sábado, 15 de setembro de 2018

Polícia Federal investiga ‘fábrica’ de índios na Funai




Era o que faltava: Polícia Federal investiga ‘fábrica’ de índios na Funai
Fonte: diarioms.com.br/ ONGDIP

As Delegacias da Polícia Federal de Guaíra, de Cascavel e de Foz do Iguaçu, todas localizadas no Estado do Paraná, instauraram inquéritos para investigar possíveis irregularidades na emissão dos chamados Registros Administrativos de Nascimento Indígena (Ranis) em cartórios de todos os municípios cobertos por essas delegacias. 
Se fizessem a mesma coisa, as Delegacias da Polícia Federal de Dourados, Ponta Porã e Naviraí iriam descobrir que o Mato Grosso do Sul foi transformado por Organizações Não-Governamentais (ONGs) e por indigenistas fajutos em verdadeiras fábricas de índios, ou seja, paraguaios nascidos em Salto del Guairá, na fronteira com Mundo Novo; Corpus Cristi, na fronteira com Sete Quedas; Colônia Alborada, na fronteira com Japorã; Ipejhú, na fronteira com Paranhos; Capitan Bado, na fronteira com Coronel Sapucaia; Cerro Sarambi, na fronteira com Aral Moreira; Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã; Bella Vista Norte, na fronteira com Bela Vista; Itaverá, na fronteira com Antônio Antônio João; San Carlos, na fronteira com Caracol; Puerto Esperanza, na fronteira com Porto Murtinho, estão sendo registrados por cartórios como se fossem brasileiros.
Na investigação iniciada no Paraná, a Polícia Federal já identificou mais de uma centena de irregularidades e fraudes para a emissão e obtenção de documentos, além de revelar um possível envolvimento de servidores da Fundação Nacional do índio (Funai) para facilitar o acesso dos documentos de nacionalidade brasileira aos paraguaios.
Indígenas Falsos
A investigação que questiona a forma como áreas vêm sendo invadidas por indígenas em todo o cinturão oeste do Paraná e que estão prestes a serem demarcadas pelo governo federal, ilustra inúmeras apurações de indígenas que possuíam Ranis como nascidos no Brasil e que, em sua maioria, possuem documentos atestando a nacionalidade paraguaia.
NACIONALIDADE FRAUDADA
Segundo as investigações, os documentos possibilitariam a estada dos indígenas na região oeste do Paraná, sobretudo em municípios como Guaíra e Terra Roxa, em áreas a serem demarcadas como território indígena. Uma das alegações dos próprios indígenas para a demarcação é de que esse entorno foi habitado pelos seus ancestrais e, por isso, lhes pertencia na chamada ocupação pretérita. Contudo, se os registros de nascimento tiverem sido de fato falsificados, esse argumento cai por terra.
Investigação Avançada
O delegado da Polícia Federal em Cascavel, Marco Smith, revela que os inquéritos devem seguir pelo menos até o fim do ano, já que quase diariamente surgem novos elementos nas investigações que apuram a fraude. “Pelo que temos apurado, essas situações têm ocorrido em toda a região da fronteira com o Paraguai, aqui no Paraná, e no Mato Grosso do Sul. Temos mais de uma centena de casos e estamos caminhando para quase duas centenas”, revela o delegado.
Eleitores Paraguaios
No relatório da PF há um fato registrado no dia 17 de dezembro de 2017 quando dois veículos, uma van e um táxi, ambos com placas paraguaias, foram interceptados no posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na cabeceira da Ponte Ayrton Senna, em Guaíra, onde motoristas e ocupantes disseram que estavam indo ao Paraguai exercer seu direito ao voto. A mesma situação se repete nas fronteiras de Mato Grosso do Sul com as cidades paraguaias, mas as autoridades, inclusive o Ministério Público Federal (MPF), ignoram o problema.
Documentos Falsos
Durante a inspeção, os policiais descobriram que se tratavam todos de cidadãos paraguaios apresentando inclusive as identidades do país de origem, mas também possuíam certidões brasileiras emitidas pela Funai. Esse fato ajuda a corroborar a tese de documentos falsificados para justificar a presença de indígenas paraguaios no Brasil.





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