segunda-feira, 26 de julho de 2010

MST invade! Não é surpresa, afinal!

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MST ocupa sedes do INCRA
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em Pernambuco
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Por volta de mil integrantes do MST marcam o Dia do Trabalhador Rural com ocupações nas sedes do INCRA em Recife e em Petrolina.
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Eles chegaram no início da manhã de hoje às repartições, onde protestam contra a morosidade da execução da reforma agrária em Pernambuco.
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Os manifestantes acusam a autarquia de inoperante, e denunciam que há três anos não acontecem novas desapropriações no estado.
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Eles também reclamam da falta de recursos, inclusive para educação nos assentamentos e também para a assistência técnica.
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Os militantes do MST exigem terras para cerca de 17 mil famílias que, de acordo com o movimento, encontram-se acampadas há mais de cinco anos.
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O INCRA - sempre complacente - [ou todo esse show seria adrede combinado?] ainda não se pronunciou sobre a invasão.
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Fonte: Portal O Globo, 26/7/2010 (Letícia Lins )
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"Bons selvagens" mantêm reféns no Mato Grosso

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Também era de se esperar!
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Cerca de 300 índios invadiram na manhã de domingo a usina hidrelétrica de Dardanelos, no município de Aripuanã, em Mato Grosso.
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Os indígenas chegaram armados e pintados para guerra e aprisionaram os 300 funcionários que trabalham na construção da hidrelétrica.
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De acordo com Antônio Carlos Ferreira de Aquino, coordenador regional da FUNAI, a obra da hidrelétrica começou há cerca de três anos.
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Já a Polícia Militar informou que seis funcionários entre engenheiros e gerentes da empresa Energética Águas da Pedra se ofereceram para ficar no lugar dos trabalhadores.
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Uma reunião entre os índios e representantes da FUNAI, secretaria de Meio-Ambiente de Mato Grosso, Casa Civil do Estado e Promotoria Federal deve ser realizada até meio-dia de hoje para tentar dar fim à ocupação.
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Houve alguma falha no processo de licenciamento e a usina foi construída sobre um cemitério indígena. Ainda segundo a Funai, representantes do órgão e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Brasília devem vir a Mato Grosso para negociar com os índios.
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- Os índios vêm negociando um ressarcimento - diz o coordenador.
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O grupo quer compensações financeiras pela obra da usina. [Capitalistas, hein?!)
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Também temem prejuízo econômico, já que a hidrelétrica pode levar à uma diminuição do peixe e da qualidade da água da região quando começar a funcionar. [Fiquem tranquilos, pois os peixes irão se multiplicar!]
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Fonte: O GloboCBN 26/07/2010
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Agropecuária salva o Brasil

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O que houve de novo com o Brasil
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O Brasil orgulha-se hoje de ser uma economia estável e forte, que consegue crescer de modo sustentável a taxas elevadas e ao mesmo tempo distribuir renda, incorporando largos contingentes de população ao mercado de consumo e a padrões mais civilizados de bem-estar material.
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Olhando para trás, para tantas décadas de instabilidade, de surtos breves e logo frustrados de crescimento, temos de reconhecer que vivemos uma grande transformação.
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O que tornou possível essa transformação? Tivemos vários momentos de crescimento, que não duravam muito.
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Após poucos anos, o crescimento provocava inflação, pois a oferta interna, especialmente de alimentos, não era capaz de acompanhar o aumento da demanda induzida pelo crescimento da renda. Mais grave era o outro problema, o cambial.
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Diante da inflação sem controle e do desequilíbrio cambial, a única política possível era conter o processo de crescimento, para aliviar as pressões sobre os preços e sobre o déficit externo.
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Assim, voltávamos à estagnação econômica, embora a população continuasse crescendo e a imensa maioria vivesse na pobreza.
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Para crescer sem interrupções seria necessário superar o limite de nossa capacidade para importar. Financiar indefinidamente o déficit cambial com financiamento externo não seria sustentável.
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Por termos tentado este caminho, incorremos em várias crises de endividamento e chegamos à moratória. Era preciso encontrar um meio realista de elevar a receita cambial.
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Como sabemos hoje, no Brasil só a agricultura e a pecuária podiam realizar essa tarefa. Mas ninguém pensava nisso seriamente. Afinal, a produção rural brasileira crescia pouco e não éramos, de fato, até 1970, sequer capazes de atender ao abastecimento interno.
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Além do mais, a sabedoria convencional de então ditava que o desenvolvimento econômico significava o aumento da produção industrial e o encolhimento relativo da produção rural.
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(...) Novas gerações de produtores rurais começaram a emergir, muitos deles abrindo novas fronteiras agrícolas ou transformando os modos de produzir nas fronteiras já estabelecidas.
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Esses novos agricultores romperam com as formas tradicionais de produção, apropriaram-se do conhecimento acumulado nas universidades rurais e na nova Embrapa e trouxeram para a produção rural a disposição de assumir riscos e a compulsão do crescimento.
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A ação destes novos empreendedores transformou em pouco tempo a produção rural brasileira, tornando-a em poucas décadas a segunda maior do mundo em escala e diversidade de produção e a primeira e única grande agricultura em área tropical.
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Os números (...):
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Em 1965, antes do início desse processo, a produção brasileira de grãos era de 20 milhões de toneladas, para uma população de 80 milhões de habitantes, portanto, uma produção de 250 kg de grãos por habitante.
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Em 2008 a produção de grãos chegou a 144 milhões de toneladas, para uma população de 190 milhões de habitantes, o que representa uma produção per capita de 758 kg.
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A produção total cresceu 7 vezes, mas a área de plantio, que era de 21 milhões de hectares em 1965, passou para apenas 48 milhões de hectares em 2008, apenas 2,5 vezes mais. A produção de carnes, em 1965, era de 2,1 milhões de toneladas, o equivalente a 25 kg por habitante por ano.
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Em 2006 a produção alcançou 20 milhões de toneladas, o equivalente a algo como 100 kg por habitante/ano. A produção total aumentou dez vezes, mas as áreas de pastagens cresceram apenas 15%.
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Esses gigantescos aumentos de produção e de produtividade mudaram a história da economia brasileira. Essa agricultura altamente produtiva e de grande escala conquistou os mercados externos e passou a gerar grandes superávits no balanço de pagamentos, dada a sua pequena dependência de importações.
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Entre 1994 e 2009, o agronegócio acumulou um saldo comercial com o exterior de US$ 453 bilhões. No mesmo período, o saldo comercial total do Brasil foi de US$ 255 bilhões.
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Significa que, sem a contribuição das exportações do agronegócio, o Brasil teria incorrido num déficit comercial de US$ 198 bilhões, praticamente o valor das reservas cambiais do País no final do ano passado.
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Não fora a contribuição do agronegócio, o País estaria vivendo gravíssima crise cambial e a história do nosso crescimento recente teria sido muito diferente.
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Outro efeito dessa revolução no campo foi a persistente queda no custo da alimentação no mercado interno. Os professores José Roberto Mendonça de Barros e Juarez Rizzieri mostraram, em pesquisa, que o custo no varejo de uma ampla cesta de alimentos na cidade de São Paulo caiu pouco mais de 5% ao ano, em termos reais, entre 1975 e 2005.
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Uma queda dessa dimensão só foi possível pelos aumentos impressionantes da produção e da produtividade no campo. E, em decorrência, as classes de renda média e baixa não apenas puderam consumir mais e melhores alimentos, como elevaram seu poder de compra de produtos industriais.
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Assim, o efeito da queda dos preços agrícolas é mais importante que as transferências de renda para explicar a melhoria do padrão de vida das populações mais pobres.
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O Brasil que se desenvolve hoje e se projeta no mundo como uma economia dinâmica e moderna é um País construído a partir da agricultura e da pecuária.
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E continuará sendo, no futuro, sem estar por isso condenado ao atraso e à pobreza, como vaticinavam no passado. Mas para isso é necessário que o Brasil valorize o agricultor e o pecuarista, que foram os agentes dessas transformações, dando-lhes o realce merecido e poupando-os dos preconceitos que sobrevivem às evidências da realidade.
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Fonte: Kátia Abreu - O Estado de S.Paulo, 26/7/2010
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Lei para dividir a nação

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Lula divide o Brasil em raças
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YVONNE MAGGIE, doutora em antropologia social, professora titular do Departamento de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ escreveu matéria para a Folha de São Paulo a respeito do Estatuto da Igualdade Racial, antes de o mesmo ser sancionado.
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Vale a pena ler sua matéria, aliás, rara na pena de um antropólogo. Com efeito, ela afirma que se o presidente sancionar o Estatuto, gravará seu nome na história como aquele que dividiu o povo em raças e etnias.
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A redação final, elaborada pelo esforço do senador Demóstenes Torres, exclui as cotas raciais e substitui o termo raça pela expressão etnia. Retira também parte substancial dos itens referentes à saúde e ao estímulo à criação de uma identidade negra.
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A aprovação do estatuto é a demonstração de que não há consenso no Brasil sobre a matéria: as ONGs, dirigidas por ativistas negros e que atuam no Congresso, reclamaram que a espinha dorsal do projeto havia sido quebrada.
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O ministro-secretário da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) declarou que o "estatuto guarda-chuva", tendo aprovado as ações afirmativas, aprovou também a política de cotas raciais e estas poderão ser implantadas sem passar pelo Congresso Nacional.
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Isso porque se configuram como um dos tipos de ação afirmativa - um golpe na pretensão dos senadores que não aprovaram as cotas raciais, mostrando que o governo não está de acordo com a solução proposta pelo Congresso.
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Onde está o consenso necessário a esta mudança radical do nosso estatuto legal?
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Se o estatuto for sancionado pelo presidente Lula, será a primeira lei racial do nosso país, pois carrega no seu nome e em seus princípios "raça" ou "etnia" como critério de distribuição de justiça.
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Se o presidente Lula sancionar esse estatuto, gravará seu nome na história como aquele que dividiu o povo em raças e etnias.
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Não serão mais brasileiros ou trabalhadores lutando por direitos iguais, serão negros e brancos, afrodescendentes e eurodescendentes lutando entre si por direitos desiguais.
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É espantoso ver um Congresso fraco diante da pressão de grupos organizados que falam em nome do povo sem mandato algum.
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Os senadores, estes sim eleitos pelo povo, demonstraram pela aprovação do estatuto que estão preocupados com as desigualdades, inclusive entre os mais escuros e mais claros, mas não querem dividir o povo.
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Se a intenção desta lei é produzir um país mais igualitário, o resultado será o oposto.
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Tratar desigualmente os mais pobres para que saiam da pobreza significa diminuir iniquidades. No entanto, criar etnias legalmente em um país que repudia divisões étnicas oficiais terá o efeito de nos levar em direção a cisões irreparáveis e perigosas.
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O presidente Lula não deve sancionar esta lei [na verdade, já sancionou]. Deve, sim, ouvir o coração da grande maioria dos brasileiros, que repudia a separação oficial em "raças" ou "etnias" e quer ficar unida na luta contra desigualdades, injustiças e racismo.
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Fonte: FSP, 08 de julho de 2010
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França X ecologistas, lições para o IBAMA

França pune ecologistas que
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atrapalharem caçada
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Há anos, extremistas ecologistas vêm hostilizando as caçadas legalmente praticadas por milhões de franceses.

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Diante da irritação popular, o governo abaixou decreto punindo a “obstrução a um ato de caça” segundo noticiou “Le Monde”.

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Os radicais das “associações de defesa dos animais” encheram os jornais com protestos ideológicos contra a justa medida.
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Ela pune com multa de 1.500 euros toda tentativa de impedir o desenvolvimento de uma partida de caça.

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“Tinhamos chegado à absurda situação de que comandos desciam encapuçados durante as caçadas, interpunham-se violentamente diante dos caçadores.

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"E cada vez que nós registrávamos a ocorrência nenhuma providência era tomada”, explicou Pierre de Boisguilbert, da Federação Nacional dos Caçadores ‒ FNC.

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Bom exemplo para ser imitado pelo IBAMA. Desejamos que não fique ele perpetuamente do lado dos extremistas “verdes”.

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Fonte: Verde, a nova cor do comunismo

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domingo, 25 de julho de 2010

Raposa/Serra do Sol independente!



Como era de se esperar!


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Um relatório da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) revela preocupação com a criação de um Estado indígena independente em Roraima, "com apoio de governos estrangeiros e ONGs".
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O documento, ao qual a Folha de São Paulo teve acesso, foi enviado pelo serviço secreto para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência em 2010.
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Texto completo em
www.averdadesufocada.com

Comunismo disfarçado...

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... com água benta

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Preste atenção nas palavras que se seguem: "A região oeste da Bahia vive um momento de celebração, fé e intensa discussão". política.
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No início deste mês, deu-se início a 33ª Romaria da Terra e das Águas, na cidade de Bom Jesus da Lapa com o lançamento da Campanha pelo Limite da propriedade da Terra.
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De acordo com um membro da Coordenação Estadual da Campanha, a iniciativa visa mostrar e mudar a desigualdade que há no Brasil com relação à propriedade da terra.
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Segundo ele, “há poucas pessoas com muita terra e milhares de brasileiros sem ou com pouca terra. Então, o objetivo desta campanha é mudar essa realidade e democratizar a propriedade da terra”.
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A realização da Campanha pretende inserir mais um item na Constituição: que a propriedade da terra tenha um tamanho máximo. A proposta do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, que coordena a Campanha, é que esse tamanho não ultrapasse 35 módulos fiscais.
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O momento alto da Campanha acontecerá entre os dias 1 e 7 de setembro, quando será realizado um Plebiscito Popular “em que a sociedade irá se posicionar se quer ou não que a terra tenha um tamanho máximo no Brasil”.
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Antes do Plebiscito, porém, já estão sendo realizadas diversas atividades de formação e mobilização sobre a temática.

Já estão sendo coletadas assinaturas para um abaixo-assinado como apoio a um Projeto de Lei de Iniciativa Popular, que será entregue à Câmara dos Deputados, propondo um limite para o tamanho da propriedade da terra.

Tudo isso feito sob o bafejo da CNBB de hissopo na mão jogando água benta!!!

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Fonte: Informe da CPT/BA, publicado pelo EcoDebate, 05/07/2010

Reserva legal = desemprego, diminuição da ...

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...produção e altos custos

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O prazo para que proprietários rurais averbem parte de sua terra como área de reserva legal termina em junho de 2011. Quem não cumpri-lo terá de pagar multas pesadas.
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No entanto, alguns estados, como São Paulo, enfrentam sérias dificuldades para cumprir a determinação, principalmente por parte de pequenos produtores.
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Em entrevista ao Jornal da Cidade, João de Almeida Sampaio Filho, secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, avaliou o problema e a revisão do Código Florestal.
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Sampaio afirma que o estado possui uma área agrícola consolidada há décadas, grande parte estabelecida possivelmente até antes do Código Florestal ter entrado em vigor, em 1965.
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"Então, imaginar que vamos pegar 20% das áreas em produção e transformar em reserva legal, não é uma atitude, nesse momento imediato, de bom senso", ressalta.
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O secretário avalia que o custo que isso representaria para o pequeno agricultor é muito alto: plantar, limpar e cuidar de uma área reflorestada até que se torne floresta, custará cerca de R$ 7 mil p/hectare em área plana.
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"E esse recurso o produtor não tem", ressalta. Outro ponto é a perda de lucro. "Para esses proprietários, deixar de produzir em 20% significa passar a ter prejuízo.
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Isso porque a rentabilidade líquida dos produtores não representa 20% da renda deles", salienta.
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A terceira situação elencada pelo secretário é a redução de postos de trabalho que pode ser desencadeada.
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Fonte: O Xingu, julho de 2010.
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Dilma promete mais favelas rurais!


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Reforma Agrária =
favela rural
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Ao receber o apoio da CONTAG, Dilma Rousseff disse que defenderá, se eleita, a reforma agrária "não porque o MST quer, e sim porque o Brasil precisa".

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"Não tratamos os movimentos sociais à base de bordoada ou fingindo que os escutamos. Tratamos movimentos sociais com respeito", afirmou.
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Dilma, no entanto, evitou comentar o documento entregue a ela pela Contag como sugestões de plataforma de governo, com a revisão dos índices de produtividade e a revogação de medidas aprovadas pelo governo FHC que criminalizam a luta pela terra e suas organizações.
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Aliás, esses pontos constavam na primeira versão do plano de governo registrado pelo PT, que, depois das primeiras reações contrárias, foi retirado, sob a alegação de que era o documento errado.
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Fonte: CORREIO DO POVO
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Hidrelétricas e a multiplicação dos peixes (final)

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Mas o Estado já quer fazer a
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"Reforma Aquária"!
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"Se a gente quisesse, era estalar os dedos e teríamos investimentos estrangeiros fortes em aquicultura", disse ao Estado Felipe Matias, secretário de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura do Ministério da Pesca.
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"Mas não queremos expandir a produção de forma desordenada." Ele observou que, sem a devida cautela, há risco de as áreas de exploração nos reservatórios ficarem concentradas nos grandes produtores. "Aí, daqui a dez anos teríamos de fazer a "reforma aquária"."
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A estratégia do governo é, primeiro, mapear a capacidade produtiva das represas. Cerca de R$ 20 milhões estão sendo investidos nesses levantamentos, que vão mostrar onde poderão ser concedidas as licenças, de que tamanho e para produzir quanto.
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Nas áreas já estudadas, a ocupação vem sendo feita gradativamente. A maior parte das cerca de 4 mil concessões já oferecidas foi para pequenas famílias.
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O primeiro edital convidando empresários de médio porte a explorar os reservatórios das hidrelétricas será lançado esta semana, dando oportunidade a empresas que atualmente já produzem regularizarem sua situação.
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Hidrelétricas e a multiplicação dos peixes (I)

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Vida dura a dos reformadores
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do mundo!
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Os falsos ambientalistas - na verdade, os comunistas de ontem travestidos de verde - vivem criticando duramente as hidrelétricas, pelo fato de elas agredirem a natureza, não permitindo por exemplo a piracema a partir da barragem construída, além de outras alegações descabidas.
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Contudo, tais represas vêm se tornando uma das grandes fontes de alimentos, com o crecimento da produção de peixes em cativeiros. Notícia a respeito da lavra de Lu Aiko Otta foi publicada recentemente no jornal O Estado de São Paulo.
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Além da eletricidade, as represas das usinas hidrelétricas estão gerando um subproduto: pescados em cativeiro. Mais exatamente, tilápias, também conhecidas como Saint Peter's fish, o peixe de São Pedro, por supostamente terem sido objetos do milagre da multiplicação.
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A aposta do governo é que, no médio prazo, esses reservatórios se convertam numa nova fronteira de produção de alimentos no País, como ocorreu no cerrado nos anos 1970.
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A pesca extrativa atingiu seu limite no mundo inteiro e a aquicultura é a alternativa para garantir o abastecimento. Atualmente, metade do pescado consumido no mundo vem de criatórios.
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No Brasil, a aquicultura em mar e represas responde por 33% da produção, que está na casa de 1,2 milhão de toneladas.
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Pequenos produtores e empresas de médio porte já exploram as águas de usinas como Itaipu (PR), Furnas (MG), Três Marias (MG), Ilha Solteira (SP) e Tucuruí (PA). Há, porém, investidores de porte de países como China, Noruega e Chile atentos ao potencial do País. (Continua)
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sábado, 24 de julho de 2010

Cerrado: cascavel sagrada!

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Governo cortará crédito de produtor
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Nosso cerrado ficará intocável p/ preservar cascavel, pois o governo se prepara para cortar o crédito de produtores numa área de quase 24% do território nacional sob o pretexto de conter o desmate do cerrado.
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A informação partiu da ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, tendo alegado que no cerrado, o ritmo de corte da vegetação é mais acelerado que na Amazônia.
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Decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com medidas de combate à devastação no bioma será editado em setembro, disse a ministra.
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O Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento no Cerrado também estimulará a proteção por meio de pagamento de serviços ambientais. (Fonte: OESP, 23 de julho de 2010).
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Como perguntar não ofende, vamos lá: Não poderá ocorrer que num futuro próximo – com o aumento populacional brasileiro e mundial – a situação se reverta ao dar novamente preferência à produção de alimentos?
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Os “vigaristas” e “criminosos” de hoje seriam reabilitados e enaltecidos, enquanto os defensores radicais do meio ambiente tornar-se-iam réus, e cobrados pelos excessos do passado (de hoje)?
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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Protesto contra os frigoríficos!

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Pressionados, eles estão discriminando
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A perseguição arbitrária do governo e das ONGs contra os produtores rurais se materializa na assim chamada lista suja, baseada em portarias e multas aleatórias.
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A lista começa com 221 e depois 1.787 propriedades. Ou os produtores se unem contra essa perseguição ou podem preparar o pescoço para a forca.
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Vejam a notícia abaixo:
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Os frigoríficos JBS/Bertin, Marfrig e Minerva anunciaram ter deixado de comprar gado de 221 fazendas localizadas dentro de terras indígenas e unidades de conservação ou perto de áreas recém-desmatadas na Amazônia.
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Outras 1.787 propriedades, que ficam em um raio de até 10 km de novos desmatamentos, unidades de conservação e terras indígenas, passam por averiguação.
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"A apresentação dos números é uma clara e bem-vinda sinalização de que o setor está de olho nas novas exigências do consumidor preocupado com o meio ambiente", diz Paulo Adário, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.
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Fonte: OESP, 21 de julho de 2010
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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Reforma Agrária no Japão


Japão produz o arroz mais caro do mundo!

Recebemos este email de um crítico do site dos Fundadores:

Leiam mais sobre reforma agrária, pois vários países capitalistas conseguiram desenvolver-se justamente por causa da reforma agrária. Apenas dois exemplos emblemáticos: Coréia do Sul e Japão. Este ultimo, inclusive, pagou os proprietários de terras com títulos com vencimento de até 20 anos. Então senhores, faço votos que a vossa defesa pela propriedade da terra não tenha êxito, pois o Brasil é um dos países que tem a maior concentração de terras do mundo, um absurdo. Por outro lado, não camuflem os dados, isso é muito feio. Especialmente para uma entidade conservadora como a vossa.
Carlos - Campina grande / PB-Brasil

A nossa resposta:

Prezado Sr. Carlos,

Esperava que o senhor desse um exemplo de sucesso de Reforma Agrária em um país comunista – Cuba, Rússia ou China. Não tendo escolha apelou para dois países capitalistas! Nova decepção! Até lá a Reforma Agrária foi um fracasso!

Peguemos o Japão, um exemplo paradigmático. Uma nação arrasada pela guerra. Um povo laborioso e organizado que conseguiu levantar-se dos escombros da guerra e tornar-se a segunda potencia econômica do planeta.

Mas qual é o seu ponto fraco? – Justamente a agricultura. Os americanos lhe impuseram uma Reforma Agrária, com esta insanável conseqüência que perdura até hoje: o minifúndio japonês, nascido da reforma de 1946, depende de polpudos subsídios estatais para sobreviver e produz o arroz mais caro do mundo!

O economista Carlos Patricio del Campo, co-autor com o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira do livro A Reforma Agrária socialista e confiscatória – a propriedade privada e a livre iniciativa, no tufão agro-reformista, nas Considerações Econômicas contidas no mesmo, comenta: “Nas últimas décadas o Japão vem alterando a legislação referente à agricultura, permitindo o reagrupamento das explorações e tendendo assim a restaurar a estrutura agrária vigente antes da reforma. A razão disso foi a necessidade de deter a queda na eficiência e produtividade, que a agricultura japonesa vinha sofrendo.”

Del Campo mostra que a Reforma Agrária na América latina foi um carrossel de fracassos: “Em outros termos, a Reforma Agrária na América Latina tem sido uma fonte de violência e caos. Ante-sala da implantação do comunismo em alguns casos, e na maioria dos países um pesadelo que passa, mas deixa rastros lastimáveis”.

Com tantos fracassos econômicos e sociais, a Reforma Agrária virou uma bandeira ideológica ultrapassada.

Se o Brasil se viu livre dessa desastrada e desastrosa Reforma Agrária, foi graças à defesa do direito de propriedade liderada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. Se hoje temos alimentos baratos e com fartura, agradeçamo-lo aos produtores rurais brasileiros, que transformaram o Brasil no segundo maior exportador de grãos do mundo, apesar de toda a perseguição do governo!

Atenciosamente

Site dos Fundadores

terça-feira, 20 de julho de 2010

UM PLEBISCITO PARA DIVIDIR FAZENDAS?


Sob o título Um plebiscito para dividir fazendas?, Dom Christiano Krapf, Bispo da Diocese de Jequié (BA), estampou em seu blog Lux Mundi uma análise lúcida, corajosa e patriótica sobre o projetado plebiscito visando à divisão das propriedade rurais no Brasil. Por sua importância, transcrevemo-la aqui na íntegra:


Uma campanha de embolar o campo com Plebiscito Popular.

Diante da pobreza de milhões de brasileiros nesta terra tão rica em recursos naturais, até pessoas bem intencionadas se deixam instrumentalizar por adeptos de uma ideologia anticapitalista e antineoliberal que ainda tem a ilusão de construir uma sociedade mais justa pelo atalho da luta de classes.

No último dia da Reunião dos Bispos em Brasília tivemos um tempinho para sugerir emendas para um texto de 55 páginas sobre a Questão Agrária. O Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, FNRA, quer envolver a Igreja na luta por uma lei arbitrária para diminuir as fazendas.

Faz muito tempo que tal projeto é tramado nos bastidores de setores que desejam radicalizar a reforma agrária. Falei que seria melhor insistir na exigência da função social de toda propriedade, em vez de perturbar o trabalho de pessoas que fazem a terra produzir. Tentei oferecer um texto crítico que fiz às pressas com argumentos razoáveis contra tentativas de atacar e atrasar o desenvolvimento de uma agricultura moderna num país com a vocação de ser o celeiro do mundo neste século de perspectivas ameaçadoras de conflitos crescentes por alimento, por energia e por água.

Não conseguindo distribuir a todos o meu texto sobre o tal plebiscito, o mandei aos colegas pela internet, junto com outro mais elaborado sobre a Questão Agrária para Bispos, que ainda está guardado no meu Blog, porque se refere à primeira versão do texto da CNBB, do qual ainda não vi a versão final.

Quando questionei o envolvimento oficial da CNBB numa campanha contra grandes propriedades rurais que só servirá para agitar ainda mais o ambiente rural, recebi a resposta que não seria publicado um documento oficial da CNBB, mas apenas um texto para estudo. No entanto, agora já começou a campanha com coleta de assinaturas e mobilização para o grito dos excluídos. Quem não participar, será acusado de estar do lado dos ricos contra os pobres.

Quando um bispo ou uma pastoral da CNBB assume posições muito definidas, colegas não gostam de apresentar opiniões divergentes. Foi assim quando alguns queriam mobilizar a Igreja contra projetos de transposição do São Francisco e contra hidroelétricas na Amazônia. O mesmo acontece agora com a Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade da Terra.

Não vejo por que todos os bispos devam marchar unidos contra projetos complicados que dividem as opiniões dos envolvidos e dos entendidos. Muitos deles fabricam argumentos para justificar suas posições, em vez de escolher os seus objetivos de acordo com a verdade objetiva da razão.

Precisamos cuidar da unidade na fé. Em questões de política econômica, não cabe à CNBB impor seus pontos de vista a ninguém. As opiniões de cada bispo valem de acordo com o peso dos seus conhecimentos manifestados nos seus argumentos. Viva a liberdade!

A situação fica mais complicada quando uma proposta já assumida por pastorais foi apresentada por uma comissão nomeada pela presidência e passou pela maioria. No entanto, mesmo assim, o povo tem o direito de ouvir também o outro lado.

Não quero impor as minhas opiniões. Quero apenas oferecer meus argumentos aos interessados no assunto, e deixar claro que nenhum católico é obrigado a participar de uma campanha promovida por uma entidade qualquer, mesmo que conte com o apoio da CNBB. A Igreja não pode exigir que todos tenham a mesma opinião sobre problemas de política econômica, nem que todo católico venha embarcar na canoa furada desse “plebiscito”.

Na proposta que surgiu na nossa Assembléia faltou definir coisas importantes:

1) Qual deve ser o tamanho limite das propriedades?
2) A desapropriação será com indenização ou por confisco sumário?
3) Quem receberá a terra pronta e as benfeitorias de presente? O invasor que chegar primeiro? Os amigos dos donos do poder?

Agora, o FNRA já diz qual deve ser o Limite da Propriedade: 35 módulos fiscais. Um manual recente do FNRA explica que um módulo tem entre 5 e 110 hectares. O INCRA diz que regiões boas para culturas permanentes em São Paulo têm um módulo de dez hectares. Assim, propriedades acima de 350 hectares serão desapropriadas.

Com leis que protegem fazendas produtivas já surgem invasões de áreas plantadas. Na Bahia, invasores de terras alheias cortaram pés de eucalipto com o argumento que pobre não come madeira. Alguém imagina que grandes plantações de laranja, café, cana, soja, eucalipto, seriam entregues sem resistência ao primeiro invasor que chegar? Ou será que ainda existem movimentos que sonham com revoluções?

No sertão difícil, os módulos são bem maiores, mas o pessoal não dorme no ponto. Vão procurar as regiões melhores. Já existem assentamentos que produzem pouco, mas que receberam casas perto de cidades. Outros procuram lugares de futuro turístico. Assentamentos no interior do sertão só sobrevivem enquanto continuam recebendo ajuda.

Acho que a lei para limitar o tamanho das fazendas não vai vingar. Vingando ou não, a campanha vai provocar confusão e aumentar os conflitos.

Resumindo, a proposta do FNRA é esta: Confiscar as grandes fazendas:

Áreas acima de 35 módulos seriam automaticamente incorporadas ao patrimônio público e destinadas à reforma agrária. Se querem dividir fazendas, por que não dividir os milhões dos milionários? Podiam começar tirando o ICM da Cesta Básica e diminuindo os juros. Só com juros da sua dívida o Governo transfere aos ricos dez vezes mais que aos pobres pelo BOLSA FAMILIA.

Jequié, 18 de Julho de 2010 + Cristiano Krapf

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O “Plebiscirco” da ... (final)

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x... “Fraternidade Reducionista”
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Ronaldo Ausone Lupinacci
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Há outra faceta da questão igualmente grave e importante. Os “reducionistas” almejam o confisco dos excedentes de terra (desapropriação sem qualquer indenização). Diz a propaganda na Internet: “Áreas acima dos 35 módulos seriam automaticamente incorporadas ao patrimônio público” .
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Propõem, portanto, aquilo que em português claro corresponde ao roubo. Sim roubo, e não furto, porque a expropriação estaria garantida pela força bruta do Estado.
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A limitação da extensão de terras, de outro ângulo, não obedece a nenhum postulado da Ciência Econômica.
A diversificação da atividade rural em um número enorme de explorações das mais variadas, ao contrário, recomenda a existência de propriedades de tamanho diverso.
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Assim, por exemplo, para plantar verduras ou criar galinhas não há necessidade de muita terra. Já para criar gado de corte, plantar soja, cana de açúcar, laranja, as dimensões devem ser bem maiores.
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As reações em cadeia que adviriam para o agronegócio (envolvendo todos os agentes econômicos relacionados à agropecuária, desde os fornecedores de insumos aos comerciantes), e para o próprio cidadão, com a supressão das grandes propriedades seria extremamente danosa.
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Tudo isso, de elementar bom senso, é ignorado pelos adeptos da “fraternidade reducionista”.
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A mesma peculiar “fraternidade”, gerada pela ideologia das trevas, que deixou em sua passagem, nos últimos duzentos anos, um rastro de fracassos, iniqüidades, crimes, destruição, fome e sangue.
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Coincidência ou não, a campanha difamatória contra a agropecuária nacional, implementada aqui e alhures por ONGS e quejandos, se dá exatamente no momento em que o Brasil é apontado como o grande celeiro do mundo num futuro próximo, tanto pela FAO como pela OCDE (“Competência da Agricultura”, em O Estado de S. Paulo).
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A concentração da propriedade da terra que vem ocorrendo em algumas atividades não é benéfica. Decorre, porém, de fatores de desordem que existem na economia atual, inclusive a política econômica do Governo Federal.
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Este, por sinal, contribui frequentemente no sentido de favorecer o capitalismo monopolista em detrimento do assim chamado “capitalismo concorrencial”.
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Como exemplos, podem ser lembrados os ramos bancário, das cervejarias e dos frigoríficos. Coincidentemente (ou não...) tal concentração agora serve de pretexto para a poderosa “fraternidade reducionista”.
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* O autor é advogado e agropecuarista.
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Desmoralização do agronegócio

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Resposta da presidente da CNA
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Kátia Abreu, à revista Veja
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"O argumento de que os pequenos produtores sustentam a produção nacional, mas recebem menos crédito agrícola que os médios e grandes, que exportam tudo é baseado em estatísticas distorcidas e não traz ganhos ao país.
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"Concordo que precisamos encontrar as diferenças entre os agricultores, mas elas devem se basear em produção e renda, para amparar toda a cadeia e não provocar um conflito entre pequenos e grandes.
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"Afinal, existe propriedade pequena no Paraná que é muito mais produtiva e rica do que uma grande fazenda no Centro-Oeste.
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"Além disso, as informações equivocadas do IBGE dão prejuízo ao setor, porque não se pode fazer planejamento estratégico de investimento em cima de previsões falsas. Em todos os países desenvolvidos, a pesquisa pública é um santuário.
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"Nem a ditadura militar interferiu nos institutos de pesquisa. O IBGE e o IPEA foram aparelhados pelos ideólogos dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Meio Ambiente".
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Indagada se essa é uma postura do governo Lula em geral ou apenas de uma minoria no poder, Kátia Abreu responde:
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"Há pessoas no governo que não são xiitas. O ministro do Desenvolvimento Agrário (Guilherme Cassel) e o ex-titular da Pasta de Meio Ambiente (Carlos Minc), contudo, em vez de encontrar soluções para os problemas, passaram os últimos anos dividindo o país para aumentar a sua torcida.
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"Eles não tinham o direito de fazer isso. Um ministro de estado deve proteger o Brasil, não apenas alguns brasileiros.
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"Quero fazer um desafio aos ministros do Trabalho, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Agrário: que eles administrem uma fazenda de qualquer tamanho em uma região de nova fronteira agrícola e tentem aplicar as legislações trabalhistas, ambientais e agrárias completas na propriedade.
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"Mas não podem fazer milagre, porque nós vamos acompanhar. Se, depois de três anos, eles conseguirem manter o emprego e a renda nessa propriedade, fazemos uma vaquinha, compramos a terra para eles e damos o braço a torcer, reconhecendo que estavam certos".
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domingo, 11 de julho de 2010

Em defesa dos ruralistas


Katia Abreu responde:

- Qual o interesse do governo em punir o produtor rural?
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Isso é um componente ideológico da esquerda fundamentalista que conseguiu se manifestar no atual governo. Essa parcela atrasada da esquerda acredita apenas no coletivo e não admite a produção individual, privada.
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O que está sendo feito neste país me deixa indignada e triste, pois não é fácil de desmanchar: estão jogando os pequenos contra os grandes produtores. Isso está acontecendo no IBGE, cujo Censo Agropecuário está cheio de informações falsas, desonestas, distorcidas por razões puramente ideológicas.
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- O que há de errado no censo?
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A melhor definição de agricultura familiar, utilizada até pelo Banco Central, é baseada em três princípios. Primeiro, o tamanho da terra, que deve ser de, no máximo, quatro módulos rurais. Segundo, que utilize mão de obra predominantemente familiar. Terceiro, que a maior parte do faturamento da família venha dessa propriedade.
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O que o IBGE fez neste governo? Matou os critérios de mão de obra e de renda da propriedade. Com isso, todos os proprietários com até quatro módulos entraram na categoria agricultura familiar. Qual o objetivo disso? Desmoralizar o agronegócio, a grande empresa e a propriedade privada.
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Fonte: Veja, 6-7-10

O “Plebiscirco” da ... (III)

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... “Fraternidade Reducionista”
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(Continuação) Não se pode saber se tais forças vão atingir seu objetivo final. E, sobretudo, se atingirem, se conseguirão conserva-lo por muito tempo... Contudo, é possível que alcancem um objetivo intermediário, de si mesmo bastante nocivo.
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Este consiste em desencadear a luta de classes, visando incompatibilizar os grandes proprietários rurais e as demais camadas da população, mediante a fermentação de germes de discórdia, pelo incitamento de três das piores paixões: a inveja, a cobiça, e a soberba.
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Para tal iniciativa inexiste fundamento religioso. No âmbito filosófico, ele pode ser encontrado nas diversas escolas do pensamento socialista , desde Proudhon, até Marx.
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Sua inspiração provém do igualitarismo, presente nas correntes de ideológicas revolucionárias, e segundo o qual a plena igualdade entre os homens só será alcançada com a supressão da propriedade privada, substituída pela propriedade coletiva autogestionária.
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Na impossibilidade de alcançar aquele desiderato (supressão da propriedade privada) de uma só vez, salvo através dos métodos terroristas aplicados na Revolução Russa, resta adotar a “tática do salame”, cortando pouco a pouco, em “fatias” o conteúdo do direito em risco.
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Hoje pretendem reduzir a extensão a, no máximo 3.500ha. (três mil e quinhentos hectares) na Amazônia, e, em áreas consideravelmente menores em outras regiões.
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Amanhã irão propor nova limitação, até o dia em que só subsistam (se subsistirem...) os minifúndios. São, pois, apenas de momento, “reducionistas” convictos. (Continua)

Fonte: Ronaldo Ausone Lupinacci é agropecuarista e advogado.


Reforma Agrária

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Dilma, a candidata do MST

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Se você quer que o campo se transforme numa baderna, a Dilma Russeff é a candidata certa para que isto aconteça, pois é a candidata do MST.
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Fique de olho! Ontem, Stédile declarou que o Brasil viverá um aumento das ocupações de terra se a petista Dilma Rousseff vencer as eleições e um crescimento da violência no campo caso o Serra seja o escolhido.
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Ele explica que a intensificação de atos num eventual governo do PT ocorre justamente pelas afinidades históricas entre os dois grupos.
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"Um operário, diante de um patrão reacionário, não se mobiliza. Com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves", disse ele em entrevista à Reuters, a primeira desde o início do processo eleitoral.
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"Se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo... A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais", acrescentou.
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Por essa razão, a opção "majoritária" do MST é apoiar a ex-ministra - mesmo que, nos últimos anos, justamente num governo considerado amigo, o MST tenha se enfraquecido e chegado à conclusão de que "o agronegócio venceu".
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Veja a entrevista inteira aqui:
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sábado, 10 de julho de 2010

Trabalho escravo no meio rural

Atenção para o absurdo
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Perguntada por Veja se um produtor pode ser acusado de manter trabalho escravo apenas por descumprir detalhes das 252 normas que regem o trabalho no campo (vide Post 8/7/10), Katia Abreu responde:
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Sim. A Organização Internacional do Trabalho define o trabalho forçado como aquele feito sob armas, com proibição de ir e vir ou sem salário. Isso, sim, é trabalho escravo, e quem o pratica deve ir para a cadeia.
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O problema é que, pelas normas em vigor no Brasil, um beliche fora do padrão exigido pode levar o fazendeiro a responder por maus-tratos aos empregados. A NR-31 é uma punição à existência em si da propriedade privada no campo.
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Não estou fazendo a defesa dos que maltratam funcionários ou dos que lançam mão de trabalho infantil. Essa gente tem de ser punida mesmo. Ponto. Estou chamando atenção para o absurdo.
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Imagine a seguinte situação: é hora do almoço, o trabalhador desce do trator, pega a marmita e decide comer sob uma árvore. Um fiscal pode enquadrar o fazendeiro por manter trabalho escravo simplesmente porque não providenciou uma tenda para o almoço do tratorista.
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Isso é bem diferente de chegar a uma fazenda e encontrar o pessoal todo comendo sob o sol inclemente. São duas situações diferentes. Mas elas provocam as mesmas punições.
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Isso confunde o pessoal do campo, que passa a se sentir sempre um fora da lei. Meu ponto de vista é que deveria prevalecer o bom senso.
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Nas minhas palestras, eu recomendo aos produtores rurais que avaliem a comida, o banheiro e o alojamento dos empregados por um critério simples: se eles forem bons o bastante para seus próprios filhos e netos, então eles são adequados também para os empregados.
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Fonte: Veja, 6-7-10
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O “Plebiscirco” da ... (II)

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... “Fraternidade Reducionista”
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(Continuação) Na verdade, não se trata de um plebiscito, tal como esta forma de consulta popular se acha prevista na legislação nacional, nem corresponde ao instituto jurídico identificado no primitivo sentido da palavra.
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Consistirá em abaixo-assinado destinado ao Congresso Nacional, a fim de que o Poder Legislativo trace as normas para redução de áreas das fazendas.
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Será, então, um “plebiscirco” (neologismo que melhor se amolda a certo tipo de espetáculo histriônico, isto é do latim plebis + circus, ou seja, circo do populacho), e não um autêntico plebiscito (do latim plebis + scitum = plebiscito, ou seja, decreto da plebe na antiga Roma, ou consulta popular, modernamente).
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Para entender bem a questão é preciso ter em mente que hoje o poder de liderança das forças subversivas foi transferido de certos partidos políticos para entidades religiosas.
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E não há projeto revolucionário que tal força motora não tenha iniciado, apoiado ou impulsionado, ultimamente.
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Por exemplo, o confisco das armas de fogo da população, com a finalidade de eliminar, antecipadamente, qualquer risco de resistência a uma futura ditadura esquerdista do tipo Hugo Chavez.
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Porém, o que lhes interessa mais de imediato, com o plebiscito-farsa, é envenenar a opinião pública, iludindo os incautos e os ignorantes para atingir o principal desiderato: eliminar, aos poucos, a propriedade privada, sob o pretexto de promover a “fraternidade”. (Continua)
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Ronaldo Ausone Lupinacci é agropecuarista e advogado.
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http://caminhonaco.blogspot.com/

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O Ministério da Agricultura reduziu o preço mínimo do trigo em 10%. Com tal redução, os triticultores gaúchos podem perder R$ 50 milhões.
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Já foi impetrado ontem, pela Federação da Agricultura do Paraná , mandado de segurança contra a portaria 478/2010 do Ministério.
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A Farsul irá aderir por meio de petição. Os triticultores querem que seja praticado o mesmo preço de 2009, R$ 31,80 a saca para
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Fonte:
http://caminhonaco.blogspot.com/
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POR QUE ESTAMOS NOS MOBILIZANDO...

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Agropecuária contabiliza prejuízos
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no Rio Grande do Sul
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No estudo feito pela FECOAGRO/RS, em meados de junho, de publicado pelo Correio do Povo, pode-se observar que o setor agropecuário está sem renda.
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O MILHO com custo de R$ 18,99 a saca está sendo comercializado por R$ 15,74, prejuízo de 16,58%.
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O preço de comercialização da SOJA está 30% menor do que em 2009, na época era comercializada a R$ 47,00 a saca de 60kg, hoje está custando R$ 33,00.
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A realidade de Santiago, que colheu 30 sacas por ha, dados da EMATER, apresentou déficit de 2,64 sacas, isso significa que faltaram 2,64 sacas para cobrir o custo da lavoura.
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Com o TRIGO a situação é ainda pior, não existe comercialização, o custo é de R$ 33,01 e o preço de venda é de R$ 21,56, com prejuízo de 35%.
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O ARROZ de 20 anos analisados apresentou prejuízo em 13%.
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Na pecuária os dados também assustam: no sistema de CRIA de 11 anos analisados, 8 apresentaram prejuízo.
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Na RECRIA E ENGORDA, no mesmo período, houve prejuízos em 7 anos, e, o sistema de CICLO COMPLETO apresentou o pior resultado: de 11 anos analisados em 10 teve prejuízo.
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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mais um desmentido do alarmismo climático

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Ilhas do Pacífico
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Nos últimos anos, o ecologismo catastrofista insistiu em que algumas ilhas da Micronésia desapareceriam do mapa devido à elevação do nível do mar, causada pelo “aquecimento global”.
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No entanto, estudo publicado na revista “Global and Planetary Change” sobre 27 ilhas de Tuvalu, Kiribati [foto] e da Micronésia aponta que elas estão crescendo, e não afundando como se dizia.
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As ilhas sobem de nível como conseqüência do acúmulo de corais e sedimentos. Arthur Webb, da South Pacific Applied Geoscience Commission, explicou: “Os atóis são compostos de material que foi vivo, então temos um crescimento contínuo”.
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Outras ilhas acumulam sedimentos marítimos que as fazem crescer. O furacão Bebe, que atingiu Tuvalu em 1972, depositou 140 hectares de detritos na ilha principal, aumentando sua área em 10%.
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Fonte:
Revista Catolicismo
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Exorbitância, por quê?

Norma que rege o trabalho no campo tem 252 itens
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Kátia Abreu continua respondendo à revista Veja sobre a imagem que os brasileiros têm dos produtores rurais.
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- Por que nas fazendas isso seria uma exorbitância?
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"Imagine que um determinado trabalhador seja responsável por tirar leite das vacas da fazenda.
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"Um belo dia, o dono acha que o mais adequado é mudar a função do empregado e ele passa a, digamos, ser encarregado de roçar o pasto. Parece simples, mas não é.
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"A norma legal determina que, para mudar de função, o trabalhador precisa antes de mais nada se submeter a um exame médico, que é apenas o primeiro passo de um complexo processo de transferência de uma vaga para outra.
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"Bem, essa exigência seria burocrática e custosa até mesmo em um escritório de contabilidade na cidade.
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"Nas pequenas e médias fazendas, que são 80% das propriedades rurais brasileiras, ela é um absurdo.
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"Quem não sabe que, nessas fazendas, o mesmo trabalhador costuma exercer diversas funções no decorrer do dia?
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"Ele tira leite de manhã cedo, trata das galinhas às 10 horas, às 4 da tarde cuida dos porcos e depois vai roçar o pasto.
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"Outras regras abusivas e difíceis de ser cumpridas à risca por todos os fazendeiros são as que determinam as dimensões exatas dos beliches, a espessura dos colchões ou a altura das mesas nos refeitórios."
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O “Plebiscirco” da ... (I)

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... “Fraternidade Reducionista”
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Ronaldo Ausone Lupinacci*
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Antes de tudo quero pedir desculpas aos leitores pelo título deste artigo, que soa excêntrico e enigmático. Mas, não encontrei outro mais adequado. Segue, assim, o texto.
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Está em curso campanha destinada a obter a limitação legal da extensão dos imóveis rurais. Tal movimento vem sendo impulsionado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), órgão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) .
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Segundo os organizadores da maléfica iniciativa, os limites territoriais máximos das propriedades deverão oscilar entre 175 e 3.500 hectares, conforme a localização do imóvel.
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As entidades comprometidas na campanha querem promover um “plebiscito popular” em setembro próximo, para que a população se manifeste sobre o assunto.
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Segundo Dom Pedro Luiz Stringhini, presidente de uma das comissões da CNBB, constitui “um gesto concreto proposto pela Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, promovida pelas Igrejas membros do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs)”.
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A proposta se insere num vasto conjunto de ações tendentes a suprimir o direito de propriedade no Brasil.
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Integra o programa de guerra psicológica revolucionária, do qual fazem parte – entre tantas outras ações – a pressão para a “atualização” de índices obrigatórios de produtividade, as agitações promovidas pelos sem-terra, o incitamento de índios e quilombolas, as denúncias sobre suposta escravatura em fazendas, e, bem ainda a histeria ambientalista.
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Em resumo, reza a mesma cartilha do conjunto deletério inscrito no mais recente Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). [Continua]
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* O autor é agropecuarista e advogado
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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Katia Abreu fala para VEJA

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Uma exorbitância contra o produtor rural
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Dando prosseguimento ao post anterior, a presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária mostra quem é o produtor rural.
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"Não somos escravocratas e não destruímos o meio ambiente.
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"Nós temos um projeto em parceria com a Embrapa dedicado a pesquisar e difundir boas práticas que permitam unir produção rural e proteção do ambiente.
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"Essa história de trabalho escravo também precisa ser abordada com ações que produzam respostas práticas.
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"Nós treinamos 200 instrutores para inspecionar fazendas pelo Brasil e avaliar as condições de vida dos empregados.
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"Já visitamos mais de 1 000 fazendas. O que se vê é uma imensa boa vontade da maioria dos proprietários de cumprir tudo o que a lei manda e seguir direito as normas reguladoras.
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"Ocorre que a norma que rege o trabalho no campo, a NR-31, tem 252 itens. Em qualquer atividade, cumprir 252 critérios é muito difícil.
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"Nas fazendas, isso é uma exorbitância. Até em uma fazenda-modelo um fiscal vai encontrar pelo menos um item dos 252 que não está de acordo com a norma."
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Fonte: Veja, 6-7-10
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Desfazendo preconceitos...

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x... contra os produtores rurais
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Em entrevista à revista Veja, a presidente da CNA, Katia Abreu, assim respondeu a pergunta sobre "qual a imagem que os brasileiros têm dos produtores rurais".
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"A ideia prevalente, e errada, é que o agronegócio exporta tudo o que produz, cabendo aos pequenos produtores abastecer o mercado interno.
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"Pequenos, médios e grandes produtores destinam ao mercado interno 70% colhem ou criam.
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"Também é muito forte e igualmente errada a noção de que fazendeiro vive de destruir a natureza e escravizar trabalhadores.
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"Obviamente, como em qualquer atividade, ocorrem alguns abusos no campo.
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"Mas o jogo duro de nossos adversários isolou os produtores do debate e espalhou essa ideia terrorista sobre a nossa atividade.
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"Esses preconceitos precisam ser desfeitos."
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Fonte: Revista Veja, 06/07/2010
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Lei para dividir...

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... a nação
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Se Lula sancionar o Estatuto da Igualdade Racial aprovado pelo Senado, gravará seu nome na história como aquele que dividiu o povo brasileiro em raças.
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A afirmação é de YVONNE MAGGIE, doutora em antropologia social, professora titular de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, publicada hoje 8/7/10 na Folha de S. Paulo.

Com efeito, enquanto a pátria estava de chuteiras na Copa da África do Sul, o Senado brasileiro aprovava um estatuto da igualdade racial dividindo o povo em etnias.

Pelo Estatuto, não serão mais brasileiros ou trabalhadores lutando por direitos iguais, serão negros e brancos lutando entre si por direitos desiguais.

Para a Professora, é espantoso ver um Congresso fraco diante da pressão de grupos organizados - ONGs - que falam em nome do povo sem mandato algum.

Criar etnias legalmente em um país que repudia divisões étnicas oficiais terá o efeito de nos levar em direção a cisões irreparáveis e perigosas.

O presidente Lula não deve sancionar a lei.

Deve, sim, ouvir o coração da grande maioria dos brasileiros, que repudia a separação oficial em "raças" ou "etnias" e quer ficar unida na luta contra desigualdades, injustiças e racismo.