segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mutação genética?

"Como concordar com
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uma mentira dessas?"

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No seu estudo (Ver Post anterior), o pesquisador ambiental Inácio Régis apresenta relata que antigos moradores, como os irmãos Saturnina e Graciano Martins, bisnetos dos primeiros habitantes da Gleba Nova Olinda, são unânimes em afirmar que a colonização se deu com pessoas de origens diversas: paraenses, cearenses, riograndenses (potiguares), maranhenses e até paraguaios e colombianos.
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Régis atesta que Odair Borari nunca foi índio, e não terá chance, ainda que remota, de se tornar índio: “A não ser por um processo de mutação genética”, ironiza.
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Mais impressionante ainda é o depoimento de Basílio Matos dos Santos: “Eu sou tio do Odair, eu ajudei a criar esse menino desde que o pai dele morreu. O bisavô dele era riograndense. Meu pai, avô de Odair, morava em Belém. Nós nunca tivemos índio na família. Aqui no Maró, a gente se conhece uns aos outros, nunca teve índio nessa Gleba, como concordar com uma mentira dessas?”
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Fonte: Helio Brambilla
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Agora são os "povos ressurgidos"!

Más fadas, para não dizer bruxas!
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Reza o ditado: “Cá e lá, más fadas há”. Más fadas, para não dizer bruxas! Enquanto na Bahia há “vassoura-de-bruxa” e Babau destruindo os cacauicultores, “bruxos e vassouras” travestidos de índios agitam o Pará.
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Vejamos o que diz o jornal “O Liberal” (Belém do Pará 16/11/09):
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O pesquisador ambiental Inácio Régis, pós-graduado em mudanças climáticas, afirma:
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“O Pará é detentor de uma população indígena falsa, estimada em mil pessoas, que vive no alto rio Arapiuns, em Santarém, mais precisamente Gleba Nova Olinda, hoje conhecida área de conflito agrário”.
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Em várias viagens à região, ele constatou que os “índios” não têm nada do DNA da etnia Borari. “O que existe é uma grande farsa que deve ser retificada a qualquer momento pela própria FUNAI”.
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“Povos ressurgidos”
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De acordo com Régis, o administrador regional do órgão em Itaituba, Jaime Santos, disse que a FUNAI fez um estudo sobre os indígenas em Santarém, classificando-os como “povos ressurgidos”.
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Eles resultam no maior problema administrado pelo órgão, pois acabaram de ”bloquear a passagem de três balsas no rio, alegando que não as liberariam, por se tratar de terra indígena e só quem pode negociar em terra indígena é o Governo Federal”.
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Mesmo desrespeitando o direito constitucional “de ir e vir”, bem como a violência local contra cidadãos ordeiros, mulheres, crianças, doentes, retidos na sua viagem, o Sr. Jaime julga o movimento ‘pacífico’... Isso não significa nada?
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O pesquisador ataca
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Para ele, movimentos sociais e Greenpeace são responsáveis pela criação dos “novos” índios. Mas o administrador da FUNAI discorda: “O índio, em si, se a gente olha pela característica, já é um fator de preservação ambiental”.
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A notícia de “O Liberal” continua: “As comunidades de Novo Lugar, Cachoeiro do Maró e São José III, formada por ribeirinhos, afirmam que são descendentes dos índios Borari e liderados por Odair José Souza, mais conhecido como Odair Borari. Ele assumiu a nova identidade depois que antropólogos da FUNAI, Frei Florêncio Vaz, Sindicato dos trabalhadores rurais de Santarém e integrantes do Green Peace apareceram na região.”
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Para Inácio Régis, o grupo vai, na verdade, abocanhar uma área de terras maior do que muitos municípios brasileiros.
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Fonte: Helio Brambilla

sábado, 6 de fevereiro de 2010

"Não é moda, é negócio!"

"Fábrica de índios"

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A propósito do Post "Virou moda dizer que é índio" escreveu-nos uma leitora do Estado do Amazonas dizendo que "não se trata de moda, mas de negócio".
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Ela informa que no seu Estado, "a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira-COIAB paga para os pais declararem seus filhos como indígenas".
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Outra informação esclarecedora é de que "a FUNAI dá certidões de nascimento de índios". E que "os mesmos são regiamente remunerados por ONGs"...
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Por fim, diz que no Amazonas "todos sabem já sabem dessa fraude".

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E muitos ainda dizem que Reforma Agrária é popular!

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Enquete do 'Terra'
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Pergunta: Se você fosse presidente do Brasil, qual seria a sua prioridade?
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Resposta:
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A. Acabar com a corrupção: 38.22% - 25.675 votos
B. Melhorar a educação: 25.51% - 17.139 votos
C. Reforma Agrária: 0.76% - 508 votos
D. Aprimorar a economia: 1.68% - 1.127 votos
E. Dar dinheiro para os pobres: 1.94% - 1.301 votos
F. Diminuir os impostos: 28.16% - 18.915 votos
G. Outra: 3.74% - 2.515 votos

Total: 67.180 votos

Democracia zero!

Quadro muito desolador e
muito pouco democrático

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Aquela pobre gente que se reuniu em Ilhéus, com carro de som, foi em marcha pelo centro da cidade até o Centro de Convenções, onde se encontrava o governador Jacques Wagner (PT).
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Ele participava de um evento “cultural” com índios, quilombolas, sem-terra e homossexuais.
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Ele gosta sempre de dizer que não permitirá a transgressão da lei pelos bandidos de Babau, mas não fez sequer uma reintegração de posse das quase 30 propriedades invadidas!
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Dizendo receber “democraticamente” a todos, na realidade exclui os produtores rurais prejudicados!
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Preferiu o governador baiano sair vergonhosamente pelas portas dos fundos do edifício onde se encontrava... Será essa a democracia do PT?
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Fonte: Helio Brambilla

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Demarcação: agora foi a vez do STJ

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Suspensa portaria do Ministério da Justiça

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O presidente do STJ, Cesar Asfor Rocha, suspendeu liminarmente os efeitos de portaria do Ministério da Justiça que determinou a demarcação da terra indígena Porquinho dos Canela-Apãnjekra, no Maranhão.

A decisão atende a recurso dos moradores não-índios dos municípios atingidos pela demarcação.
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Fonte: OESP, 5/2/10


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Arbitrariedades do INCRA

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Sem dó nem piedade
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Invasores do MST/CUT instalados em pequena propriedade rural não deixam proprietário entrar, causando-lhe grandes prejuízos.
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Na denúncia abaixo, feita por Antonio Aversa Neto ao Blog Paz no Campo, percebe-se a sanha do INCRA. Junto à FUNAI e ao IBAMA, ele faz parte do tridente do diabo que aterroriza o campo brasileiro.
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Denúncia:
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"Bauru, 01 de fevereiro de 2010
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"Eu Antonio Aversa Neto, nascido em 1963, tenho 46 anos, casado, tenho duas filhas, sou produtor rural nato por gosto e aptidão.
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"Em 21 de setembro de 1988, com muito esforço, comprei uma propriedade: o Sítio Santa Marina com 31 hectares (13 alqueires), localizado a 5 km da cidadede Bauru.
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"No dia 26 de setembro de 1988 (seis dias depois) a escritura estavaregistrada no cartório do oficial de registros de Pederneiras - SP matricula nº 4150.
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"Faz, portanto, 22 anos que tenho a propriedade, tiro leite e crio bezerros de corte para vender, cumpro função social. Toda minha vida tive funcionários devidamente registrados.
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"Agora, há cerca de dois anos, a área em torno de minha propriedade, por decretodo Lula, foi destinada à Reforma Agrária.
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"Minha propriedade está invadida por integrantes do MST e da CUT desde 06/08/2009. Destruíram as cercas, armaram barracas. Vão fazer 6 meses que estou impossibilitado de produzir e até ir a propriedade, pois me cercaram as 2 estradas de acesso.
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"Vendi 100 cabeças de gado às pressas e barato, deixei de criar pelo menos 60 bezerros em 06 meses, com um prejuízo de R$42.000,00, fora o que estou gastando com advogados.
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"A minha área está no meio do assentamento Aimorés sob coordenação do INCRA. O INCRA mandou invadir e não me considera proprietário, vizinho ou coisa parecida.
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"Quer me fazer passar por grileiro. Mesmo tendo escritura registrada,o INCRA quer que eu prove cadeia dominial até 1850.
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"Funcionário do INCRA por nome de Cinesio, disse que eu é que sou o invasor. Outro funcionário do INCRA por nome de João Paulo mandou invadir.
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"Estou no coração do estado de São Paulo, estão querendo me arrancar a propriedade, uma vez que não podem desapropriar. Sou cadastrado no INCRA como pequena propriedade produtiva (CCIR).
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"Ao redor do sítio existem 354 lotes de assentados que não sabem o que é produzir. A miséria é visível. Vivem à custa de cestas básicas que o INCRA fornece.
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"Estão cortando e roubando eucaliptos do antigo arrendatário VCP -Votorantin Celulose e Papel, sob ordem e coordenação dos técnicos do INCRA que supervisionam o local.
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"Entrei em contato com a Votorantin, disseram-me que ainda não foram indenizados pela madeira, mas com certeza a União pagará caro futuramente.
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"Isso deve ser motivo para uma CPI.
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"O assentamento Aimorés não tem licenciamento ambiental. A CPFL - Companhia Paulista de Força e Luz está também instalando energia sem licenciamento ambiental.
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"Os assentados fazem fornos, carvão e furam poços sem licença ambiental.

"Como e quando vão acabar essas arbitrariedades?"
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O proprietário anexou à sua denúncia um relatório de 4 páginas preparado por seus advogados, contando a luta judicial em que está envolvido por causa dessas arbitrariedades que vem sofrendo.
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É assim que o governo trata aqueles que trabalham honestamente. Neste caso, um pequeno proprietário rural sobre quem o INCRA jogou os jagunços do MST sem dó nem piedade.
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Esse relatório está à disposição dos interessados no Blog Paz no Campo
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FONTE: Paz no Campo