quinta-feira, 29 de outubro de 2009

MST: STF afirma uma coisa...

...mas efetiva outra

Para o advogado Fabio de Oliveira Lucchesi, o MST não conta apenas com o dinheiro de nossos impostos para invadir e depredar imóveis rurais, roubando bens neles existentes. Conta também com o incentivo de nosso Supremo Tribunal Federal.

Após discorrer longamente sobre os dispositivos legais para desestimular as invasões de terras e salientar que não há diferença entre os crimes de furto, roubo e esbulho possessório, conclui que constitui falta grave de natureza civil e administrativa permitir ou concorrer para a desapropriação de imóvel rural invadido.

Para ele, vem ocorrendo que a questão vem sendo reiteradamente levada ao conhecimento e julgamento de nosso STF que, em evidente negativa de vigência ao dispositivo legal, decreta a validade dos atos que visam desapropriações que se enquadram nessas condições.

Por isso causa espécie quando ministros de nossa suprema corte condenam publicamente as invasões de terras, mas, na verdade, ao permitir a desapropriação de imóveis invadidos, incentivam-nas, incorrendo na responsabilidade prevista na parte final desse dispositivo legal.

Infelizmente, ao grande público, os ministros do STF dizem coisa diversa do que efetivamente julgam.

"Intelectuais" e a CPI sobre o MST

"Deixe os criminosos em paz"
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Dias atrás, intelectuais tupiniquins e do exterior assinaram manifesto repudiando a CPI do MST. Para Pontocrítico, o resultados da CPI deverá ficar comprometido, uma vez que governo tem o Congresso nas mãos.
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Com efeito, tal investigação chega com atraso, pois as invasões deveriam ter sido reprimidas, com firmeza, desde o início. Para Pontocrítico, assinar manifestos é direito do cidadão.
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Para que o leitor tenha idéia do referido manifesto, leia um trecho dele a seguir:
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A estratégia de luta do MST sempre se caracterizou pela não violência, ainda que em um ambiente de extrema agressividade por parte dos agentes do Estado e das milícias e jagunços a serviço das corporações e do latifúndio. As ocupações objetivam pressionar os governos a realizar a reforma agrária.
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“Mais esse: É preciso uma agricultura socialmente justa, ecológica, capaz de assegurar a soberania alimentar e baseada na livre cooperação de pequenos agricultores. Isso só será conquistado com movimentos sociais fortes, apoiados pela maioria da população brasileira.
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“Contra a criminalização das lutas sociais convocamos todos os movimentos e setores comprometidos com as lutas a se engajarem em um amplo movimento contra a criminalização das lutas sociais, realizando atos e manifestações políticas que demarquem o repúdio à criminalização do MST e de todas as lutas no Brasil”.
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Entre os “intelectuais” que assinaram o documento estão Luís F. Veríssimo, Emir Sader, Eduardo Galeano (Uru) que aplaudem a violência e o vandalismo praticado pela turba.
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Para Pontocrítico, os mesmos intelectuais vão escrever e assinar outros manifestos. Um deles, com certeza, será em favor dos narcotraficantes.
Como o MST é um movimento de bem, dirão que a polícia deve deixar em paz todos os criminosos.
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Fonte: Comentário do PONTOCRITICO.COM - 26/10/2009

O Globo 'aquece'...

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... o deserto “reverdece”
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Fotografias de satélites do Norte da África apontam que o deserto do Saara está em retração. A notícia pega a contrapé a pregação de que o “aquecimento global” estaria dilatando os desertos.
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Vozes científicas apontam que em caso de “aquecimento” haverá aumento das chuvas e da vida nas regiões mais áridas do planeta.
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Farouk el-Baz, diretor do Centro de Monitoramento Remoto da Universidade de Boston, acredita que o Saara está passando por uma transição mais úmida.
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“Não se pode dizer ainda que esteja reverdecendo. Mas o deserto se expande e se contrai em função da quantidade total de energia recebida do Sol pela Terra. E isto ao cabo de milhares de anos”, disse o cientista.
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O especialista talvez tenha pronunciado mais de uma “heresia” em relação ao dogma ambientalista: 1) O fator decisivo do aquecimento não é o homem, mas o Sol. 2) Sobre climatologia, deve-se raciocinar com longos períodos.
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El-Baz acrescentou que “o aquecimento da Terra resultará em maior evaporação dos oceanos, que trará por sua vez mais chuvas”. Assim ofendeu mais um tabu da superstição ambientalista.
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Segundo os alarmistas, o aquecimento causaria desertificação. Alguns até acenam com uma espantosa savanização da Amazônia.
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O cientista, contudo, falou realidades confirmadas pelo bom senso: mais insolação = mais evaporação dos mares = mais chuvas.
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Fica ainda por se ver se o aumento de chuvas com o conseguinte aumento das nuvens não terá um efeito moderador do “aquecimento global”, caso haja.
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A população norte-africana pouco se importa com teorias irrealistas e luta para ganhar terras ao deserto. É uma atitude oposta à do exército de ambientalistas que elucubra “profecias” através de computador num escritório da ONU ou de uma ONG...
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Por sua vez, no deserto da Namíbia, região “hiper-árida”, nos últimos anos as precipitações cresceram mais de 600%, segundo o centro de pesquisas Gobabeb.
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No Egito, o reverdecimento avança em escala industrial com modernos métodos de rega artificial.
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A contribuição de cientistas e engenheiros agrônomos como el-Baz está permitindo que o Egito mude a areia do deserto em terra verde de modo inteligente, diz ainda a BBC.
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Onde antes havia desertos, hoje crescem laranjais, plantações de limeiras e mangueirais com finalidade comercial. O panorama levou a BBC a se perguntar se os “desertos não estão reverdecendo”.
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O programa visa recuperar 3,4 milhões de acres ao deserto, mas não falta ambientalista para criticar e criar obstáculos a esse progresso.
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Na parte do Egito onde o deserto está ficando incontestavelmente verde, a tendência das populações é deixar as cidades e se instalar nas novas terras prometidas, conclui a BBC.
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Fonte: http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/
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Na briga entre a água e a pedra...

... quem apanha é o peixe

O Ministério da Agricultura quer modificar o decreto em vigor, no qual as propriedades rurais são obrigadas a manter intactas as áreas de preservação permanente.

O ministro Stephanes propôs ao Planalto que as médias propriedades também fiquem isentas da obrigação de reflorestar áreas desmatadas.

Enquanto Stephanes deseja anistia para os que cortaram árvores legalmente décadas atrás para expandir suas lavouras, o ministro Minc (Meio Ambiente) disse que não haverá acordo sobre reserva legal.

Fonte: da Folha Online 29/10/2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Nesses nós não confiamos!

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Veja a lista dos "Patriotas" que retiraram
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as assinaturas da CPI do MST
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Seria muito bom que os eleitores tomassem conhecimento!
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O governo fez uma pressão enorme ontem para tentar impedir a criação da CPI do MST. Queria que parlamentares da base de apoio retirassem suas assinaturas.
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Dezenove "corajosos" voltaram atrás e sucumbiram. De súbito, deixaram de ver motivos para a investigação. Abaixo, a lista dos 19 deputados que cederam aos “apelos” do Planalto:
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Aelton Freitas (PR-MG)
Antonio Cruz (PP-MS)
Charles Lucena (PTB-PE)
Dr. Nechar (PP-SP)
Eduardo da Fonte (PP-PE)
Fernando Chiarelli (PDT-SP)
Francisco Rossi (PMDB-SP)
Geraldo Thadeu (PPS-MG)
João Carlos Bacelar (PR-BA)
João Magalhães (PMDB-MG)
Jurandil Juarez (PMDB-AP)
Leo Alcântara (PR-CE)
Luciano Castro (PR-RR)
Marcelo Teixeira (PR-CE)
Marcio Reinaldo Moreira (PP-MG)
Tonha Magalhães (PR-BA)
Vilson Covatti (PP-RS)
Vinícius Carvalho (PTdoB-RJ)
Wellington Roberto (PR-PB

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Juiz enfrenta FUNAI e INCRA...

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... e livra fazenda de demarcação
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em Mato Grosso do Sul
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O juiz Massimo Palazzolo da 1ª Vara Federal de Dourados livrou a Fazenda Cana Verde da demarcação como terra indígena e determinou a extinção do processo instalado pela FUNAI.
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O produtor Avelino Donatti conseguiu provar que o imóvel rural, que tem pouco mais de 445 hectares nunca foi terra indígena, conseguindo, com isso, declarar nulos os processos administrativos.
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"O mais grave é que para que minha propriedade fosse demarcada, bastaria uma portaria do Ministério da Justiça, já que relatório antropológico elaborado por técnicos da FUNAI colocaram a Fazenda Cana Verde como pertencente à União", reclama.
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"Está claro que a terra indígena não existe, que a terra não está de posse de índios e nem está em nome da União, de modo que não podiam sequer ser identificadas e demarcadas através do decreto administrativo n° 1.775/96, como o foram", desabafa o produtor.
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Ao tomar conhecimento da decisão judicial, o presidente do Sindicato Rural de Dourados, Marisvaldo Zeuli, comemorou. "Sempre acreditamos na Justiça e sempre vamos acreditar que os magistrados terão equilíbrio e sensatez para julgar essas questões indígenas, mesmo porque vivemos num Estado Democrático de Direito.
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Este BLOG dá parabéns ao Juiz que enfrentou a FUNAI e o CIMI e guardou a lei e o direito de propriedade!
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Fonte:
http://www.progresso.com.br
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Só a safrinha = 70 mil pés!

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Reservas Indígenas produzindo maconha!
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Policiais descobriram 70 mil pés de maconha e 32 mil mudas dentro da Reserva Indígena do Alto Turiaçu na fronteira do Maranhão com o Pará. A área, de 5.300 km², deveria ter plantação de mandioca e batata.
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Mas, além da maconha, um sobrevoo indicou a existência de um gigantesco garimpo ilegal e exploração ilegal de madeira. A região é usada pelos traficantes por ser de difícil acesso, e ser uma área indígena, o que dificulta o acesso da polícia.
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A droga estava sendo plantada em uma área de 10 quilômetros quadrados. Só com uso de helicóptero é possível chegar à região. Trata-se de área conhecida pela produção de maconha, e combatida entre 2001 a 2004. Depois, ficou esquecida...
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O plantio encontrado é classificado como 'safrinha fora da época', que abastece o mercado enquanto a safra não chega, pois o seu período é de janeiro a junho.
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Maranhão é apontado como um dos principais produtores da droga. Os traficantes de Pernambuco migraram para a Terra Indígena Alto Turiaçu, além de outras duas reservas indígenas, a Awá e a Caru.
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As terras formam um conjunto contíguo, completado pela Reserva Biológica do Gurupi, está sob constante exploração madeireira ilegal, atividade que vem sendo desenvolvida abertamente.
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As cidades onde atuam as madeireiras ficam a cerca de 30 km das aldeias indígenas. É das terras indígenas que a madeira é cortada ilegalmente.
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E os índios, coitadinhos, são as grandes 'vítimas' dos gananciosos madeireiros, não é? E quem os manipula não aufere nada?
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De 36 madeireiras que atuam nos quatro municípios, 34 utilizam madeira extraída irregularmente das reservas.
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As reservas indígenas no Maranhão somam cerca de 16 mil km² e são o que resta da Floresta Amazônica no estado.
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Enquanto isso o governo luta pela criação de mais Reservas Indígenas!... Mas, ah, se essas terras pertencessem a um particular! A CPT, o MST estariam gritando, protestanto e destruindo para exigir a expropriação delas!
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Fonte: O Globo

Chávez, príncipe das trevas?

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Venezuela já raciona água e luz...
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Chávez pediu a população que restrinja seus banhos a três minutos, pois há graves problemas de abastecimento de água e luz no país.
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A Venezuela sofreu vários apagões no último ano devido à falta de investimentos no setor. Chávez anunciou que irá criar o "ministério do apagão" para fazer face aos problemas que afetam a imagem de seu socialismo.
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Como demagogo, ele promete fazer chover utilizando-se de aviões (certamente os russos que ele adquiriu recentemente) para mexer nas nuvens e provocar chuvas.
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Prometeu decreto proibindo importações de equipamentos elétricos de alto gasto energético e que os ministérios e estatais reduzam imediatamente em 20% o seu consumo de energia.
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Será o futuro do Brasil com tanta intervenção estatal por parte do governo do PT, sobretudo em nossos campos? Todo cuidado é pouco!
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Fonte: Reuters
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"Favela rural e crime de lesa-pátria"

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‘Reforma Agrária, Reforma Agrária,
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quantos crimes se cometem em seu nome!"
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No 5º mandato como deputado federal, o presidente dos Democratas no Paraná, Abelardo Lupion, vem consolidando sua pré-candidatura ao Senado. Em recente entrevista, o parlamentar tratou da Reforma Agrária, do Código florestal e dos índices de produtividade.
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Para Lupion, a Reforma Agrária é um blefe. O contribuinte paga por uma Reforma Agrária que não conseguiu fazer ninguém anda com as próprias pernas. A reforma agrária é uma grande favela rural. Há um investimento absurdo.
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Ele ressalta que "o governo tem nas mãos 134 milhões de hectares e não consegue fazer com que os assentados sejam auto-suficientes. A região de Cascavel é exemplo. A Fazenda Mitacoré, em São Miguel do Iguaçu, era modelo e virou uma favela rural".
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O deputado que é ruralista promete jogo duro: "No Brasil, o MST e a Via Campesina são movimentos terroristas que fazem a desestruturação do campo. Nós precisamos jogar muito pesado contra esse povo porque não se pode fazer um ralo do dinheiro público, que poderia fazer com que o pequeno produtor se viabilizasse".
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Além do mais, Lupion dá nome aos bois: "O Congresso votou o Banco da Terra, que só levou vocacionados para a Agricultura e não era politizada essa escolha. O modelo que se propõe o MST e a Via Campesina é de financiar movimentos terroristas que querem desestabilizar o governo e a produção no Brasil. Esses movimentos têm nos governos Lula e Requião grandes aliados".
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Em relação aos índices de produtividade, afirmou: “Não é o momento de se discutir mudança nos índices de produtividade. Trata-se de um crime lesa-pátria”.
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O País vive a pior fase da história em termos de preços. Não é o momento de estabelecer novos índices de produtividade, mas sim de apoiar o produtor rural para ele não abandonar a atividade.”
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Fonte: http://odiariomaringa.com.br/noticia/225623

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O tiroteio ...


... e o Ministro Stephanes
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"Se 100% da legislação ambiental pretendida entrasse em vigor, o Brasil passaria a ser importador de produtos agrícolas".
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Do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, sobre a pressão de ambientalistas para evitar concessões a ruralistas no decreto que fixa o prazo de 11 de dezembro para regularização de terras no País.
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Fonte: FSP, 21/10/09

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Índice zero para uns e 100 para outros

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Um deboche?
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Enquanto vem se falando em nova crise mundial de alimentos, no Brasil os 'profissionais' da invasão de terras (leia-se MST) promovem a destruição de plantações, causam insegurança nos que produzem e coíbem investimentos no campo, comprometendo assim nossa produção.
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Os líderes do MST – militantes do PT e agentes da CPT (dos Bispos) – promovem tal destruição alegando chamar a atenção da mídia (como se necessário fosse) para a implantação da Reforma Agrária nos moldes socialistas, reivindicada por eles.
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Acontece que essa tal de Reforma Agrária está em vigor entre nós, com diferenças de detalhe, desde 1964, quando foi aprovado o Estatuto da Terra (lei nº 4504 de 30/11/64). Decorridos 45 anos, cabe perguntar o óbvio:
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– Qual foi o resultado que produziu em favor daqueles que a Reforma Agrária e seus fautores – no mais das vezes, demagogos – pretendiam beneficiar, isto é, os assentados?
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Os autores do Blog publicaram, em janeiro de 1996, estudo intitulado Reforma Agrária semeia assentamentos ­– Assentados colhem miséria e desolação, resultado de pesquisa feita em 44 assentamentos, de norte a sul do País, no qual demonstraram o rotundo fracasso desse falido modelo socialista de explorar a terra.
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Somente agora a CNA pediu uma pesquisa ao IBOPE sobre a aplicação da Reforma Agrária – antes tarde que nunca! – para chegar à evidente conclusão de que os assentados não produzem sequer para o próprio sustento.
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A FAO/ONU, grande fomentadora dessa Reforma Agrária socialista, vem anunciando que o 'Século 21 poderá ser o século da fome'! Enquanto isso o INCRA quer exigir dos produtores rurais índices de produtividade em níveis 'nunca vistos antes' no Brasil e no mundo.
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A área agro-reformada no Brasil já está por volta de 80 milhões de hectares, mas dos assentados não se cobra índice nenhum, ou seja, “índice zero” para eles e "índice 100" para quem produz..
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Leitores, não lhes parece um deboche?
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PS - Escreva-nos e propague o nosso BLOG. Vamos juntos defender o Brasil agredido e vilipendiado.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

CPI do MST



A sen. Kátia Abreu (DEM-TO) e o dep. Ônix Lorenzoni (DEM-RS) dizem já ter o número necessário de assinaturas para a instalação da CPI do MST. O requerimento deve ser lido amanhã durante sessão do Congresso.

Os parlamentares interessados na CPI querem evitar uma nova manobra do governo p/ retirada de assinaturas de aliados, assim como ocorreu na primeira tentativa de criação da comissão, há duas semanas.
Na ocasião, o pedido de instalação de CPI chegou a ser lido em plenário, mas 15 parlamentares retiraram suas assinaturas do documento antes do fim do prazo, o que inviabilizou a sua criação.

A nova tentativa de investigar o movimento ganhou força depois que integrantes do MST destruíram um laranjal numa fazenda da Cutrale, no interior de São Paulo.

Katia Abreu disse hoje (20/10) que tem em mãos uma lista consistente e que a abertura da CPI agora é irreversível. "Parlamentar tem que honrar o nome que tem. Assinou tem que aguentar. Assinatura significa uma palavra dada e tem que ser cumprida", afirmou.

O deputado Dr. Rosinha (PT) é quem articula a retirada das assinaturas por parte do governo. Para o petista paranaense, " irreversível é só o ódio que ela tem pelo MST. Esse ódio deve levá-la a não dormir. Ela vai ter que buscar uma terapia para se curar".

Entre as prioridades da investigação, o partido dos Democratss aponta o financiamento público e internacional do MST.
Fonte: Agência Brasil; O Globo; CBN.

Devastação ambiental e o PT

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Pará: terra sem lei

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O presidente do conselho da siderúrgica Cosipar, Luiz Carlos Monteiro, tenta há um ano convencer o governo do Pará a cumprir uma ordem de reintegração de posse emitida pela Justiça.
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Uma de suas reservas florestais em Marabá foi invadida por um filhote do MST, a Associação dos Agricultores Rurais Unidos, em dezembro de 2007. Os sem-terra desmataram e lotearam a área.

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A devastação ambiental foi comprovada por uma inspeção do Ministério Público Estadual e por outra do Ibama realizada no mês passado.
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A governadora Ana Júlia Carepa, do PT, diz que não realizará a reintegração de terra à força e espera a anuência dos invasores para cumprir a sentença.
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Fonte: Veja, 21/1009, Panorama – Holofote - Felipe Patury

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Quem manipula os índios?

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Índios invadem fazendas

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Índios invadiram duas fazendas em Sidrolândia, 70 Km de Campo Grande (MS). Nas propriedades 3R e Querência, eles expulsaram os habitantes sob ameaças de armas e mataram bois para um churrasco.

Os imóveis estão numa área de 18.000 ha., reivindicada pelos índios, onde vêm ocorrendo conflitos entre índios e fazendeiros. Na área, 17 fazendas de produtores rurais estão em franca produção.

Segundo o proprietário de uma das fazendas invadidas, os fazendeiros da região estão reunindo forças para expulsar os invasores, "essa disposição poderá acarretar conseqüências imprevisíveis".

As invasões aconteceram no final da chamada Aty Guasu (grande reunião), que reuniu caciques de 72 aldeias de Mato Grosso do Sul e representantes de todas as tribos indígenas do Estado.

O posicionamento dos caciques teve apoio da senadora Marina Silva (PV-AC), que esteve na abertura do encontro, ocorrida na última quinta-feira no município de Japorã.

Segunda-feira sem carne. Piada?

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Querem salvar o planeta?
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Foi recebida com um misto de incredulidade e brincadeira a notícia de que a Prefeitura de São Paulo promove a campanha da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) “Segunda sem Carne” para “salvar o planeta”.
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Entretanto, o que vem aí é muito sério, conforme noticiou a imprensa paulista. O movimento foi lançado nos EUA e quer limitar a produção mundial de bois, frangos e afins em 15%.
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Na Inglaterra o líder é o ex-beatle Paul McCartney.
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O movimento está ligado à campanha contra o pretenso “aquecimento global” promovida pela ONU e Al Gore. O movimento aponta a pecuária como principal culpado desse falso aquecimento.
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Severas mas graduais medidas coercitivas poderão começar a se desenhar na Conferência de Copenhague.
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A tendência é associada com yoga, esoterismo e religiões orientais que visam reduzir a humanidade a uma vida miserabilista, tendo como única compensação experiências “espirituais” de um iogue ou um faquir.
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Fonte: Blog "Verde: a cor nova do comunismo"

domingo, 18 de outubro de 2009

Não há limite para a FUNAI !

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A_corda Brasil!

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Já se encontra na reta final a criação da reserva indígena em Umuarama e Ivaté no Paraná: uma área de 12 mil hectares será entregue a 7 sobreviventes da tribo Xetá.
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A polêmica não ganhou dimensão merecida, mas os proprietários do local estão indignados. O clima é de revolta entre os 100 pequenos produtores rurais , além dos moradores de uma vila rural em Serra dos Dourados.
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Todos possuem escrituração dos lotes e têm a posse das terras onde cultivam café,cana-de-açúcar, além de pastagens.
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Estão querendo criar aqui uma segunda Raposa Serra do Sol”, diz o sitiante da área, Lázaro Pires da Silva. Ele busca apoio de políticos e entidades representativas dos ruralistas.
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Não somos contra a demarcação, mas não é justo tomar a terra de quem comprou legalmente e paga seus impostos em dia para dar a um número reduzido de índios”, complementa Lázaro.
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Os produtores sugerem que a União adquira uma área menor para os índios. Ariovaldo Dias dos Santos nasceu e viveu os seus 45 anos no sítio de 24 hectares, onde também mantém um restaurante perto de Serra dos Dourados.
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Ele afirma: “Nunca vi um índio por aqui e tudo o que conseguimos foi com muito suor. Pagamos nossos impostos em dia e temos toda a documentação registrada em cartório. O governo não pode agora tirar tudo isso da gente”.
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Fonte: editoria@ilustrado.com.br
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sábado, 17 de outubro de 2009

Reforma Agrária e produção = termos contraditórios


Relator da ONU defende MST

O belga Olivier De Schutter, relator da ONU para o Direito à Alimentação, defendeu ontem em Brasília o MST e criticou a concentração fundiária brasileira. Schutter acha certa a estratégia de invadir fazendas e exigir destinação para reforma agrária.

O relator da ONU veio ao Brasil p/ participar de um seminário internacional sobre alimentação e para coletar dados com vistas a um estudo sobre problemas relacionados à alimentação ao redor do mundo.

Segundo suas declarações, o acesso à terra é uma das questões centrais no debate sobre a produção de alimentos. Ele chegou a visitar o Assentamento Eldorado de Carajás, em Unaí (MG), que é controlado pelo MST.

Na conversa com os assentados, o relator da ONU falou de suas preocupações com o avanço da cultura de cana de açúcar para a produção de combustíveis. Ele já chegou a pedir o congelamento da produção de biocombustíveis no Brasil.

Esse cidadão belga que foi convidado pelo Ministério do Desenvolvimento Social tem discurso de ongueiro. Bem que ele poderia ir para Cuba ver a produção resultante da Reforma Agrária implantada pela dinastia Castro.


Fonte: OESP, 17/10/09

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Bill Gates afirma: "Ideologia ameaça...

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... combate à fome"

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A luta para acabar com a fome está sendo afetada por ambientalistas que insistem que grãos geneticamente modificados não podem ser usados na África, afirmou nesta quinta-feira Bill Gates, bilionário fundador da Microsoft.
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Gates afirmou que grãos geneticamente modificados, fertilizantes e produtos químicos são ferramentas importantes - ainda que não as únicas ferramentas - para ajudar as pequenas fazendas africanas a ampliarem sua produção.
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'Este esforço global para ajudar pequenos fazendeiros é ameaçado por uma ideologia que ameaça dividir o movimento em dois', apontou Gates em seu primeiro discurso sobre agricultura feito no fórum World Food Prize.
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'Algumas pessoas insistem numa visão ideal de ambiente', afirmou Gates.
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'Eles tentaram restringir a disseminação da biotecnologia na África sub-saariana sem considerar o quanto ela pode reduzir da pobreza, ou o que os próprios fazendeiros querem'.
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A Fundação Bill e Melinda Gates tem focado na ajuda aos pobres nos últimos anos, assim como em crescimento de pequenos fazendeiros e venda de mais grãos como uma forma de reduzir a fome e a pobreza.
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A fundação, que se comprometeu com 1,4 bilhão de dólares para esforços com desenvolvimento agrícola, anunciou nesta quinta-feira nove doações novas num total de 120 milhões de dólares visando aumento nos lucros e especialização dos fazendeiros nos países em desenvolvimento.
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Fonte: Reuters



CPI do MST, medo de quê?

Quem não deve, não teme

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Os aliados do governo tentarão derrubar novamente a CPI p/ investigar o MST. Dr. Rosinha (PT/PR) comandará o "abafa CPI" e batalhar pela retirada das assinaturas para impedir que ela saia do papel.

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"Eu coordenei da vez passada a retirada de assinaturas e desta vez, assim que eu tomar conhecimento de quem assinou, vou ver a possibilidade de fazer a mesma manobra", afirmou Rosinha.
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Para o petista Rosinha, "a CPI tem o objetivo de criminalizar o MST, fazer campanha eleitoral contra Lula e Dilma e passar para a sociedade idéia contrária à Reforma Agrária”...


E ao impedi-la, qual seria o objetivo do PT e aliados?


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Mato Grosso: 64% da área preservada

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Pecuária sustentável
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O Estado do Mato Grosso – 90 milhões de hectares – conta com 26 milhões de cabeças de gado, com crescimento de 66% nos últimos 12 anos. Apesar disso, o crescimento das pastagens foi de apenas 18%.
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“Isso significa que o Estado tem uma área preservada de 64%”, afirma o diretor-superintendente do Instituto do Agronegócio Responsável, Ocimar Villela. “É uma produção sustentável”, completa.
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Villela afirma que a pecuária brasileira é inovadora e cita o exemplo do melhoramento genético dos zebuínos. “Importamos esse tipo de gado e depois utilizamos a tecnologia a nosso favor”.
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“Estamos mostrando que o Brasil pode ser um líder global em agropecuária responsável', diz.
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Fonte: Mecânica de Comunicação
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

IBOPE: Reforma Agrária produz miséria!

Afinal, surgiu uma pesquisa!

A CNA divulgou pesquisa feita pelo Ibope sobre assentamentos da Reforma Agrária.

Dos entrevistados, 47,7% disseram não produzir nem o suficiente para sustentar suas famílias.

Um valor menor, mas significativo (37%), afirma não produzir nada em suas terras.

Outros 24,6% dizem produzir apenas o necessário para subsistência.

Fonte: www.diegocasagrande.com.br

Cinco milhões de produtores na ilegalidade

O 11 de setembro da agricultura

Enquanto os parlamentares ruralistas têm pressa em modificar a legislação ambiental brasileira, os ambientalistas estão tentando colocar a etiqueta de “tratoraço da legislação ambiental”.

Com efeito, a partir do dia 11 de dezembro passam a valer as punições do decreto que regulamenta a Lei de Crimes Ambientais. Tal decreto obriga os proprietários rurais a indicar a área a ser destinada à reserva legal e torna mais rigorosas as penalidades para quem descumprir a legislação.

A data é considerada pelos ruralistas como o “11 de setembro da agricultura”, em analogia ao atentado terrorista nos Estados Unidos.

"Pausa climática!"

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Desconcerto dos alarmistas


A reunião com mais de 100 chefes de Estado na ONU para debater o contestado “aquecimento global” foi uma frustração, comentou o presidente checo, Vaclav Klaus.

“Foi um exercício de propaganda em que menininhas de 13 anos recitaram um poema pré-fabricado. Isto não é dignificante”, acrescentou. O badalado discurso de Obama foi oco e o do chinês Hu Jintao insincero.

Para piorar, e não é ironia, o clima não está obedecendo aos “modelos” catastrofistas. O “The New York Times” raspou no cômico em matéria intitulada “Pausa térmica atrapalha acordo do clima” em Copenhague.

A realidade é que a população não está indo na onda do “aquecimento”. A atual tendência para a baixa nas temperaturas mundiais ‒ bem conhecida dos cientistas ‒ “torna difícil convencer o público sobre a crise”, escreve o jornal citando expoentes do alarmismo.

Cita – entre outros – Mojib Latif, cientista alemão, ao escrever que realidade o forçou a reconhecer que na próxima década as temperaturas provavelmente continuarão estáveis.

Latif, torcedor do “aquecimento”, diz ter sido recebido com confusão e raiva quando falou da normalidade no clima. Seus “fiéis” começam a vacilar na sua fé. Ficaram desanimados e lhe responderam: “Não acreditamos em nada”.

Mas os profetas do “aquecimento” não arredam. Rajendra Pachauri, do IPCC, reagiu aos dados objetivos mas negativos para sua teoria, dizendo que “a ciência não nos dá espaço para a inércia”.

O “Bulletin of the American Meteorological Society”, saiu em apoio de Pachauri, embora acenando com a possibilidade de uma “pausa climática” ‒ nome para dissimular que a natureza não se guia pelos “modelos” alarmistas e que a temperatura global oscila para baixo.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

Sarney não quer CPI sobre MST


Novo tropeço

A CPI sobre o MST enfrentou um novo tropeço. Sarney decidiu não abrir uma sessão do Congresso para a leitura do requerimento de criação da comissão para investigar repasses ilegais de verba do governo ao MST.

De fevereiro a setembro deste ano, o Congresso se reuniu apenas 21 vezes. Desse total, 15 foram para celebrações solenes e apenas 6 para discussão de matérias.

Diante do novo percalço, José Agripino Maia (RN), disse que o DEM porá em andamento uma "estratégia de ação" para garantir a CPI. "Essa não é uma matéria da livre decisão de uma pessoa", afirmou.

Os signatários do documento já possuem as assinaturas necessárias para a CPI. Mas desistiram de registrar o documento ontem, temendo que o governo pressione parlamentares para que retirem o apoio, o que derrubaria a proposta pela segunda vez.

Na semana passada, logo após a leitura do pedido de criação ter sido lido em sessão do Congresso, vários deputados da base governista recuaram e a CPI acabou arquivada.

A CNA divulgou – há pouco – pesquisa do Ibope com resultados impactantes e pouco animadores para os defensores da Reforma Agrária. Eles indicam que 37% das famílias assentadas não produzem nada.

Com a divulgação das imagens do MST dizimando o laranjal da Cutrale, até Lula, aliado histórico do movimento, foi obrigado a dar satisfação ao seu eleitorado dizendo que o MST tinha passado um pouco da conta...

O ministro Genro chegou a falar em punição aos envolvidos na destruição do laranjal... Será que somente agora as autoridades se deram conta dos desmandos do MST, ou tudo isso não passa de satisfação aos eleitores do PT?

Fonte: OESP, 15/10/09

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

12 mil pés de laranja!

Tratores destruídos pelo MST

O delegado de Borebi (SP), Jader Biazon, disse estar colhendo provas para pedir a prisão preventiva dos responsáveis pelos atos de vandalismo realizados na fazenda Santo Henrique, onde 12 mil pés de laranja foram dizimados pelo MST.
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"Foi um ato de vandalismo sem precedentes. O que eles não conseguiram furtar, danificaram. Fora a sujeira", disse Biazon por telefone para a Folha Online.
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Biazon declarou ainda que os responsáveis serão indiciados por quadrilha, esbulho possessório, furto e dano. A estimativa é que 60 famílias -totalizando 250 pessoas - participaram da invasão.
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O delegado afirmou que, além de destruir o laranjal, o MST furtou peças de tratores, adubos, produtos agrícolas, objetos de funcionários que trabalham na área e ainda jogado areia nos motores dos tratores, entre outras coisas.
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Pelos seus cálculos, os prejuízos na fazenda podem chegar a R$ 3 milhões. "Não sou advogado da empresa, nem conheço a empresa. Mas o que foi feito lá é um atentado à sociedade."
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Até o insuspeito jornalista Ricardo Koscho publicou artigo relatando depoimento de Silvana Fontes, 37, cozinheira e faxineira da sede da fazenda. Ela declarou: "Levaram DVD, TV, rádio, roupas, calçados, inalador, ferro de passar roupa, o chuveiro e até lâmpadas e torneiras”. Oito das nove casas de empregados foram arrombadas.
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A propósito, o leitor já prestou atenção que os integrantes do MST não são do local e nunca contam com o apoio dos empregados das terras invadidas? Muito estranho! E eles não perdoam sequer os empregados que são igualmente sem terra, mas trabalham!
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É muita falta de vergonha! E as autoridades, onde estão? E as verbas públicas a ele destinadas? E nem CPI eles querem! A CNBB, através da CPT - pai e mãe do MST - já saiu em defesa do filhinho mimado...
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Fonte: Folha Online
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O MST, o general e seu viés...

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Nada de grave!
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Jorge Armando Felix
Foto: José Cruz
Agência Brasil
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Para o general Jorge Armando Félix, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a invasão e a destruição de uma fazenda produtora de laranja, em São Paulo, pelo MST não constitui ameaça.
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"A questão é que é um movimento como qualquer movimento social que tem seu viés de razão. Muitas vezes, as ações não correspondem ao que deveria ser a observância estrita da lei", disse o general.
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Por ocasião do escândalo dos Cartões Corporativos, esse mesmo general ao falar sobre o sigilo com os gastos da Presidencia da República, assim se expressou: "Para nós, quanto menor a transparência, maior é o grau de Segurança".
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Não sem razão, ele foi escolhido para um ministério do atual governo...
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Fonte: Agência Brasil
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CPT defende vandalismo do MST

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Só faltava esta!
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A CPT defendeu o vandalismo do MST ao destruir cerca de 7 mil pés de laranja. A entidade ligada aos Bispos do Brasil disse ainda que a divulgação de fotos com a destruição dos laranjais foi mero pretexto para a criação da CPI para investigar o MST!
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Instigação à luta de classes:
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"A ação do MST, por mais radical que possa parecer, escancara aos olhos da nação a realidade brasileira. Enquanto milhares de famílias sem terra continuam acampadas Brasil afora, grandes empresas praticam a grilagem e ainda conseguem a cobertura do poder público", afirmou a CPT.
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Enquanto isso, congressistas colhem assinaturas para a CPI do MST. Segundo os promotores da iniciativa, os parlamentares vêm sofrendo pressão do governo para não criar a CPI...
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E nós brasileiros e eleitores, como ficamos?
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Após o despejo dos vândalos do MST, a Cutrale ainda faz um levantamento do prejuízo causado pela destruição dos laranjais e pelo sumiço de equipamentos e produtos que se encontravam na propriedade.
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Segundo o diretor Carlos Otero, a empresa procura a recolocação das sete famílias de seus trabalhadores que tiveram suas casas destruídas. Quanto aos verdadeiros trabalhadores, a CPT não os tem em conta...
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Lembrem-se, Srs. Bispos, que há nas Tábuas da Lei o VII mandamento que afirma: “Não roubarás” e o X que ainda vai mais longe: “Não cobiçarás as coisas alheias”!
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Afinal, excelências, a religião católica – através de seus hierarcas – deve ser a guardiã da Lei de Deus e não a sua desrespeitadora e incentivadora de sua desobediência. Será que a cartilha do PT substituiu as Tábuas da Lei além dos dois mil anos de Cristianismo?
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Como adquirir livro dos autores do BLOG


AGROPECUÁRIA =x

atividade de alto risco
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A agropecuária está ameaçada:

- Ameaça do MST
- Ameaça quilombola
- Ameaça indígena
- Ameaça ambientalista
- Ameaça dos índices de produtividade
- Ameaça feita a propósito da mentira do “trabalho escravo"
- Ameaça do uso político do georreferenciamento
- O produtor rural está sendo triturado
- A propriedade privada no campo está deixando de existir.
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Adquira agora o seu exemplar de Agropecuária - atividade de alto risco e de outros títulos como a questão indígena, quilombola, Reforma Agrária, Trabalho escravo clicando no site abaixo:
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http://paznocampo.org.br/
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Nosso livro continua repercutindo

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Medo
do
MST?
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Aloísio de Toledo César, desembargador aposentado, é advogado e jornalista. Ele escreveu, hoje (8/10), em OESP que o medo diante do MST faz levantar a pergunta: - Qual o governante que tem coragem de enfrentar os sem-terra?
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Artigo como esse ajuda a acordar o Brasil, que se encontra mais do que nunca deitado em berço esplêndido! Já que ele dispõe de boa tribuna, vamos incentivá-lo a escrever mais sobre este tema. O e-mail do autor do artigo é: aloisioparana@ip2.com.br
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Eis um resumo do que ele escreveu:
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- Milhões de brasileiros viram a imagem do trator destruindo pés de laranja.
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- Sentimo-nos como se o trator tivesse passado por cima do Brasil.
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- Mas, ninguém fará nada. Razão? - O País está com medo do MST.
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- Se um cidadão comum tivesse procedido daquela maneira seria preso e criminalizado.
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- No caso do MST, alguém vai preso?
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- O Brasil se mantém inerte e anestesiado.
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- Qual o governante que tem coragem de enfrentar o MST?
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- Lula, o principal deles, vê o MST como precioso aliado.
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- Estatísticas do IBGE mostram que 22% das terras do Pontal do Paranapanema são constituídas de assentamentos de sem-terra = a favelas rurais.
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- Os sem-terra não são lavradores, e aquela região que sempre foi a mais pobre de S. Paulo está ficando mais empobrecida ainda.
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- Se Lula exigir maior índices de produtividade dos produtores rurais, sob pena de desapropriação das terras, resultará na tomada dos lotes dos assentados.
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- Lula será capaz de tomar terra dos sem-terra? Se cumprir a lei, é claro que teria de fazê-lo.
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- Sempre se diz que a Reforma Agrária tem por finalidade aumentar a produção de alimentos e estabelecer a paz no campo.
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(Citação ao livro dos autores deste Blog):
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- No trabalho Agropecuária - Atividade de Alto Risco, Nelson Ramos Barreto e Paulo Henrique Chaves mostram claramente que a produção de alimentos diminuiu, com os assentamentos rurais, e a violência quintuplicou.
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- De forma assustadora, os autores mostram que 70% das terras brasileiras estão "engessadas", ou seja, praticamente impedidas de produzir, em função das reservas indígenas, florestas de preservação permanente, reservas legais das encostas e assentamentos rurais.
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- Nesse quadro, o território brasileiro ocupável para a verdadeira produção estaria restrito a mais ou menos um terço, ou seja, o tamanho de nossa concorrente Argentina.
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- E conclui: Deus mostre que é brasileiro e nos ajude.
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Fonte: OESP, 08 de Outubro de 2009
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Revolução Quilombola em marcha



Acorda Brasil!



Situada no município de Bom Jesus da Lapa, a comunidade Nova Batalhinha - com 7.473 hectares - foi reconhecida e declarada pelo INCRA como território quilombola.

Trata-se da quarta comunidade que tem portarias de reconhecimento publicadas no Estado, além de Jatobá, Pau D´Arco Parateca e Salamina.


De acordo com o chefe do Serviço de Regularização de Território Quilombola, na próxima semana, o processo segue para ser decretado pela Presidência da República.

Fonte:correio24horas.globo.com/

Agredido pela realidade


x MST anda mal

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Uma das piores cenas que vi na televisão nos últimos tempos foi a do trator do MST derrubando as laranjeiras. As pobres laranjeiras estavam completamente carregadas e com laranjas lindas.
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Afinal o MST não era para invadir só propriedades improdutivas? Agora eles invadem pomares produtivos, destroem a plantação e depois declaram que a terra é improdutiva para que eles possam pedir a posse?
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Eles alegaram que iriam plantar milho e feijão, mas pelo que eu saiba dá muito bem para plantar feijão e milho entre os pés de laranja. Isso já é feito há muito tempo. Não precisaria derrubar as laranjeiras.
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E derrubar uma árvore carregada é como chutar uma mulher grávida, é totalmente contra a natureza. Uma agressão injustificável e covarde.
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Fico imaginando que esse sujeito que estava dirigindo aquele trator não poderia ser considerado um homem da terra, não dá valor a uma árvore carregada e não entende que passar por cima de uma planta linda daquelas não vai levar ninguém a nada.
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De qualquer forma parece que o MST teve um revés incrível. Agora só mesmo os comunistas mais fanáticos para defenderem o Movimento. E mesmo assim só defendem por paixão e sem nenhuma razão.
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O fanático que derrubou as árvores não pode ser considerado um dos pensadores do Movimento, mas agora vai virar referência.
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Vai ser muito difícil para o MST conseguir conquistar a simpatia das pessoas de volta, se é que algum dia teve, a minha já andava abalada e agora está completamente assolada.
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Fonte:blogdoduilio.folha.blog.uol.com.br

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MST: praga não combatida acabará...

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... transformando o Brasil numa imensa Cuba
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O Deputado Lael Varella (DEM-MG) pronunciou hoje discurso na Tribuna da Câmara combatendo a velha praga já conhecida de todos e que vem dizimando a agricultura brasileira: as invasões criminosas do MST.
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Citou o recente exemplo da destruição de 7 mil pés de laranja no Centro-Oeste paulista, um verdadeiro desmatamento de um momento para outro.
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O Deputado mineiro salientou que como de costume, o MST continua impune diante de seus atos de violência, desrespeitando a Lei e as propriedades privadas.
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Qualificando os miltantes do MST de terroristas, o parlamentar citou declaração de uma líder: "Não destruímos nada, retiramos os pés de laranja para garantir o plantio de feijão, que ninguém vive só de laranja". Para Lael Varella, tal declaração não passou de verdadeiro cinismo.
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Para o deputado, foram chocantes as imagens do trator derrubando milhares de laranjeiras, plantadas com tanto esforço e cuidado e que receberam o ósculo da morte e da destruição por parte da foice mortífera do MST.
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Citou o jornalista Alexandre Garcia que extravasou a indignação dos telespectadores ao afirmar se tratar um crime contra o País. Garcia levanta a pergunta se quem comete um crime desses não conta com a omissão, com o crime de responsabilidade, de quem insiste em classificar esses crimes como manifestações sociais.
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O fato é que sete mil pés de laranja foram destruídos e a figura jurídica do MST não pode ser responsabilizada. Não existe figura jurídica e ninguém exige isso.
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Alexandre Garcia ironiza: "Se eu entrar lá e fizer a mesma coisa com um trator vou ser preso e colocado em uma camisa de força. Se, em lugar dessa camisa de força, eu estiver vestido com uma camisa vermelha do MST, não vai me acontecer nada".
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Todo esse movimento depende de dinheiro, de verba para se organizar. Isso vem de caixa-preta. Ninguém sabe, ninguém viu. É um dinheiro que vem de algum lugar e não é pouco.
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Garcia termina com outra grave denúncia: "Ainda outro dia eu conversava com um político do Paraná e ele disse que foi visitar um acampamento do MST e todos os fogões estavam frios. A comida chegava de quentinha de um restaurante. Alguém comprava a comida do restaurante. Alguém paga o combustível dos veículos. É uma senhora caixa-preta. Invejável".
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Em nota, a empresa proprietária disse que a fazenda é extremamente produtiva e gera centenas de empregos. Afirmou também que algumas famílias de funcionários, inclusive com crianças, foram expulsas de forma intimidatória pelos invasores, o que prejudica o acesso dos menores à escola.
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O parlamentar mineiro que é ruralista afirmou: "Quando eu era moço, houve uma campanha nacional que repercutiu muito em Minas Gerais. Era contra a saúva. O slogan era: Ou acabamos com a saúva ou a saúva vai acabar com o Brasil".
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E concluiu: Agora é bem o caso de afirmarmos e criarmos o slogan: Ou acabamos com o MST ou o MST vai acabar com a agricultura brasileira.
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E seremos transformados numa imensa Cuba que não produz alimentos, e, mesmo rodeada de água por todos os lados, até peixe é racionado!
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7.000 pés de laranja...

...destruídos pelo MST
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Integrantes do MST invadiram e saquearam fazenda da Cutrale na região de Bauru (SP). Acusados do sqque, dois militantes foram presos levando caixas de laranja, máquinas e ferramentas em caminhão-baú.
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No dia 28/9 último, 350 emessetistas invadiram a casa-sede, escritórios e instalações e se utilizaram de tratores da fazenda para destruir 7 mil pés de laranja.
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Os empregados da fazenda foram expulsos pelos invasores que tomaram as suas casas [os emessetistas nunca contam com o apoio dos empregados das fazendas que também são sem-terra mas trabalham e ganham honestamente].
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Há pelo menos mais sete fazendas invadidas no estado de São Paulo nessa nova investida prdatória do MST.
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Fonte: José Maria Tomazela, em OESP
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

MST: nova praga nos laranjais

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MST DESTRÓI LARANJAL EM SP
xx TRATOR é flagrado derrubando pés de laranja. De acordo com a polícia, pelo menos mil foram destruídos.
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Um dos braços armados do PT de Lula, o famigerado MST continua agindo impunemente.
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Desta feita os celerados comunistas destruíram pelo menos mil pés de laranja com um trator em uma fazenda do Centro-Oeste paulista, conforme reportagem da rede Globo neste vídeo que está aí acima.
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Os arruaceiros criminosos querem forçar a desapropriação da área.
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A sede foi tomada pelos sem-terra que fecharam a entrada e picharam a portaria.
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A empresa que administra a fazenda entrou na Justiça com pedido de reintegração de posse, acolhido pelo Juiz.
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Fonte: http://aluizioamorim.blogspot.com/
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domingo, 4 de outubro de 2009

Fora Zelaya


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Fora Zelaya
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Afinal, uma iniciativa válida para tirar o Brasil da situação embaraçosa em que se meteu em Honduras.
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Entre no link abaixo, leia o texto e manifeste-se
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http://www.forazelaya.com.br/index.html
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Um boi por brasileiro

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Herói, acorda!
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O produtor é um herói no Brasil por enfrentar tantas ammeaças, mas quando vai sair do berço esplêndido?
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Tanto a pecuária como a agricultura tiveram expansão expressiva em dez anos. Esse ganho veio da produtividade, já que foi reduzida a área total dos estabelecimentos.
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A produção de soja, aumentou 88%, alcançando 40,7 milhões de toneladas. Na pecuária, havia quase um boi para cada brasileiro. O rebanho somava 171,6 milhões de cabeças, numa alta de 12%.
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A colheita de cana-de-açúcar, com o etanol, cresceu 48% no período. São 384,1 milhões de toneladas. Outra cultura que teve uma expansão significativa foi a de milho.
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Em 2006, eram 42,2 milhões de toneladas, quantidade 65,5% maior que em 1996.
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Fonte: O Globo, 1/10/2009

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Agora é o peixinho






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E agora PAC?
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Biólogos identificaram no local de construção do Arco Metropolitano, em Seropédica, uma das maiores obras do PAC no Rio, uma espécie rara de peixe, o Notholebias minimus.
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Na semana passada, as obras já haviam sido interrompidas depois da localização de uma espécie de perereca ameaçada de extinção.
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Segundo o biólogo Sérgio Potsch de Carvalho e Silva, da UFRJ, o peixe - assim como a perereca Physalaemus soaresi -, é uma exclusividade do brejo da Floresta Nacional Mário Xavier. Parte do arco ocupa 1,6% (cerca de 80 mil m2) da floresta.
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"Pesquisas mostram que a perereca não existe em outra área a não ser naquela reserva. Com o peixinho acontece o mesmo", explicou Potsch.
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O ministro Minc anunciou na semana passada que a solução seria a instalação de placas de ferro separando o canteiro de obras do habitat da perereca...
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Fonte: O Globo, 1/10/2009
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