segunda-feira, 26 de julho de 2010

MST invade! Não é surpresa, afinal!

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MST ocupa sedes do INCRA
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em Pernambuco
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Por volta de mil integrantes do MST marcam o Dia do Trabalhador Rural com ocupações nas sedes do INCRA em Recife e em Petrolina.
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Eles chegaram no início da manhã de hoje às repartições, onde protestam contra a morosidade da execução da reforma agrária em Pernambuco.
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Os manifestantes acusam a autarquia de inoperante, e denunciam que há três anos não acontecem novas desapropriações no estado.
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Eles também reclamam da falta de recursos, inclusive para educação nos assentamentos e também para a assistência técnica.
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Os militantes do MST exigem terras para cerca de 17 mil famílias que, de acordo com o movimento, encontram-se acampadas há mais de cinco anos.
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O INCRA - sempre complacente - [ou todo esse show seria adrede combinado?] ainda não se pronunciou sobre a invasão.
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Fonte: Portal O Globo, 26/7/2010 (Letícia Lins )
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"Bons selvagens" mantêm reféns no Mato Grosso

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Também era de se esperar!
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Cerca de 300 índios invadiram na manhã de domingo a usina hidrelétrica de Dardanelos, no município de Aripuanã, em Mato Grosso.
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Os indígenas chegaram armados e pintados para guerra e aprisionaram os 300 funcionários que trabalham na construção da hidrelétrica.
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De acordo com Antônio Carlos Ferreira de Aquino, coordenador regional da FUNAI, a obra da hidrelétrica começou há cerca de três anos.
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Já a Polícia Militar informou que seis funcionários entre engenheiros e gerentes da empresa Energética Águas da Pedra se ofereceram para ficar no lugar dos trabalhadores.
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Uma reunião entre os índios e representantes da FUNAI, secretaria de Meio-Ambiente de Mato Grosso, Casa Civil do Estado e Promotoria Federal deve ser realizada até meio-dia de hoje para tentar dar fim à ocupação.
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Houve alguma falha no processo de licenciamento e a usina foi construída sobre um cemitério indígena. Ainda segundo a Funai, representantes do órgão e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Brasília devem vir a Mato Grosso para negociar com os índios.
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- Os índios vêm negociando um ressarcimento - diz o coordenador.
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O grupo quer compensações financeiras pela obra da usina. [Capitalistas, hein?!)
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Também temem prejuízo econômico, já que a hidrelétrica pode levar à uma diminuição do peixe e da qualidade da água da região quando começar a funcionar. [Fiquem tranquilos, pois os peixes irão se multiplicar!]
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Fonte: O GloboCBN 26/07/2010
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Agropecuária salva o Brasil

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O que houve de novo com o Brasil
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O Brasil orgulha-se hoje de ser uma economia estável e forte, que consegue crescer de modo sustentável a taxas elevadas e ao mesmo tempo distribuir renda, incorporando largos contingentes de população ao mercado de consumo e a padrões mais civilizados de bem-estar material.
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Olhando para trás, para tantas décadas de instabilidade, de surtos breves e logo frustrados de crescimento, temos de reconhecer que vivemos uma grande transformação.
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O que tornou possível essa transformação? Tivemos vários momentos de crescimento, que não duravam muito.
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Após poucos anos, o crescimento provocava inflação, pois a oferta interna, especialmente de alimentos, não era capaz de acompanhar o aumento da demanda induzida pelo crescimento da renda. Mais grave era o outro problema, o cambial.
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Diante da inflação sem controle e do desequilíbrio cambial, a única política possível era conter o processo de crescimento, para aliviar as pressões sobre os preços e sobre o déficit externo.
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Assim, voltávamos à estagnação econômica, embora a população continuasse crescendo e a imensa maioria vivesse na pobreza.
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Para crescer sem interrupções seria necessário superar o limite de nossa capacidade para importar. Financiar indefinidamente o déficit cambial com financiamento externo não seria sustentável.
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Por termos tentado este caminho, incorremos em várias crises de endividamento e chegamos à moratória. Era preciso encontrar um meio realista de elevar a receita cambial.
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Como sabemos hoje, no Brasil só a agricultura e a pecuária podiam realizar essa tarefa. Mas ninguém pensava nisso seriamente. Afinal, a produção rural brasileira crescia pouco e não éramos, de fato, até 1970, sequer capazes de atender ao abastecimento interno.
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Além do mais, a sabedoria convencional de então ditava que o desenvolvimento econômico significava o aumento da produção industrial e o encolhimento relativo da produção rural.
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(...) Novas gerações de produtores rurais começaram a emergir, muitos deles abrindo novas fronteiras agrícolas ou transformando os modos de produzir nas fronteiras já estabelecidas.
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Esses novos agricultores romperam com as formas tradicionais de produção, apropriaram-se do conhecimento acumulado nas universidades rurais e na nova Embrapa e trouxeram para a produção rural a disposição de assumir riscos e a compulsão do crescimento.
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A ação destes novos empreendedores transformou em pouco tempo a produção rural brasileira, tornando-a em poucas décadas a segunda maior do mundo em escala e diversidade de produção e a primeira e única grande agricultura em área tropical.
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Os números (...):
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Em 1965, antes do início desse processo, a produção brasileira de grãos era de 20 milhões de toneladas, para uma população de 80 milhões de habitantes, portanto, uma produção de 250 kg de grãos por habitante.
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Em 2008 a produção de grãos chegou a 144 milhões de toneladas, para uma população de 190 milhões de habitantes, o que representa uma produção per capita de 758 kg.
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A produção total cresceu 7 vezes, mas a área de plantio, que era de 21 milhões de hectares em 1965, passou para apenas 48 milhões de hectares em 2008, apenas 2,5 vezes mais. A produção de carnes, em 1965, era de 2,1 milhões de toneladas, o equivalente a 25 kg por habitante por ano.
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Em 2006 a produção alcançou 20 milhões de toneladas, o equivalente a algo como 100 kg por habitante/ano. A produção total aumentou dez vezes, mas as áreas de pastagens cresceram apenas 15%.
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Esses gigantescos aumentos de produção e de produtividade mudaram a história da economia brasileira. Essa agricultura altamente produtiva e de grande escala conquistou os mercados externos e passou a gerar grandes superávits no balanço de pagamentos, dada a sua pequena dependência de importações.
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Entre 1994 e 2009, o agronegócio acumulou um saldo comercial com o exterior de US$ 453 bilhões. No mesmo período, o saldo comercial total do Brasil foi de US$ 255 bilhões.
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Significa que, sem a contribuição das exportações do agronegócio, o Brasil teria incorrido num déficit comercial de US$ 198 bilhões, praticamente o valor das reservas cambiais do País no final do ano passado.
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Não fora a contribuição do agronegócio, o País estaria vivendo gravíssima crise cambial e a história do nosso crescimento recente teria sido muito diferente.
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Outro efeito dessa revolução no campo foi a persistente queda no custo da alimentação no mercado interno. Os professores José Roberto Mendonça de Barros e Juarez Rizzieri mostraram, em pesquisa, que o custo no varejo de uma ampla cesta de alimentos na cidade de São Paulo caiu pouco mais de 5% ao ano, em termos reais, entre 1975 e 2005.
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Uma queda dessa dimensão só foi possível pelos aumentos impressionantes da produção e da produtividade no campo. E, em decorrência, as classes de renda média e baixa não apenas puderam consumir mais e melhores alimentos, como elevaram seu poder de compra de produtos industriais.
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Assim, o efeito da queda dos preços agrícolas é mais importante que as transferências de renda para explicar a melhoria do padrão de vida das populações mais pobres.
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O Brasil que se desenvolve hoje e se projeta no mundo como uma economia dinâmica e moderna é um País construído a partir da agricultura e da pecuária.
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E continuará sendo, no futuro, sem estar por isso condenado ao atraso e à pobreza, como vaticinavam no passado. Mas para isso é necessário que o Brasil valorize o agricultor e o pecuarista, que foram os agentes dessas transformações, dando-lhes o realce merecido e poupando-os dos preconceitos que sobrevivem às evidências da realidade.
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Fonte: Kátia Abreu - O Estado de S.Paulo, 26/7/2010
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Lei para dividir a nação

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Lula divide o Brasil em raças
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YVONNE MAGGIE, doutora em antropologia social, professora titular do Departamento de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ escreveu matéria para a Folha de São Paulo a respeito do Estatuto da Igualdade Racial, antes de o mesmo ser sancionado.
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Vale a pena ler sua matéria, aliás, rara na pena de um antropólogo. Com efeito, ela afirma que se o presidente sancionar o Estatuto, gravará seu nome na história como aquele que dividiu o povo em raças e etnias.
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A redação final, elaborada pelo esforço do senador Demóstenes Torres, exclui as cotas raciais e substitui o termo raça pela expressão etnia. Retira também parte substancial dos itens referentes à saúde e ao estímulo à criação de uma identidade negra.
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A aprovação do estatuto é a demonstração de que não há consenso no Brasil sobre a matéria: as ONGs, dirigidas por ativistas negros e que atuam no Congresso, reclamaram que a espinha dorsal do projeto havia sido quebrada.
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O ministro-secretário da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) declarou que o "estatuto guarda-chuva", tendo aprovado as ações afirmativas, aprovou também a política de cotas raciais e estas poderão ser implantadas sem passar pelo Congresso Nacional.
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Isso porque se configuram como um dos tipos de ação afirmativa - um golpe na pretensão dos senadores que não aprovaram as cotas raciais, mostrando que o governo não está de acordo com a solução proposta pelo Congresso.
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Onde está o consenso necessário a esta mudança radical do nosso estatuto legal?
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Se o estatuto for sancionado pelo presidente Lula, será a primeira lei racial do nosso país, pois carrega no seu nome e em seus princípios "raça" ou "etnia" como critério de distribuição de justiça.
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Se o presidente Lula sancionar esse estatuto, gravará seu nome na história como aquele que dividiu o povo em raças e etnias.
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Não serão mais brasileiros ou trabalhadores lutando por direitos iguais, serão negros e brancos, afrodescendentes e eurodescendentes lutando entre si por direitos desiguais.
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É espantoso ver um Congresso fraco diante da pressão de grupos organizados que falam em nome do povo sem mandato algum.
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Os senadores, estes sim eleitos pelo povo, demonstraram pela aprovação do estatuto que estão preocupados com as desigualdades, inclusive entre os mais escuros e mais claros, mas não querem dividir o povo.
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Se a intenção desta lei é produzir um país mais igualitário, o resultado será o oposto.
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Tratar desigualmente os mais pobres para que saiam da pobreza significa diminuir iniquidades. No entanto, criar etnias legalmente em um país que repudia divisões étnicas oficiais terá o efeito de nos levar em direção a cisões irreparáveis e perigosas.
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O presidente Lula não deve sancionar esta lei [na verdade, já sancionou]. Deve, sim, ouvir o coração da grande maioria dos brasileiros, que repudia a separação oficial em "raças" ou "etnias" e quer ficar unida na luta contra desigualdades, injustiças e racismo.
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Fonte: FSP, 08 de julho de 2010
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França X ecologistas, lições para o IBAMA

França pune ecologistas que
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atrapalharem caçada
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Há anos, extremistas ecologistas vêm hostilizando as caçadas legalmente praticadas por milhões de franceses.

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Diante da irritação popular, o governo abaixou decreto punindo a “obstrução a um ato de caça” segundo noticiou “Le Monde”.

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Os radicais das “associações de defesa dos animais” encheram os jornais com protestos ideológicos contra a justa medida.
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Ela pune com multa de 1.500 euros toda tentativa de impedir o desenvolvimento de uma partida de caça.

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“Tinhamos chegado à absurda situação de que comandos desciam encapuçados durante as caçadas, interpunham-se violentamente diante dos caçadores.

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"E cada vez que nós registrávamos a ocorrência nenhuma providência era tomada”, explicou Pierre de Boisguilbert, da Federação Nacional dos Caçadores ‒ FNC.

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Bom exemplo para ser imitado pelo IBAMA. Desejamos que não fique ele perpetuamente do lado dos extremistas “verdes”.

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Fonte: Verde, a nova cor do comunismo

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domingo, 25 de julho de 2010

Raposa/Serra do Sol independente!



Como era de se esperar!


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Um relatório da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) revela preocupação com a criação de um Estado indígena independente em Roraima, "com apoio de governos estrangeiros e ONGs".
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O documento, ao qual a Folha de São Paulo teve acesso, foi enviado pelo serviço secreto para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência em 2010.
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Texto completo em
www.averdadesufocada.com

Comunismo disfarçado...

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... com água benta

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Preste atenção nas palavras que se seguem: "A região oeste da Bahia vive um momento de celebração, fé e intensa discussão". política.
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No início deste mês, deu-se início a 33ª Romaria da Terra e das Águas, na cidade de Bom Jesus da Lapa com o lançamento da Campanha pelo Limite da propriedade da Terra.
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De acordo com um membro da Coordenação Estadual da Campanha, a iniciativa visa mostrar e mudar a desigualdade que há no Brasil com relação à propriedade da terra.
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Segundo ele, “há poucas pessoas com muita terra e milhares de brasileiros sem ou com pouca terra. Então, o objetivo desta campanha é mudar essa realidade e democratizar a propriedade da terra”.
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A realização da Campanha pretende inserir mais um item na Constituição: que a propriedade da terra tenha um tamanho máximo. A proposta do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, que coordena a Campanha, é que esse tamanho não ultrapasse 35 módulos fiscais.
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O momento alto da Campanha acontecerá entre os dias 1 e 7 de setembro, quando será realizado um Plebiscito Popular “em que a sociedade irá se posicionar se quer ou não que a terra tenha um tamanho máximo no Brasil”.
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Antes do Plebiscito, porém, já estão sendo realizadas diversas atividades de formação e mobilização sobre a temática.

Já estão sendo coletadas assinaturas para um abaixo-assinado como apoio a um Projeto de Lei de Iniciativa Popular, que será entregue à Câmara dos Deputados, propondo um limite para o tamanho da propriedade da terra.

Tudo isso feito sob o bafejo da CNBB de hissopo na mão jogando água benta!!!

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Fonte: Informe da CPT/BA, publicado pelo EcoDebate, 05/07/2010