quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Psicose Ambientalista




Príncipe combate pandemia de psicose


Quem se atreve atacar a verdadeira psicose em torno do meio ambiente que vem grassando como uma pandemia mundo afora? Entre nós, Dom Bertrand de Orleans e Bragança – bisneto da Princesa Isabel – ousou enfrentar a tirania dessa nova religião ecológica ao derrubar, um por um, todos os seus dogmas.

O trabalho do Príncipe Imperial do Brasil acaba de desmascarar o falso alarmismo dos ecologistas radicais em torno do propalado aquecimento global ao escrever o livro “Psicose Ambientalista - Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma ‘religião’ ecológica, igualitária e anticristã”.

Em alguma medida, hoje, todos somos vítimas da ditadura do pensamento politicamente correto, artifício imposto por mentes tão hábeis quanto desconhecidas em todos os campos da atividade humana, a fim de conduzir a sociedade rumo ao desconhecido e que se projeta ameaçador.

“Psicose Ambientalista” vai na contramão do politicamente correto infligido por governos e ONGs aos brasileiros. A leitura da obra é obrigatória para o leitor interessado em conhecer a verdade e os fatos de maneira objetiva, e para todos os que desejam se preservar dessa forma de psicose.















segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Na ponta do revólver...



 

Em meio ao confisco de terra no Brasil, cidades inteiras são evacuadas na ponta do revólver
Por Alex Newman
“The New American”, 7-1-2013

Tradução de Helio Viana
Agentes da Polícia Federal  brasileira e policiais militares, alguns portando insígnias das Nações Unidas, estão removendo comunidades inteiras no Brasil na ponta da arma, sob o pretexto de repor enormes extensões de terra para um pequeno grupo de índios, cujos ancestrais alegadamente estiveram lá em algum momento.
Milhares de moradores que viveram na região há décadas, ou que até nasceram lá, no entanto estão reagindo com críticas, dizendo que as ações do governo ressumam stalinismo e podem constituir crimes contra a humanidade.
Desde que começou em novembro a última operação controvertida, no Mato Grosso, de acordo com autoridades e reportagens, cidadãos que se opunham a ser despojados de suas propriedades e casas foram fazendo de tudo ao seu alcance a fim de parar o ataque.

Foram criados bloqueios nas estradas, lutando com pedras, paus e coquetéis molotov contra forças federais fortemente armadas, incendiando caminhões do governo, protestando, e recusando-se a sair.

Outros choravam enquanto derrubavam suas próprias casas simples aos olhos de guardas armados. Repórteres que estão no local e legisladores federais temem que o derramamento de sangue possa estar próximo.

O governo, porém, prometeu expulsar as comunidades a qualquer custo, ameaçando com sanções criminais e até com o confisco do pouco que lhes resta de suas propriedades, aqueles que se recusarem a obedecer.

Balas de borracha, gás lacrimogêneo, ameaças de balas reais e processos têm sido empregados para remover à força os moradores locais, que o governo continua a desumanizar tratando de "invasores" e "intrusos".

Os críticos e os residentes locais acusaram o governo do Brasil de corrupção em massa, dizendo que seu objetivo final é destruir a propriedade a privada e qualquer potencial resistência – começando pela população rural.

Eles argumentam, entre outros pontos, que as autoridades federais estão intermediando a licitação de interesses estrangeiros, e que estão em conluio com a ONU, com as grandes corporações internacionais e com organizações não-governamentais ocidentais como o Greenpeace, além de outros interesses.

”Este é apenas um caso entre muitos outros. A política do governo de esquerda do Brasil é desmantelar o País, a fim de entregar tudo para ‘reservas nativas’ que nada mais são que instrumentos de ONGs estrangeiras bilionárias", explicou o escritor brasileiro de renome e filósofo Professor Olavo de Carvalho, que tem desempenhado um papel fundamental em expor a bem-orquestrada conquista socialista da América Latina.

A chamada "maré rosa" que paira sobre a região está sendo conduzida em parte por altos funcionários do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil, que atualmente detêm o poder, colaborando com os regimes totalitários da região. 

Como The New American tem amplamente documentado, uma rede obscura de partidos políticos socialistas e comunistas, bem como grupos terroristas marxistas conhecidos como Foro de São Paulo – fundado pelo ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio "Lula" da Silva, pelo tirano comunista Fidel Castro, pelos sandinistas e outros – agora domina a política latino-americana.

A justificativa usada no caso mais recente de confisco de terra – em Suiá-Missu, no Mato Grosso – é, no entanto, incomparável em termos de cinismo, disse ao New American o líder conservador brasileiro Carvalho. 

"Séculos atrás, os índios brasileiros costumavam evitar se estabelecer em um determinado lugar; eles viajavam longas distâncias e criavam residências temporárias ao longo do caminho", explicou. 

"O governo brasileiro aceitou a tese de alguns antropólogos segundo a qual onde quer os índios tivessem enterrado algum de seus mortos, subitamente a terra pertence a eles. A população da Suiá-Missu é de pessoas pobres e trabalhadoras que não têm nenhum meio de responder à força bruta do governo comunista".

Cerca de 400.000 acres de terra no estado do Mato Grosso, com inúmeras cidades – pelo menos uma das comunidades, em Estrela do Araguaia, abrigou por volta de 7.500 moradores completos, com igrejas, escolas, hospitais, cemitério, etc., embora o governo afirme que os números são menores – teriam sido aparentemente entregues a um grupo de índios na década de 1990, por um decreto oficial. 

As escrituras dos proprietários não foram consideradas nem lhes foi oferecida qualquer compensação. As autoridades começaram o despejo forçado de todos os não-índios no final do ano passado, após darem aos residentes apenas 30 dias para desocuparem "voluntariamente" a sua terra. A maioria se recusou a ir.

“Nos últimos dias de dezembro, a força-tarefa do governo encarregada de expulsar os moradores da terra indígena Maraiwatsede, no Mato Grosso, priorizou a expulsão da comunidade de Posto da Mata, um centro de resistência feroz contra o retorno da terra aos índios Xavante” – disse a Fundação Nacional do Índio (Funai), do Ministério da Justiça, em declaração no início de janeiro. 

"Oficiais de Justiça estabeleceram o prazo limite de 4 de janeiro para os residentes evacuarem a área. Quem não sair até essa data terá seus pertences confiscados pela Justiça e responderá pelo crime de desobediência”. As tensões continuam acesas, e a evacuação longe de estar completa.

Cerca de 3.000 pessoas viviam em Posto da Mata, incluindo 700 crianças da escola que agora ficarão sem teto se o governo prosseguir em seu caminho. "Onde ficaremos? Onde vamos viver? Do quê vamos viver fora? O que vamos comer daqui para frente?" – perguntou chorosa, em entrevista de TV, uma menina de uma das escolas da cidade. "Eu vivi aqui todos os meus 17 anos e não vou embora".

Um menino de oito anos de idade, também chorando, leu uma carta para a presidente brasileira, Dilma Rousseff, uma "ex"-terrorista comunista durante o regime militar, pedindo-lhe para não deixar a polícia derrubar a casa de sua família. 

Dilma Rousseff e sua administração, no entanto, parecem impassíveis, com o poderoso regime brasileiro marchando avante, indiferente à tragédia humana deixada em seu rastro.

"O governo federal está aderindo à decisão judicial com firmeza e serenidade", disse em um comunicado de imprensa o ministro-chefe Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência. "Ações violentas e ilegais não serão toleradas e medidas adequadas já estão sendo tomadas".

Os moradores, no entanto, ainda estão pedindo ao governo para suspender a bárbara relocação, dizendo que ela vai quebrar milhares de vidas. Os manifestantes rasgaram e queimaram bandeiras do Brasil, enquanto líderes políticos locais, estaduais e até federais expressaram indignação por aquela transferência brutal. 

O deputado Valtenir Pereira, por exemplo, advertiu um funcionário superior sobre o crescente risco de derramamento de sangue à medida que a batalha se enrijece. Ele também disse que a deslocação forçada de famílias arriscou danificar a imagem do Brasil e sua reputação diante da comunidade internacional.

"Eu disse a ele que a comunidade internacional está ciente do problema. Nós estamos correndo o risco de permitir que ocorra derramamento de sangue. O conflito já começou, tivemos incidentes entre a polícia e moradores que não querem deixar a área", disse. 

"Eu também disse que este conflito pode se tornar uma mancha de sangue na presidência. A presidente Dilma e seu vice-presidente não podem deixar que isso aconteça, caso contrário eles vão manchar a imagem do Brasil internacionalmente. A solução depende apenas da presidente".

A história da terra está em disputa, mas parece que na década de 1960 as autoridades brasileiras podem ter expulsado índios locais da região e levado para centenas de quilômetros de distância antes de venderem a terra.

O objetivo era supostamente incentivar os brasileiros e os produtores agrícolas em particular a se estabelecerem na área, que viu um afluxo constante de novos moradores ao longo das décadas seguintes.

Muitos moradores e até mesmo analistas externos questionam se a terra foi realmente habitada por índios. Inclusive alguns índios xavantes têm falado, explicando que o seu povo sempre viveu em outra região, com outro clima e tipo de vegetação.

A ONU e o Greenpeace, porém, estavam fortemente envolvidos na promoção da ideia durante a recente conferência Rio + 20 sobre o "desenvolvimento sustentável", no Rio de Janeiro, fazendo desfilar em torno das instalações um grupo de índios em bizarras cerimônias de adoração à "Mãe Terra" e apelando para um regime planetário. 

Greenpeace tem, é claro, um registro atroz quando se trata de povos indígenas, e sob o pretexto de pseudo-ambientalismo já destruiu inúmeras comunidades nativas americanas ao longo dos anos.

No entanto, os tribunais decidiram em 2010 que o decreto executivo chutando todos os moradores não-índios para fora da área, sem indenização pela perda de suas propriedades e casas, poderia avançar. 

Pouco tempo depois, a decisão de forçar os moradores a deixarem suas terras foi colocada em espera. Em maio de 2012, contudo, um outro tribunal disse que a transferência poderia prosseguir.

Também essa decisão foi interrompida, mas o Supremo Tribunal Federal decidiu que os despejos podiam eventualmente prosseguir conforme planejado. Em 7 de novembro, os moradores foram notificados que deveriam embalar o que podiam e partir dentro de 30 dias, ou enfrentar a fúria do governo federal. 

Alguns teriam saído, atraídos por promessas governamentais de bem-estar e de nova terra em outro lugar para alguns pequenos agricultores escolhidos, mas um número muito maior ficou. Aos fazendeiros e agricultores com propriedades maiores nada foi oferecido.

"Segundo a lei brasileira, como os invasores permaneceram ilegalmente na terra indígena sabendo que é propriedade federal, não têm direito a qualquer indenização", disse numa declaração ao jornal The New American um porta-voz da Funai, departamento indígena do Ministério da Justiça, sem abordar a questão dos títulos de propriedade, agora anulados, na posse de residentes. 

"No entanto, o governo brasileiro age para reassentar aqueles que satisfazem aos critérios da política de reforma agrária no Brasil".

É claro, a expropriação de terras no Brasil não é nada de novo – durante décadas, o governo tem demonizado os "grandes" agricultores e os pecuaristas "ricos", tomando e redistribuindo a propriedade no impulso da chamada "reforma agrária". Ainda recentemente, antigos residentes de outras regiões também foram expulsos sob o pretexto de "terras indígenas". Na vizinha Venezuela, entretanto, o homem forte socialista Hugo Chávez também vem roubando grandes quantidades de terras de seus proprietários, alegando a suposta necessidade de "redistribuir a riqueza".
Mas, a exemplo do que aconteceu com a "reforma agrária" de Mao na China comunista, que foi retratada como um movimento inocente até contribuir finalmente para o assassinato de dezenas de milhões, os agricultores e opositores do assalto na América Latina temem o pior. 

"O objetivo de destruir o setor rural no Brasil, um dos mais fortes do mundo, está longe de terminar", disse ao The New American o ativista e fazendeiro conservador brasileiro Walber Guerreiro, observando que, como todos os comunistas, os líderes do atual governo do Brasil esperam esmagar a mentalidade independente dos agricultores e pecuaristas. "Mas é uma prioridade absoluta para a agenda marxista".

Guerreiro, que conhece algumas das vítimas no Mato Grosso, também citou tratados internacionais que declaram que o deslocamento forçado é crime contra a humanidade, dizendo que era hora de a comunidade mundial falar sobre os abusos desenfreados e cada vez mais graves perpetradas pelo regime brasileiro. 

Ele teme que, se for permitido às autoridades continuar avançando com impunidade selvagem, cidades maiores serão as próximas, e mais vítimas serão brevemente despojadas à força de suas casas e propriedades, sob o cano de uma arma.

Também alarmante, disse ele, foi que alguns dos veículos militares usados ​​para aterrorizar e expulsar os moradores locais ostentavam a mesma insígnia da ONU empregada pelas forças internacionais, denominada "manutenção da paz". 

Documentação de vídeo mostrou, e as autoridades federais brasileiras confirmaram para The New American, que as tropas e equipamentos esportivos do logotipo da ONU estão realmente envolvidos na operação. 

Entretanto, as autoridades alegaram que a controvertida organização global não estava realmente envolvida e que os soldados e equipamentos tinham retornado recentemente de operações de "manutenção da paz" no exterior, daí a insígnia.

"Minha família está nestas terras que trabalhamos desde os anos 50, mas é claro que nada, nem mesmo o tempo de nosso trabalho, a nossa obediência às leis, a escritura da terra, o nosso grande volume de produção – nada pode nos proteger", disse. "Podemos de repente ser informados de que há ‘terra indígena’ sob as nossas fazendas e, a partir desse ponto em diante, não podemos fazer nada em nossa defesa".

Depois que isso foi feito com os agricultores e pecuaristas, novas classes de vítimas estarão na mira. "Nada no Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil garante segurança civil e este processo não vai acabar apenas com a perseguição aos agricultores", concluiu Guerreiro. 

"No final, todo mundo vai ter sua propriedade desapropriada, exatamente como aconteceu em Cuba, o paraíso dos sonhos do PT".

Como The New American informou anos atrás, as forças socialistas e comunistas estão fazendo significativo progresso em toda a América Latina, com grande apoio do exterior e apenas um punhado de governos nacionais resistindo à tendência. 

Entretanto, considerando o recente nascimento da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL ou Unasul) – uma espécie de União Europeia transnacional dominada por regimes socialistas auto-identificados – os povos de todo o continente estão enfrentando a perspectiva muito real de uma tirania brutal em um futuro não muito distante. 

E sem um protesto maciço, os agricultores e trabalhadores pobres do Suiá Missu definitivamente não serão as últimas vítimas.

______________
Alex Newman, correspondente estrangeiro de The New American, está atualmente residindo na Europa, depois de crescer na América Latina, incluindo quatro anos no Brasil. Ele pode ser contatado pelo anewman@thenewamerican.com.
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Irá a Alemanha “apagar” por causa...




Posted: 12 Jan 2013 11:30 PM PST
Morbach: experiência válida para pequenas aldeias. Mas, e as grandes cidades?
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Na pequena e simpática Morbach, na região de Hunsrück, 14 turbinas eólicas, quatro mil metros quadrados de painéis solares e uma estação de biogás – tudo instalado numa antiga base militar – produz o triplo da eletricidade de que a comunidade precisa.

Morbach é apresentada como o modelo de uma Alemanha sem usinas nucleares, as quais serão desativadas na sua totalidade em alguns anos, comentou a revista “Der Spiegel”, ecoada pela agência Presseurop. 

O plano de energias alternativas renováveis ajudaria a combater o “aquecimento global”, tornaria o país independente do petróleo árabe e das chantagens da Rússia, além de exorcizar os medos de acidentes nucleares.

Morbach: do pequeno sucesso local ao sucesso nacional  há muito percurso a fazer
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há muito percurso a fazer
O plano marcaria quase o fim dos combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás – usados nos últimos dois séculos.

O plano é muito atraente e “politicamente correto”.

Porém, a realidade esta chiando e o governo tampa os ouvidos. 

Os custos serão formidáveis e a Alemanha pode ficar aleijada energeticamente, com sua poderosa indústria condenada a fechar ou migrar.


Onde está o sol no outono e no inverno alemão?

Os alegres ambientalistas não pensaram nisso?
As eólicas suscitam a antipatia crescente da população porque poluem intensamente a paisagem e são muito barulhentas para os moradores locais.

Além do mais, é preciso procurar muito longe ventos com a quantidade e força necessárias para torná-las viáveis.

A necessidade obriga a ir até os países nórdicos e o próprio Mar do Norte. 

Eolo é um deus caprichoso que sopra quando quer, deixando por vezes em apuros os mais sisudos climatólogos.

O que fazer quando o deus dos ventos dormita? 

Tudo se passa como se jamais tivesse ocorrido aos militantes do ambientalismo a existência dessa evidência primeira. Para eles, o clima funciona como o ar condicionado: basta apertar um botão. Ou dar um clique no mouse.

O plano prevê a produção e acumulação de energia extra para as horas ou épocas em que Eolo ou Hélios não trabalhem.

Prevê-se bombear grandes quantidades de água em depósitos elevados nos momentos que há excesso de energia. Quando as forças naturais decidirem parar, então se faz descer a água para por em movimento geradores hidráulicos. 

Mas eis um “pequeno detalhe” assaz importante: a Alemanha não tem superfície para esses depósitos de água. Os teóricos de gabinete mostraram nem conhecer a natureza e a geografia de seu país.

Der Spiegel: "O sonho caro de energia limpa"
Der Spiegel: "O sonho caro de energia limpa"
Para que funcione o belo e imenso plano, será preciso construir auto-estradas de energia – as linhas, as estações de comutação e transformação –, que custarão entre 40 a 53 bilhões de euros apenas nos próximos dez anos. Como se a Europa não estivesse em crise!

Em consequência, os estrategistas da RWE, a maior empresa alemã de energia, prevêem que o preço da energia vai subir 400% nos próximos 25 anos. 

Acresce-se que é impossível calcular os custos exatos da revolução da energia verde nos próximos 40 anos. 

E os militantes verdes parecem dispostos a dificultar os trâmites de aprovação dos projetos, promover disputas judiciais e protestos públicos, além de sabotagens ilegais por parte dos mais extremistas. 

Os operadores de painéis solares recebem um subsídio muito acima do preço de mercado da eletricidade.

Quer dizer, entre 60 e 80 bilhões de euros nos últimos dez anospara cobrir apenas 1,1% das necessidades de energia elétrica da Alemanha.

E isso malgrado a Alemanha dispor por si só das instalações de células fotovoltaicas com uma capacidade equivalente à de todas as demais instalações repartidas pelo mundo.

A realidade e a geografia obstaculizam o utópico sonho. 

Outro problema é que sendo a Alemanha muito povoada, e seu último metro quadrado aproveitado a fundo, ela não dispõe mais dos territórios onde instalar os caríssimos e até hoje pouco produtivos painéis solares. 

Também quase não lhe resta mais espaço terrestre para as turbinas produtoras de energia eólica.

Parque de energia solar em Erlasee. Mas a Alemanha não tem o sol que necessitaria
Bonito parque de energia solar em Erlasee.
Mas, a Alemanha não tem o sol que o plano exige
Só fica o alto mar, onde os ventos são mais constantes, mas onde os custos de construção são muito mais caros. 

O governo estima que a expansão ao alto mar custará entre 75 e 100 bilhões de euros até 2030, e confessa que os riscos de investimento são “difíceis de calcular”.

Ou seja, serão muito maiores.

E a conta não pára de aumentar.

As auto-estradas de eletricidade para trazer a energia eólica do Mar do Norte custarão, segundo a Comissão Europeia, mais outros 500 bilhões de euros.

E será preciso investir ainda mais 50 bilhões para trazer energia solar do sul do continente.

Parque de energia eólica da Siemens no Mar do Norte.  E se o vento não soprar?
Parque de energia eólica da Siemens no Mar do Norte.
E se o vento não soprar?
Até 2050, o governo planeja um gigantesco crescimento do uso de biomassa: entre 13 a 17 vezes mais do que hoje.

Para isso, seria preciso converter muitos milhões de hectares de terra para a produção de energia.

O resultado seriam monoculturas de milho ou colza, que ameaçariam a “sustentabilidade ecológica”. 

E o quebra-cabeça – ou talvez o “quebra-Alemanha” – não faz senão começar.

A indústria é a maior consumidora de energia: um quarto da eletricidade e do gás da Alemanha. A indústria pesada emprega cerca de 875 mil trabalhadores. 

No horizonte das “novas energias alternativas”, o presidente do conselho de administração da BASF, Jürgen Hambrecht, teme uma “lenta desindustrialização da Alemanha”. 

As empresas se deslocam para onde é mais barata a energia e menor a hostilidade ambientalista.

Leia-se: fugirão para o exterior, deixando exércitos de desempregados em território alemão.

As energias renováveis demonstraram até agora ser viáveis só em pequenas localidades. 

Verdes contra energia nuclear
Verdes contra energia nuclear
Para os ambientalistas radicais, o futuro será só o de pequenos grupos vivendo apenas do que produz a terra de sua comunidade e algum artesanato de tipo mais bem hippie. E mais nada.

Ou seja, é a sentença de morte contra a indústria alemã atual. 

O custo da revolução verde será astronômico e talvez incontrolável para a indústria.

O investimento indispensável pode ser muito maior do que se imagina. 

Entrementes, a grande indústria é diabolizada pelo ambientalismo radical: se ela vai para a falência, que se dane!

Se isso acontecer, a Alemanha não será mais a potência que é hoje. 

Diminuída, empobrecida, com grandes contingentes populacionais desempregados, desvalorizados e substituídos por islâmicos, talvez ela não seja mais reconhecível no futuro.

Uma grande nação cristã poderá se apagar assim da história, para regozijo da “religião” ambientalista anticristã. Seria um crime inaceitável.

Fonte: Verde: a nova cor do comunismo

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Mais uma da Funai


Sem-terra do nada virou índio e passou a ser cacique




A Justiça Federal de Ilhéus mandou reintegrar quatro propriedades que haviam sido invadidas por supostos índios. 

A primeira delas, invadida pela 3ª vez em julho deste ano, foi encontrada com a sede destruída. Tudo roubado. 

Num gesto insensato, um coordenador da Funai sugeriu ao proprietário que se cadastrasse como índio, a exemplo da sua vizinha Isabel que se cadastrou.

 Assim se pode aumentar a área indígena sem conflitos...

Os agentes cumpriram mais dois mandados. Ao Chegar noutra fazenda (Grupo Chaves), os “índios” invasores correram. 

Entre os evadidos, foi reconhecido o “Cacique” Cleildo, um ex-sem terra, assentado do INCRA, que do nada virou índio e passou a ser cacique, infernizando aquela região.

Fonte: Gelio Fregapani - Comentário 155 - 10 de janeiro de 2013

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Um abismo atrai outro abismo



O remendo do trapo socialista
na marcha insensata da Reforma Agrária

Segundo Roldão Arruda do jornal O Estado de São Paulo "Dilma estaria esvaziando o INCRA e ampliando acordos locais para estruturar assentamentos". E que "Sem alarde, governo inicia uma das mudanças mais profundas no órgão criado nos anos 1970."

Com efeito, os socialistas são incorrigíveis. Sem reconhecer o fracasso dessa Reforma Agrária,  o governo ainda vai investir mais recursos para tentar desfazer a nossa denúncia de que "Reforma Agrária semeia assentamentos - Assentados colhem miséria e desolação" e de que "os assentamentos se transformaram em favelas rurais"


Segue abaixo a matéria de Roldão Arruda:

Aos poucos, sem alarde e mesmo enfrentando resistência no meio do funcionalismo e dos movimentos de sem-terra, o governo está levando adiante um extenso projeto de reforma na estrutura do Incra. Se concretizada, será a mudança mais profunda na instituição desde sua criação, em 1970, em pleno regime militar.

Novo modelo prioriza dar estrutura para os produtores

Uma das principais características da mudança é a descentralização das atividades. As prefeituras, que sempre foram postas à margem da reforma agrária e, por isso mesmo, sempre tenderam a tratar os assentamentos federais como enclaves em seus territórios, estão sendo mobilizadas pela primeira vez.

Por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - Equipamentos, municípios com até 50 mil habitantes vão receber motoniveladoras, retroescavadeiras e outras máquinas destinadas à melhoria das vias de acesso aos assentamentos da reforma. No caso das prefeituras que fecharem parcerias como Incra, comprometendo-se também a comprar parte da produção das famílias assentadas, o governo federal vai retribuir com o fornecimento de combustível.

Em entrevista ao Estado, o presidente do Incra, Carlos Guedes, observou que a medida vai permitir respostas mais rápidas às demandas dos assentamentos, além de garantir uma redução de quase 70% dos gastos.

O Incra também está transferindo para outras instituições públicas as tarefas de construir casas e levar água e energia elétrica às famílias assentadas. Em 2013, o Programa Minha Casa, Minha Vida, gerido pelo Ministério das Cidades, passará a ser operado dentro dos assentamentos, com um volume de crédito maior do que o ofertado pelo Incra. A meta é financiar a construção de 70 mil novas moradias e a reforma de outras 118 mil em dois anos.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário, ao qual está subordinado o Incra, também fechou há pouco um acordo com o Ministério da Integração Nacional, que permitirá levar água a 30 mil famílias assentadas no semiárido nordestino. Quanto à extensão da rede de energia elétrica, a tarefa agora cabe ao Ministério de Minas e Energia, por meio do Programa Luz para Todos.

Uma das atividades mais politizadas e polêmicas do Incra, que é a seleção das famílias a serem beneficiadas pelo programa de reforma agrária, também será transferida. De acordo com um documento de três páginas que circula em Brasília, com um sucinto perfil do que deverá ser o Incra, as famílias serão selecionadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social, de acordo com dados do Cadastro Único - o mesmo utilizado para os programas federais de transferência de renda, como o Bolsa Família.

Polêmica

Do conjunto de mudanças já iniciadas e que ainda virão, a mais polêmica refere-se à mudança do foco principal de ação. Mesmo não admitindo abertamente, para evitar atritos com o Movimento dos Sem-Terra (MST), o governo da presidente Dilma Rousseff irá se preocupar cada vez mais com a melhoria dos assentamentos existentes do que com a criação de novos.

Os dados acumulados até aqui já sinalizam claramente a mudança. O governo atual foi o que menos assentou famílias nos últimos 16 anos, segundo números do próprio Incra, apresentados recentemente em reportagem do Estado. Um outro levantamento, produzido pelo Núcleo Agrário do PT e divulgado pelo MST, revela que Dilma só ganha do presidente Fernando Collor de Mello em números de decretos de desapropriação de terras para a reforma.

Esses números não causam comoção no governo. Confrontado com as tabelas, Guedes tem dito que a meta não é criar assentamentos, mas sim assentamentos com qualidade, integrados a diferentes políticas de governo, com as famílias bem instaladas e capazes de produzir alimentos.  A meta é por abaixo a ideia de que assentamento seria sinônimo de favela rural.

Com a descentralização de algumas atividades, a direção do Incra acredita que pode se concentrar em atividades voltadas para a produção. Planeja reduzir a burocracia para acesso ao microcrédito, melhorar o nível de assistência técnica e favorecer a compra da produção. Segundo Guedes, o número de famílias vinculadas ao Programa de Aquisição de Alimentos deve triplicar na próxima safra, passando de 15 mil para 45 mil famílias. 

Fonte: OESP, 31 de dezembro de 2012