglês ver”] – já se julgam independentes e querem fazer denúncias diretamente à Organização dos Estados Americanos, como se já fossem estados-membros.

Na verdade, eles nem obedecem mais às leis brasileiras", diz o advogado Celso Serra, citando uma ameaça feita recentemente pelo cacique Edson Alves Macuxi ao Supremo Tribunal Federal.

Em recente entrevista coletiva, o líder indígena afirmou: "Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra".

Exibindo o recorte do jornal com a declaração do cacique, Celso Serra afirma que isso mostra que as tribos de Roraima já se consideram acima das leis do Brasil.

O advogado e estudioso lembrou que “os caciques da etnia macuxi já impedem que as mulheres de suas tribos se casem com brasileiros [não-índios], num desrespeito às leis brasileiras", acentua.
Fonte: Percival Pugina

Reservas indígenas? Ou...

Territórios indígenas?
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Antes mesmo de entrar em vigor a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas que lhes concede autonomia política e administrativa, várias tribos já se consideram independentes em relação ao Brasil.
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Para os desavisados poderia parecer “equívoco” que ONGs e mídia chamassem de “territórios” as reservas indígenas. Mas não foi, não! Seus corifeus sabem muito bem o que dizem e o que fazem. Foi mesmo para ir acostumando os ouvidos...

De cabeça feita, muitos índios já se julgam emancipados e confiantes na ratificação pelo Congresso Nacional da referida Declaração, adverte o Dr. Celso Serra, grande estudioso da questão indígena.

Em sua opinião, as tribos da Amazônia estão sendo manipuladas por ONGs que se estabeleceram na região. O objetivo delas é transformar as reservas indígenas em países autônomos, que o Itamaraty [sem ingenuidade] aceitou.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

INCRA: velho, incompetente e corrupto

Sede do INCRA: RIO de Janeiro
Porteiro, enfermeiro e... $.$$$.$$$,$$ x
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Um porteiro e um técnico de enfermagem receberam do INCRA a incumbência de fiscalizar os recursos liberados para investimentos em assentamentos no Pará. A denúncia é do Ministério Público Federal no Pará.

"Desvios, superfaturamento, descontrole na aplicação, ausência de acompanhamento e corrupção são evidências constantes", afirma o procurador Marco Mazzoni no texto de ação civil pública.
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Segundo o MPF, nos últimos 10 anos os assentados da Reforma Agrária região Marabá receberam R$ 382 milhões destinados à compra de insumos agrícolas, sementes e matrizes animais e à construção de moradias.
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A aplicação desse dinheiro, porém, não teve a fiscalização adequada. "É precária, isso quando existe, o que é extremamente raro", registra Mazzoni.
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De acordo com o Ministério Público, a conferência da aplicação dos recursos vem sendo feita apenas no escritório, por meio da conferência de recibos e notas fiscais, sem a realização de visitas aos assentamentos fiscalizados.
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Outra irregularidade é a falta de cobrança por parte do INCRA da devolução dos recursos emprestados aos assentados. "Isso significa que o INCRA está, há anos, dispondo de algo que não lhe é disponível”.
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“Se a lei diz que são créditos, devem ser restituídos, do contrário, seria doação", observa Mazzoni, que também pediu a interrupção da liberação de recursos até o encerramento das eleições municipais deste ano.

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O facão e o pequi


Teólogos e anrtopólogos ateus

Foi manchete nacional o acontecido em Altamira (PA) com o engenheiro Paulo Fernando Rezende, da Eletrobrás, quando por pouco não morreu, vitimado por um golpe de facão brandido por um índio, pelo simples fato de expor, durante uma conferência, seu ponto de vista favorável à construção de uma hidrelétrica.

Contra esse clamoroso atentado, praticado contra um brasileiro no exercício de suas atividades profissionais, não se levantaram os defensores dos direitos humanos. Os mesmos que se indignam quando a Justiça profere uma sentença inocentando o pretenso mandante do assassinato de uma freira norte-americana de esquerda, ou quando algum sem-terra invasor é ferido ao entrar criminosamente em propriedade alheia.

Isto revela o grau de “conscientização” e manipulação a que as populações indígenas estão sendo levadas por obra principalmente de elementos do clero esquerdista partidário da Teologia da Libertação e de ONGs nacionais e estrangeiras obedientes à mesma orientação.
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Para tais setores, pouco importa se uma enorme parcela da população brasileira fique privada de energia elétrica. O que não se pode é “profanar” os “santuários” da biodiversidade e os “nichos” de seus “santos”, os índios.
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Esses infelizes não passam de meros instrumentos nas mãos de teólogos e antropólogos ateus e de ativistas do mesmo naipe, que desejam mantê-los para fins escusos no estado de barbárie e de superstição em que vivem, ao invés de atuar em benefício deles, o que fez o Apóstolo do Brasil, o Bem-aventurado Pe. José de Anchieta: catequizá-los e civilizá-los.

O mesmo estado de espírito visando impedir a construção da hidrelétrica no Norte inspirou também a decisão do Ibama em Sete Lagoas (MG), no sentido de impedir a construção de uma indústria de bebidas pela Ambev, a qual daria emprego direto para 800 pessoas numa cidade onde é alta a taxa de desemprego.
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A alegação do Ibama é de que no terreno existem 400 pés de pequis, que não podem ser cortados. Ora, além de essa árvore ser muito comum na região, a Ambev se propôs a plantar uma quantidade muitíssimo maior em outro lugar a ser indicado. Mas o Ibama mantém a interdição.
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Como fica, em pleno século XXI, no Brasil, a propalada liberdade para a atividade econômica? Será que para as pessoas e entidades adeptas da ecologia radical, o bem-estar e a sadia liberdade das coletividades devem ser sacrificados em aras de uma natureza “deificada”, que não sirva ao homem, mas o subjugue?
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Fonte: ABIM/Helio Viana

Muita terra para pouco índio!

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Amazônia cada vez menos brasileira

O governo federal pretende demarcar 127 terras indígenas [até há pouco a mídia vinha empregando a palavra “território”, mas parece ter mudado para o genérico “terra”] até 2010, sendo 29 somente neste ano.

Muitas dessas áreas são alvo de contestação judicial porque são ocupadas por brancos e sediam atividades econômicas.
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O caso mais emblemático é o de Raposa Serra do Sol, cuja homologação está sendo questionada. Existem 615 terras indígenas no País, o que corresponde a 12,5 % do território nacional e a 22% da Amazônia Legal.
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Fonte: O Globo/ Panorama Político/Ilimar Franco

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Serra do Sol continua ameaçada...



... agora por Corte Internacional

O ex-relator da ONU para os Direitos Humanos dos Povos Indígenas, Rodolfo Stavenhagen, declarou que os índios da Raposa Serra do Sol ganhariam um processo na Corte Interamericana de Direitos Humanos se a área da reserva fosse alterada e o caso fosse levado à instância internacional.

Ele comparou a questão de Roraima com à que aconteceu em 2001, na Nicarágua, com a comunidade indígena de Awas Tingni, que teve sua terra ameaçada. Os índios apresentaram o caso à corte, que reconheceu o direito histórico dos índios à terra disputada.

'Foi um divisor de águas na jurisprudência internacional, foi a primeira vez que a corte interamericana assumiu a defesa aberta dos direitos dos povos indígenas', disse Stavenhagen, atualmente baseado no México. Segundo o ex-relator, 'essa sentença é válida para o Brasil'.

Com uma área de 1,7 milhão de hectares, a reserva indígena Raposa Serra do Sol foi homologada em 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio a uma polêmica antiga em torno da localização da reserva na região da fronteira com Guiana e Venezuela.

Fonte: BBC Brasil, 12/6/08

O Brasil faz. O antiBrasil desfaz.

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"Vale" de lágrimas?

Em Minas Gerais, cerca de 1,5 mil pessoas da Via Campesina [pela foto não passam de uns 200], MST e da Assembléia Popular (grupo também articulado por setores da Igreja Católica) ocuparam ferrovia da Vale do Rio Doce, em Governador Valadares. Querem transformar a Vale do Rio Doce num Vale de lágrimas.

Votorantim: “inaceitável” ação da Via Campesina

O Grupo Votorantim – que teve invadida sua sede em São Paulo por elementos da Via Campesina – qualificou que ações desse tipo comprometem o Estado de Direito. A nota afirma que o grupo, com 90 anos de existência e quase 60 mil empregados, sempre esteve aberto ao diálogo, no entanto, considera inaceitável prática que violem as leis vigentes no País.

Reitor: “Insana” destruição feita pela Via Campesina

Em Pernambuco, o reitor da Universidade Federal Rural classificou de insana a destruição de mudas de cana e de áreas plantadas na Estação Experimental de Cana-de-Açúcar. “O País não pode ficar à mercê de pessoas desse nível", afirmou. Ele pretende recorrer à Justiça para que os responsáveis sejam punidos.

Bunge: “risco” para os funcionários

Em Passo Fundo (RS), a Bunge suspendeu a produção de óleo refinado de soja após a invasão de suas instalações pela Via Campesina. Segundo a empresa, havia riscos para seus funcionários e para os invasores.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Agronegócio e Reforma Agrária

Artigo de Brambilla nos Anais da Câmara


O Deputado Lael Varella (DEM/MG) que bate duro contra esta Reforma Agrária e defende a agropecuária nacional, leu para registro nos Anais da Câmara dos Deputados o artigo de Hélio Brambilla publicado na revista Catolicismo (edição junho/2008) com o título: Sucesso da agropecuária nacional x Miséria da Reforma Agrária.

Recapitulando matéria já publicada neste Blog, Brambilla mostra que hoje existem mais de 60 milhões de hectares em mãos dos assentados da Reforma Agrária. Mas eles nada produzem, e dependem de cestas básicas com produtos oriundos do agronegócio.
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Brambilla – profundo conhecedor de nosso agronegócio – sugere: Se desse total fossem retirados 45 milhões de hectares para a produção de grãos, pura e simplesmente duplicaríamos as nossas colheitas. Utilizando-se de outros 7 milhões para a produção de álcool, chegaríamos praticamente à auto-suficiência em matéria de combustível ecologicamente correto”.


Lael Varella faz eco às palavras do articulista para pedir ao governo que deixe o homem do campo trabalhar em paz, condição para termos comida farta e barata, grandes excedentes para exportação, aumento das reservas cambiais, geração de empregos, combustível ecologicamente correto.



Via Campesina ensina como agitar



MST “trabalhando” na Via!


A Via Campesina mostrara que sabe agitar, pois tudo serve de pretexto para invadir e destruir. Esta estranha organização com sede na Indonésia, não se sabe por que vias, veio parar no Brasil fazer parceria com o MST.

O dia 10 de junho parece ter sido a comemoração do “Dia do Trabalho” deles. “Trabalharam” da madrugada até altas horas da noite! E sem descanso! Nem cortador de cana consegue trabalhar tanto!

O que fizeram? – Protestaram contra o modelo agrícola em 13 Estados. Invadiram sedes de indústrias, canteiros de obras, propriedades rurais, rodovias e ferrovias além de destruírem mudas de novas variedades de cana e uma área plantada com 100 hectares no Pernambuco.

A Via Campesina – representada no País por diversas entidades, entre elas o MST – contou com o apoio da Assembléia Popular, uma reunião de organizações populares urbanas, articulada por setores da Igreja Católica.

Em São Paulo, cerca de 400 manifestantes invadiram a sede do grupo Votorantim. Em Mirante do Paranapanema, 500 militantes do MST invadiram as obras de construção de uma usina de açúcar e álcool do grupo Odebrecht.

Já no Pernambuco, foi invadida a Estação Experimental de Cana-de-Açúcar. Outra indústria que teve instalações 'ocupadas' foi a Bunge, em Passo Fundo (RS).

Outros atos de vandalismo da Via Campesina atingiram Minas, Rondônia, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Santa Catarina, Alagoas, Paraná, Tocantins e Paraíba.

Em Rondônia, bloqueram durante horas o tráfego na BR-364, a 20 quilômetros de Porto Velho.

No Tocantins, bloquearam a estrada de ferro da Vale do Rio Doce, na altura de Darcinópolis. A linha férrea da Vale foi também bloqueada na altura de Belo Horizonte.

O que pretende a internacional Via Campesina? – Mudanças na nossa política agrícola... E quem está por trás dessa agitação toda? Para onde quer levar Brasil?

Fonte: OESP, 11/6/08

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Brasil vai plantar soja em Cuba...



... E será a bola da vez?

Em recente visita a Cuba, o ministro Celso Amorim disse que o Brasil vai assumir o posto da Venezuela como principal parceiro da antiga “Pérola das Antilhas”.

Diante de 40 empresários brasileiros que ele levou, e de representantes do regime cubano, Amorim afirmou: “Queremos ajudar na segurança alimentar de Cuba”.

Como parte da primeira fase de cooperação entre os dois países, as Forças Armadas Revolucionárias Cubanas (FARC) deverão aplicar um projeto da Embrapa de produção de soja em uma área de 35 mil hectares.

Até o momento, este Blog não conhece nenhum projeto da Embrapa para assentamentos de Reforma Agrária. Caso seja uma experiência, pode escrever que em breve teremos de internacionalizar nossas cestas básicas e bolsas famílias para alimentar cubanos...

Para o governo brasileiro, Cuba deverá tornar-se um “tigre” na América Latina, para quem nenhum outro país no mundo pode contribuir para a transformação econômica da ilha como o Brasil.

Depois de três horas a fio de conversa com o “presidente” Castro II, Amorim acha que Cuba aprendeu as lições de sua histórica dependência de um único parceiro econômico — EUA; depois, URSS; hoje, Venezuela; e amanhã...

Será que Castro II já pressente a queda de Hugo Chávez na Venezuela? Caso isso se dê, o Brasil será a bola da vez!

terça-feira, 10 de junho de 2008

O Brasil faz. O anti-Brasil desfaz!

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A CNBB e o novo golpe contra o direito de propriedade

Através de nota assinada pelo seu presidente, a CNBB cobra do Congresso Nacional a aprovação da PEC 438/2001 que pune os proprietários rurais com a expropriação caso eles tenham feito uso de “trabalho escravo”.

Os bispos qualificam de ‘crime absolutamente intolerável’ o uso da propriedade como instrumento para escravizar, e pedem que os proprietários culpados percam suas terras, sem nenhuma compensação, e que as mesmas sejam destinadas à Reforma Agrária...

A CNBB considera que a aprovação da PEC será “uma excelente contribuição” para a erradicação da “vergonha” do trabalho escravo.

Segundo a CNBB, a escravidão é uma prática abominável que a Igreja no Brasil denuncia desde a década de 1970 (sic).

Comentário do Blog:

Com efeito, a PEC não é contra o “trabalho escravo”, mas sim contra o direito de propriedade! Os maus patrões deverão ser punidos se, de fato, escravizarem algum empregado. Entretanto, a legislação trabalhista deve ser adaptada às circunstâncias do meio rural.

É triste ver ‘pastores’ fazendo coro com os inimigos internos e externos do Brasil no momento em que somos ameaçados de perder metade do território com a internacionalização da Amazônia.

Atentemos ainda que o presidente da república vive declarando a laicidade do Estado para fins de aborto, experiência com embriões, casamento homossexual e, curiosamente, os bispos não dizem e nem fazem nada ou quase tanto.

A propósito, cabe ressaltar que a questão de ‘trabalho escravo’ já foi desmascarada no Brasil pelo jornalista Nelson Barretto no livro “Trabalho escravo: nova arma contra a propriedade privada”. Até corte de cana virou “trabalho escravo” no Brasil!

“Trabalho escravo” é uma expressão mágica criada em laboratórios de propaganda ideológica da esquerda – como outras tantas que circulam por aí – e, sobre ela faz-se toda uma gritaria escusa. A serviço de quem?

Não parece estranho que a CNBB empreste sua voz para fazer reboar tal gritaria? Afinal, por que tanta insistência sobre o trabalho escravo? E por que só vinculá-lo ao agronegócio? Por que a expropriação das terras sem indenização?

Não parece igualmente estranho que isso aconteça exatamente quando não se ouve mais falar dos púlpitos sobre os Mandamentos da Lei de Deus?

Não estão lá consignados que Deus deu um mandamento para a defesa da vida e dois mandamentos para defender a propriedade privada? Os bispos teriam substituído o Decálogo por um código social de direitos humanos?

Julgando e agindo assim a CNBB, CPT e congêneres traem a sua missão quando deixam de defender o direito de propriedade garantido nos mandamentos da Lei de Deus e nos ensinamentos dos Papas!
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Finalmente, a Igreja sempre combateu a escravidão desde que foi fundada há mais de dois mil anos! Foi exatamente a partir de 1970 quando surgiu a estranha “teologia” da libertação pregando a luta de classes, invasão de propriedades e o comunismo que a CNBB começou a combater a escravidão.

O Papa já advertiu os bispos brasileiros. Esperemos uma mudança da CNBB dentro do conselho evangélico na procura do “Reino de Deus e da sua justiça” ao invés de procurar na “república socialista e da sua injustiça”.

Via Campesina “trabalhando”!

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“Protestar contra” = trabalho formal da
Via Capesina
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“RIO – Trabalhadores rurais ligados à Via Campesina realizam nesta terça-feira um dia de protestos em todo o país. Na região metropolitana de Fortaleza, mil manifestantes ocuparam o porto de Pecém. Eles protestam contra o modelo de desenvolvimento do estado e contra a crise dos alimentos.

Na Bahia, cerca de 500 trabalhadores rurais invadiram a sala de controle da usina de Sobradinho. Eles estão armados com foices e facões, mas não há feridos. Os manifestantes esperam conversar com representantes do governo federal para protestar contra a construção de barragens no rio São Francisco.

Durante esta madrugada, cerca de 200 integrantes do movimento ocuparam a estação experimental de cana de açúcar, no município de Carpina, no norte de Pernambuco. Os agricultores protestaram contra o plantio de cana de açúcar que, de acordo com eles, tem aumentado a miséria na região. O local já foi desocupado.”

Comentário: A fonte desta notícia é a Globonews TV. A matéria acima foi publicada entre aspas. Este Blog apenas a coloriu e sublinhou algumas partes.

O leitor deve ter observado o tratamento dado a esses profissionais da baderna: são chamados de “trabalhadores rurais” e “agricultores”...

As perguntas de sempre: O que eles fazem? -- Invadem, ocupam! Como eles trabalham? – Protestando contra alguma coisa. Onde? – Nos centros urbanos. Por quê? – Este BLOG levanta uma hipótese: obter na mídia publicidade exatamente como à acima!

A quem aproveita uma notícia “jornalisticamente correta” como esta? -- A resposta é sua leitor.
Com efeito, esta “Via” não nos levará a lugar nenhum, ou melhor, ela nos consduzirá a um regime socialista.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Por que tanta estranheza?

Desacerto entre governo e ministérios


Este Blog publicou o postEUA acusam e Brasil passa recibo(5/6/08) no qual salientou incongruência do Itamaraty diante da imputação de que o Brasil vinha se desenvolvendo à custa de trabalhado escravo.

A pesada acusação recai sobre as usinas de etanol num relatório de 84 páginas do Departamento de Estado americano, ao afirmar que a metade das ‘vítimas libertadas’ em 2007 foi localizada nos canaviais.
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Tais dados devem ter sido transcritos de nossa mídia que não se farta noticiar dados oficiais do Ministério do Trabalho. Seus fiscais vivem “descobrindo e libertando escravos”, sobretudo em canaviais...
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Por sua vez, nosso Ministério das Relações Exteriores que há certo tempo foi pródigo ao qualificar a China como ‘economia de mercado’, e, que portanto não vê qualquer trabalho escravo por lá, passou recibo à acusação americana.
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Na referido post, este Blog pôs a pergunta: A quem interessa que o Brasil não desenvolva suas potencialidades?

Curiosamente, hoje pela manhã, o Presidente da República afirmou que as críticas ao biocombustível provêm de empresas de petróleo, ao promover uma guerra comercial entre países capazes e não capazes de produzir etanol. E que estudará com o setor canavieiro um contrato de trabalho capaz de melhorar a situação dos cortadores de cana.

Enigma

Este Blog constata que o presidente fala uma coisa e o seu governo faz outra. O que o Ministério do Trabalho vem qualificando de ‘trabalho escravo’ no meio rural nada mais é do que aquilo que é inadequado ao meio urbano.
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Mais uma vez a pergunta: A quem aproveita tais qualificações? Ao agronegócio? Ao Brasil? Aos brasileiros? Aos inimigos do Brasil? Aos concorrentes do Brasil?

– Não estranhemos, pois, que do exterior nossos trabalhadores sejam vistos acorrentados e com bolas no pé sob um sol escaldante nos canaviais. Aliás, imagem fácil de ser concebida diante da propaganda que o governo vem veiculando.

Tudo parece crer que não são as empresas de petróleo que vêm promovendo guerra ao agronegócio, mas o próprio governo coadjuvado pelo MST, CPT e congêneres.

PEC do Trabalho Escravo



Sensatos X insensatos


Acaba de ser criada na Câmara dos Deputados a Frente Nacional de Combate ao Trabalho Escravo que visa pressionar a votação da PEC 438/01 que está parada no Congresso desde 2004.

Insensatez

Seu objetivo é criar punições mais rígidas para quem mantiver trabalhadores em condições de escravidão, como a expropriação das terras sem pagamento qualquer de indenização.

O presidente da Subcomissão de Combate ao Trabalho Escravo, que integra a Comissão de Trabalho, Paulo Rocha (PT-PA), acha que só o confisco dará maior segurança à aplicação da lei.
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Sendo a PEC contra o direito de propriedade, qualquer pretexto servirá para 'inventar' trabalho escravo aqui, lá e acolá. E uma vez 'descoberto', desfechar a guilhotina da expropriação sem dó nem piedade!

Sensatez


Por sua vez, Valdir Colatto (PMDB-SC) diz não ser contra o projeto, mas o considera incompleto. "Nós queremos que haja, no projeto, uma definição do que é Trabalho Escravo no seu conceito."
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Ele explica que o trabalho agrícola é diferente dos demais: “Na fábrica tem banheiro, tem restaurante azulejado, isso não acontece na agricultura. O trabalhador da agricultura é diferenciado."


Colatto acredita que a legislação trabalhista seja suficiente para coibir o Trabalho Escravo e aplicar severas punições a quem propicia esse tipo de trabalho.
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Fonte: Agência Câmara, - 04/06/2008

sábado, 7 de junho de 2008

É isto que a CNBB quer para o Brasil?

Fome, ditadura e genocídio

O Zimbábue, antiga Rodésia, sob a atual ditadura socialista, envereda para o genocídio, denunciou o Catholic Information Service for Africa (CISA).


A China está armando o ditador Mugabe, que perdeu as eleições presidenciais em primeiro turno e mobilizou os “veteranos de guerra” — agitadores equivalentes aos militantes do MST brasileiro — com vistas a organizar violências que incluem torturas e humilhações, a fim de silenciar os opositores.


Ele visa também extinguir os últimos fazendeiros brancos que ficaram no país (foto).


A reforma agrária zimbabuana, em boa medida inspirada na brasileira, jogou a nação africana na fome e na miséria. A inflação supera 100.000% anuais.


O governo é o único que dispõe dos alimentos, e os distribui para seus fiéis, sonegando-os para os não-simpatizantes.



Precisamos da anti-Reforma Agrária...

... para produzir grãos
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Helio Brambilla
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A esquerda brasileira, ávida de ser cortejada pela intelligentsia internacional, aplicou no Brasil uma Reforma Agrária tão absurda, que é impossível não reconhecer má fé em seus fautores.

Hoje existem mais de 50 milhões de hectares em mãos de assentados nas áreas agro-reformadas. Nada produzem, e ainda dependem de cestas básicas com produtos oriundos do agronegócio para subsistir.

Se desse total fossem retirados 45 milhões de hectares para a produção de grãos, pura e simplesmente a dobraríamos. Utilizando-se outros 7 milhões para a produção de álcool, chegaríamos praticamente à auto-suficiência em matéria de combustível “ecologicamente correto”.

Com isso, milhões de novos empregos seriam gerados, devolvendo a dignidade a tantas famílias que vegetam de forma sub-humana em barracas de lona ou em autênticas favelas rurais, nas quais se converteram os assentamentos.

É na situação delas que devemos pensar — e nos vastos espaços ociosos que elas ocupam, sobre os quais inexiste, da parte do governo, qualquer exigência de “índice de produtividade” — toda vez que ouvirmos algum alto dirigente se vangloriar dos “feitos” da Reforma Agrária...

Como para Deus nada é impossível, possam os inveterados fanáticos da esquerda brasileira trocar as trevas da Teologia da Libertação, em que jazem, pela luz da graça divina, de modo a um dia compreenderem que o futuro brilhante do Brasil está na observância da Lei natural e da Lei de Deus, e não nos absurdos e utopias de Marx e de Lenine.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Subsídios. Não adianta culpar os outros!

Afinal, de quem é a culpa?

O governo brasileiro vem culpando em todas as oportunidades que se apresentam os subsídios agrícolas dos países desenvolvidos...

Vale a pena refletir um pouco sobre tais críticas. O usineiro Clésio Balbo acabou de apresentar o resultado de umas contas que fez.

Para ele, enquanto governos da União Européia pagam aos fazendeiros 45 euros (cerca de 110 reais) por hectare cultivado...

... no Brasil, os produtores de cana, açúcar e álcool desembolsam, em impostos, o equivalente a 1.071 euros (cerca de 2.675,00 reais...).

De quem é a culpa?

quinta-feira, 5 de junho de 2008

... o Brasil vai se dividindo

De estatuto em estatuto...

Apesar de aparente divisão, os deputados da Comissão Especial do Estatuto da Igualdade Racial querem a sua pronta aprovação.

Uns quereriam aprová-lo como ele veio do Senado. Outros querem alicerçá-lo com um fundo de financiamento, a fim de que tenha mais eficácia como lei.

Todos concordam em transformá-lo num instrumento legal para o confisco quilombola, e assim dividir o Brasil em raças.

Membros da Comissão deixaram escapar que até agora não há posicionamento claro dos partidos sobre a matéria, pois falta um movimento social negro que reivindique ‘seus direitos’, o que demonstra a artificialidade dos promotores da divisão racial.

O Senador Paulo Paim (PT-RS), autor do projeto e um dos principais negociadores da matéria no Congresso, quer que a Câmara aprove o texto com urgência, para ser sancionado no dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra.

Já o deputado Damião Feliciano (PDT-PB) disse que acredita em uma vitória da posição favorável à aprovação sem mudanças, pois o presidente Lula já deu sinais de que está pronto para sancionar o Estatuto.

EUA acusam e Brasil passa recibo

“Cortar cana virou "trabalho escravo” ?


Em relatório de 84 páginas, o Departamento de Estado norte-americano afirma que o Brasil fez 'modestos esforços' para enquadrar crimes de tráfico humano para trabalho forçado e exploração sexual.

O documento põe no banco dos réus em termos mais rigorosos a Tailândia, China, Bangladesh, Índia e Malásia. O Brasil ficou num grau intermediário entre os casos mais leves e os mais graves.

Uma das conclusões do relatório é que o crescimento de países como o Brasil vem sendo feito à custa da exploração de trabalhadores que seriam utilizados em usinas de produção do etanol.

Sobre o suposto ‘trabalho escravo’, o estudo revela que a metade das vítimas ‘libertadas’ (sic) em 2007 foi localizada em canaviais que contribuem para o explosivo crescimento da produção de etanol.

O relatório cobra o Brasil pelo fato de não informar os casos de investigação e prisão de responsáveis.

À guisa de resposta, Itamaraty passa recibo!...

Em vez de protesto enérgico do Brasil, o Itamaraty passou recibo. Sua assessoria de imprensa informou que o governo brasileiro vem apurando as denúncias sobre ‘trabalho escravo’ e violação de direitos humanos.

E mais. Que os dados do Ministério do Trabalho mostram que aumentou significativamente o número de trabalhadores resgatados de situações de trabalho análogas à escravidão.

Este Blog observa e pergunta:


O relatório mistura tráfico para prostituição e tráfico para trabalho forçado... A quem interessa a auto-acusação do Itamaraty? Desde quando cortar cana virou trabalho escravo? A quem interessa que o Brasil não desenvolva suas potencialidades?

Fonte: OESP, 05/6/2008 (Gabriel Manzano Filho e Odail Figueiredo)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Êxitos do agronegócio

Agronegócio vira espetáculo

As conseqüências benéficas do agronegócio brasileiro aí estão: aumento na geração de empregos e no consumo.

Só no segmento de camionetes, caminhões e máquinas agrícolas, a espera na fila é de seis meses a um ano, pois as fábricas não conseguem produzir o suficiente para atender o mercado.

As exposições agropecuárias e os agrishows da temporada 2008 estão batendo todos os recordes de público e de negócio.

O show rural de Cascavel (PR) recebeu mais de 180 mil pessoas e teve recorde em negócios, transformando-se no maior da América Latina e um dos primeiros do mundo.


O Brasil dos canaviais


Estrabismo ideológico
Helio Brambilla

No último mês de fevereiro, o consumo de álcool (anidro/hidratado) ultrapassou o da gasolina. Nossa frota, que no início da produção de álcool, na década de 80, era de três milhões de veículos, ultrapassa hoje 30 milhões (fora os movidos a diesel).


As usinas estão se aparelhando para produzir energia elétrica a partir do bagaço de cana queimado nas caldeiras. Se todas elas gerassem essa energia, saltaríamos de uma produção de 5 a 6.000 Mw/h para 32.000 Mw/h, equivalentes à produção de duas usinas de Itaipu.x


Apenas 50 das quase 400 usinas existentes estão gerando energia, o que em grande parte se deve ao centralismo estatal brasileiro.Os usineiros perderam o estímulo, porque nos leilões de energia o governo ofereceu menos de 100 reais por Mw/h.

Como conseqüência, o risco do apagão colocou-o na contingência de acionar as termoelétricas a gás, que custam mais de 400 reais o Mw/h.


Além disso, por causa do apagão do gás decorrente do boicote da Bolívia, em alguns casos o governo teve de acionar as termoelétricas a diesel, a um custo de mais de 800 reais o Mw/h.


Enquanto isso, nós consumidores somos advertidos para a forte alta no preço da energia elétrica a partir de 2009.

Estrabismo governamental em prejuízo da economia!









terça-feira, 3 de junho de 2008

O cultivo da cana 500 anos depois!

Zeferina corre e socorre os cultivadores de cana!


Desde Martim Afonso de Souza, plantamos e cortamos cana no Brasil. Eis que agora, em plena safra da cana, iniciou-se toda uma “onda” contra os cultivadores de cana.

Seus difamadores e/ou invejosos alegam que eles vêm se utilizando de mão-de-obra degradante ou mesmo de “trabalho escravo” para a colheita da cana.

Muito curioso isso! Por que só agora, depois de 500 anos, surge a questão do assim chamado “trabalho escravo” em relação aos cortadores de cana?

Afinal, esta expressão mágica vem sendo repetida à exaustão por certa propaganda esquerdista visando tão-só os produtores rurais... A quem aproveita tal difamação?

Geração de atletas no lugar dos ecochatos

Desta vez, quem correu em defesa de nossos produtores de cana foi Maria Zeferina Baldaia que venceu a Maratona Internacional de São Paulo (1º/6/08).

Seu segredo? – Ela é ex-cortadora de cana e se encontrava em muito boa forma e, rápida como um zéfiro, deixou para trás as famosas quenianas. Vitoriosa em 2002, ela tornou-se bicampeã... Parabéns!

Dá vontade de sugerir a queima dos relatórios do pessoal dos “direitos humanos” e colocá-los para cortar cana.

Não por maldade, mas à maneira de um spa, ali eles queimariam um tanto do colesterol acumulado pela vida sedentária ou mesmo pelo excesso de açúcar ingerido!

Quem sabe eles aprenderiam adaptar suas idéias aos fatos? Ademais, em vez de ecochatos, teríamos uma geração de atletas!