sábado, 11 de outubro de 2008

As ONGs e suas mazelas

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Bye, bye, otários
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Após tomar R$ 5,3 milhões da FUNASA e não prestar contas, a ONG Torü M’aü, do índio Alírio Mendes Morais (AM), fechou as portas, escafedeu.
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ONGs devedoras contra a Funasa
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Cláudio Esteves de Oliveira, da ONG “Comissão Pró-Yanomami”, elogiou a decisão de retirar da FUNASA e entregar a uma nova secretaria do Ministério da Saúde a atribuição de atender a população indígena.
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Oliveira é figura manjada no setor: outra ONG dele, a “Urihi Saúde Yanomami”, arrancou R$ 17,8 milhões da FUNASA em 2002 e responde atualmente a processo por não prestar contas desde julho de 2004.
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Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br
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Olho gordo sobre a Amazônia

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A cobiça de Chefes de Estado


Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA:
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• "Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós."
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Mikhail Gorbachev ex-presidente da Rússia:

• "O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes."

John Major ex-premier do Reino Unido:

• "As campanhas ecologistas internacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa, que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região."

François Mitterrand ex-presidente da França

• "O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre Amazônia."

FUNAI: febre demarcatória

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Produtores rurais lesados
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A febre demarcatória da FUNAI continua gerando conflitos em várias regiões do País, insegurança de produtores agrícolas, ante a ameaça de perder suas terras e seus meios de sobrevivência, e tem colocado comunidades inteiras em pé de guerra, com graves confrontos prontos a explodir a qualquer momento.
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Essa verdadeira patologia decorre do desvio de finalidade do Decreto 1.775/96, que estabelece normas de orientação para a demarcação de terras indígenas da União. O decreto destina-se especificamente à demarcação de terras públicas, mas a Funai o tem usado para demarcar terras particulares.
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Fonte: OESP, transcriçao de trecho de Opinião, 29/10/08
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Ordem para a desordem

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MST ganha Ordem
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O MST será um dos homenageados por Lula, terça, no Rio, com a Ordem do Mérito Cultural de 2008.
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A contribuição do Movimento dos Sem Terra para a cultura brasileira é... não sei.
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Fonte: Ancelmo Gois O Globo, domingo, 5/10/08
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Raposa/Serra do Sol em foco

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Quartiero pede reintegração de posse de suas terras


Depois de ter sua fazenda invadida por cerca de cem indígenas, Paulo César Quartiero foi ao STF pedir a reintegração de posse das terras. O caso será relatado pelo ministro Ayres Britto, o mesmo que já votou pela demarcação contínua da reserva Raposa/Serra do Sol.

De acordo com o líder dos arrozeiros, existe documentação que comprova que a Fazenda Depósito lhe pertence há mais de 15 anos, e que os indígenas invadiram o local com o apoio da FUNAI, do CIMI e da própria Polícia Federal. "É absurdo admitir-se que uma instituição do porte e da envergadura da Polícia Federal preste-se a apoiar movimentos e ações absolutamente ilegais", reclama Quartiero.

Na ação, ele prossegue relatando que funcionários da fazenda foram ao local para dissuadir os invasores, mas foram recebidos com "flecha, bala e porrete". O proprietário alega que tentou dialogar com os ocupantes para que se retirassem das terras, mas novamente foi recebido com tiros.

Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/mat/10/10/2008/

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Revolução quilombola em marcha

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INCRA entrega documento a quilombolas

Com danças de reisado, os quilombolas da Comunidade de Povoado Tabacaria, em Alagoas, comemoraram nesta quinta-feira, dia 9, o recebimento de uma cópia do documento em que o governo federal reconhece e declara como território deles uma área de 410 hectares.

Diretores do INCRA foram até a comunidade, na zona rural do município de Palmeira dos Índios. O próximo passo será a desapropriação das áreas declaradas como parte do quilombo: três fazendas de médio porte dedicadas à criação de gado.
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Fonte: Roldão Arruda – O Estado de S.Paulo, 9/10/2008

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

INCRA, o maior desmatador da Amazônia!

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Pimenta nos olhos dos outros...


Quem diria, hein, Seo INCRA? O Sr. é maior desmatador da Amazônia, o tempo inteiro caladinho aí no seu canto fazendo de conta que não sabia de nada, hein? Enquanto isso o mundo pegando fogo com as denúncias do Ministério do Meio Ambiente sobre Mato Grosso e o Pará, e o Sr. sabendo quem desmatava e não disse nada!

O INCRA bem que merece um baita aperto por omissão dupla. Primeiro, por não fiscalizar os acampamentos de sem-terra que são de sua responsabilidade. Segundo, por fingir que não era de sua responsabilidade cuidar da sustentabilidade ambiental. Aliás, aproveito para lembrar aos dirigentes do INCRA o conceito básico de sustentabilidade: é cuidar do econômico, do social e do ambiental.
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Separá-los não constrói a sustentabilidade. O INCRA e a sua paixão pelos acampamentos e pelos assentamentos acaba fazendo só o social de repassar cestas básicas de alimentos e fazer fuxico entre os assentados e as administrações dos municípios onde elas se situam.
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Conheço alguns assentamentos na região Norte do estado, onde o INCRA passa vez por outra e gasta mais tempo em politicagem do que em assistência técnica tanto de saúde quanto de educação, de comercialização da produção e na assistência social de vida para aquelas pessoas que vivem no fim do mundo semi-abandonadas.
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Mas isso não diz tudo. Na lista divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, a área total desmatada é de 520.666,985 hectares. E quanto desse total cabe ao INCRA? Nada menos de 229.208,649 hectares. Vale dizer: oito “projetos” do INCRA desmataram o correspondente a 44% do total. Sozinho, fez quase o mesmo do que fizeram os outros 92. Na classificação do Ministério, o INCRA aparece bem colocado: 1º, 2°, 3°, 4°, 5°, 6°, 40° e 44° lugares entre os desmatadores somando quase 50% da área denunciada.

Durante todo o tempo das denúncias seguidas do Ministério do Meio Ambiente, todas crucificando Mato Grosso como desmatador para plantar soja no lugar onde eram matas, o governador Blairo Maggi foi seguidamente crucificado, apesar de defender que as coisas não eram bem assim como os ambientalistas e os dirigentes do Ibama e do Ministério afirmavam. E agora?
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Os ambientalistas farão um desagravo a Mato Grosso e ao seu governador? Provavelmente, não. Do alto do seu autoritarismo esquerdista, os xiitas do governo farão defesas apaixonadas do social que inventaram e continuarão criando sofismas para justificar que o desmatamento feito pelos assentados desmata menos do que desmatamento dos produtores.
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O presidente do INCRA se defendeu exatamente nessa linha. Para ele, o INCRA está certo, e errado estão os que levantaram os números. Mas o melhor de tudo, foi que o próprio governo sentiu na carne o peso da pressão ambiental. E pior: com enorme culpa no cartório. É uma enorme batata quente que o governo terá que descascar e os xiitas ambientalistas do “social” terão de engolir.
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Fonte: Onofre Ribeiro - onofreribeiro@terra.com.br
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